Questões de Concurso Comentadas para odontólogo

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Q2554235 Português
Por que e como utilizar narrativas indígenas na alfabetização? 

Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças


    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.

    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 

     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena


    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.

    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna


    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.

    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´

    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.


 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
No contexto do texto, a palavra “intercultural” desempenha qual papel e qual é sua classe de palavras?
Alternativas
Q2554232 Português
Por que e como utilizar narrativas indígenas na alfabetização? 

Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças


    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.

    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 

     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena


    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.

    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna


    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.

    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´

    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.


 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
Analise a coesão e coerência no trecho: “o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país.” Como os elementos coesivos contribuem para a unidade temática do texto?
Alternativas
Q2554231 Português
Por que e como utilizar narrativas indígenas na alfabetização? 

Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças


    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.

    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 

     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena


    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.

    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna


    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.

    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´

    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.


 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
No trecho “Foi somente com a Constituição Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas,” a concordância verbal está correta?
Alternativas
Q2554230 Serviço Social
Por que e como utilizar narrativas indígenas na alfabetização? 

Abordagem diversifica os tipos de textos trabalhados, permite resgatar as contribuições dos povos originários e amplia o repertório e a visão de mundo das crianças


    Qual língua se fala no Brasil? Se “português” é a única resposta que vem a sua mente é porque o processo de colonização e o decorrente apagamento histórico dos povos originários silenciaram, durante séculos, as centenas de línguas indígenas faladas no país. Elas são 274, segundo dados de 2010 do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Foi somente com a Constituic¸ao Federal de 1988 que os povos indígenas tiveram assegurado o direito as suas línguas, inclusive no ambito escolar. E esperariam ainda mais dez anos para, em 1998, o Ministerio da Educação (MEC) aprovar o Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI). Esse documento estabeleceu as diretrizes para o ensino e a aprendizagem da Educação indígena de forma a preservar e valorizar sua diversidade cultural e linguística.

    O referencial assegurou a chamada alfabetizac¸ao intercultural, isto e, o direito das pessoas indígenas de se alfabetizarem tanto em sua língua materna como em língua portuguesa em seu processo de escolarização. O objetivo é o de fortalecer as práticas socioculturais de cada comunidade, recuperar suas memórias históricas e reafirmar suas identidades. 

     “A língua indígena escrita não deixa de ser fruto de um processo colonial porque a gente sabe que a transmissão de conhecimento dos povos indígenas sempre foi oral”, aponta Cristine Takua, da etnia Maxacali, professora da Aldeia Guarani Rio Silveira, em Boraceia (SP). “A escrita das línguas indígenas veio com a catequizção, com os jesuítas e salesianos, que foram os primeiros a levar a escola para dentro das comunidades indígenas.”


Panorama da alfabetização indígena


    Josélia Gomes Neves, uma das responsáveis pela criação do curso de Licenciatura em Educação Básica Intercultural da Universidade Federal de Rondonia (Unir), explica que, no estado, a maioria das comunidades faz uso das suas línguas maternas no convívio familiar e social e tem o primeiro contato com a língua portuguesa praticamente na escola. “Entao, geralmente, no 1º ano, a maior parte das atividades acontece na língua materna e, a partir do 2º ano, entra o bilinguismo pedagógico”, diz ela, que também lidera o Grupo de Pesquisa em Educação na Amazônia (GPEA) da Unir.

    A professora detalha como acontece o processo de formação de professores na regiao onde atua, na Terra Indígena Rio Negro Ocaia (RO). “O curso trabalha na perspectiva da pedagogia da alternancia cultural. Os estudantes indígenas vão para a Unir e tem dois meses de aulas intensivas e, em outro período, é feito seu acompanhamento nas aldeias. Há uma aldeia polo que recebe esses alunos para estudos e desenvolvimento de atividades práticas.”


Desafios para preservar a língua materna


    Formado por esse curso, o professor Ihvkuhj Gavião, do povo Ikolen e residente do município de Ji-Paraná (RO), atua desde 2014 na alfabetização de crianças. Ele acredita que preservar a língua materna indígena esta diretamente vinculado a preservar o universo cultural que ela nomeia. “Para manter nossa cultura, precisamos ensinar nossa língua a nossos alunos. E quando vamos ensiná-la, tentamos envolver a realidade deles, nossas tradições e costumes, dentro da concepção de Paulo Freire de ler ˜ o mundo que nos rodeia”, conta.

    Mas os desafios não são poucos, a começar pela própria escassez de profissionais. “Não há professores com a formação˜ necessária em quantidade suficiente para atender as turmas dos Anos Finais do Ensino Fundamental, por exemplo. Entao, nessa etapa, são basicamente professores não indígenas, falantes exclusivamente do português”, comenta Josélia. ´

    Outra questão ão os livros didáticos escritos sob a lógica do modelo eurocêntrico. Apesar da Lei nº 11.645 de 2008, que tornou obrigatorio o estudo da história e cultura indígena e afro-brasileira nas escolas do país, os conteudos ainda trazem estereotipos de uma concepção única do que e ser indígena ou adaptações incoerentes. “Um dos materiais que os professores recebem do MEC e uma coleção que foi pensada para a Educação no campo. Ela é totalmente em língua portuguesa e, embora tenha alguma preocupação com o campo, não e na perspectiva da floresta ou dos indígenas”, relata Josélia.


 © Adaptado. Thais Paiva, Revista Nova Escola, 29/04/2024. ¡https://novaescola.org.br/conteudo/21860/narrativas-povos-indigenas-alfabetizacao¿
Qual é principal argumento do texto em relação ao uso de línguas indígenas na educação?
Alternativas
Q2552764 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


A produção de ácido por meio da metabolização de nutrientes pelas bactérias do biofilme e consequente aumento do pH é o fator responsável pela desmineralização do tecido dentário que pode resultar na formação da lesão de cárie. 

Alternativas
Q2552763 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


Uma paciente de 54 anos chega ao consultório odontológico e reclama de sangramento com descamação em sua gengiva. Podemos afirmar que se trata de uma pericoronite, sendo caracterizada por tecido gengival vermelho-vivo, doloroso, que sangra com facilidade. As gengivas ficam macias porque o tecido queratinizado, resistente à abrasão de partículas alimentares, está ausente. 

Alternativas
Q2552762 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


A afta recorrente é uma lesão branca que pode se desenvolver na mucosa oral devido ao tabagismo, consumo de álcool, irritação crônica ou infecção por HPV, e tem potencial para se tornar maligna. Dependendo do diagnóstico, o tratamento adicional pode incluir acompanhamento regular, cessação do tabagismo ou cirurgia para remover lesões pré-malignas ou malignas. 

Alternativas
Q2552761 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


Ao se preparar para realizar uma cirurgia dento alveolar, é necessário que todo o material que será utilizado seja separado previamente, sendo um destes materiais a sutura. Sobre isso, o dentista deve estar ciente que a seleção do material de sutura deve ser baseada nas propriedades biológicas dos tecidos a serem aproximados, nas características físicas e biológicas dos fios e nas condições da ferida a ser fechada, higiene do paciente. 

Alternativas
Q2552760 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


No tratamento preventivo da cárie dentária, o dentista emprega técnicas avançadas de aplicação tópica de fluoretos, como géis, vernizes ou selantes com liberação controlada de flúor, adaptando a escolha do produto e a frequência de uso às necessidades individuais do paciente e aos fatores de risco específicos associados à sua saúde bucal. 

Alternativas
Q2552758 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


A leucoplasia oral é uma úlcera oral benigna de causa desconhecida, caracterizada por lesões dolorosas na mucosa oral, que podem ser desencadeadas por estresse, trauma local, deficiências nutricionais ou predisposição genética. O tratamento geralmente envolve medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos tópicos, anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) ou corticosteroides tópicos. 

Alternativas
Q2552757 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


A má oclusão dentária é uma das doenças crônicas mais prevalentes em todo o mundo, afetando pessoas de todas as idades e grupos socioeconômicos. As intervenções para corrigir a má oclusão incluem ortodontia, que pode envolver o uso de aparelhos ortodônticos fixos ou removíveis, alinhadores transparentes ou mesmo cirurgia ortognática em casos mais complexos. 

Alternativas
Q2552755 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


Na odontologia, técnicas avançadas de anestesia local, como a anestesia troncular do nervo alveolar superior (bloqueio de mandíbula) e a anestesia infiltrativa do nervo alveolar inferior (bloqueio de maxila), são frequentemente empregadas para promover uma anestesia eficaz em regiões específicas da cavidade oral. Além disso, técnicas suplementares, como a anestesia intraligamentar e a anestesia no palato, podem ser utilizadas para fornecer anestesia adicional durante procedimentos endodônticos ou cirúrgicos. 

Alternativas
Q2552754 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


A reabilitação protética pode ter um impacto significativo na qualidade de vida e na autoestima dos pacientes, especialmente aqueles com perda dentária severa ou desfiguração facial. Portanto, é essencial considerar fatores psicossociais, como as expectativas estéticas do paciente, suas preocupações emocionais e sua adaptação psicológica às próteses dentárias. Uma abordagem centrada no paciente, que inclui comunicação eficaz, educação e suporte emocional, pode ajudar a garantir a satisfação do paciente e o sucesso a longo prazo da reabilitação protética. 

Alternativas
Q2552753 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


Um paciente de 22 anos, do sexo masculino, apresenta lesão na boca com perda de dentes após acidente de motocicleta. Nesse caso, o dentista atua de forma imediata, realizando procedimentos cirúrgicos como a reimplantação dentária ou a estabilização de fraturas dentárias, visando a preservar a integridade dos tecidos dentários e periodontais, promovendo assim a recuperação funcional e estética do paciente.

Alternativas
Q2552752 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


No contexto das lesões de cárie, é importante que o dentista reconheça a interação complexa entre fatores biológicos e comportamentais, integrando abordagens preventivas, restauradoras e educativas em um plano de tratamento abrangente, com o objetivo de preservar a saúde bucal a longo prazo e promover a qualidade de vida do paciente. 

Alternativas
Q2552751 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


Quando falamos em microbiologia ligada à saúde da boca, uma unanimidade entre os especialistas é que a cavidade oral do recém-nascido contém bactérias, colonizada, principalmente, por bactérias como a Streptococcus salivarius. 

Alternativas
Q2552750 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


A saliva possui capacidade tampão pela presença de cátions de bicarbonato e iodeto, que neutralizam os ácidos produzidos pelos microrganismos cariogênicos. Ela também tem a função de autolavagem e limpeza das superfícies dentárias, por se tratar de uma substância básica (não ácida), além de possuir ação bacteriana por conter proteínas e imunoglobulinas que atuam a favor dos microrganismos cariogênicos. 

Alternativas
Q2552749 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


Além dos tratamentos convencionais, o dentista pode empregar técnicas de terapia fotodinâmica, que envolvem a utilização de agentes fotossensíveis ativados por luz específica para destruir seletivamente as bactérias periodontais, reduzindo a inflamação e promovendo a recuperação dos tecidos periodontais. 

Alternativas
Q2552748 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


Um paciente apresenta necrose/ulceração das papilas interdentais, sangramento gengival e dor. Além disso, tem tido halitose, pseudomembranas, linfadenopatia regional, febre e sialorréia (em crianças). O dentista identificou, dessa forma, que se trata de uma periodontite necrosante. Podemos dizer que o diagnóstico foi correto, pois esses são mesmo os sintomas de periodontite necrosante. 

Alternativas
Q2552747 Odontologia

Julgue o item subsequente. 


A seleção do anestésico local na prática odontológica é influenciada por fatores farmacocinéticos, como a velocidade de absorção e metabolização do anestésico, e por fatores farmacodinâmicos, como a potência anestésica e a duração do efeito analgésico. Por exemplo, anestésicos locais de curta duração, como a mepivacaína, são preferidos para procedimentos de curta duração, enquanto anestésicos de longa duração, como a bupivacaína, são utilizados em procedimentos mais extensos, como extrações complexas ou cirurgias periodontais. 

Alternativas
Respostas
7021: B
7022: A
7023: E
7024: B
7025: E
7026: E
7027: E
7028: C
7029: C
7030: E
7031: E
7032: E
7033: C
7034: C
7035: C
7036: E
7037: E
7038: C
7039: E
7040: C