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A terapia com hidrocortisona deve ser reservada para recém nascidos com choque refratário.
A dopamina é o fármaco mais utilizado no tratamento do choque nesse período.
Os RNPT extremos asfixiados devem receber soluções cristaloides rápidas para manter a pressão sistólica adequada.
O tratamento medicamentoso mais apropriado, quando indicado, para o fechamento do canal arterial é a furosemida.
O exame padrão ouro, diante de uma suspeita clínica de PCA, é o ecocardiograma bidimensional com dopplerfluxometria.
A fisiopatologia da PCA é caracterizada pelo shunt D-E com fluxo da aorta para pulmonar, conforme a queda da resistência pulmonar, levando ao fluxo aumentado para os pulmões.
O uso excessivo de volume infundido, sepses, ventilação mecânica, surfactante e uso de corticoide antenatal são fatores de riscos, para descompensação do RNPT com canal arterial patente.
O sopro, nos RNPT extremos, pode estar ausente, sendo o precórdio hiperdinâmico e pulsos amplos os achados mais frequentes.
O tratamento cirúrgico, na PCA sem repercussão hemodinâmica, deve ser instituído quando do insucesso do tratamento farmacológico.
O principal vasodilatador responsável para manutenção do canal arterial no RNPT, após o nascimento, é a prostaglandina(Pge2).
A PCA é inversamente proporcional à idade gestacional e ao peso de nascimento.
A hemorragia intracraniana, insuficiência renal aguda, enterocolite necrosante são complicações frequentes no RNPT com PCA.
Os efeitos adversos da indometacina são: oligúria, plaquetopenia, hipocalemia.
A miopia e o astigmatismo podem ocorrer nos casos de retinopatia tratados com fotocoagulação a laser.
A presença de doença plus, na classificação internacional da retinopatia da prematuridade, é indicador de atividade da doença.
A primeira avaliação oftalmológica para retinopatia no recém-nascido pré-termo deve ser feita após a 6ª semana de vida.
A intervenção para as alterações auditivas deve ser realizada preferencialmente dentro do 1º ano de vida.
A avaliação auditiva realizada através das emissões otoacústicas, não detecta disfunção auditiva de origem neural.
O tratamento com citrato de cafeína é feito com uma dose de ataque (20mg/kg) e após 24 horas, inicia-se a dose de manutenção (5-8mg/kg).
As metilxantinas, as aminofilinas e a cafeína são muito utilizadas no tratamento da apnéia da prematuridade, no entanto, os principais efeitos colaterais são: intolerância alimentar, hipoglicemia e diminuição da diurese.