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Leia o texto a seguir:
Visita médica
Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.
Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil,
2008, p. 99.
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Visita médica
Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.
Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil,
2008, p. 99.
Leia o texto a seguir:
Visita médica
Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.
Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil,
2008, p. 99.
Leia o texto a seguir:
Visita médica
Num evento em São Paulo, onde fui fazer uma fala, fiz um novo amigo: o dr. Milton de Arruda Martins, professor da USP. Ele é um desses professores raros, que vive para ensinar aos seus alunos, além da competência técnica, a ética e os sentimentos humanos que devem fazer parte do caráter de um médico. Tem tentado reformular a educação médica, inclusive a visita hospitalar, aquela em que o professor e seus alunos passam pelos doentes para estudar os seus casos. Fizeram uma classificação das visitas em três tipos. No primeiro tipo de visita, o professor e os alunos passam pelo enfermo, observam-no e o apalpam, sem nada dizer. Vão discutir o caso num outro lugar. O paciente fica mergulhado no mistério. No segundo tipo, professor e alunos discutem o caso na presença do doente, como se ele não estivesse presente, usando todas as palavras científicas que só os iniciados entendem. Como o doente não sabe o que elas significam, ele fica pensando que vai morrer. No terceiro tipo, o professor e os alunos conversam com o paciente e o chamam pelo nome. “O que é que o senhor acha que tem?” Todo doente tem ideias sobre a sua doença e formas de explicá-la. “O que é que o senhor espera de nós?” As respostas dos doentes são surpreendentes. Lembro-me de um filme em que a visita do segundo tipo estava acontecendo. Os alunos faziam todo tipo de perguntas ao professor. Mas ninguém se dirigia ao doente. Foi então que um dos estudantes, o Robin Williams, levantou a mão e perguntou: “Qual é o nome do paciente?”. Ninguém sabia.
Fonte: Alves, Rubem. Ostra feliz não faz pérola. São Paulo: Editora Planeta do Brasil,
2008, p. 99.
No estudo das psicopatologias, compreender os diferentes transtornos e suas manifestações é fundamental para o desenvolvimento de intervenções terapêuticas eficazes. Um transtorno caracterizado por períodos de humor elevado ou irritável, seguido por episódios de depressão, é conhecido como __________ (1). Por outro lado, uma condição que se manifesta através de dificuldades na comunicação e interação social, além de padrões de comportamento restritivos e repetitivos, é denominada _____________ (2).
I – Os sistemas de informação em saúde são ferramentas exclusivamente administrativas e não contribuem para a prática clínica dos terapeutas ocupacionais.
II – A territorialização, entendida como o processo de mapeamento e caracterização de territórios, é essencial para o planejamento de intervenções de saúde contextualizadas.
III – Os terapeutas ocupacionais utilizam sistemas de informação para registrar intervenções, mas tais sistemas não são úteis para análise de tendências ou necessidades de saúde da população.
IV – O uso de geoprocessamento nos sistemas de informação em saúde permite aos terapeutas ocupacionais identificar padrões de saúde-doença relacionados ao espaço geográfico.
V – A integração de dados socioeconômicos e de saúde nos sistemas de informação não é relevante para o planejamento das atividades de terapia ocupacional.
Estão corretas as afirmativas:
A intersetorialidade nos serviços e políticas públicas é fundamental para abordar as necessidades complexas e multifacetadas da população, promovendo uma visão holística da saúde e bem-estar. Essa abordagem reconhece que os determinantes da saúde transcendem o setor saúde, exigindo uma ação coordenada entre diversos setores, como educação, habitação, assistência social, entre outros. Nesse contexto, a atuação do terapeuta ocupacional se destaca pela capacidade de __________ (1) e ___________ (2), facilitando a integração de serviços em busca de soluções eficazes para os desafios enfrentados pelos indivíduos e comunidades.
Coluna A
1 – Órtese de membro inferior.
2 – Prótese transtibial.
3 – Cadeira de rodas manual.
4 – Andador com suporte de antebraço.
5 – Palmilha ortopédica.
Coluna B
( ) Dispositivo projetado para substituir um membro amputado abaixo do joelho, permitindo a retomada da marcha com simulação da função do pé.
( ) Equipamento de apoio utilizado para aumentar a estabilidade e distribuir o peso em casos de fraqueza ou incapacidade de sustentação nos membros inferiores.
( ) Acessório personalizado colocado dentro do calçado, visando corrigir desalinhamentos e distribuir as pressões plantares de forma mais equilibrada.
( ) Estrutura adaptativa que envolve uma parte do corpo, proporcionando suporte e limitando movimentos, com o objetivo de corrigir ou aliviar dores decorrentes de lesões.
( ) Veículo de transporte operado pelo próprio usuário, destinado a indivíduos que apresentam limitações para a marcha ou a impossibilidade de se locomoverem independentemente.
A sequência correta é: