Questões de Concurso Comentadas para odontólogo

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Q3733764 Odontologia
O controle de dor e inflamação na odontologia requer uso criterioso de analgésicos e anti-inflamatórios. Sobre esses medicamentos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__) O ibuprofeno é preferido para o controle de dor leve a moderada em odontologia por sua alta seletividade para a COX-2.
(__) O uso de AINEs em quadros infecciosos deve ser amplamente instaurado, pois pode amenizar os sintomas e facilitar a chegada do antibiótico aos tecidos.
(__) A nimesulida apresenta melhor efeito analgésico que a dipirona e deve ser sempre preferida na odontologia.
(__) O uso de corticoides como dexametasona ou betametasona é indicado em dose única para procedimentos com expectativa de dor intensa.

A sequência está correta em: 
Alternativas
Q3733763 Odontologia
Em situações de urgências e emergências odontológicas, o correto diagnóstico e manejo são fundamentais para evitar complicações. Acerca dessas condições, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3733762 Odontologia
A Política Nacional de Saúde Bucal − Brasil Sorridente articula os três níveis de atenção no SUS, promovendo ações intersetoriais e transversais. Sobre essa política, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3733761 Odontologia
O diagnóstico em endodontia depende de exames subjetivos, objetivos e complementares para garantir precisão e sucesso no tratamento. Sobre os métodos diagnósticos em Endodontia, analise as afirmativas a seguir:

I.A anamnese é fundamental para identificar os sintomas referidos pelo paciente e direcionar os exames complementares necessários.
II.O teste elétrico pulpar determina com precisão o grau de comprometimento da polpa dentária, incluindo estágios reversíveis e irreversíveis.
III.A fluxometria laser Doppler é uma técnica invasiva que avalia a vitalidade pulpar por meio da mensuração do fluxo sanguíneo nos vasos do tecido pulpar.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3719241 Odontologia
Durante o atendimento clínico na Unidade Básica de Saúde (UBS), paciente,sexo masculino, 12 anos de idade, se encontrava na recepção para ser atendido pelo cirurgião-dentista. Devido à proximidade de residência da família com a Unidade Básica de Saúde (UBS), tanto o paciente quanto os irmãos menores eram regularmente assistidos com consultas médicas, fonoaudiológicas e odontológicas, acompanhado de sua mãe ou avó paterna. No momento do atendimento odontológico, o cirurgião-dentista percebeu que ele estava sem o responsável; porém, de acordo com as informações do prontuário, há uma restauração a ser feita no dente 16 na face oclusal, sem necessidade prévia de anestesia local. Diante da situada hipotética, é correto afirmar que esse atendimento é:
Alternativas
Q3719240 Odontologia
Diante de um contexto clínico, a utilização do Cimento de Ionômero de Vidro (CIV) de alta viscosidade é justificável, tanto na saúde pública quanto na privada, por apresentar propriedades importantes, como: 
Alternativas
Q3719239 Odontologia
A Odontologia de Mínima Intervenção (OMI) pode ser aplicada para todos os pacientes, independentemente da idade, o que leva à maior conservação das estruturas dentárias. Assim, o cirurgião-dentista prioriza: 
Alternativas
Q3719238 Odontologia

A equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) deve compreender as necessidades odontológicas específicas de cada fase da vida e atuar por meio de ações preventivas, educativas e terapêuticas. Baseando-se na atuação em diferentes ciclos de vida, analise as afirmativas a seguir.


I. Deve estimular os adolescentes para autonomia nos cuidados com a saúde bucal e geral.

II. A saúde atual do adulto se caracteriza pela diminuição das doenças crônicas, facilitando o trabalho da ESF nos cuidados bucais.

III. Deve se atentar às modificações bucais morfofuncionais dos idosos como redução das papilas linguais, diminuição do fluxo salivar e mucosa bucal mais fina.

IV. Não é necessária a inclusão do bebê no planejamento da ESF para orientação em saúde bucal.


Está correto o que se afirma apenas em

Alternativas
Q3719237 Odontologia
Criança, 8 anos, compareceu à Unidade Básica de Saúde (UBS) com queixa de dor intensa iniciada há dois dias. A mãe relatou que no dia anterior a filha apresentou febre de 37,5°C, inchaço na região da mandíbula e dificuldade para mastigar. Ao exame clínico, o cirurgião-dentista observou edema facial localizado, gengiva avermelhada e cárie profunda no dente 36, não constatando febre, prostração e dispneia. Diante do exposto, a conduta clínica deve ser:
Alternativas
Q3719236 Odontologia
A Portaria nº 599/2006 define a implantação de Especialidades Odontológicas (CEO) e de Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias e estabelece critérios, normas e requisitos para seu credenciamento. De acordo com a Portaria mencionada, quantos consultórios odontológicos completos devem ter um CEO tipo II?
Alternativas
Q3719235 Odontologia
A radiografia panorâmica é uma técnica radiográfica que possibilita uma visão de todas as estruturas que constituem a maxila, a mandíbula, a cavidade nasal, a articulação temporomandibular e os espaços aéreos. Sobre a radiografia panorâmica, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3719234 Odontologia
A gengivoestomatite herpética aguda (herpes primária) é o padrão mais comum de infecção primária sintomática pelo vírus do herpes simples e mais de noventa por cento dos casos são resultantes da infecção pelo herpes vírus simples tipo 1. Tendo em vista a infecção do herpes simples bucal, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3719231 Medicina
Josué, 62 anos, 1,72 m, 98kg, procura a Unidade Básica de Saúde (UBS) para uma avaliação de rotina. Ele relata cansaço ao subir escadas, episódios de palpitação e histórico familiar de hipertensão arterial. Na consulta, sua pressão arterial é de 152x84 mmHg. Ele não pratica atividade física regularmente e consome alimentos ricos em sódio e gorduras. Considerando os achados clínicos e os fatores de risco, a conduta mais adequada na Atenção Primária à saúde é: 
Alternativas
Q3719228 Saúde Pública
As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNTs), como hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, são frequentemente identificadas na Atenção Primária à Saúde (APS) devido à sua atuação na prevenção, rastreamento, diagnóstico precoce e acompanhamento contínuo dos pacientes. Considerando o contexto epidemiológico atual das DCNTs no Brasil, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3719226 Saúde Pública
No contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), os distritos sanitários desempenham um papel importante na organização e gestão das ações e dos serviços de saúde. Considerando o planejamento e a programação local de saúde, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3719225 Saúde Pública
Para a efetiva organização das ações de saúde pública, é fundamental compreender as diferentes formas de ocorrência das doenças na população, o que permite a implementação de estratégias adequadas de prevenção e controle. Considerando essa informação, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3719111 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
No 4º§, a oração reduzida “Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, [...]” deverá ser corretamente substituída pela seguinte oração desenvolvida: 
Alternativas
Q3719110 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)

Segundo as prescrições da norma culta escrita no tocante à regência e ao emprego da crase, analise as afirmativas a seguir.


I. Na passagem “[...] em algo que à primeira vista não traz retorno [...]” (1º§), a supressão da crase não altera semanticamente o fragmento.

II. No trecho “[...] que vão da psicologia à economia, [...]” (7º§), se a preposição “até” for anteposta ao substantivo “economia”, a crase será facultativa.

III. No excerto “[...] células que respondiam às cócegas [...]” (4º§), caso o verbo “responder” fosse substituído por “reagir”, o acento grave deveria ser mantido.


Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q3719109 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Nos textos em geral, o vocábulo “que” pode se comportar como um elemento de referenciação, ao retomar um termo antecedente, ou somente conectar orações. Em qual trecho a palavra “que” estabelece apenas conexão?
Alternativas
Q3719108 Português
Entre o bizarro e o extraordinário




Ao se deparar com cientistas fazendo cócegas em ratos, você pode se revoltar com o desperdício de tempo e dinheiro em algo que à primeira vista não traz retorno para a sociedade. Para muitos, a ciência só tem valor se tiver aplicação imediata e evidente.

Acontece que existe um valor inerente ao conhecimento que muitas vezes não se revela em uma única pesquisa. A chamada “ciência básica”, que se dedica a investigar os fundamentos de fenômenos naturais, pode viabilizar soluções para problemas complexos.

Pesquisadores que passaram anos fazendo cócegas em ratos, por exemplo, compreenderam melhor as respostas neurológicas à alegria e ao prazer, ao identificar vocalizações ultrassônicas comparáveis às gargalhadas humanas. Uma descoberta que nos ajuda a desvendar mistérios como: por que sentimos cócegas? Por que algumas partes do corpo são mais sensíveis?

Ao investigar o córtex somatossensorial dos ratos, responsável por receber e processar informações sensoriais, os cientistas identificaram células que respondiam às cócegas e a outros estímulos, como brincadeiras. Se ansiosos, os ratos sentiam menos cócegas e a atividade dessas células era reduzida. São achados que ajudam a compreender a base neurobiológica das emoções positivas e abrem caminho para tratamentos contra a ansiedade e a depressão.

Não por acaso, o prêmio IgNobel, uma sátira ao Nobel, homenageia pesquisas aparentemente bizarras que “fazem as pessoas rirem e depois pensarem”. Entre os premiados estão estudos que avaliaram os fenômenos físicos responsáveis pelos escorregões em cascas de banana; o motivo pelo qual pica-paus não têm dor de cabeça; por que os cocôs de pequenos marsupiais são cúbicos, entre outros.

Na história da ciência não faltam exemplos de descobertas revolucionárias que nasceram de pesquisas “inúteis”. Depois de anos investigando uma espécie de água-viva bioluminescente, o químico Osamu Shimomura conseguiu isolar a proteína fluorescente verde (GPF), feito que provocaria uma revolução na medicina. Com os avanços da engenharia genética, cientistas passaram a inserir o gene que comanda a produção da GFP em células e em animais de laboratório, permitindo rastrear processos celulares em tempo real. A descoberta rendeu o Nobel de Química ao cientista, tornando-se uma ferramenta fundamental na criação de tratamentos e diagnósticos para seres humanos.

Analisar se o bocejo é contagioso entre tartarugas pode parecer estúpido, mas testar essa hipótese ajuda a entender as origens evolutivas do comportamento social e da empatia. Pesquisas estranhas que tratam de hábitos humanos também podem gerar aplicações que vão da psicologia à economia, a exemplo de um estudo holandês que mostrou como a vontade de urinar influencia a tomada de decisões.

Na próxima vez que você ler a respeito de uma pesquisa aparentemente excêntrica, tente resistir ao impulso de julgá-la: esteja aberto a se surpreender com a capacidade de transformar o improvável em conhecimento.


(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
Em qual alternativa o sintagma nominal destacado foi INCORRETAMENTE substituído pelo pronome, considerando a norma culta escrita?
Alternativas
Respostas
1921: A
1922: D
1923: B
1924: A
1925: A
1926: C
1927: A
1928: B
1929: D
1930: B
1931: C
1932: C
1933: C
1934: A
1935: D
1936: B
1937: A
1938: D
1939: C
1940: D