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Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1195701 Terapia Ocupacional
A Comunidade Terapêutica e a Psicoterapia Institucional, na intenção do ideal de transformação do ambiente hospitalar para ambiente terapêutico, se orientam nos princípios que integram as abordagens psicossociais e psicanalíticas. A partir de então, temos a compreensão de que o sofrimento mental se dá no plano das relações pessoais e sociais. Entendendo que é no campo relacional que o sujeito ressignifica o sentido para viver, fica claro que esse é um privilégio tanto para o processo do tratamento como para o processo de transformação das instituições. No Brasil, nas décadas de 60 e 70, as ideias de Luis Cerqueira foram importantes para a implantação de uma política de Saúde Mental. Cerqueira considerava que a atuação da Terapia Ocupacional era o eixo principal para estruturar as mudanças necessárias no ambiente e nas práticas institucionais. Cerqueira preconizava que:
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Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1195448 Terapia Ocupacional
Os Residenciais Terapêuticos apontam a alternativa de moradia para pessoas com histórico de longa internação hospitalar com o compromisso de resgate da cidadania e dos papeis sociais. O que não é próprio dos serviços residenciais:
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Ano: 2011 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS
Q1193931 Terapia Ocupacional
Historicamente o homem tem desenvolvido instrumentos para potencializar a função humana. No campo da reabilitação, existe uma infinidade de dispositivos para auxiliar os profissionais da reabilitação, quando as técnicas propriamente ditas não estão dando o resultado esperado. Um braço da ciência tem se dedicado à pesquisa e ao desenvolvimento destes instrumentos-aparelhos e procedimentos para uma maior eficácia ao tratamento de reabilitação. Todo este estudo resultou em uma disciplina que chamamos de tecnologia assistiva. Pensando no campo do conhecimento que cada disciplina estabelece, pode-se afirmar que: 
I. As tecnologias são transferíveis; elas se tornam instrumentos para outras disciplinas.  II. A tecnologia assistiva é um instrumento de uso apenas do Terapeuta Ocupacional.  III. Todos os recursos terapêuticos ocupacionais advêm da tecnologia assistiva.  IV. A tecnologia assistiva é fruto do estudo e do avanço tecnológicos de outras áreas estabelecidas.  V. A tecnologia assistiva na Terapia Ocupacional trabalha apenas com órteses e próteses. Quais estão corretas?
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Ano: 2011 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1190144 Terapia Ocupacional
 O impacto do diagnóstico e da decisão de submeter-se ao TCTH gera, na família:
1. rompimento na linha de continuidade do existir. 2. o enfrentamento da perda da vida “normal”. 3. a elaboração do luto pela ruptura do cotidiano. 4. a elaboração do luto pela perda dos sonhos e da esperança no futuro.
Assinale a alternativa correta.
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Ano: 2011 Banca: CEC Órgão: Prefeitura de Palmeira - SC
Q1186941 Português
GANHEI CORAGEM
“Mesmo o mais corajoso entre nós só raramente tem coragem para aquilo que ele realmente conhece”, observou Nietzsche. É o meu caso. Muitos pensamentos meus, eu guardei em segredo. Por medo. Albert Camus, ledor de Nietzsche, acrescentou um detalhe acerca da hora quando a coragem chega: “Só tardiamente ganhamos a coragem de assumir aquilo que sabemos”. Tardiamente. Na velhice. Como estou velho, ganhei coragem. Vou dizer aquilo sobre que me calei: “O povo unido jamais será vencido”: é disso que eu tenho medo.
Em tempos passados invocava-se o nome de Deus como fundamento da ordem política. Mas Deus foi exilado e o “povo” tomou o seu lugar: a democracia é o governo do povo... Não sei se foi bom negócio: o fato é que a vontade do povo, além de não ser confiável, é de uma imensa mediocridade. Basta ver os programas de televisão que o povo prefere.
A Teologia da Libertação sacralizou o povo como instrumento de libertação histórica. Nada mais distante dos textos bíblicos. Na Bíblia o povo e Deus andam sempre em direções opostas. Bastou que Moisés, líder, se distraísse, na montanha, para que o povo, na planície, se entregasse à adoração de um bezerro de ouro. Voltando das alturas Moisés ficou tão furioso que quebrou as tábuas com os 10 mandamentos. E há a estória do profeta Oseias, homem apaixonado! Seu coração se derretia ao contemplar o rosto da mulher que amava! Mas ela tinha outras ideias. Amava a prostituição. Pulava de amante a amante enquanto o amor de Oseias pulava de perdão a perdão. Até que ela o abandonou... Passado muito tempo Oseias perambulava solitário pelo mercado de escravos... E que foi que viu? Viu a sua amada sendo vendida como escrava. Oseias não teve dúvidas. Comprou-a e disse: “Agora você será minha para sempre...” Pois o profeta transformou a sua desdita amorosa numa parábola do amor de Deus. Deus era o amante apaixonado. O povo era a prostituta. Ele amava a prostituta. Mas sabia que ela não era confiável. O povo sempre preferia os falsos profetas aos verdadeiros, porque os falsos profetas lhes contavam mentiras. As mentiras são doces. A verdade é amarga.
Os políticos romanos sabiam que o povo se enrola com pão e circo. No tempo dos romanos o circo era os cristãos sendo devorados pelos leões. E como o povo gostava de ver o sangue e ouvir os gritos! As coisas mudaram. Os cristãos, de comida para os leões, se transformaram em donos do circo. O circo cristão era diferente: judeus, bruxas e hereges sendo queimados em praças públicas. As praças ficavam apinhadas com o povo em festa, se alegrando com o cheiro de churrasco e os gritos.
Reinhold Niebuhr, teólogo moral protestante, no seu livro O homem moral e a sociedade imoral observa que os indivíduos, isolados, têm consciência. São seres morais. Sentem-se “responsáveis” por aquilo que fazem. Mas quando passam a pertencer a um grupo, a razão é silenciada pelas emoções coletivas. Indivíduos que, isoladamente, são incapazes de fazer mal a uma borboleta, se incorporados a um grupo, tornam-se capazes dos atos mais cruéis. Participam de linchamentos, são capazes de pôr fogo num índio adormecido e de jogar uma bomba no meio da torcida do time rival. Indivíduos são seres morais. Mas o povo não é moral. O povo é uma prostituta que se vende a preço baixo.(...)
Seria maravilhoso se o povo agisse de forma racional, segundo a verdade e segundo os interesses da coletividade. É sobre esse pressuposto que se constrói o ideal da democracia. Mas uma das características do povo é a facilidade com que ele é enganado. O povo é movido pelo poder das imagens e não pelo poder da razão. Quem decide as eleições – e a democracia – são os produtores de imagens. Os votos, nas eleições, dizem quem é o artista que produz as imagens mais sedutoras. O povo não pensa. Somente os indivíduos pensam. Mas o povo detesta os indivíduos que se recusam a ser assimilados à coletividade. Uma coisa é o ideal democrático, que eu amo. Outra coisa são as práticas de engano pelas quais o povo é seduzido. O povo é a massa de manobra sobre a qual os espertos trabalham. Nem Freud, nem Nietzsche e nem Jesus Cristo confiavam no povo. Jesus Cristo foi crucificado pelo voto popular, que elegeu Barrabás. Durante a Revolução Cultural na China de Mao-Tse-Tung, o povo queimava violinos em nome da verdade proletária. Não sei que outras coisas o povo é capaz de queimar. O nazismo era um movimento popular. O povo alemão amava o Führer. (...)
O povo unido jamais será vencido! Tenho vários gostos que não são populares. Alguns já me acusaram de gostos aristocráticos... Mas, que posso fazer? Gosto de Bach, de Brahms, de Fernando Pessoa, de Nietzsche, de Saramago, de silêncio, não gosto de churrasco, não gosto de rock, não gosto de música sertaneja, não gosto de futebol (tive a desgraça de viajar por duas vezes, de avião, com um time de futebol...). Tenho medo de que, num eventual triunfo do gosto do povo, eu venha a ser obrigado a queimar os meus gostos e engolir sapos e a brincar de “boca de forno”, à semelhança do que aconteceu na China.
De vez em quando, raramente, o povo fica bonito. Mas, para que esse acontecimento raro aconteça é preciso que um poeta entoe uma canção e o povo escute: “Caminhando e cantando e seguindo a canção...” Isso é tarefa para os artistas e educadores: O povo que amo não é uma realidade. É uma esperança.
Rubem Alves. Folha de S. Paulo, 05/05/2002, página 03 (com adaptações)
Em relação às ideias do texto, é válido afirmar que:
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Ano: 2011 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Carangola - MG
Q1186726 Português
Quando o prêmio Nobel de Física Richard Feynman (1918 – 1988) esteve no Brasil, nos anos 50, ficou assombrado com o que viu. Ao tomar contato com estudantes às vésperas do vestibular, espantaram-no tanto pendor local pela decoreba de fórmulas como a completa ignorância sobre seu significado. Anos mais tarde, registraria em seus escritos aquilo que entendeu como um paradoxo brasileiro: entre os estudantes do mundo inteiro, os jovens que conheceu nos trópicos eram os que mais se debruçavam sobre a física e os que menos sabiam sobre a matéria. À medida que o ensino médio foi se expandindo no país – em seis décadas, o porcentual de jovens matriculados passou de 3% para os atuais 51% –, a desvantagem escolar observada por Feynman só se agravou. As aulas são rasas, desinteressantes, incapazes de preparar os estudantes do século XXI para disputar espaço em um mercado de trabalho global, no qual a capacidade de inovar é cada vez mais valiosa. Alerta o sociólogo Simon Schwanzman: “Se não começar a desatar os nós do ensino médio, o Brasil vai ficar para trás”.
O recém-divulgado Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), prova aplicada pelo Ministério da Educação a 3,2 milhões de estudantes do país inteiro, dá a dimensão exata do abismo a vencer. É um espanto. Dos 23.900 colégios públicos e particulares submetidos ao teste, não mais que 1.500 ou 6% da amostra – têm nível semelhante ao das escolas de países da OCDE (organização que reúne os mais ricos). O Enem trata de desmistificar uma ilusão que muitos pais cultivam ao matricular seus filhos em uma instituição privada – a de que eles ganharão um passaporte para o sucesso na vida adulta. Pois mesmo muitas das escolas que têm renome, prédios vistosos e mensalidades altas não resistem à comparação com suas congêneres estrangeiras: 80% oferecem na sala de aula qualidade equivalente à das escolas apenas medianas do mundo desenvolvido. Pasmem: na faixa dos 15 anos, estudantes demonstram dificuldade de resolver operações simples de matemática, como frações e porcentagens e de compreender textos curtos. 
(Revista Veja, 19 de setembro de 2011, pág. 93)
O acento grave foi devidamente utilizado em
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Ano: 2011 Banca: Serctam Órgão: Prefeitura de Horizonte - CE
Q1186634 Terapia Ocupacional
Um paciente adulto mostra dificuldade de encontrar um determinado objeto dentro de um armário ou determinado produto em uma prateleira de supermercado. O sintoma apresentado está relacionado com:
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Ano: 2011 Banca: Serctam Órgão: Prefeitura de Horizonte - CE
Q1186631 Terapia Ocupacional
Um acidente traumático que causa lesão medular e que preserva o funcionamento de importantes grupos musculares, sobretudo do tríceps, possibilitando que exista uma enérgica extensão dos antebraços, dos extensores comuns dos dedos e do seu flexor longo – os quais permitem a movimentação ativa da mão para realizar a preensão do objeto, apesar de existir ainda uma hipotonia de preensão – indica secção medular na altura do seguinte segmento cervical:
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Ano: 2011 Banca: IDECAN Órgão: Prefeitura de Carangola - MG
Q1185818 Geografia
“Com tamanho próximo ao estado do Sergipe, a ilha ____________________ é a maior ilha exclusivamente fluvial do planeta e está localizada na região _______________ do Brasil.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior. 
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Q2736558 Psiquiatria

O redimensionamento das práticas tradicionais asilares, no final da década de 70, foi convencionalmente denominado:

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Q2736557 Terapia Ocupacional

A eutonia, (palavra que em sua acepção significa tensão em equilíbrio, tônus harmonioso para que haja um equilíbrio na execução das ações com o mínimo de esforço), foi criada e desenvolvida em 1908 por:

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Q2736556 Terapia Ocupacional

No processo de municipalização da saúde, algumas localidades municipais passaram a assumir a transformação das políticas de saúde mental acompanhadas da reestruturação do modelo assistencial. Essas iniciativas propiciaram espaços de luta e ações da Terapia Ocupacional possibilitando o surgimento de:

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Q2736555 Psicologia

Assinale a alternativa que constitui os fundamentos da perspectiva histórico- cultural:

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Q2736554 Terapia Ocupacional

Em meados de 1980, no estado de São Paulo, com a implementação da Política Estadual de Saúde Mental, foi dada prioridade aos atendimentos extra-hospitalares e ao trabalho em equipe multiprofissional. Nesse contexto a Terapia Ocupacional foi contemplada:

Alternativas
Q2736553 Terapia Ocupacional

Nos Estados Unidos, Gail e Jay Fiddler com os pressupostos da teoria psicanalítica definiram a Terapia Ocupacional como:

Alternativas
Q2736552 Terapia Ocupacional

A organização da Terapia Ocupacional, como profissão da área da saúde, está ligada ao período da:

Alternativas
Q2736551 Terapia Ocupacional

Durante a Segunda Guerra Mundial, onde as amputações eram feitas sem morfina e as neuroses se multiplicavam, o médico Húngaro Petho Sandor utilizou seu conhecimento médico e neurofisiológico e desenvolveu um método que:

Alternativas
Q2736550 Terapia Ocupacional

A filosofia humanista fundamentou o movimento alienista e este, por sua vez, fundou a escola precursora da Terapia Ocupacional, sendo esta:

Alternativas
Q2736549 Terapia Ocupacional

A Filosofia Positivista e a Escola do Pensamento Científico instituíram o racionalismo experimentalista e a afirmação do cientificismo. Nesse paradigma, nas explicações da doença mental, o objeto de estudo passou a ser:

Alternativas
Q2736548 Terapia Ocupacional

No Brasil, entre 1960 e 1970, em uma perspectiva socioterápica, as iniciativas de Luís Cerqueira consistiram-se em agentes promulgadores de regimentos para Política de Saúde Mental orientando as ações para:

Alternativas
Respostas
15941: C
15942: D
15943: B
15944: C
15945: A
15946: E
15947: A
15948: E
15949: C
15950: B
15951: A
15952: A
15953: A
15954: D
15955: A
15956: A
15957: D
15958: A
15959: B
15960: D