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Q1379904 Português

    Talvez nenhum lugar ilustre melhor a união entre passado e presente na Olimpíada de Tóquio-2020 como o novo estádio olímpico.

    O evento no Japão começará em seis meses, dia 24 de julho e irá até 9 de agosto. Os Jogos Paraolímpicos vão de 25 de agosto a 6 de setembro.

    A estrutura do principal palco de Tóquio é recente, foi inaugurada em dezembro de 2019, mas construída no lugar onde ficava o antigo estádio olímpico, posto de pé para a edição de 1964 do evento.

     Neste ano, o local receberá as cerimônias de abertura e de encerramento, jogos de futebol e provas de atletismo.

    Seu novo projeto arquitetônico, assinado por Kengo Kuma, usa elementos de madeira que rementem à cultura tradicional japonesa e também um teto de vidro para melhor aproveitar a luz natural do sol. [...]

GABRIEL, João Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2020/01/olimpiada-mescla-heranca-dos-jogos-de-1964-com-japao-atual.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. 

De acordo com o texto, o trecho negritado tem por função
Alternativas
Q1379903 Português

    No início do século 17, questionando velhas ideias de Aristóteles, a ciência começou a se perguntar de que é feita a luz: (1) pequenas partículas (teoria corpuscular) ou ondas vibrando (teoria ondulatória)? Apesar do apoio de Newton, três séculos depois, a teoria corpuscular estava em apuros: (2) ela não explica fenômenos como a refração, e também era desabonada pelos avanços no eletromagnetismo.

    A descoberta empírica da eletricidade (eletricidade estática) e do magnetismo (ímãs) remonta à antiguidade, mas seu estudo científico também começou no século 17. Foi ficando claro que os dois estão diretamente relacionados: (3) ímãs em movimento geram corrente elétrica — é assim que hidrelétricas transformam movimento de água em eletricidade e corrente elétrica gera magnetismo. [...]

    Isso culminou na unificação realizada em 1865 pelo britânico James Clerk Maxwell (1831–1879): (4) sua teoria matemática explica eletricidade e magnetismo como faces de uma única entidade, chamada campo eletromagnético, que se move no espaço à velocidade da luz sob a forma de ondas (dependendo do comprimento, são ondas de rádio, micro-ondas, luz visível, raios X, raios gama etc.). Foi por meio das equações de Maxwell que a divindade proclamou “Faça-se a luz!”.

VIANA, Marcelo Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloviana/ 2020/01/a-luz-e-feita-de-ondas-ou-particulas.shtml Acesso em: 05 fev.2020. (Fragmento)

De acordo com o texto, a função correta dos dois pontos é introduzir
Alternativas
Q1379902 Português

    Dois jovens soldados britânicos dormem, encostados numa árvore, num campo ocupado na Primeira Guerra Mundial no início de “1917”. Um oficial os acorda e pede que o sigam. Caminham pela trincheira — as trilhas escavadas na terra exibem placas cujos nomes, “rua Paraíso” e “rua Sortuda”, soam irônicos no cenário.

    O general, então, anuncia a missão dos rapazes. O irmão de um deles, que integra um pelotão a alguns quilômetros dali, está prestes a embarcar numa emboscada armada pelos alemães. A tarefa da dupla é, então, impedir o ataque planejado.

    Os espectadores acompanham cada passo dos soldados, como se tivessem os olhos colados às suas nucas.

     E eles não desgrudam nos mais de cem minutos seguintes do filme — somos sugados pelo verdadeiro labirinto que é a guerra, enquanto os soldados funcionam como o novelo de lã que guia o caminho. Isso porque o longa, que estreia agora, foi filmado de modo a imitar um plano-sequência, uma tomada única e contínua, sem cortes.

     Não foi uma tarefa simples. George MacKay, que interpreta um dos jovens, conta que a equipe ensaiou por cinco meses antes das filmagens. Ele e o colega Dean-Charles Chapman corriam por campos vazios, obedecendo a marcas no chão.

    Os ensaios orientaram não só a coreografia dos atores e da câmera como, em muitos casos, a própria elaboração dos cenários, já que as trincheiras eram escavadas de acordo com o ritmo emocional das cenas e das necessidades da equipe de fotografia.

     “Em geral, com a edição, é possível ajustar o ritmo do filme, prolongando um momento, ou optando por um ângulo diferente. Mas aqui antecipamos todo o processo. Precisávamos decidir tudo isso antes”, conta o ator.

    MacKay também afirma que os planos do filme têm cerca de cinco minutos cada um — o mais longo, oito. Para que tudo saísse como planejado, cada tomada foi repetida em média 20 vezes. Uma delas exigiu 54 regravações.

     “Eu me lembro que, quando ensaiamos alguns dos momentos mais físicos do filme, pensei ‘só consigo fazer isso umas cinco vezes e se vamos fazer 50, tenho que malhar’.”

     A façanha deu certo, e o filme se tornou um inesperado favorito ao Oscar de melhor filme. [...]

BALBI, Clara Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/entenda-como-1917-construiu-a-ilusao-de-ser-um-filme-sem-cortes.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. (Fragmento) 

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1379901 Português

    Um celeiro de jovens artistas ao longo das últimas décadas, o Paço das Artes finalmente ganhou uma sede própria. A inauguração do espaço, que passa a ocupar a garagem do antigo casarão de Nhonhô Magalhães, no bairro paulistano de Higienópolis, acontece neste fim de semana, com uma mostra da veterana Regina Silveira.

    A mudança ocorre depois de um período de incertezas da instituição, despejada do prédio que ocupou por 22 anos na Cidade Universitária, em 2016.

    Desde então, a instituição ocupava uma pequena sala no Museu da Imagem e do Som, o MIS — ambos são administrados pela mesma organização social. A área disponível ali equivalia a menos de um décimo do que o Paço tinha no campus da USP, de cerca de mil metros quadrados.

     A entrega das chaves do novo lar aconteceu em dezembro de 2018. O prédio, construído na década de 1930 pelo barão do café Carlos Leôncio Magalhães, foi comprado do estado paulista pelo shopping Pátio Higienópolis em 2005.

    Uma cláusula do contrato previa, porém, que parte do imóvel deveria ser cedida ao estado, para uso cultural, por 20 anos, renováveis por mais 20.

    A diretora artística do Paço, Priscila Arantes, diz que as obras de renovação — ainda em curso quando a repórter visitou o endereço — tiveram como objetivo adequar o local às normas museológicas, tornando os banheiros acessíveis e implementando rampas, por exemplo.

    Ela estima que a reforma, assinada pelo arquiteto Álvaro Razuk, tenha custado R$ 1 milhão.

    A saída da Cidade Universitária ocorreu após pedido do Instituto Butantã, dono do edifício. Na época, circularam abaixo-assinados contra o despejamento. Hoje, um centro administrativo com cerca de 400 funcionários do instituto funciona ali.

    Questionada sobre o período no MIS, Arantes o descreve como “traumático”. “Ficamos no limbo. Não só pela confusão de uma instituição dentro de outra, mas caímos um degrau na invisibilidade.” [...]

    Ainda assim, Arantes comemora a mudança para o casarão. Mas um período de adaptação é certo.

    Primeiro, porque, apesar da ampliação do espaço em relação ao MIS, a antiga garagem que corresponde ao espaço expositivo deste novo Paço mede cerca de 300 metros quadrados, ou menos de um terço da área que o centro cultural tinha na Cidade Universitária. Também tem um pé-direito baixo, em geral considerado problemático para a montagem de exposições de arte contemporânea.

    Segundo, porque a convivência com o campus da USP era estreita. Agora, além da mudança no perfil do bairro onde funciona, ele terá uma entrada pelo shopping ao lado e deve dividir o restante do espaço do casarão, que tem área total de 800 metros quadrados, com eventos.

     A diretora artística diz não temer essas transformações. “Fizemos um levantamento com o setor educativo e estamos estudando a possibilidade de parcerias. O Paço é historicamente nômade”, afirma, lembrando que o espaço passou por cinco endereços desde a sua fundação, há 50 anos. [...]

BALBI, Clara Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/paco-das-artes-inaugura-sede-propria-em-higienopolis-depois-de-50-anos-nomades.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. (Adaptado)

“A diretora artística do Paço, Priscila Arantes, diz que as obras de renovação — ainda em curso quando a repórter visitou o endereço — tiveram como objetivo adequar o local às normas museológicas, tornando os banheiros acessíveis e implementando rampas, por exemplo.”


De acordo com o texto, assinale a alternativa que NÃO mantém a mesma relação de sentido estabelecida no período acima. 

Alternativas
Q1379900 Português

    Um celeiro de jovens artistas ao longo das últimas décadas, o Paço das Artes finalmente ganhou uma sede própria. A inauguração do espaço, que passa a ocupar a garagem do antigo casarão de Nhonhô Magalhães, no bairro paulistano de Higienópolis, acontece neste fim de semana, com uma mostra da veterana Regina Silveira.

    A mudança ocorre depois de um período de incertezas da instituição, despejada do prédio que ocupou por 22 anos na Cidade Universitária, em 2016.

    Desde então, a instituição ocupava uma pequena sala no Museu da Imagem e do Som, o MIS — ambos são administrados pela mesma organização social. A área disponível ali equivalia a menos de um décimo do que o Paço tinha no campus da USP, de cerca de mil metros quadrados.

     A entrega das chaves do novo lar aconteceu em dezembro de 2018. O prédio, construído na década de 1930 pelo barão do café Carlos Leôncio Magalhães, foi comprado do estado paulista pelo shopping Pátio Higienópolis em 2005.

    Uma cláusula do contrato previa, porém, que parte do imóvel deveria ser cedida ao estado, para uso cultural, por 20 anos, renováveis por mais 20.

    A diretora artística do Paço, Priscila Arantes, diz que as obras de renovação — ainda em curso quando a repórter visitou o endereço — tiveram como objetivo adequar o local às normas museológicas, tornando os banheiros acessíveis e implementando rampas, por exemplo.

    Ela estima que a reforma, assinada pelo arquiteto Álvaro Razuk, tenha custado R$ 1 milhão.

    A saída da Cidade Universitária ocorreu após pedido do Instituto Butantã, dono do edifício. Na época, circularam abaixo-assinados contra o despejamento. Hoje, um centro administrativo com cerca de 400 funcionários do instituto funciona ali.

    Questionada sobre o período no MIS, Arantes o descreve como “traumático”. “Ficamos no limbo. Não só pela confusão de uma instituição dentro de outra, mas caímos um degrau na invisibilidade.” [...]

    Ainda assim, Arantes comemora a mudança para o casarão. Mas um período de adaptação é certo.

    Primeiro, porque, apesar da ampliação do espaço em relação ao MIS, a antiga garagem que corresponde ao espaço expositivo deste novo Paço mede cerca de 300 metros quadrados, ou menos de um terço da área que o centro cultural tinha na Cidade Universitária. Também tem um pé-direito baixo, em geral considerado problemático para a montagem de exposições de arte contemporânea.

    Segundo, porque a convivência com o campus da USP era estreita. Agora, além da mudança no perfil do bairro onde funciona, ele terá uma entrada pelo shopping ao lado e deve dividir o restante do espaço do casarão, que tem área total de 800 metros quadrados, com eventos.

     A diretora artística diz não temer essas transformações. “Fizemos um levantamento com o setor educativo e estamos estudando a possibilidade de parcerias. O Paço é historicamente nômade”, afirma, lembrando que o espaço passou por cinco endereços desde a sua fundação, há 50 anos. [...]

BALBI, Clara Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/paco-das-artes-inaugura-sede-propria-em-higienopolis-depois-de-50-anos-nomades.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. (Adaptado)

De acordo com o texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1379899 Português

    Um celeiro de jovens artistas ao longo das últimas décadas, o Paço das Artes finalmente ganhou uma sede própria. A inauguração do espaço, que passa a ocupar a garagem do antigo casarão de Nhonhô Magalhães, no bairro paulistano de Higienópolis, acontece neste fim de semana, com uma mostra da veterana Regina Silveira.

    A mudança ocorre depois de um período de incertezas da instituição, despejada do prédio que ocupou por 22 anos na Cidade Universitária, em 2016.

    Desde então, a instituição ocupava uma pequena sala no Museu da Imagem e do Som, o MIS — ambos são administrados pela mesma organização social. A área disponível ali equivalia a menos de um décimo do que o Paço tinha no campus da USP, de cerca de mil metros quadrados.

     A entrega das chaves do novo lar aconteceu em dezembro de 2018. O prédio, construído na década de 1930 pelo barão do café Carlos Leôncio Magalhães, foi comprado do estado paulista pelo shopping Pátio Higienópolis em 2005.

    Uma cláusula do contrato previa, porém, que parte do imóvel deveria ser cedida ao estado, para uso cultural, por 20 anos, renováveis por mais 20.

    A diretora artística do Paço, Priscila Arantes, diz que as obras de renovação — ainda em curso quando a repórter visitou o endereço — tiveram como objetivo adequar o local às normas museológicas, tornando os banheiros acessíveis e implementando rampas, por exemplo.

    Ela estima que a reforma, assinada pelo arquiteto Álvaro Razuk, tenha custado R$ 1 milhão.

    A saída da Cidade Universitária ocorreu após pedido do Instituto Butantã, dono do edifício. Na época, circularam abaixo-assinados contra o despejamento. Hoje, um centro administrativo com cerca de 400 funcionários do instituto funciona ali.

    Questionada sobre o período no MIS, Arantes o descreve como “traumático”. “Ficamos no limbo. Não só pela confusão de uma instituição dentro de outra, mas caímos um degrau na invisibilidade.” [...]

    Ainda assim, Arantes comemora a mudança para o casarão. Mas um período de adaptação é certo.

    Primeiro, porque, apesar da ampliação do espaço em relação ao MIS, a antiga garagem que corresponde ao espaço expositivo deste novo Paço mede cerca de 300 metros quadrados, ou menos de um terço da área que o centro cultural tinha na Cidade Universitária. Também tem um pé-direito baixo, em geral considerado problemático para a montagem de exposições de arte contemporânea.

    Segundo, porque a convivência com o campus da USP era estreita. Agora, além da mudança no perfil do bairro onde funciona, ele terá uma entrada pelo shopping ao lado e deve dividir o restante do espaço do casarão, que tem área total de 800 metros quadrados, com eventos.

     A diretora artística diz não temer essas transformações. “Fizemos um levantamento com o setor educativo e estamos estudando a possibilidade de parcerias. O Paço é historicamente nômade”, afirma, lembrando que o espaço passou por cinco endereços desde a sua fundação, há 50 anos. [...]

BALBI, Clara Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/01/paco-das-artes-inaugura-sede-propria-em-higienopolis-depois-de-50-anos-nomades.shtml Acesso em: 23 jan. 2020. (Adaptado)

De acordo com o texto, assinale a alternativa cujo termo negritado NÃO se refere ao momento da enunciação.
Alternativas
Q1321434 Odontologia
Qual antibiótico se deposita sob a forma de um ortofosfato complexo nos ossos e dentes, durante o desenvolvimento, provocando como resultado manchas marrons e hipoplasia de esmalte dental?
Alternativas
Q1321433 Odontologia
Qual dos analgésicos abaixo quando administrado em um paciente com virose aguda pode favorecer o desenvolvimento da Síndrome de Reye?
Alternativas
Q1321432 Odontologia
Qual é a portaria federal que aprova o Regulamento Técnico que estabelece as diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico e dispõe sobre o uso dos raios x diagnósticos em todo território nacional?
Alternativas
Q1321431 Odontologia
Dentre as alternativas abaixo, qual refere-se ao local mais frequente para o desenvolvimento de carcinoma epidermóideintra-bucal?
Alternativas
Q1321430 Odontologia
Qual antibiótico abaixo atua na síntese proteica pela interferência na tradução da informação genética (alteração da síntese proteica)?
Alternativas
Q1321429 Odontologia
Os antibióticos concentração-dependentes têm sua eficácia aumentada quando sua concentração no local aumenta, sofrendo pouca influência do tempo no qual permanecem no sangue ou nos tecidos. Qual dos antibióticos abaixo apresenta seu efeito bacteriano classificado como concentração-dependente?
Alternativas
Q1321428 Odontologia
Qual o anestésico que quando administrados em gestantes e crianças pode favorecer ao desenvolvimento de metemoglobinemia?
Alternativas
Q1321427 Odontologia
O Sarampo é uma doença que consta na Lista Nacional de Doenças e Agravos de Notificação Compulsória. Qual é o nome dado a característica intra-bucal que os pacientes com sarampo podem desenvolver?
Alternativas
Q1321426 Odontologia
Qual alternativa abaixo é considerada uma Doença e Agravo de notificação imediata?
Alternativas
Q1321425 Odontologia
Qual das alternativas abaixo descreve a deliberação feita na resolução 102/2010 do CFO?
Alternativas
Q1321424 Odontologia
Em relação a Resoluções CFO nº 20/2001, analise as sentenças e assinale a correta.
Alternativas
Q1321423 Odontologia
Em relação à Resolução RDC nº 06/2015 (Dispõe sobre os agentes clareadores dentais), assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1321161 Conhecimentos Gerais
A palavra terrorismo têm vários significados ao longo da História. Laqueur, por exemplo, considera que, pelo terrorismo ser um fenômeno histórico, do qual existem inúmeras formas e definições, apenas pode-se dizer dele que é: "[…] o uso da violência por parte de um grupo para fins políticos, normalmente dirigido contra um governo, mas por vezes contra outro grupo étnico, classe, raça, religião ou  movimento político. Qualquer tentativa de ser mais específico está voltada ao fracasso, pela simples razão de que não há um, mas muitos terrorismos diferentes" (LAQUEUR, 1999, p. 46). Sobre terrorismo, analise os itens abaixo e escolha a alternativa correta.
I- O Dicionário de Política, que foi organizado por Bobbio, Matteuci e Parquino, traz a abordagem de Bonanate, que discute o terrorismo político como “instrumento ao qual recorrem determinados grupos para derrubar um governo acusado de manter-se por meio de terror” (BONANATE, 1986, p. 242)
II- Embora o terrorismo apresenta-se sob a forma ampliada a uma escala global e promova-se o discurso de que todas as nações estejam sujeitas à "irracionalidade terrorista", determinados países continuam a ter mais probabilidades de sofrer atentados terroristas do que outros, a determinação advém da geopolítica global que se vai construindo.
III- Com a globalização, o terrorismo adquire o contorno da territorialidade, vinculando a identidade daquela região, esse terrorismo é conhecido com “terrorismo transnacional”. (NYE JR. 2005, p. 229)
Alternativas
Q1321160 História
Atualmente a Câmara norte-americana e a maioria do partido democrata aprovaram o impeachment do presidente Donald Trump. De acordo com as leis americanas o processo tem que passar pelas duas casas: Câmara e Senado. Ao analisar esse contexto democrático, percebe-se que a democracia moderna toma como base:
Alternativas
Respostas
14601: C
14602: B
14603: A
14604: D
14605: C
14606: D
14607: B
14608: D
14609: B
14610: C
14611: B
14612: A
14613: D
14614: B
14615: D
14616: A
14617: C
14618: D
14619: C
14620: B