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Q2305331 Conhecimentos Gerais
A inclusão escolar é um processo cujo objetivo geral:
Alternativas
Q2305330 Conhecimentos Gerais
A partir da Revolução Industrial, diversas invenções influenciaram a relação entre ser humano e tecnologia. Smartphones e eletrodomésticos com acesso à internet são exemplos de:
Alternativas
Q2305329 Português
Em relação ao emprego da crase, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2305328 Português
No que tange ao emprego dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2305327 Português
Assinalar a alternativa que apresenta um objeto direto:
Alternativas
Q2305325 Português
A respeito da concordância dos nomes, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) As milhares de crianças abandonadas encontraram um lar. ( ) Denunciaram muitas empresas fantasmas neste ano. ( ) É necessário, para conseguirmos boa expressão, dignidade.
Alternativas
Q2305323 Português
Assinalar a alternativa que contenha apenas exemplos de sinônimos: 
Alternativas
Q2305322 Português

Etarismo, o preconceito contra os idosos


     No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.

      Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.

      Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.

      Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.

      O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.

      Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.

      Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.

      Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.


(Fonte: SBGG — adaptado.)

Na passagem “No Brasil, o preconceito contra os idosos [...]”, a vírgula é empregada com a finalidade de indicar:
Alternativas
Q2305321 Português

Etarismo, o preconceito contra os idosos


     No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.

      Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.

      Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.

      Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.

      O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.

      Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.

      Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.

      Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.


(Fonte: SBGG — adaptado.)

Sobre o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2305320 Português

Etarismo, o preconceito contra os idosos


     No Brasil, o preconceito contra os idosos, chamado de “etarismo”, ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. Advindo de estereótipos que fazem parte da construção da sociedade, os preconceitos referem-se à saúde, à capacidade e ao empenho, à idade, à fragilidade, entre outros.

      Algumas crenças fortalecem esses preconceitos, já que versam sobre premissas que não são verdadeiras, como: os idosos não podem trabalhar; as pessoas mais velhas são todas iguais e têm saúde debilitada; os idosos são frágeis; não conseguem resolver suas necessidades básicas; os mais velhos nada têm a contribuir; eles são um ônus econômico para a sociedade. Alguns desses juízos evidenciam uma discriminação a priori por parte da sociedade em relação aos idosos.

      Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que no Brasil 13% da população tem mais de 60 anos, sendo que a partir de 2031 haverá mais idosos do que crianças e adolescentes, e em 2042 essa população alcançará o número de 57 milhões de brasileiros.

      Esses números apontam a necessidade de olharmos para a velhice cada vez de modo mais positivo e real, valorizando todas as vantagens que esse período da vida traz para todos, seja por conta de maior conhecimento sobre a vida. É oportuno lembrar que a população idosa é heterogênea e que quando falamos de idoso, saber de qual idoso estamos tratando.

      O estereótipo de que a idade é um empecilho afeta consideravelmente a vida das pessoas, fazendo com que elas sofram e se afastem do convívio social, ficando mais deprimidas e deixando até mesmo de cuidar de sua saúde.

      Com o intuito de combater o preconceito contra os idosos, lembramos que o Estatuto do Idoso, definido pela Lei Federal nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, prevê uma série de normas com vistas à proteção e à defesa dos direitos da pessoa idosa.

      Uma das formas mais adequadas de combater o etarismo é disseminar informações pertinentes ao tema, a fim de oportunizar que a população de maneira geral tenha conhecimento sobre a velhice.

      Negar o envelhecimento de outras pessoas, discriminando-as por isso, é negar a própria vida, pois todos seguirão pelo mesmo caminho — o do envelhecimento que, aliás, é um privilégio.


(Fonte: SBGG — adaptado.)

Considerar as passagens do texto:

• [...] ainda é um mal muito latente nos dias de hoje. (1º parágrafo) • Algumas crenças fortalecem esses preconceitos já que versam [...] (2º parágrafo) Advindo de estereótipos que fazem parte [...] (1º parágrafo)

Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:
Alternativas
Q2304982 Odontologia
Com relação à técnica radiográfica de bissetriz, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2304981 Odontologia
Quanto aos cuidados no atendimento de pacientes com necessidades especiais, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2304979 Odontologia
 Acerca dos conhecimentos sobre psicologia aplicada à odontologia, analisar a sentença abaixo:
Do ponto de vista psicológico, as crianças com TDAH (transtorno de déficit de atenção/hiperatividade) não costumam responder muito bem à técnica do reforço positivo (embora recomendada), contudo, apresentam uma excelente resposta à técnica de falar-mostrar-fazer, em que a criança se sente mais estimulada e o profissional consegue obter mais atenção do paciente em termos educativos (1ª parte). As crianças com TDAH apresentam menos comunicação verbal e interagem menos com o profissional durante as consultas. Assim, quando for possível, é importante fazer pausas breves e, em algumas ocasiões, até permitir que a criança levante da cadeira. As pausas durante os procedimentos também tenderão a ser mais frequentes, lembrando que serão mais efetivas se forem breves. O profissional pode determinar em que período da consulta haverá a pausa e pedir para que os cuidadores levem brinquedos e livros do gosto da criança para serem usados nesses intervalos (2ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q2304978 Odontologia
O isolamento absoluto é primordial para se alcançar a mais alta qualidade da restauração, pois é o único meio de se obter um campo totalmente livre de umidade. Sobre as vantagens do isolamento absoluto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2304977 Odontologia
Para restauração de resina composta em dentes posteriores, existem inúmeras técnicas descritas e, muitas vezes, até mesmo relatadas em vídeos e tutoriais. Muitas sem fundamentação científica alguma, apenas demonstrando a habilidade do executor técnico. Quando não há fundamentação, os problemas surgem a curto e longo prazo. Assim, existe uma técnica descrita na literatura e muito executada para restauração de dentes posteriores, baseada em ciência e reportada por pesquisadores renomados. Essa técnica para restauração de dentes posteriores utilizando resina composta é denominada:
Alternativas
Q2304975 Odontologia
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Em 2010, foi encaminhado um levantamento epidemiológico nacional, no âmbito do Programa Brasil Sorridente, em que Equipes de Saúde Bucal e de serviços vinculados ao SUS examinaram e entrevistaram aproximadamente 38 mil crianças, adolescentes, adultos e idosos. Em adultos (35 a 44 anos), enquanto em 2003 o CPO médio registrava 20,1, em 2010 diminuiu 17% para 16,7%. Houve crescimento da proporção do componente “obturado”, que passou de 4,2 para 7,4 (aumento de 74,4%), associado a uma queda para quase metade do componente “extraído”. Esses valores indicaram que, além de apresentar menor presença de cárie, a população brasileira estava conseguindo acessar os serviços terapêuticos. Todavia, a pesquisa mostrou que as diferenças regionais na _____________ e na gravidade da cárie eram ainda marcantes, indicando a necessidade de políticas voltadas para a ______________ na atenção.
Alternativas
Q2304973 Odontologia
Com relação aos meios coletivos de uso de flúor, segundo o guia de recomendações para o uso de fluoretos no Brasil (Ministério da Saúde), as diferentes modalidades de escovação dental supervisionada, indireta e direta, estão indicadas para grupos em situação de risco, definidos como aqueles:
I. Expostos à água de abastecimento com teores de fluoreto abaixo da concentração indicada (até 0,54ppm F). II. Cujo CPOD médio seja maior que 3 aos 12 anos de idade. III. Em que menos de 30% dos indivíduos do grupo sejam livres de cárie aos 12 anos de idade. IV. Residentes em áreas de pobreza onde se estima serem menores os níveis de exposição geral aos fluoretos.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q2304970 Odontologia
Conforme o Código de Ética Odontológica, constitui infração ética, EXCETO: 
Alternativas
Q2304802 Atualidades
No meio da polêmica entre a dependência econômica em relação à energia baseada em combustíveis fósseis e a necessidade de proteção do meio ambiente, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), em setembro deste ano, resolveu
Alternativas
Q2304801 Atualidades
Na segunda semana do mês de outubro de 2023, um fato relevante exigiu um posicionamento imediato por parte das gigantes Google, Amazon e Microsoft. Isto se deu por causa da(do)
Alternativas
Respostas
10481: A
10482: C
10483: B
10484: D
10485: D
10486: B
10487: C
10488: A
10489: D
10490: C
10491: A
10492: B
10493: C
10494: B
10495: D
10496: C
10497: D
10498: D
10499: C
10500: D