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Q3161576 Odontologia

No que diz respeito à semiologia, ao tratamento e à prevenção da cárie dentária, julgue o item subsequente. 


Reduzir a frequência do consumo de alimentos com açúcar, evitar ingestão de doces antes de dormir e realizar maior número de escovações diárias são medidas preventivas da cárie dentária.  

Alternativas
Q3161574 Odontologia

No que diz respeito à semiologia, ao tratamento e à prevenção da cárie dentária, julgue o item subsequente. 


Entre os métodos de tratamentos estabelecidos para a cárie dentária, os tratamentos não invasivos são aqueles caracterizados pela remoção da mínima quantidade possível de tecido dentário. 

Alternativas
Q3161573 Odontologia

No que diz respeito à semiologia, ao tratamento e à prevenção da cárie dentária, julgue o item subsequente. 


A gestão da cárie dentária deve ser planejada, desenvolvida e aplicada com base nas evidências científicas mais recentes, devendo ser priorizadas abordagens minimamente invasivas para preservar ao máximo a estrutura dentária. 

Alternativas
Q3161572 Odontologia

No que diz respeito à semiologia, ao tratamento e à prevenção da cárie dentária, julgue o item subsequente. 


A forma mais comum e mais acessível de uso tópico de flúor em crianças é por meio de enxaguatórios orais. 

Alternativas
Q3161571 Odontologia

Acerca da etiopatogenia da cárie dental, julgue o item que se segue. 


A presença da cárie dentária na dentição decídua é considerada um preditor significativo de cárie na dentição permanente. 

Alternativas
Q3161570 Odontologia

Acerca da etiopatogenia da cárie dental, julgue o item que se segue. 


A cárie é uma doença crônica e multifatorial caracterizada por um desequilíbrio entre a perda de minerais (desmineralização) e a reposição de minerais (remineralização) nos tecidos mineralizados do dente, resultando no desenvolvimento da lesão cariosa. 

Alternativas
Q3161569 Odontologia

Acerca da etiopatogenia da cárie dental, julgue o item que se segue. 


A progressão da cárie pode ser controlada quando o biofilme dental que recobre a superfície dentária é desorganizado regularmente de maneira mecânica. 

Alternativas
Q3161568 Odontologia

Acerca da etiopatogenia da cárie dental, julgue o item que se segue. 


A remineralização do dente ocorre quando minerais como cálcio, fosfato e flúor são redepositados na superfície dental comprometida, ajudando a reparar os danos causados pela desmineralização. 

Alternativas
Q3161567 Odontologia

A respeito dos diversos aspectos relativos ao exame da cavidade bucal, julgue o item a seguir. 


A diascopia é uma manobra semiotécnica utilizada para o exame de lesões com alteração de consistência na mucosa oral. 

Alternativas
Q3161566 Odontologia

A respeito dos diversos aspectos relativos ao exame da cavidade bucal, julgue o item a seguir. 


No exame bucal, a constatação de pigmentação melânica na mucosa bucal, nos lábios e na região perioral é um dos principais sinais da síndrome de Behçet. 

Alternativas
Q3161565 Odontologia

A respeito dos diversos aspectos relativos ao exame da cavidade bucal, julgue o item a seguir. 


Os incisivos de Hutchinson e os molares em forma de amora são considerados sinais bucais da sífilis congênita. 

Alternativas
Q3161564 Odontologia

A respeito dos diversos aspectos relativos ao exame da cavidade bucal, julgue o item a seguir.


A detecção em mucosa jugal de linhas brancas ou estrias esbranquiçadas que se cruzam em um padrão de rede ou reticulado (estrias de Wickham) é indicativa de líquen plano oral.  

Alternativas
Q3161563 Odontologia

A respeito dos diversos aspectos relativos ao exame da cavidade bucal, julgue o item a seguir. 


A glossite migratória benigna, conhecida também como língua geográfica, é caracterizada por uma variação de normalidade da mucosa bucal. 

Alternativas
Q3160113 História e Geografia de Estados e Municípios
A Hidrografia de Santa Catarina está dividida em três grandes bacias hidrográficas, a bacia do Rio Uruguai, do Rio Iguaçu e a bacia do Sudeste. Estas bacias podem ser subdividas em mais 24 sub-bacias com suas respectivas grandezas, afluente e sub-afluentes. As alternativas abaixo possuem algumas características Gerais da Hidrografia catarinense, assinale a alternativa que cita dados incorretos do tema proposto na questão.
Alternativas
Q3160112 História
Os estudos sobre a formação do nosso planeta, sustentam a hipótese de que a terra começou a se formar entre 4,6 a 4,5 bilhões de anos atrás, vários acontecimentos podem estar relacionados para consolidar a vida no planeta e a sua estrutura atual. Assinale a alternativa que não está relacionada as características atuais do nosso planeta que vinculada ao processo de formação.
Alternativas
Q3160111 História
“O contexto democrático da Nova República propiciou profundas alterações nas ‘regras do jogo’ para elaboração das mais variadas políticas públicas no Brasil, bem como no conteúdo das mesmas, atendendo aos anseios de setores organizados da sociedade” (GOMES, 2014, pg. 83). Sobre os acontecimentos abaixo que marcaram a república atual brasileira, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3160110 Atualidades
A floresta amazônica tem um papel relevante na conservação da biodiversidade e influencia fortemente no clima regional, principalmente na América do Sul. Qual das alternativas abaixo explica a influência direta da floresta amazônica para a região sul do Brasil.
Alternativas
Q3160106 Matemática Financeira
Um valor de R$ 10.000,00 foi aplicado a uma taxa de 2% ao mês, durante 6 meses, com juros simples. Qual será o montante ao final do período?
Alternativas
Q3160103 Português

“UMA VELA PARA DARIO”


Dalton Trevisan



    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:


    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.


    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Das alternativas abaixo, qual se caracteriza por um período composto?
Alternativas
Q3160102 Português

“UMA VELA PARA DARIO”


Dalton Trevisan



    Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo. Dois ou três passantes rodearamno e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque. Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca. Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. Os moradores da rua conversavam de uma porta à outra, as crianças foram despertadas e de pijama acudiram à janela. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado. A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram em chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata. Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria. Um enxame de moscas lhe cobriu o rosto, sem que fizesse um gesto para espantá-las. Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso. Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados - com vários objetos - de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade e sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade. Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario, que foi pisoteado dezessete vezes. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo — os bolsos vazios. Restava a aliança de ouro na mão esquerda, que ele próprio quando vivo - só podia destacar umedecida com sabonete. Ficou decidido que o caso era com o rabecão. A última boca repetiu:


    - Ele morreu, ele morreu. A gente começou a se dispersar. Dario levara duas horas para morrer, ninguém acreditou que estivesse no fim. Agora, aos que podiam vê-lo, tinha todo o ar de um defunto. Um senhor piedoso despiu o paletó de Dario para lhe sustentar a cabeça. Cruzou as suas mãos no peito. Não pôde fechar os olhos nem a boca, onde a espuma tinha desaparecido. Apenas um homem morto e a multidão se espalhou, as mesas do café ficaram vazias. Na janela alguns moradores com almofadas para descansar os cotovelos. Um menino de cor e descalço veio com uma vela, que acendeu ao lado do cadáver. Parecia morto há muitos anos, quase o retrato de um morto desbotado pela chuva. Fecharam-se uma a uma as janelas e, três horas depois, lá estava Dario à espera do rabecão. A cabeça agora na pedra, sem o paletó, e o dedo sem a aliança. A vela tinha queimado até a metade e apagou-se às primeiras gotas da chuva, que voltava a cair.


    Texto extraído do livro "Vinte Contos Menores", Editora Record – Rio de Janeiro, 1979, pág. 20. Este texto faz parte dos 100 melhores contos brasileiros do século, seleção de Ítalo Moriconi para a Editora Objetiva.

Na segunda linha do texto temos a frase: “Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo”. A que se refere-se o termo “ela” da frase?
Alternativas
Respostas
4081: C
4082: E
4083: C
4084: E
4085: C
4086: C
4087: C
4088: C
4089: E
4090: E
4091: C
4092: C
4093: E
4094: A
4095: D
4096: C
4097: B
4098: C
4099: A
4100: C