Questões de Concurso Comentadas para médico infectologista

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Q2478531 Medicina
De acordo com o Boletim Epidemiológico da Hanseníase, publicado pelo Ministério da Saúde em 2021, no Brasil foram notificados 27.864 casos novos de hanseníase em 2019. Na última década analisada pelo Boletim Epidemiológico, 2010 a 2019, observou-se, no Brasil:
Alternativas
Q2478530 Medicina
Entre os indicadores de eliminação e controle da hanseníase, é correto afirmar que o coeficiente que sinaliza o atraso no diagnóstico dos pacientes é calculado por:
Alternativas
Q2478529 Medicina
O Mycobacterium leprae, agente causador da hanseníase, tem características peculiares que o tornam uma bactéria singular. Entre essas características pode se destacar:
Alternativas
Q2478528 Medicina
“Entre as doenças e aflições enfrentadas pela humanidade ao longo da história, hanseníase é talvez, atrás somente da peste, aquela mais associada com sofrimento, desfiguração e morte. Imagens de doentes expulsos da sociedade, forçados a viver em colônias de leprosos e avisar sua condição com um sino, estão presentes em pinturas da era medieval”. Este trecho, retirado do BBC History Magazine – Immediate Media Company Bristol Limited, 2017 – reflete a origem histórica do estigma e da discriminação associados com um diagnóstico de hanseníase. É

É fundamental que os órgãos de gestão e controle combatam o estigma e a discriminação associados à hanseníase, pois

I. podem dificultar o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno.
II. podem afetar os relacionamentos sociais do doente e o seu bem estar mental;
III. podem interferir negativamente com a qualidade da assistência dos serviços de saúde.

IV. podem reduzir a efetividade dos programas de controle da doença.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477355 Medicina
No uso terapêutico dos soros antiofídicos e antiaracnídeos, assinale (C) se a assertiva é CORRETA e (E) se a assertiva é ERRADA, sobre as condutas preconizadas pelo Ministério da Saúde, abaixo listadas:

( ) realizar o teste de hipersensibilidade ao soro heterólogo antes da administração da dose calculada. ( ) administrar formulações pediátricas nos acidentes ofídicos e aracnídeos em crianças. ( ) calcular o número de ampolas de antipeçonha visando neutralizar a quantidade de peçonha inoculada. ( ) administrar preferencialmente soros combinados para neutralizar as peçonhas de espécies envolvidas. ( ) estar preparado para reações anafiláticas durante a administração dos antivenenos. ( ) considerar a superfície corporal do acidentado para calcular a quantidade de soro a ser administrado.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477354 Medicina
Mulher de 28 anos apresenta quadro de febre “alta”, acompanhada de calafrios, cefaleia e mialgia, há 2 dias. Procura serviço de emergência onde é feito o diagnóstico de dengue, orientada a ingerir líquidos e usar paracetamol. Evolui, nas 48 horas que se seguem, com febre persistente, náuseas e vômitos, adinamia profunda e redução da diurese, o que motiva seu retorno para reavaliação médica em hospital de grande porte. Relata, então, retorno de Roraima há quatro semanas, onde trabalhou como “missionária”, em território indígena. Relata vacinação para febre amarela. Ao exame atual (4º para 5º dia de doença): paciente com fácies de doença aguda, mucosas hipocoradas +3/4, hipohidratadas +2/4, ictéricas +1/4. PA: 110/70 mmHg, FC=112 bpm, FR=34 irpm; TAx= 39,8°C. RCR, 2T, BNF, s/sopros ou atritos. MV audível bilateralmente e difusamente rude. Abdome flácido, peristalse presente. Fígado palpável a 3 cm do RCD, hepatimetria de 12 cm. Ponta de baço palpável no RCE. Neurológico: sonolenta, mas desperta quando solicitada e responde as perguntas com lentidão, mobiliza os membros ativamente e não apresenta sinais de irritação meníngea.
Dentre as condutas tomadas pela equipe de saúde do hospital de grande porte, aquela que, no contexto de tratamento de suporte da principal hipótese diagnóstica, poderá resultar em deterioração clínica, é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477353 Medicina
Menina de 8 anos inicia febre, dor abdominal e icterícia. Evolui em 72 horas com abdome agudo e septicemia, sendo então internada e submetida à laparotomia exploradora, que não evidenciou supuração intra-abdominal. As hemoculturas (3 amostras) coletadas na internação levaram ao isolamento de Salmonella enteritidis. O esquema antimicrobiano inicial empírico foi ceftriaxone e metronidazol. Evolui no pós-operatório imediato sem intercorrências, até que no sexto dia, foi diagnosticada osteomielite bilateral de tíbia (por clínica e radiologia) com cultura de material cirúrgico demonstrando Staphylococcus aureus, MSSA. Foi então adicionada oxacilina ao esquema terapêutico. Dez dias após, apresenta osteíte fronto-parietal bilateral e abscesso subgaleal cuja cultura do aspirado evidencia Salmonella enteritidis. Progressivamente apresenta osteomielite de ambos os úmeros (com fraturas patológicas), pelve e arcos costais. É submetida então a exérese cirúrgica de calota craniana. Onze meses após a internação a paciente encontra-se bem, ainda em tratamento de osteomielite crônica, com sulfametoxazol + trimetoprim. Recebe implante acrílico de calota craniana alguns meses depois. Durante a internação foi estabelecida a condição predisponente para as infecções documentadas.
O mais provável diagnóstico é:
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477352 Medicina
Mulher de 68 anos, em uso de glibenclamida regular para diabetes mellitus e atorvastatina para dislipidemia, apresentando há 24 horas quadro de febre (até 39°C), cefaleia, inapetência e mialgia generalizada, que a impediram de fazer sua hidroginástica nesta manhã. Também se queixa de lacrimejamento, tosse e “sensação de respiração pesada”. Informa que sua neta a visitou há quatro dias e estava “muito resfriada e tossindo bastante”. Relata ter feito 4 doses das vacinas de COVID, incluindo a bivalente, e a dose anual da vacina para influenza. Ao exame: bom estado geral, ansiosa, PA: 120/80 mmHg, FC: 98 bpm, FR: 26 irpm. Tax: 39,0°C. Sat O2: 96%; Mucosas acianóticas, hidratadas; anictéricas. Ap Resp.: roncos esparsos, bilaterais. RCR2T, sem sopros. Abdome e membros inferiores: ndn. No atendimento, foi submetida a teste de antígeno (TR-Ag) para SARS-CoV-2, que foi reagente.
A conduta mais adequada a ser instituída para a paciente é: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477351 Medicina
Homem de 28 anos é trazido à emergência pelos familiares, após um episódio de crise convulsiva tônico-clônica generalizada. Eles relatam que o rapaz vinha se queixando de cefaleia holocraniana há oito dias, apresentara vômitos não precedidos de náuseas e, antes da convulsão, estava apático e falava frases desconexas. Relatam ainda saída de secreção purulenta pelo ouvido direito havia 2 dias. Ao exame: paciente obnubilado, não responsivo a estímulos verbais, porém reagindo com retirada dos membros, de forma assimétrica, aos estímulos dolorosos, e apresentando rigidez de nuca e sinais de Kernig e Brudzinski. Pupilas anisocóricas. Tax: 37,8°C; PA: 120x80 mmHg; FR 12 irpm; FC: 68 bpm. Otoscopia à direita: membrana timpânica rota com secreção purulenta no conduto auditivo. Fundoscopia com papiledema bilateral.
A única conduta, entre as listadas abaixo, associada a risco significativo de morte do paciente em questão é:
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477350 Medicina
Estudante de 15 anos refere há 4 dias febre alta de início súbito, cefaleia frontal, mialgias, artralgias e dores generalizadas pelo corpo, que a impediram de ir ao colégio. No terceiro dia do quadro procurou serviço médico e ao exame físico apresentavase febril, com hiperemia conjuntival, mucosas desidratadas, coradas e anictéricas. FR: 18 irpm; FC: 90 bpm; PA: 110/70 mmHg e TAx: 37,8º C; RCR em 2T BNF sem sopros; pulmões, abdome e membros sem anormalidades. Fez hemograma que mostrava: 13 g% de hemoglobina, 42% de hematócrito, 4100 leucócitos, 3% bastões, 44% PMN, 42% de linfócitos, 11% monócitos, 70.000 plaquetas/mm3 . Foi diagnosticada como “virose” e orientada a retornar à sua residência, “beber bastante líquido” e usar acetaminofen para a febre. Hoje, notou erupção macular pruriginosa em tronco. Boas condições de moradia. Nega viagens recentes. Vacinação atualizada.
Em relação ao quadro apresentado pela adolescente é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477347 Medicina

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


Paciente encaminhado para infectologista para acompanhamento ambulatorial por médico que não se sente “capacitado para conduzir o caso”. No relatório de encaminhamento, o médico relata: “Paciente masculino, de 32 anos, assintomático, anti-HIV positivo (repetido e confirmado) em junho de 2023, com exames iniciais mostrando contagem de CD4 590 cél/mm3 (35%) e carga viral de 5.000 cópias/ml; PPD reator (12 mm), com Rx de tórax normal; sorologias: HbsAg e Anti-HBc negativos, Anti-HCV negativo, Anti-HAV negativo; sorologia para Toxoplasmose e CMV IgG reativos e teste treponêmico reativo. Solteiro, mas tem relacionamento estável com parceira anti-HIV negativa. Ainda sem terapia antirretroviral, pois alega estar assintomático, não vê necessidade e tem medo de tomar medicamentos”.

O infectologista, por sua vez, depois de estabelecida a decisão de iniciar a terapia antirretroviral, deve
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477346 Medicina

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


Paciente encaminhado para infectologista para acompanhamento ambulatorial por médico que não se sente “capacitado para conduzir o caso”. No relatório de encaminhamento, o médico relata: “Paciente masculino, de 32 anos, assintomático, anti-HIV positivo (repetido e confirmado) em junho de 2023, com exames iniciais mostrando contagem de CD4 590 cél/mm3 (35%) e carga viral de 5.000 cópias/ml; PPD reator (12 mm), com Rx de tórax normal; sorologias: HbsAg e Anti-HBc negativos, Anti-HCV negativo, Anti-HAV negativo; sorologia para Toxoplasmose e CMV IgG reativos e teste treponêmico reativo. Solteiro, mas tem relacionamento estável com parceira anti-HIV negativa. Ainda sem terapia antirretroviral, pois alega estar assintomático, não vê necessidade e tem medo de tomar medicamentos”.

Assinale a opção que contém condutas profiláticas adequadas que já deveriam ter sido recomendadas pelo colega no tempo de seguimento que teve com o paciente, antes de referenciá-lo ao infectologista é:
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477345 Medicina

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


Paciente encaminhado para infectologista para acompanhamento ambulatorial por médico que não se sente “capacitado para conduzir o caso”. No relatório de encaminhamento, o médico relata: “Paciente masculino, de 32 anos, assintomático, anti-HIV positivo (repetido e confirmado) em junho de 2023, com exames iniciais mostrando contagem de CD4 590 cél/mm3 (35%) e carga viral de 5.000 cópias/ml; PPD reator (12 mm), com Rx de tórax normal; sorologias: HbsAg e Anti-HBc negativos, Anti-HCV negativo, Anti-HAV negativo; sorologia para Toxoplasmose e CMV IgG reativos e teste treponêmico reativo. Solteiro, mas tem relacionamento estável com parceira anti-HIV negativa. Ainda sem terapia antirretroviral, pois alega estar assintomático, não vê necessidade e tem medo de tomar medicamentos”.

Diante da situação descrita, sobre os possíveis argumentos do infectologista para convencer o paciente a iniciar a terapia antirretroviral, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) Redução da morbimortalidade. ( ) Redução na incidência de tuberculose. ( ) Redução de comorbidades (cardiovasculares, renais). ( ) Prevenção da transmissão. ( ) Eficácia terapêutica comprovada.
As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477344 Medicina
Mulher de 42 anos recebe alta hospitalar após quadro documentado e adequadamente tratado de pneumocistose, associado à infecção pelo HIV. Ambos os diagnósticos foram realizados durante a internação. Fez em uso de terapia de manutenção com SMZ+TMP, suspensa pelo médico assistente em seis meses. Depois de um período 2 anos e meio em terapia antirretroviral estável, com boa aceitação e com carga viral (CV) indetectável (< 20 cópias/ml), apresentou CV de 15.850 cópias/ml (4,2 log/ml). Refere que nos últimos meses não vinha tomando o esquema corretamente, por uso e abuso de drogas (álcool e cocaína). Após conversar sobre adesão, a paciente se comprometeu a não perder doses no mês seguinte e a carga viral foi repetida, mostrando 27.600 cópias/ml (4,4 log/ml). A contagem de CD4 atual é de 340 cél/mm3 (20%) e a anterior, há seis meses, era de 530 cél/mm3 (26%). A paciente está assintomática.
Nesse caso, a conduta mais adequada é: 
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477342 Medicina
Considerando a ambiciosa meta visando o fim da epidemia da aids, atualizada para 95-95-95 – a saber: em 2030, 95% de todas as pessoas infectadas pelo HIV deverão saber seu status sorológico; 95% dos diagnosticados deverão estar em tratamento antirretroviral; e 95% daqueles em tratamento deverão estar com replicação viral suprimida (carga viral indetectável), assinale a única alternativa que lista estratégias que podem aproximar os percentuais brasileiros a cada um dos “95%” da meta global, respectivamente.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477341 Medicina

Leia o fragmento a seguir.


No Brasil, até o final da década de 80,

a magnitude da rubéola era desconhecida


A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) foi implantada gradativamente entre os anos de 1992 até o ano 2000. Entre 1998 a 2002 foram realizadas campanhas de vacinação para as mulheres em idade fértil (MIF) visando eliminar a SRC no país. A vigilância epidemiológica da rubéola e da SRC foi intensificada, com redução dos casos confirmados de 80% entre 2003 até 2006. Em 2006 surtos de rubéola passaram a ocorrer nos estados de MG, RJ, CE, PB, MT e MS. Em 2007 foram confirmados surtos em 19 estados, perfazendo um total de 6.753 casos. A faixa etária mais acometida foi a de 20 – 39 anos de idade e 70% dos casos confirmados ocorreram no sexo masculino. Em 2008 foi realizada a fantástica Campanha de Vacinação para Eliminação da Rubéola, “Brasil livre da Rubéola”, para homens e mulheres de 20 a 39 anos. No material da campanha havia a seguinte orientação: “E olha aí que isso é muito importante: homens e mulheres devem se vacinar, mesmo quem já foi vacinado ou quem já teve a doença”.


As razões para o Ministério da Saúde incluir essas duas assertivas na sua estratégia de campanha foram, respectivamente:

Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477340 Medicina

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


Mulher de 49 anos, em tratamento para lúpus eritematoso sistêmico (LES), com recente aumento de doses e adição de novas drogas para seu controle. É internada para realização de biópsia renal. No quinto dia de internação, começa a apresentar febre baixa e dor intensa em hemitórax direito. Pouco tempo depois, notou algumas vesículas confluentes no local, que rapidamente progrediram, formando uma faixa no hemitórax direito. Ao exame: estado geral regular, lúcida, corada e hidratada, acianótica, escleróticas anictéricas. Tax 38,8°C, PA: 110/80 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 36 irpm. Presença de lesões em vários estágios evolutivos (máculas, pápulas, vesículas e pústulas), a maioria disposta em faixa no hemitórax direito e algumas vesículas dispersas na parede abdominal esquerda e na coxa direita. AR: MV audível bilateralmente, sem adventícios; ACV: RCR em 2T BNF sem sopros ou arritmias. Abdome flácido sem visceromegalias. Membros inferiores sem edemas.

Durante sua internação, a paciente teve contato com a psicóloga do serviço, gestante na 20º semana de gestação, com quem conversou apenas na admissão, e com os seguintes profissionais de saúde, que a acompanharam até o início do quadro cutâneo: um médico, com 30 anos e vacinado para varicela, uma enfermeira, com 58 anos e história de varicela na infância, e uma auxiliar de enfermagem, com 28 anos e ausência de história de varicela. Nenhum dos profissionais de saúde tem comorbidades relevantes.

Em relação aos cuidados com os profissionais de saúde que tiveram contato com a paciente no contexto da internação hospitalar atual, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477339 Medicina

Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.


Mulher de 49 anos, em tratamento para lúpus eritematoso sistêmico (LES), com recente aumento de doses e adição de novas drogas para seu controle. É internada para realização de biópsia renal. No quinto dia de internação, começa a apresentar febre baixa e dor intensa em hemitórax direito. Pouco tempo depois, notou algumas vesículas confluentes no local, que rapidamente progrediram, formando uma faixa no hemitórax direito. Ao exame: estado geral regular, lúcida, corada e hidratada, acianótica, escleróticas anictéricas. Tax 38,8°C, PA: 110/80 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 36 irpm. Presença de lesões em vários estágios evolutivos (máculas, pápulas, vesículas e pústulas), a maioria disposta em faixa no hemitórax direito e algumas vesículas dispersas na parede abdominal esquerda e na coxa direita. AR: MV audível bilateralmente, sem adventícios; ACV: RCR em 2T BNF sem sopros ou arritmias. Abdome flácido sem visceromegalias. Membros inferiores sem edemas.

Durante sua internação, a paciente teve contato com a psicóloga do serviço, gestante na 20º semana de gestação, com quem conversou apenas na admissão, e com os seguintes profissionais de saúde, que a acompanharam até o início do quadro cutâneo: um médico, com 30 anos e vacinado para varicela, uma enfermeira, com 58 anos e história de varicela na infância, e uma auxiliar de enfermagem, com 28 anos e ausência de história de varicela. Nenhum dos profissionais de saúde tem comorbidades relevantes.

Em relação aos cuidados com a paciente no contexto da internação hospitalar atual, assinale a afirmativa correta.
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477338 Medicina
Mulher de 62 anos está em investigação de febre há 8 semanas, já tendo sido submetida à investigação preliminar inconclusiva com hemogramas, bioquímicas, dosagens de proteína C reativa, VHS, culturas de urina e sangue, sorologias diversas, provas de atividade reumática, radiografias de tórax, ultrassonografia de abdome e pelve, tomografia de tórax e abdome e ecocardiografias transtorácica e transesofágica. É, então, internada por 5 dias, para documentação e avaliação do padrão da febre, que se mostra intermitente, usualmente noturna e variando de 38,0 à 38,5°C. Por causa de alterações das enzimas hepáticas, durante a internação, é submetida à biópsia hepática, cujo histopatológico demonstra a presença de granulomas, nos quais não são documentados microrganismos. Neste momento do curso da doença, a relação médico-paciente está desgastada, e a paciente está em mal estado geral, emagrecida e com sintomas depressivos.
Nessa situação, a conduta preconizada é:
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Ano: 2024 Banca: FGV Órgão: SES-MT Prova: FGV - 2024 - SES-MT - Médico Infectologista |
Q2477336 Medicina
Mulher de 29 anos procura Unidade Básica de Saúde (UBS) relatando mal-estar, febre e aparecimento de algumas “bolhinhas” em genitália, acompanhadas de dor local em queimação. Nega episódio semelhante previamente. Refere relações sexuais com novo namorado, há 4 meses, sem uso de preservativos, e que ele nunca apresentou lesões semelhantes às dela. Ao exame: bom estado geral, lúcida, orientada, corada, hidratada, acianótica, anictérica. Tax 37,8°C, PA: 120x80 mmHg. FC: 96 bpm. FR: 20 irpm. Exame genital: presença de pequenas vesículas e pequenas úlceras rasas, limpas, algumas coalescentes, dolorosas, em toda a vulva. Gânglios inguinais aumentados bilateralmente e indolores.
Nesse caso, a prescrição mais adequada para a paciente é:
Alternativas
Respostas
1081: C
1082: D
1083: C
1084: D
1085: A
1086: D
1087: C
1088: C
1089: A
1090: D
1091: C
1092: A
1093: A
1094: D
1095: B
1096: A
1097: D
1098: C
1099: B
1100: C