Questões de Concurso Comentadas para terapeuta ocupacional

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Q1708729 Português

TEXTO I

Do bom uso do relativismo


     Hoje, pela multimídia, imagens e gentes do mundo inteiro nos entram pelos telhados, portas e janelas e convivem conosco. É o efeito das redes globalizadas de comunicação. A primeira reação é de perplexidade que pode provocar duas atitudes: ou de interesse para melhor conhecer, que implica abertura e diálogo, ou de distanciamento, que pressupõe fechar o espírito e excluir. De todas as formas, surge uma percepção incontornável: nosso modo de ser não é o único. Há gente que, sem deixar de ser gente, é diferente.

     Quer dizer, nosso modo de ser, de habitar o mundo, de pensar, de valorar e de comer não é absoluto. Há mil outras formas diferentes de sermos humanos, desde a forma dos esquimós siberianos, passando pelos yanomamis do Brasil, até chegarmos aos sofisticados moradores de Alphavilles, onde se resguardam as elites opulentas e amedrontadas. O mesmo vale para as diferenças de cultura, de língua, de religião, de ética e de lazer.

     Deste fato surge, de imediato, o relativismo em dois sentidos: primeiro, importa relativizar todos os modos de ser; nenhum deles é absoluto a ponto de invalidar os demais; impõe-se também a atitude de respeito e de acolhida da diferença porque, pelo simples fato de estar-aí, goza de direito de existir e de coexistir; segundo, o relativo quer expressar o fato de que todos estão de alguma forma relacionados. Eles não podem ser pensados independentemente uns dos outros, porque todos são portadores da mesma humanidade.

  Devemos alargar a compreensão do humano para além de nossa concretização. Somos uma geossociedade una, múltipla e diferente.

    Todas estas manifestações humanas são portadoras de valor e de verdade. Mas são um valor e uma verdade relativos, vale dizer, relacionados uns aos outros, autoimplicados, sendo que nenhum deles, tomado em si, é absoluto.

     Então não há verdade absoluta? Vale o everything goes de alguns pós-modernos? Quer dizer, o “vale tudo”? Não é o vale tudo. Tudo vale na medida em que mantém relação com os outros, respeitando-os em sua diferença. Cada um é portador de verdade mas ninguém pode ter o monopólio dela. Todos, de alguma forma, participam da verdade. Mas podem crescer para uma verdade mais plena, na medida em que mais e mais se abrem uns aos outros.

     Bem em dizia o poeta espanhol António Machado: “Não a tua verdade. A verdade. Vem comigo buscá-la. A tua, guarde-a”. Se a buscarmos juntos, no diálogo e na cordialidade, então mais e mais desaparece a minha verdade para dar lugar à Verdade comungada por todos.

     A ilusão do Ocidente é de imaginar que a única janela que dá acesso à verdade, à religião verdadeira, à autêntica cultura e ao saber crítico é o seu modo de ver e de viver. As demais janelas apenas mostram paisagens distorcidas. Ele se condena a um fundamentalismo visceral que o fez, outrora, organizar massacres ao impor a sua religião e, hoje, guerras para forçar a democracia no Iraque e no Afeganistão.

     Devemos fazer o bom uso do relativismo, inspirados na culinária. Há uma só culinária, a que prepara os alimentos humanos. Mas ela se concretiza em muitas formas, as várias cozinhas: a mineira, a nordestina, a japonesa, a chinesa, a mexicana e outras. Ninguém pode dizer que só uma é a verdadeira e gostosa e as outras não. Todas são gostosas do seu jeito e todas mostram a extraordinária versatilidade da arte culinária. Por que com a verdade deveria ser diferente?


LEONARDO BOFF - http://alainet.org


Vocabulário:

Alphavilles: condomínios de luxo

everything goes: literalmente, “todas as coisas vão”; equivale à expressão “vale tudo”Do bom uso do relativismo

Levando-se em consideração aspectos sintático-semânticos do texto I, analise os itens abaixo e assinale aquele em que há um termo destacado com papel sintático DIFERENTE dos demais:
Alternativas
Q1708728 Português

TEXTO I

Do bom uso do relativismo


     Hoje, pela multimídia, imagens e gentes do mundo inteiro nos entram pelos telhados, portas e janelas e convivem conosco. É o efeito das redes globalizadas de comunicação. A primeira reação é de perplexidade que pode provocar duas atitudes: ou de interesse para melhor conhecer, que implica abertura e diálogo, ou de distanciamento, que pressupõe fechar o espírito e excluir. De todas as formas, surge uma percepção incontornável: nosso modo de ser não é o único. Há gente que, sem deixar de ser gente, é diferente.

     Quer dizer, nosso modo de ser, de habitar o mundo, de pensar, de valorar e de comer não é absoluto. Há mil outras formas diferentes de sermos humanos, desde a forma dos esquimós siberianos, passando pelos yanomamis do Brasil, até chegarmos aos sofisticados moradores de Alphavilles, onde se resguardam as elites opulentas e amedrontadas. O mesmo vale para as diferenças de cultura, de língua, de religião, de ética e de lazer.

     Deste fato surge, de imediato, o relativismo em dois sentidos: primeiro, importa relativizar todos os modos de ser; nenhum deles é absoluto a ponto de invalidar os demais; impõe-se também a atitude de respeito e de acolhida da diferença porque, pelo simples fato de estar-aí, goza de direito de existir e de coexistir; segundo, o relativo quer expressar o fato de que todos estão de alguma forma relacionados. Eles não podem ser pensados independentemente uns dos outros, porque todos são portadores da mesma humanidade.

  Devemos alargar a compreensão do humano para além de nossa concretização. Somos uma geossociedade una, múltipla e diferente.

    Todas estas manifestações humanas são portadoras de valor e de verdade. Mas são um valor e uma verdade relativos, vale dizer, relacionados uns aos outros, autoimplicados, sendo que nenhum deles, tomado em si, é absoluto.

     Então não há verdade absoluta? Vale o everything goes de alguns pós-modernos? Quer dizer, o “vale tudo”? Não é o vale tudo. Tudo vale na medida em que mantém relação com os outros, respeitando-os em sua diferença. Cada um é portador de verdade mas ninguém pode ter o monopólio dela. Todos, de alguma forma, participam da verdade. Mas podem crescer para uma verdade mais plena, na medida em que mais e mais se abrem uns aos outros.

     Bem em dizia o poeta espanhol António Machado: “Não a tua verdade. A verdade. Vem comigo buscá-la. A tua, guarde-a”. Se a buscarmos juntos, no diálogo e na cordialidade, então mais e mais desaparece a minha verdade para dar lugar à Verdade comungada por todos.

     A ilusão do Ocidente é de imaginar que a única janela que dá acesso à verdade, à religião verdadeira, à autêntica cultura e ao saber crítico é o seu modo de ver e de viver. As demais janelas apenas mostram paisagens distorcidas. Ele se condena a um fundamentalismo visceral que o fez, outrora, organizar massacres ao impor a sua religião e, hoje, guerras para forçar a democracia no Iraque e no Afeganistão.

     Devemos fazer o bom uso do relativismo, inspirados na culinária. Há uma só culinária, a que prepara os alimentos humanos. Mas ela se concretiza em muitas formas, as várias cozinhas: a mineira, a nordestina, a japonesa, a chinesa, a mexicana e outras. Ninguém pode dizer que só uma é a verdadeira e gostosa e as outras não. Todas são gostosas do seu jeito e todas mostram a extraordinária versatilidade da arte culinária. Por que com a verdade deveria ser diferente?


LEONARDO BOFF - http://alainet.org


Vocabulário:

Alphavilles: condomínios de luxo

everything goes: literalmente, “todas as coisas vão”; equivale à expressão “vale tudo”Do bom uso do relativismo

Percebe-se no fragmento retirado do texto I “Há mil outras formas diferentes de sermos humanos, (...)” (2º parágrafo) a presença de um recurso estilístico; tal recurso está corretamente apontado na opção:
Alternativas
Q1708727 Português

TEXTO I

Do bom uso do relativismo


     Hoje, pela multimídia, imagens e gentes do mundo inteiro nos entram pelos telhados, portas e janelas e convivem conosco. É o efeito das redes globalizadas de comunicação. A primeira reação é de perplexidade que pode provocar duas atitudes: ou de interesse para melhor conhecer, que implica abertura e diálogo, ou de distanciamento, que pressupõe fechar o espírito e excluir. De todas as formas, surge uma percepção incontornável: nosso modo de ser não é o único. Há gente que, sem deixar de ser gente, é diferente.

     Quer dizer, nosso modo de ser, de habitar o mundo, de pensar, de valorar e de comer não é absoluto. Há mil outras formas diferentes de sermos humanos, desde a forma dos esquimós siberianos, passando pelos yanomamis do Brasil, até chegarmos aos sofisticados moradores de Alphavilles, onde se resguardam as elites opulentas e amedrontadas. O mesmo vale para as diferenças de cultura, de língua, de religião, de ética e de lazer.

     Deste fato surge, de imediato, o relativismo em dois sentidos: primeiro, importa relativizar todos os modos de ser; nenhum deles é absoluto a ponto de invalidar os demais; impõe-se também a atitude de respeito e de acolhida da diferença porque, pelo simples fato de estar-aí, goza de direito de existir e de coexistir; segundo, o relativo quer expressar o fato de que todos estão de alguma forma relacionados. Eles não podem ser pensados independentemente uns dos outros, porque todos são portadores da mesma humanidade.

  Devemos alargar a compreensão do humano para além de nossa concretização. Somos uma geossociedade una, múltipla e diferente.

    Todas estas manifestações humanas são portadoras de valor e de verdade. Mas são um valor e uma verdade relativos, vale dizer, relacionados uns aos outros, autoimplicados, sendo que nenhum deles, tomado em si, é absoluto.

     Então não há verdade absoluta? Vale o everything goes de alguns pós-modernos? Quer dizer, o “vale tudo”? Não é o vale tudo. Tudo vale na medida em que mantém relação com os outros, respeitando-os em sua diferença. Cada um é portador de verdade mas ninguém pode ter o monopólio dela. Todos, de alguma forma, participam da verdade. Mas podem crescer para uma verdade mais plena, na medida em que mais e mais se abrem uns aos outros.

     Bem em dizia o poeta espanhol António Machado: “Não a tua verdade. A verdade. Vem comigo buscá-la. A tua, guarde-a”. Se a buscarmos juntos, no diálogo e na cordialidade, então mais e mais desaparece a minha verdade para dar lugar à Verdade comungada por todos.

     A ilusão do Ocidente é de imaginar que a única janela que dá acesso à verdade, à religião verdadeira, à autêntica cultura e ao saber crítico é o seu modo de ver e de viver. As demais janelas apenas mostram paisagens distorcidas. Ele se condena a um fundamentalismo visceral que o fez, outrora, organizar massacres ao impor a sua religião e, hoje, guerras para forçar a democracia no Iraque e no Afeganistão.

     Devemos fazer o bom uso do relativismo, inspirados na culinária. Há uma só culinária, a que prepara os alimentos humanos. Mas ela se concretiza em muitas formas, as várias cozinhas: a mineira, a nordestina, a japonesa, a chinesa, a mexicana e outras. Ninguém pode dizer que só uma é a verdadeira e gostosa e as outras não. Todas são gostosas do seu jeito e todas mostram a extraordinária versatilidade da arte culinária. Por que com a verdade deveria ser diferente?


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Vocabulário:

Alphavilles: condomínios de luxo

everything goes: literalmente, “todas as coisas vão”; equivale à expressão “vale tudo”Do bom uso do relativismo

Haja vista a natureza do texto I quanto à sua organização interna, podem-se perceber algumas estratégias textuais para a sua progressão temática; assim, só NÃO está presente no texto I a estratégia apontada na alternativa:
Alternativas
Q1708726 Português

TEXTO I

Do bom uso do relativismo


     Hoje, pela multimídia, imagens e gentes do mundo inteiro nos entram pelos telhados, portas e janelas e convivem conosco. É o efeito das redes globalizadas de comunicação. A primeira reação é de perplexidade que pode provocar duas atitudes: ou de interesse para melhor conhecer, que implica abertura e diálogo, ou de distanciamento, que pressupõe fechar o espírito e excluir. De todas as formas, surge uma percepção incontornável: nosso modo de ser não é o único. Há gente que, sem deixar de ser gente, é diferente.

     Quer dizer, nosso modo de ser, de habitar o mundo, de pensar, de valorar e de comer não é absoluto. Há mil outras formas diferentes de sermos humanos, desde a forma dos esquimós siberianos, passando pelos yanomamis do Brasil, até chegarmos aos sofisticados moradores de Alphavilles, onde se resguardam as elites opulentas e amedrontadas. O mesmo vale para as diferenças de cultura, de língua, de religião, de ética e de lazer.

     Deste fato surge, de imediato, o relativismo em dois sentidos: primeiro, importa relativizar todos os modos de ser; nenhum deles é absoluto a ponto de invalidar os demais; impõe-se também a atitude de respeito e de acolhida da diferença porque, pelo simples fato de estar-aí, goza de direito de existir e de coexistir; segundo, o relativo quer expressar o fato de que todos estão de alguma forma relacionados. Eles não podem ser pensados independentemente uns dos outros, porque todos são portadores da mesma humanidade.

  Devemos alargar a compreensão do humano para além de nossa concretização. Somos uma geossociedade una, múltipla e diferente.

    Todas estas manifestações humanas são portadoras de valor e de verdade. Mas são um valor e uma verdade relativos, vale dizer, relacionados uns aos outros, autoimplicados, sendo que nenhum deles, tomado em si, é absoluto.

     Então não há verdade absoluta? Vale o everything goes de alguns pós-modernos? Quer dizer, o “vale tudo”? Não é o vale tudo. Tudo vale na medida em que mantém relação com os outros, respeitando-os em sua diferença. Cada um é portador de verdade mas ninguém pode ter o monopólio dela. Todos, de alguma forma, participam da verdade. Mas podem crescer para uma verdade mais plena, na medida em que mais e mais se abrem uns aos outros.

     Bem em dizia o poeta espanhol António Machado: “Não a tua verdade. A verdade. Vem comigo buscá-la. A tua, guarde-a”. Se a buscarmos juntos, no diálogo e na cordialidade, então mais e mais desaparece a minha verdade para dar lugar à Verdade comungada por todos.

     A ilusão do Ocidente é de imaginar que a única janela que dá acesso à verdade, à religião verdadeira, à autêntica cultura e ao saber crítico é o seu modo de ver e de viver. As demais janelas apenas mostram paisagens distorcidas. Ele se condena a um fundamentalismo visceral que o fez, outrora, organizar massacres ao impor a sua religião e, hoje, guerras para forçar a democracia no Iraque e no Afeganistão.

     Devemos fazer o bom uso do relativismo, inspirados na culinária. Há uma só culinária, a que prepara os alimentos humanos. Mas ela se concretiza em muitas formas, as várias cozinhas: a mineira, a nordestina, a japonesa, a chinesa, a mexicana e outras. Ninguém pode dizer que só uma é a verdadeira e gostosa e as outras não. Todas são gostosas do seu jeito e todas mostram a extraordinária versatilidade da arte culinária. Por que com a verdade deveria ser diferente?


LEONARDO BOFF - http://alainet.org


Vocabulário:

Alphavilles: condomínios de luxo

everything goes: literalmente, “todas as coisas vão”; equivale à expressão “vale tudo”Do bom uso do relativismo

Sobre o texto I, é correto o que se afirma na alternativa:
Alternativas
Q1684706 Terapia Ocupacional
Uma criança de 7 anos de idade, com diagnóstico transtorno de deficit de atenção e hiperatividade compareceu com o pai no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), próximo à respectiva residência. O genitor relata que a criança apresenta comportamento agressivo e agitação psicomotora, além da dificuldade de lidar com a rotina. Faz uso de risperidona com canabidiol. 

Considerando o caso exemplificativo e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


O brincar facilita o acesso à atividade simbólica e à elaboração psíquica de vivências do cotidiano infantil.

Alternativas
Q1684705 Terapia Ocupacional
Uma criança de 7 anos de idade, com diagnóstico transtorno de deficit de atenção e hiperatividade compareceu com o pai no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), próximo à respectiva residência. O genitor relata que a criança apresenta comportamento agressivo e agitação psicomotora, além da dificuldade de lidar com a rotina. Faz uso de risperidona com canabidiol. 

Considerando o caso exemplificativo e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


O brincar com o outro ressalta a importância das brincadeiras para a promoção da inclusão e transformação sociais, assim como para a convivência intercultural, inclusive em pátios escolares.

Alternativas
Q1684704 Terapia Ocupacional
Uma criança de 7 anos de idade, com diagnóstico transtorno de deficit de atenção e hiperatividade compareceu com o pai no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), próximo à respectiva residência. O genitor relata que a criança apresenta comportamento agressivo e agitação psicomotora, além da dificuldade de lidar com a rotina. Faz uso de risperidona com canabidiol. 

Considerando o caso exemplificativo e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


Crianças apresentam comportamento na escola, por exemplo, com o fim de vivenciar aquilo que os respectivos lares não puderam oferecer: a possibilidade de uma expressão afetiva mais espontânea e o estabelecimento de limites.

Alternativas
Q1684703 Terapia Ocupacional
Uma criança de 7 anos de idade, com diagnóstico transtorno de deficit de atenção e hiperatividade compareceu com o pai no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), próximo à respectiva residência. O genitor relata que a criança apresenta comportamento agressivo e agitação psicomotora, além da dificuldade de lidar com a rotina. Faz uso de risperidona com canabidiol. 

Considerando o caso exemplificativo e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


O terapeuta ocupacional tem como alvo final a promoção do desenvolvimento infantil dentro do sistema educacional, seja pela atuação direta com a criança, seja por meio de capacitação dos educadores.

Alternativas
Q1684702 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


A brincadeira pode ser utilizada pelo terapeuta ocupacional para avaliar o desenvolvimento cognitivo e físico, a comunicação, as habilidades sociais, a habilidade de resolução de problemas, a criatividade e a flexibilidade.

Alternativas
Q1684701 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.  


O cerne da teoria de Piaget está na díade mãe-bebê. Não é possível haver um bebê sem que haja os cuidados maternos, em razão da “dependência absoluta”, marca dos primeiros meses de vida do bebê para com a mãe. 

Alternativas
Q1684700 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


A Functional Independence Measure é uma bateria de testes elaborada para avaliar as capacidades cognitivas básicas de crianças e de adolescentes.

Alternativas
Q1684699 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


A criação dos CAPSi e o direcionamento intersetorial constituem ações-chave para alavancar a montagem da rede pública ampliada de atenção em saúde mental da criança e do adolescente no País.

Alternativas
Q1684698 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


O cuidado ampliado em terapia ocupacional deve mapear as redes de suporte e proteção dos envolvidos, contribuindo para a construção e o fortalecimento de uma atenção interdisciplinar, intersetorial e em rede.

Alternativas
Q1684697 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


Com a implantação da rede de serviços substitutivos, o terapeuta ocupacional tem uma prática voltada para atender os pacientes graves dentro da internação psiquiátrica.

Alternativas
Q1684696 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  

Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


A Medida Canadense de Desempenho Ocupacional (COPM) foi construída para ser utilizada por terapeutas ocupacionais, com objetivo de detectar mudanças nos componentes de desempenho ocupacional ao longo do tempo.

Alternativas
Q1684695 Terapia Ocupacional
Uma criança de 9 anos de idade, com suspeita de transtorno do espectro autista e diagnóstico neuropsicológico de altas habilidades, compareceu com mãe no Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) próximo à respectiva residência. Em acolhimento, apresentou sintomas de baixa autoestima, introspecção, dificuldade de tomar decisões, passividade excessiva e medo de exposições sociais. A genitora relata que a criança evita contato com outras crianças mesmo quando tem oportunidade de brincar.  
Levando em consideração o caso de caráter exemplificativo e quanto à atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.
O terapeuta ocupacional pode ter a respectiva intervenção, com crianças e adolescentes em sofrimento psíquico, mediada por animais, pois estes são comprovadamente uma fonte de apoio social, além de facilitarem e promoverem o contato interpessoal.
Alternativas
Q1684694 Terapia Ocupacional
Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


O terapeuta ocupacional social deve estar aberto às necessidades do outro, e esse outro, contextualizado em relação a um meio que o produz e é produzido por ele, no qual o terapeuta ocupacional também participa e intervém.

Alternativas
Q1684693 Terapia Ocupacional
Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


O Questionário de Capacidades e Dificuldades (SDQ) pode ser usado pelo terapeuta ocupacional para avaliar algumas áreas de desempenho de crianças ou adolescentes.

Alternativas
Q1684692 Terapia Ocupacional
Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


Para construir estratégias de prevenção da violência, o terapeuta ocupacional deve conduzir a respectiva ação por meio do reconhecimento e da compreensão do cotidiano e da história ocupacional dos adolescentes.

Alternativas
Q1684691 Terapia Ocupacional
Um adolescente de 16 anos de idade compareceu ao Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi) com a mãe, que relata que o adolescente teve o primeiro episódio psicótico em 2018, e ela nega questões psiquiátricas na família. Ele está concluindo ensino fundamental. Em acolhimento, o adolescente refere que sempre foi solitário, não tem amigos e não namora. É o mais novo de quatro irmãos. Apresentou-se ao exame psiquiátrico com aparência cuidada, orientado, desconfiado, lacônico, não verbalizando delírios nem alucinações. 

Considerando o caso de caráter motivador e com base na atuação da terapia ocupacional na saúde mental infantojuvenil, julgue o item a seguir.


O adolescente possui o próprio pensamento abstrato ainda em construção, o que favorece a linguagem da ação como uma forma de comunicação, e é por meio do fazer que o terapeuta ocupacional identifica essa peculiaridade e traduz a expressão.

Alternativas
Respostas
11481: A
11482: B
11483: E
11484: C
11485: C
11486: C
11487: C
11488: C
11489: C
11490: E
11491: E
11492: C
11493: C
11494: E
11495: E
11496: C
11497: C
11498: C
11499: C
11500: C