Foram encontradas 7.360 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2240889 Português
O trabalho escravo no Brasil

          De forma mais simples, o termo trabalho escravo contemporâneo é usado no Brasil para designar a situação em que a pessoa está submetida a trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e/ou condições degradantes. Não é necessário que os quatro elementos estejam presentes: apenas um deles é suficiente para configurar a exploração de trabalho escravo.

          Trabalho forçado: o trabalhador é submetido à exploração, sem possibilidade de deixar o local por causa de dívidas, violência física ou psicológica ou outros meios usados para manter a pessoa trabalhando. Em alguns casos, o trabalhador se encontra em local de difícil acesso, dezenas de quilômetros distante da cidade, isolado geograficamente e longe de sua família e de uma rede de proteção. Em outros, os salários não são pagos até que se finalize a empreitada, e o trabalhador permanece no serviço com a esperança de, um dia, receber. Há ainda os casos em que os documentos pessoais são retidos pelo empregador, e o trabalhador se vê impedido de deixar o local.

         Jornada exaustiva: não se trata somente de um excesso de horas extras não pagas. É um expediente desgastante que coloca em risco a integridade física e a saúde do trabalhador, já que o intervalo entre as jornadas é insuficiente para que possa recuperar suas forças. Há casos em que o descanso semanal não é respeitado. Assim, o trabalhador também fica impedido de manter vida social e familiar e corre mais riscos de adoecimento físico e mental. 

[...]

Disponível em: https://escravonempensar.org.br/o-trabalho-escravo-no-brasil/. Acesso em: 05 jun. 2023 (Adaptado)
Dadas as afirmativas a respeito dos mecanismos linguísticos gramaticais e semânticos,
I. Em: “... o termo trabalho escravo contemporâneo é usado no Brasil para designar a situação em que a pessoa está submetida a trabalho forçado, jornada exaustiva, servidão por dívidas e/ou condições degradantes”, os vocábulos destacados representam mecanismos de coesão semântica: emprego de repetição lexical.
II. Em: “Em alguns casos, o trabalhador se encontra em local de difícil acesso, dezenas de quilômetros distante da cidade, isolado geograficamente e longe de sua família e de uma rede de proteção. Em outros, os salários não são pagos até que se finalize a empreitada...”, as expressões grifadas são recursos de coesão gramatical: ordenadores capazes de organizar as informações dentro do texto.
III. As locuções conjuntivas “já que” e “para que” em: “É um expediente desgastante que coloca em risco a integridade física e a saúde do trabalhador, já que o intervalo entre as jornadas é insuficiente para que possa recuperar suas forças” estabelecem conexão entre as orações, representando nexos e exprimindo ideia de concessão e de finalidade, respectivamente.
IV. O advérbio “assim”, presente no último período do texto, refere-se ao período anterior: trata-se de uma referência catafórica.
verifica-se que está/ão correta/s apenas
Alternativas
Q2240888 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://walkermoreira.blogspot.com/2013/03/regencia-verbal-assunto-e-exercicio.html. Acesso em: 06 jun. 2023.


Considerando-se a regência do verbo “lembrar”, afirmativas,  


I. Quanto à regência do verbo lembrar, nos 2º e 3º quadrinhos da tira, pode-se dizer que esse verbo não foi usado como pronominal; portanto, não admite preposição.

II. As orações “Eles nunca lembram de uma data importante! “Lembro do dia de nossa primeira briga feia...” poderiam ser reescritas, adequando-as ao padrão da língua culta da seguinte forma: “Eles nunca se lembram de uma data importante!” e “Lembro-me do dia de nossa primeira briga feia...”.  

III. Sem prejuízo sintático, as orações "Eles nunca lembram de uma data importante!” e “Lembro do dia de nossa primeira briga feia...” poderiam ser reescritas da seguinte forma: “Eles nunca lembram uma data importante!” e “Lembro o dia de nossa primeira briga feia...”.


verifica-se que está/ão correta/s 


Alternativas
Q2240887 Português

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em : https://bichinhosdejardim.com/page/8/. Acesso em : 8 jun. 2023.


A respeito do pronome “esse”, na primeira fala da tira, afirmar que é um 

Alternativas
Q2240886 Português

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://www.facebook.com/groups/2006995216188452/. Acesso em: 06 jun. 2023.


As três formas verbais presentes no cartaz apresentam-se na



Alternativas
Q2237738 Noções de Informática
Um teclado alfanumérico do tipo qwerty, para utilização no Brasil, possui quantas “teclas de função”? 
Alternativas
Q2237737 Noções de Informática
O espaçamento entre caracteres permite aumentar ou diminuir a distância entre as letras em uma palavra ou até mesmo em um texto inteiro. No Word, este recurso está presente em qual menu?
Alternativas
Q2237736 Noções de Informática
Conforme a configuração que pode ser dada ao mouse, o que acontecerá ao cursor/ponteiro ao se pressionar a tecla “Ctrl”?
Alternativas
Q2237729 Matemática
Jonas pretende fazer um empréstimo de R$ 10.000,00 a juros simples. Consultou cinco diferentes bancos, denominados Americano, Baiano, Caetano, Deliano e Elmano. As propostas de cada um dos cinco bancos está apresentada na tabela a seguir. 
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que apresenta o banco que contém o menor juros para o empréstimo de Jonas.
Alternativas
Q2237727 Matemática
Josué faz trufas. Quando ele trabalha com outros dois funcionários por três dias, juntos produzem 180 trufas. Quantas trufas serão produzidas se ele trabalhar com outros quatro funcionários, no mesmo ritmo, por quatro dias?
Alternativas
Q2237723 Português
Assinale a alternativa em que a afirmação está na voz ativa.
Alternativas
Q2237718 Português
Assinale a alternativa em que a vírgula foi empregada de forma CORRETA.
Alternativas
Q2237717 Português
“Educação Brasileira: Cara e falha?

É inegável o avanço no acesso da população à educação nas últimas duas décadas: a média de anos de estudos aumentou em 55% nos últimos 20 anos e pesquisas recentes mostram que 93% das crianças entre 6 e 14 anos estão matriculadas no ensino fundamental. Todavia, quando a questão é qualidade do ensino, o Brasil continua, ano após ano, amargando as últimas colocações em rankings internacionais como o PISA, onde ranqueia 59.º em leitura, 73.º em matemática e 67.º em ciências humanas dentro dos 79 países analisados. No tocante ao orçamento, dados do Banco Mundial de 2010 demonstram que as despesas com educação no Brasil representam 21% do PIB per capita, muito similar a média da OCDE de 22%, semelhança essa que se mantém até os dias atuais. Chame de investimento; chame de gasto, a verdade é que a quantidade de dinheiro que se coloca na educação brasileira é proporcionalmente semelhante à de países desenvolvidos. Assim, se há evidências que a área da educação não sofre subfinanciamento orçamentário, qual é o real impacto do aumento ou diminuição da alocação orçamentária na qualidade da educação pública? Será que existe algum fator que contribui mais significativamente para a melhora no ensino público brasileiro do que o financiamento? Um estudo da FGV/IBRE, publicado por Joana Monteiro, busca responder essa questão. Nele foram analisados a qualidade dos serviços educacionais de municípios produtores e não produtores de petróleo: graças aos royalties, as cidades petrolíferas gastam consideravelmente mais do que as não petrolíferas. Após analisar o censo escolar de 239 dos 256 municípios localizados na costa brasileira, nenhum dentre os quatro indicadores estudados indicaram associação entre maiores despesas e melhores rendimentos. As notas dos alunos na Avaliação Nacional do Rendimento Escolar confirmam essa ausência de associação: “gastos extras em educação gerados pelos recursos de royalties dos municípios produtores da costa não causaram nenhuma melhora nas notas gerais”.
A ausência de melhora no desempenho escolar pode ser explicada por alguns pontos. O principal é o mal gerenciamento dos recursos direcionados ao financiamento da educação. Muitas perdas acabam ocorrendo por corrupção na alocação de recursos, que ainda persiste como um problema no Brasil, ou até mesmo por conta do método de reajuste e aumento salarial de funcionários da área. Um estudo da University College London demonstrou que quando aumentos salariais de docentes não estão diretamente relacionados a uma melhora no desempenho dos professores, situação frequentemente observada no Brasil, eles falham em melhorar a qualidade do ensino como um todo. A melhor forma, portanto, de causar um impacto na educação é com uma melhor gestão escolar."

(Texto adaptado: Gustavo Arienzo. Disponível em: https://jpfgv.com.br/artigo-de-opiniao-educacao-brasileira-cara-e-falha/).

Assinale a alternativa em que o hífen está empregado de forma CORRETA.
Alternativas
Q2237716 Português
“Educação Brasileira: Cara e falha?

É inegável o avanço no acesso da população à educação nas últimas duas décadas: a média de anos de estudos aumentou em 55% nos últimos 20 anos e pesquisas recentes mostram que 93% das crianças entre 6 e 14 anos estão matriculadas no ensino fundamental. Todavia, quando a questão é qualidade do ensino, o Brasil continua, ano após ano, amargando as últimas colocações em rankings internacionais como o PISA, onde ranqueia 59.º em leitura, 73.º em matemática e 67.º em ciências humanas dentro dos 79 países analisados. No tocante ao orçamento, dados do Banco Mundial de 2010 demonstram que as despesas com educação no Brasil representam 21% do PIB per capita, muito similar a média da OCDE de 22%, semelhança essa que se mantém até os dias atuais. Chame de investimento; chame de gasto, a verdade é que a quantidade de dinheiro que se coloca na educação brasileira é proporcionalmente semelhante à de países desenvolvidos. Assim, se há evidências que a área da educação não sofre subfinanciamento orçamentário, qual é o real impacto do aumento ou diminuição da alocação orçamentária na qualidade da educação pública? Será que existe algum fator que contribui mais significativamente para a melhora no ensino público brasileiro do que o financiamento? Um estudo da FGV/IBRE, publicado por Joana Monteiro, busca responder essa questão. Nele foram analisados a qualidade dos serviços educacionais de municípios produtores e não produtores de petróleo: graças aos royalties, as cidades petrolíferas gastam consideravelmente mais do que as não petrolíferas. Após analisar o censo escolar de 239 dos 256 municípios localizados na costa brasileira, nenhum dentre os quatro indicadores estudados indicaram associação entre maiores despesas e melhores rendimentos. As notas dos alunos na Avaliação Nacional do Rendimento Escolar confirmam essa ausência de associação: “gastos extras em educação gerados pelos recursos de royalties dos municípios produtores da costa não causaram nenhuma melhora nas notas gerais”.
A ausência de melhora no desempenho escolar pode ser explicada por alguns pontos. O principal é o mal gerenciamento dos recursos direcionados ao financiamento da educação. Muitas perdas acabam ocorrendo por corrupção na alocação de recursos, que ainda persiste como um problema no Brasil, ou até mesmo por conta do método de reajuste e aumento salarial de funcionários da área. Um estudo da University College London demonstrou que quando aumentos salariais de docentes não estão diretamente relacionados a uma melhora no desempenho dos professores, situação frequentemente observada no Brasil, eles falham em melhorar a qualidade do ensino como um todo. A melhor forma, portanto, de causar um impacto na educação é com uma melhor gestão escolar."

(Texto adaptado: Gustavo Arienzo. Disponível em: https://jpfgv.com.br/artigo-de-opiniao-educacao-brasileira-cara-e-falha/).

Considerando as regras de emprego da crase, assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas da afirmação a seguir. Enquanto o brasileiro ficar ___ espera de melhorias na educação pública, a situação futura do país será idêntica ___ atual, por isso deve-se exigir mais atenção ___ isso. 
Alternativas
Respostas
2381: A
2382: E
2383: E
2384: D
2385: A
2386: B
2387: D
2388: E
2389: B
2390: E
2391: C
2392: B
2393: B
2394: A
2395: C
2396: D
2397: E
2398: B
2399: B
2400: D