Questões de Concurso
Comentadas para médico ginecologista e obstetra
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( ) No final do século XIX, o município era conhecido como Rancho dos Ubás, pois abrigava os tropeiros, muitos vindos de Minas Gerais.
( ) O desenvolvimento do município se fez graças ao cultivo de café, cana-de-açúcar, feijão, algodão e milho.
( ) Em 1990, o município foi emancipado.
A sequência está correta em:
I. As principais atividades econômicas são: culturas de tomate, pimentão e pepino.
II. Itaperuna é um município limítrofe ao município de São José de Ubá.
III. Santo Antônio do Colosso é uma das principais vilas do município de São José de Ubá.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
I. A candidíase recorrente é a infecção ginecológica mais comum, e a prevenção de recidivas pode ser realizada por meio da administração de antifúngicos tópicos no período pré-menstrual por um curto intervalo de tempo.
II. A vaginose bacteriana pode aumentar o risco de doença inflamatória pélvica e, por isso, o tratamento deve ser realizado mesmo em pacientes assintomáticas.
III. As pacientes necessitam de doses maiores de antivirais para o controle das infecções pelo Herpes Vírus Simples, podendo ser necessária a administração de aciclovir injetável para os casos de maior gravidade.
A partir dessa análise, pode-se concluir que
A duplicação, a transcrição e a tradução de genes são processos perfeitos, e a fidelidade é de 100%.
A idade avançada é considerada o fator de risco isolado mais importante para o desenvolvimento de câncer.
A maioria dos cânceres é causada por mutações somáticas espontâneas. Entretanto, uma pequena porcentagem de cânceres origina-se em um contexto genômico hereditário.
O soro fisiológico é um meio de distensão seguro nos procedimentos histeroscópicos que exigem eletricidade de radiofrequência de ressectoscópios monopolares tradicionais.
Que cidade, que não Brasília, poderia oferecer ao mundo um escândalo tão completo? E que reunisse, de uma só vez, todos os pecados capitais? No vídeo do governador José Roberto Arruda, logo aparecem a preguiça e a gula. Primeiro, ele estira o corpo na poltrona, como se repousasse sob a sombra de uma palmeira. Mas, quando o ex-secretário Durval Barbosa exibe um maço de R$ 50 mil, o predador Arruda saliva e salta em direção ao dinheiro como se fosse a mais rara das iguarias. Na cena seguinte, Marcelo Carvalho, operador do vice Paulo Octávio, recolhe a mala para o chefe. Um dos homens mais ricos de Brasília e talvez tão avarento como o Harpagon, de Molière. Soberbo, por sua vez, foi o deputado Leonardo (Im) Prudente, aquele que escondeu nas meias sua propina. Ira e inveja motivaram Durval e seus patrocinadores, que, durante anos, filmaram cada cena do espetáculo. E a luxúria esteve presente em tudo, pois o escândalo Arruda já nem pode ser definido como “batom na cueca”. Foi sexo explícito, à luz do dia.
Brasília, que nasceu do sonho faraônico de Juscelino Kubitschek, não é apenas uma cidade singular, terra de lobistas e grileiros, onde tantas fortunas sem pedigree foram criadas nos últimos 50 anos. É também uma capital surreal e quase psicodélica. Em que outro lugar do mundo o corregedor da Câmara, Júnior Brunelli, ergueria as mãos para os céus depois de roubar? Na oração, ele diz: “Senhor, eu sou vulnerável, mas preciso de instrumentos... Somos gratos pela vida do Durval, que é uma bênção em nossas vidas... Precisamos de cobertura, Senhor. Precisamos de uma cidade diferente.” Foi como se tentasse explicar ao Todo-Poderoso que, na política, os fins justificam os meios. Imoral? Não, apenas amoral. Digno de uma gente que talvez nunca tenha sabido diferenciar o certo do errado. E que se esqueceu apenas de acrescentar algumas frases à prece, como “afastai-nos da Polícia Federal”, “apagai as imagens” e “emudecei os grampos”.
Quando conseguiu se eleger governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda ganhou uma segunda chance. Ele, que renunciou para não ser cassado, depois de flagrado por ISTOÉ no escândalo da violação do painel do Senado, foi perdoado pela população de Brasília. Só que agora, por mais elevadas que sejam as rezas, não haverá saída. Redenção, só existe uma. E, ao tentar justificar seu crime dizendo que usou o dinheiro para comprar panetones, o governador apenas acrescentou ao mais fantástico escândalo já visto no Brasil a também mais esfarrapada das desculpas. Tudo é tão inacreditável que até a rima final será perfeita. “Arruda na Papuda”, é o que já diz o povo nas ruas. E a Papuda, para quem não a conhece, é o maior presídio de Brasília.
Disponível em <http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/coluna/20738_PECADOS+CAPITAIS>. Acesso em 20 dez 2009.
Assinale a alternativa cuja expressão foi empregada em sentido conotativo.