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Q3377673 Fisioterapia
A fisioterapia pélvica desempenha um papel crucial no tratamento de disfunções do assoalho pélvico em mulheres. Dentre as técnicas utilizadas, a eletroestimulação intravaginal é uma opção terapêutica. Sobre essa modalidade, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3377672 Fisioterapia
Em fisioterapia para reabilitação ginecológica pós-parto, qual técnica tem mostrado maior eficácia na prevenção de incontinência urinária:
Alternativas
Q3377671 Fisioterapia
Intervenções de fisioterapia têm se mostrado eficazes na melhoria de resultados reportados por pacientes em tratamento com apixabana após procedimentos cardiológicos:
Alternativas
Q3377670 Fisioterapia
Considerando as intervenções de fisioterapia para pacientes em pós-operatório de cirurgia torácica, o uso de exercícios de expansão torácica é fundamental para:
Alternativas
Q3377669 Fisioterapia
Na reabilitação pulmonar de pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), a técnica de drenagem postural deve ser aplicada com o objetivo de:
Alternativas
Q3377668 Fisioterapia
A implementação de estratégias de treinamento de equilíbrio em pacientes após Acidente Vascular Cerebral (AVC) utiliza exercícios de deslocamento do centro de massa para:
Alternativas
Q3377667 Fisioterapia
Em relação às intervenções para melhoria da marcha em pacientes com Esclerose Múltipla, a utilização de treinamento em esteira com suporte de peso é indicada para:
Alternativas
Q3377666 Fisioterapia
Avaliação da eficácia de técnicas de fisioterapia manual no tratamento da capsulite adesiva foca em qual principal resultado terapêutico:
Alternativas
Q3377665 Fisioterapia
Na intervenção fisioterapêutica para fraturas de punho, a aplicação de terapia por ultrassom pulsado é eficaz devido à sua capacidade de: 
Alternativas
Q3377664 Fisioterapia
A escolha de um programa de fortalecimento muscular para pacientes pós-cirurgia de reconstrução do LCA deve priorizar inicialmente:
Alternativas
Q3377663 Fisioterapia
Considerando as técnicas de mobilização articular em pacientes com osteoartrite do joelho, a aplicação da técnica Maitland de grau III foca primariamente em:
Alternativas
Q3377662 Fisioterapia
Considerando as técnicas de correção para anomalias posturais, identifique a estratégia que NÃO é efetiva na correção de desordens posturais crônicas:
Alternativas
Q3377661 Fisioterapia
Na avaliação da patomecânica postural, identifique o elemento que NÃO contribui diretamente para o diagnóstico de desordens posturais:
Alternativas
Q3377660 Fisioterapia
A análise postural é fundamental no diagnóstico de anomalias posturais. Avalie os métodos corretos de diagnóstico das patomecânicas associadas às desordens posturais:
Alternativas
Q3377659 Fisioterapia
Na condução de exames para diagnóstico em fisioterapia, a avaliação funcional do movimento é essencial. Considere os elementos chave que devem ser investigados:
Alternativas
Q3377658 Fisioterapia
Dentro da avaliação semiológica realizada pelo fisioterapeuta, a análise da dor é um componente crucial para o planejamento terapêutico. Considere os aspectos da dor que devem ser minuciosamente avaliados:
Alternativas
Q3377319 Noções de Informática
Na barra de tarefas do Windows 7 é possível visualizar facilmente informações importantes para usuário, como:
Alternativas
Q3377318 Sistemas Operacionais
Com base nos conhecimentos relacionados ao sistema operacional Windows 7, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto a seguir:
O Windows 7, desenvolvido pela ___________, é uma versão do sistema operacional Windows, destinado a computadores pessoais, tanto para uso doméstico quanto empresarial.
Alternativas
Q3377301 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Mineração afeta mais de um terço dos grandes símios da África

Os riscos da mineração para os grandes símios no continente africano têm sido subestimados. É o que sugere um estudo publicado no periódico Science Advances, que aponta que mais de um terço da população desses primatas (cerca de 180 mil gorilas, bonobos e chimpanzés) está sob ameaça devido a projetos para extrair minérios. Os pesquisadores, no entanto, ressaltam que o número de primatas em risco pode ser maior. “A falta de compartilhamento de dados pelos projetos de mineração dificulta nossa compreensão científica do verdadeiro impacto sobre os grandes primatas e seu habitat”, alerta Jessica Junker, da organização sem fins lucrativos de proteção à vida selvagem Re:wild, em comunicado.

Necessários para uma transição em larga escala para uma energia mais limpa, minerais como cobre, lítio, níquel e cobalto têm sido explorados na África e sua mineração tem provocado o desmatamento de florestas tropicais. Os pesquisadores analisaram quantos macacos poderiam ser negativamente impactados por essa atividade a partir de dados sobre a densidade populacional desses animais e do mapeamento de áreas de extração de minérios.

A equipe de pesquisadores usou dados sobre locais de mineração operacionais e préoperacionais em 17 nações africanas e definiu zonas de amortecimento de 10 km para contabilizar os impactos diretos, como destruição de habitat e poluição luminosa e sonora. Já os impactos indiretos ligados ao aumento da atividade humana perto de locais de mineração foram considerados em uma zona de amortecimento de 50 km e incluem ameaças aos animais como aumento da caça, perda de habitat e risco de transmissão de doenças.

Na Libéria, Serra Leoa, Mali e Guiné, os pesquisadores observaram uma maior sobreposição entre a quantidade de macacos e áreas de mineração. Nessa última nação, inclusive, mais de 23 mil chimpanzés (ou até 83% da população de macacos do país) estavam sob ameaça direta ou indireta devido à mineração.

Os especialistas também exploraram como as áreas de mineração se intersectam com o que é considerado “habitat crítico”, isto é, regiões cruciais para a biodiversidade, não necessariamente relacionadas aos símios. “As empresas que operam nessas áreas devem ter esquemas adequados de mitigação e compensação para minimizar seu impacto, o que parece improvável, uma vez que a maioria das empresas não possui dados robustos sobre a linha de base das espécies que são necessários para embasar essas ações”, afirma Tenekwetche Sop, gerente do banco de dados A.P.E.S., da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Atualmente, os impactos indiretos e de longo prazo são raramente considerados e mitigados pelas empresas mineradoras, segundo os pesquisadores. Os esquemas de compensação atuais são desenvolvidos para durar tanto quanto os projetos de extração de minérios estão ativos (geralmente cerca de 20 anos), mas a maioria dos efeitos da mineração sobre os grandes símios são permanentes.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2024/04/mineracao-afetamais-de-um-terco-dos-grandes-simios-daafrica.ghtml
Analise o seguinte excerto quanto à pontuação: “Necessários para uma transição em larga escala para uma energia mais limpa, minerais como cobre, lítio, níquel e cobalto têm sido explorados na África [...]” A primeira vírgula empregada no excerto ocorre em função do papel sintático desempenhado pela construção que o inicia, que corresponde a:
Alternativas
Q3377298 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Mineração afeta mais de um terço dos grandes símios da África

Os riscos da mineração para os grandes símios no continente africano têm sido subestimados. É o que sugere um estudo publicado no periódico Science Advances, que aponta que mais de um terço da população desses primatas (cerca de 180 mil gorilas, bonobos e chimpanzés) está sob ameaça devido a projetos para extrair minérios. Os pesquisadores, no entanto, ressaltam que o número de primatas em risco pode ser maior. “A falta de compartilhamento de dados pelos projetos de mineração dificulta nossa compreensão científica do verdadeiro impacto sobre os grandes primatas e seu habitat”, alerta Jessica Junker, da organização sem fins lucrativos de proteção à vida selvagem Re:wild, em comunicado.

Necessários para uma transição em larga escala para uma energia mais limpa, minerais como cobre, lítio, níquel e cobalto têm sido explorados na África e sua mineração tem provocado o desmatamento de florestas tropicais. Os pesquisadores analisaram quantos macacos poderiam ser negativamente impactados por essa atividade a partir de dados sobre a densidade populacional desses animais e do mapeamento de áreas de extração de minérios.

A equipe de pesquisadores usou dados sobre locais de mineração operacionais e préoperacionais em 17 nações africanas e definiu zonas de amortecimento de 10 km para contabilizar os impactos diretos, como destruição de habitat e poluição luminosa e sonora. Já os impactos indiretos ligados ao aumento da atividade humana perto de locais de mineração foram considerados em uma zona de amortecimento de 50 km e incluem ameaças aos animais como aumento da caça, perda de habitat e risco de transmissão de doenças.

Na Libéria, Serra Leoa, Mali e Guiné, os pesquisadores observaram uma maior sobreposição entre a quantidade de macacos e áreas de mineração. Nessa última nação, inclusive, mais de 23 mil chimpanzés (ou até 83% da população de macacos do país) estavam sob ameaça direta ou indireta devido à mineração.

Os especialistas também exploraram como as áreas de mineração se intersectam com o que é considerado “habitat crítico”, isto é, regiões cruciais para a biodiversidade, não necessariamente relacionadas aos símios. “As empresas que operam nessas áreas devem ter esquemas adequados de mitigação e compensação para minimizar seu impacto, o que parece improvável, uma vez que a maioria das empresas não possui dados robustos sobre a linha de base das espécies que são necessários para embasar essas ações”, afirma Tenekwetche Sop, gerente do banco de dados A.P.E.S., da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN).

Atualmente, os impactos indiretos e de longo prazo são raramente considerados e mitigados pelas empresas mineradoras, segundo os pesquisadores. Os esquemas de compensação atuais são desenvolvidos para durar tanto quanto os projetos de extração de minérios estão ativos (geralmente cerca de 20 anos), mas a maioria dos efeitos da mineração sobre os grandes símios são permanentes.

Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/um-soplaneta/noticia/2024/04/mineracao-afetamais-de-um-terco-dos-grandes-simios-daafrica.ghtml
Todas as afirmações a seguir podem ser depreendidas da reportagem apresentada, exceto:
Alternativas
Respostas
7441: C
7442: B
7443: E
7444: E
7445: E
7446: D
7447: E
7448: D
7449: D
7450: D
7451: A
7452: D
7453: C
7454: D
7455: C
7456: A
7457: A
7458: C
7459: A
7460: E