Questões de Concurso
Comentadas para fisioterapeuta
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O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
Leia o caso clínico a seguir.
O fisioterapeuta orientou uma paciente a realizar de 8 a 12 exercícios de contração dos músculos do assoalho pélvico, 3 vezes ao dia, em 3-4 dias da semana, mantendo os músculos contraídos por 6 a 10 segundos.
Essa terapia é denominada de
Leia o caso clínico a seguir.
O fisioterapeuta é chamado para avaliar um paciente na emergência para ver a necessidade de ventilação não-invasiva (VNI). Ao observar que não havia contraindicação e que o paciente se tratava de um caso de DPOC exacerbado e ICC agudizada, instalou a VNI a fim de manter um processo de ventilação adequada, visando impedir a progressão para fadiga muscular e/ou parada respiratória.
É considerado sucesso da VNI quando se observa
Leia o caso a seguir.
Um paciente chegou à emergência com um quadro de cefaleia, hemiplegia à direita e disfasia. Foi feita uma tomografia cerebral e observada oclusão da artéria cerebral média esquerda.
Qual o diagnóstico nesse caso?
Os ossos sustentam o corpo humano à medida que ele interage com o ambiente (1ª parte). Embora muitos tecidos que se ligam ao esqueleto sustentem o corpo, somente o músculo pode adaptar-se tanto a forças externas imediatas (agudas) como a repetidas, de longo prazo (crônicas), que podem desestabilizar o corpo (2ª parte). O tecido muscular é ideal para essa função, pois é acoplado tanto ao ambiente externo como aos mecanismos de controle interno fornecidos pelo sistema nervoso (3ª parte).
Quais partes estão corretas?
Coluna 1
1. Teste de Schober modificado.
2. Teste de Lasègue.
3. Sinal de Bragard.
Coluna 2
( ) Elevação passiva do membro afetado em extensão, flexionando a perna em nível do quadril com o paciente deitado em posição dorsal.
( ) Faz-se uma marca na coluna no nível da linha que une as espinhas ilíacas posterossuperiores (L5-S1). Com o auxílio de uma fita métrica, faz-se uma marca 10 cm acima e 5 cm abaixo desse ponto. Mede-se a distância entre as duas marcas após o paciente realizar a flexão anterior da coluna lombar.
( ) Após a elevação da perna até o ponto de dor, abaixa-se o membro até a faixa sem dor. Em seguida, realiza-se a dorsiflexão ipsilateral do pé.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
( ) A Mensuração de Independência Funcional (MIF) e o Índice de Barthel de AVD são indicadores de alta sensibilidade e confiabilidade na avaliação da independência funcional, sendo recomendados para medir a eficácia da reabilitação.
( ) O Índice de Barthel de AVD é considerado fidedigno, mas pode não ser confiável para medir alterações em tarefas sensório-motoras, pois a sensibilidade do teste pode depender das perguntas realizadas e, portanto, não deve ser o único indicador de mudanças funcionais.
( ) A MIF é menos sensível do que o Índice de Barthel de AVD e, portanto, não é recomendada para avaliar a recuperação funcional dos pacientes em reabilitação.
( ) O Índice de Barthel de AVD pode ser útil para avaliar a independência em atividades de vida diária, mas deve ser complementado com outras ferramentas de avaliação, como a MIF, para obter uma visão mais abrangente da funcionalidade do paciente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: