Questões de Concurso
Comentadas para médico infectologista
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É fundamental que os órgãos de gestão e controle combatam o estigma e a discriminação associados à hanseníase, pois
I. podem dificultar o diagnóstico precoce e o tratamento oportuno.
II. podem afetar os relacionamentos sociais do doente e o seu bem estar mental;
III. podem interferir negativamente com a qualidade da assistência dos serviços de saúde.
IV. podem reduzir a efetividade dos programas de controle da doença.
Está correto o que se afirma em
( ) realizar o teste de hipersensibilidade ao soro heterólogo antes da administração da dose calculada. ( ) administrar formulações pediátricas nos acidentes ofídicos e aracnídeos em crianças. ( ) calcular o número de ampolas de antipeçonha visando neutralizar a quantidade de peçonha inoculada. ( ) administrar preferencialmente soros combinados para neutralizar as peçonhas de espécies envolvidas. ( ) estar preparado para reações anafiláticas durante a administração dos antivenenos. ( ) considerar a superfície corporal do acidentado para calcular a quantidade de soro a ser administrado.
As afirmativas são, respectivamente,
Dentre as condutas tomadas pela equipe de saúde do hospital de grande porte, aquela que, no contexto de tratamento de suporte da principal hipótese diagnóstica, poderá resultar em deterioração clínica, é:
O mais provável diagnóstico é:
A conduta mais adequada a ser instituída para a paciente é:
A única conduta, entre as listadas abaixo, associada a risco significativo de morte do paciente em questão é:
Em relação ao quadro apresentado pela adolescente é correto afirmar:
Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.
Paciente encaminhado para infectologista para
acompanhamento ambulatorial por médico que não se sente
“capacitado para conduzir o caso”. No relatório de
encaminhamento, o médico relata: “Paciente masculino, de 32
anos, assintomático, anti-HIV positivo (repetido e confirmado) em
junho de 2023, com exames iniciais mostrando contagem de CD4
590 cél/mm3 (35%) e carga viral de 5.000 cópias/ml; PPD reator
(12 mm), com Rx de tórax normal; sorologias: HbsAg e Anti-HBc
negativos, Anti-HCV negativo, Anti-HAV negativo; sorologia para
Toxoplasmose e CMV IgG reativos e teste treponêmico reativo.
Solteiro, mas tem relacionamento estável com parceira anti-HIV
negativa. Ainda sem terapia antirretroviral, pois alega estar
assintomático, não vê necessidade e tem medo de tomar
medicamentos”.
Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.
Paciente encaminhado para infectologista para
acompanhamento ambulatorial por médico que não se sente
“capacitado para conduzir o caso”. No relatório de
encaminhamento, o médico relata: “Paciente masculino, de 32
anos, assintomático, anti-HIV positivo (repetido e confirmado) em
junho de 2023, com exames iniciais mostrando contagem de CD4
590 cél/mm3 (35%) e carga viral de 5.000 cópias/ml; PPD reator
(12 mm), com Rx de tórax normal; sorologias: HbsAg e Anti-HBc
negativos, Anti-HCV negativo, Anti-HAV negativo; sorologia para
Toxoplasmose e CMV IgG reativos e teste treponêmico reativo.
Solteiro, mas tem relacionamento estável com parceira anti-HIV
negativa. Ainda sem terapia antirretroviral, pois alega estar
assintomático, não vê necessidade e tem medo de tomar
medicamentos”.
Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.
Paciente encaminhado para infectologista para
acompanhamento ambulatorial por médico que não se sente
“capacitado para conduzir o caso”. No relatório de
encaminhamento, o médico relata: “Paciente masculino, de 32
anos, assintomático, anti-HIV positivo (repetido e confirmado) em
junho de 2023, com exames iniciais mostrando contagem de CD4
590 cél/mm3 (35%) e carga viral de 5.000 cópias/ml; PPD reator
(12 mm), com Rx de tórax normal; sorologias: HbsAg e Anti-HBc
negativos, Anti-HCV negativo, Anti-HAV negativo; sorologia para
Toxoplasmose e CMV IgG reativos e teste treponêmico reativo.
Solteiro, mas tem relacionamento estável com parceira anti-HIV
negativa. Ainda sem terapia antirretroviral, pois alega estar
assintomático, não vê necessidade e tem medo de tomar
medicamentos”.
( ) Redução da morbimortalidade. ( ) Redução na incidência de tuberculose. ( ) Redução de comorbidades (cardiovasculares, renais). ( ) Prevenção da transmissão. ( ) Eficácia terapêutica comprovada.
As afirmativas são, respectivamente,
Nesse caso, a conduta mais adequada é:
Leia o fragmento a seguir.
No Brasil, até o final da década de 80,
a magnitude da rubéola era desconhecida
A vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) foi implantada gradativamente entre os anos de 1992 até o ano 2000. Entre 1998 a 2002 foram realizadas campanhas de vacinação para as mulheres em idade fértil (MIF) visando eliminar a SRC no país. A vigilância epidemiológica da rubéola e da SRC foi intensificada, com redução dos casos confirmados de 80% entre 2003 até 2006. Em 2006 surtos de rubéola passaram a ocorrer nos estados de MG, RJ, CE, PB, MT e MS. Em 2007 foram confirmados surtos em 19 estados, perfazendo um total de 6.753 casos. A faixa etária mais acometida foi a de 20 – 39 anos de idade e 70% dos casos confirmados ocorreram no sexo masculino. Em 2008 foi realizada a fantástica Campanha de Vacinação para Eliminação da Rubéola, “Brasil livre da Rubéola”, para homens e mulheres de 20 a 39 anos. No material da campanha havia a seguinte orientação: “E olha aí que isso é muito importante: homens e mulheres devem se vacinar, mesmo quem já foi vacinado ou quem já teve a doença”.
As razões para o Ministério da Saúde incluir essas duas assertivas
na sua estratégia de campanha foram, respectivamente:
Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.
Mulher de 49 anos, em tratamento para lúpus eritematoso sistêmico (LES), com recente aumento de doses e adição de novas drogas para seu controle. É internada para realização de biópsia renal. No quinto dia de internação, começa a apresentar febre baixa e dor intensa em hemitórax direito. Pouco tempo depois, notou algumas vesículas confluentes no local, que rapidamente progrediram, formando uma faixa no hemitórax direito. Ao exame: estado geral regular, lúcida, corada e hidratada, acianótica, escleróticas anictéricas. Tax 38,8°C, PA: 110/80 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 36 irpm. Presença de lesões em vários estágios evolutivos (máculas, pápulas, vesículas e pústulas), a maioria disposta em faixa no hemitórax direito e algumas vesículas dispersas na parede abdominal esquerda e na coxa direita. AR: MV audível bilateralmente, sem adventícios; ACV: RCR em 2T BNF sem sopros ou arritmias. Abdome flácido sem visceromegalias. Membros inferiores sem edemas.
Durante sua internação, a paciente teve contato com a psicóloga
do serviço, gestante na 20º semana de gestação, com quem
conversou apenas na admissão, e com os seguintes profissionais
de saúde, que a acompanharam até o início do quadro cutâneo:
um médico, com 30 anos e vacinado para varicela, uma
enfermeira, com 58 anos e história de varicela na infância, e uma
auxiliar de enfermagem, com 28 anos e ausência de história de
varicela. Nenhum dos profissionais de saúde tem comorbidades
relevantes.
Atenção! O Enunciado a seguir refere-se à próxima questão.
Mulher de 49 anos, em tratamento para lúpus eritematoso sistêmico (LES), com recente aumento de doses e adição de novas drogas para seu controle. É internada para realização de biópsia renal. No quinto dia de internação, começa a apresentar febre baixa e dor intensa em hemitórax direito. Pouco tempo depois, notou algumas vesículas confluentes no local, que rapidamente progrediram, formando uma faixa no hemitórax direito. Ao exame: estado geral regular, lúcida, corada e hidratada, acianótica, escleróticas anictéricas. Tax 38,8°C, PA: 110/80 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 36 irpm. Presença de lesões em vários estágios evolutivos (máculas, pápulas, vesículas e pústulas), a maioria disposta em faixa no hemitórax direito e algumas vesículas dispersas na parede abdominal esquerda e na coxa direita. AR: MV audível bilateralmente, sem adventícios; ACV: RCR em 2T BNF sem sopros ou arritmias. Abdome flácido sem visceromegalias. Membros inferiores sem edemas.
Durante sua internação, a paciente teve contato com a psicóloga
do serviço, gestante na 20º semana de gestação, com quem
conversou apenas na admissão, e com os seguintes profissionais
de saúde, que a acompanharam até o início do quadro cutâneo:
um médico, com 30 anos e vacinado para varicela, uma
enfermeira, com 58 anos e história de varicela na infância, e uma
auxiliar de enfermagem, com 28 anos e ausência de história de
varicela. Nenhum dos profissionais de saúde tem comorbidades
relevantes.
Nessa situação, a conduta preconizada é:
Nesse caso, a prescrição mais adequada para a paciente é: