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Q2426623 Português

Leia o texto e responda o que se pede no comando das questões.

O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

A relação coesiva pronome relativo antecedente não se faz presente em:

Alternativas
Q2426622 Português

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O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

Falhou a relação no termo destacado e sua significação em:

Alternativas
Q2426621 Português

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O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

No parágrafo 1, "(...) - tomara fosse possível - (...)", o emprego dos travessões se deu:

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Q2426620 Português

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O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

Identifique a alternativa em que a concordância verbal não está sendo feita com o núcleo do sujeito.

Alternativas
Q2426619 Português

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O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

Leia as afirmativas e marque a alternativa correta:


I- Ter consciência de sua limitação é antítese ao adjetivo "posudo".

II- "(...) nosso bem mais valioso, (...)" é metaforização da vida.

III- "Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender." caracteriza antropomorfização da natureza.

IV- Exemplo de antítese: "(...) em busca de aprendizagem e de erros (...)".

Alternativas
Q2426618 Português

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O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

Entre os aspectos destacados na prática médica após insucesso só não foi listado:

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Q2426617 Português

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O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

Ao considerar a sessão Morte Revisitada como catarse, o autor quis pontuar que os envolvidos:

Alternativas
Q2426616 Português

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O que somos e o que aparentamos ser


No roteiro educativo dos residentes da Clínica Mayo, a sessão aguardada com mais ansiedade por todos, e com sofrimento visceral pelos envolvidos era a chamada Morte Revisitada. Quinzenalmente, quatro mortes recentes eram analisadas em busca de aprendizagem e de erros que pudessem ser convertidos em lições para que - tomara fosse possível - não se repetissem.

Aquela catarse era precedida por trocas de confidências, apoio velado, revisões conjuntas e insônia, muita insônia, porque sem dúvida um dos exercícios mais massacrantes da atividade médica é a retrospecção dos maus casos.

Quando temos isenção ao revisar o que aconteceu na trajetória do fracasso é inevitável descobrir que invariavelmente ocorrem momentos em que alguma coisa não foi bem entendida ou adequadamente valorizada e que, se tivesse sido, o desfecho poderia ser diferente.

Como sempre aprendemos com os nossos erros, nada mais didático do que esquadrinhá-los em busca de aprendizado para o futuro. Mas como dói!

E porque dói a maioria dos médicos e hospitais mesmo os universitários, fogem dessa prática. Mas cômodo é atribuir o insucesso à natureza, que além de grande e generosa não tem como se defender. A atividade médica, ancorada numa ciência imprecisa sem a inflexibilidade dos modelos matemáticos, usa os meios conhecidos de decisão baseados em evidências, e depende de fatores impalpáveis como atenção bom senso, juízo crítico e experiência. E, se não bastasse pode ser influenciada por elementos ainda mais fragilizantes como depressão, ansiedade, mau humor e cansaço.

Se o dia a dia dessa atividade, tão fascinante e exigente porque lida com nosso bem mais valioso, está exposto a uma margem de erro tão perturbadora, o mínimo que se espera de um médico responsável é a consciência da sua limitação. Não pode ser coincidência que os melhores médicos sejam pessoas humildes, serenas e bem resolvidas. Não há espaço para exibicionismo e arrogância na trilha pantanosa da incerteza e do imprevisto. Em 40 anos de atividade médica intensa, nunca encontrei um posudo que fosse, de verdade, um bom médico. O convívio diário com a falibilidade recicla atitudes, elimine encenações, modela comportamentos e enternece corações. Tenho reiterado isso aos mais jovens: evitem os pretensiosos, porque eles, na ânsia irrefreável de aparentar gastam toda a energia imprescindível para ser. E ficam assim, vazios.

Dr. J J Camargo (Depoimento do médico-cirurgião torácico do setor de Transplantes da Santa Casa de Porto Alegre).

A responsabilidade social na qualificação para o exercício da medicina de profissionais competentes passa, segundo o texto:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363630 Medicina
      Paciente do sexo masculino, de cinquenta anos de idade, foi atendido na emergência com queixas de náuseas, vômitos, dores musculares difusas, queda do débito urinário e ocorrência de urina de coloração marrom há quatro dias. Ele relatou ser praticante não rotineiro de esportes radicais, sendo que os sintomas tiveram início após ele ter realizado uma descida de um cânion, na qual foi utilizada uma espécie de cadeira feita de cordas, para a sustentação do peso do corpo. No decorrer da atividade, ele relatou ter sentido fortes dores nos membros inferiores. Após a chegada ao solo, observou micção escurecida, mialgia nos membros inferiores, dificuldades de manter‑se em pé e fraqueza. O paciente relatou, ainda, que realizou uma caminhada de cinco horas por caminhos íngremes e extenuantes, tendo que transpor riachos de águas gélidas e que, durante todo o trajeto, houve a manutenção do quadro clínico.

      Ele negou relato de patologia renal passada ou familiar, negou ter quadro infeccioso, negou fazer uso de estatinas, cocaína, anti‑inflamatórios não esteroidais, medicamentos antagonistas do receptor da angiotensina II e não havia imunologia positiva para leptospirose.

      Os resultados dos exames laboratoriais foram os seguintes: creatinofosfoquinase (CK) 5195 mg/dL (valores de referência = 35 a 232 mg/dL); aldolase 16 UI/L (valores de referência = 3 a 7 UI/L); creatinina 13,2 mg/dL (valores de referência = 0,6 a 1,30 mg/dL – homens); ureia 230 mg/dL (valores de referência = 13 a 43 mg/dL); potássio 5,1 mEq/L (valores de referência = 3,8 a 5,1 mEq/L); e lactato desidrogenase 182 UI/L (valores de referência = 120 a 246 UI/L). Um exame complementar, realizado no terceiro dia de internação, evidenciou mioglobina sérica 117 ng/mL (valores de referência = 25 a 72 ng/mL). Após a avaliação laboratorial, atestou‑se que se tratava de um caso de insuficiência renal aguda (IRA), secundária à rabdomiólise.

Considerando esse caso clínico, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363629 Medicina
     Em uma paciente do sexo feminino, de vinte anos de idade, foi coletado sangue para gasometria arterial, cujos resultados foram: pH = 7,5; pCO2 (pressão parcial de gás carbônico) = 46 mmHg; [HCO3 ] (concentração de íons bicarbonato) = 35 mmol/L.

Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta a condição ácido‑base da referida paciente.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363628 Medicina
As células presentes nos tecidos e na circulação que atuam como sentinelas de infecção, fagocitando microrganismo e, assim, iniciando respostas inatas rápidas que, por intermédio da exibição de antígenos proteicos em sua superfície, promovem a ligação da resposta inata à resposta imune adaptativa são do tipo
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363627 Medicina
A doença neurológica desmielinizante autoimune crônica, na qual as células T CD4+ das subpopulações TH1 e TH17 reagem contra autoantígenos de mielina, resultando em inflamação com ativação de macrófagos ao redor dos nervos no cérebro e na medula espinhal e comprometendo a mielina é denominada
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363626 Medicina
A realização de análises espectrofotométricas compõe a rotina de um laboratório de análises clínicas. Considere que, na realização de um ensaio de espectrofotometria de absorção no ultravioleta visível, uma solução contendo uma espécie absorvedora a uma concentração igual a 2,4.10‑3 mol/L apresente a absortividade molar igual a 40 L ● mol ‑1 ● cm ‑1, em dado comprimento de onda. Mantendo as condições experimentais, é correto afirmar que, para que a absorbância seja igual a 0,480, o caminho óptico da cubeta utilizada no referido ensaio deverá ser, em mm, igual a
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Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363625 Medicina
O equipamento utilizado para a esterilização, por meio de calor úmido sob pressão, de diversos instrumentos e materiais é denominado
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Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363624 Medicina
      Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto‑socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto‑socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm3 ) e plaquetas (518.103/mm3 ). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando‑se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm3 ), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm3 ) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm3 e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell‑Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm3 e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S. 
Para a investigação da hipótese diagnóstica do caso clínico apresentado, na técnica de eletroforese em pH ácido, o tampão fosfato é bastante utilizado. Suponha‑se que, no preparo desse tampão, um biomédico utilizou 50 mL de Na2 HPO4 0,5 mol/L e 150 mL de H3 PO4 0,25 mol/L, sabendo que o ácido fosfórico é um ácido poliprótico, com valores de pKa1 = 2,12, pKa2 = 7,21 e pKa3 = 12 e considerando os valores de log 3 e log 5 como iguais a 0,47 e 0,69, respectivamente. Nesse caso, é correto afirmar que o pH da solução final do tampão preparado será
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363623 Medicina
      Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto‑socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto‑socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm3 ) e plaquetas (518.103/mm3 ). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando‑se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm3 ), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm3 ) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm3 e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell‑Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm3 e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S. 
Ainda em relação ao caso clínico apresentado, caso a urocultura tivesse revelado um resultado positivo, é correto afirmar que, em um caso de cistite, o agente etiológico mais provável é a bactéria
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363622 Medicina
      Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto‑socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto‑socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm3 ) e plaquetas (518.103/mm3 ). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando‑se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm3 ), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm3 ) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm3 e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell‑Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm3 e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S. 
Com base no caso clínico apresentado, é esperado que a análise por eletroforese de hemoglobina para um indivíduo adulto homozigoto normal apresente o perfil HbA
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363621 Medicina
      Uma mulher de quarenta anos de idade deu entrada no pronto‑socorro de um hospital, relatando que, há oito dias, teve febre e dor ao urinar e recebeu medicação em uma UPA. A paciente apresentava quadro anêmico desde os dezessete anos de idade, fazendo uso de sulfato de ferro. Há seis meses, a paciente relatou que apresentava metrorragia, com dois episódios menstruais por mês, com aumento do fluxo menstrual, além de falta de apetite, salivação excessiva e fadiga extrema há quatro meses. No dia em que deu entrada no pronto‑socorro, foram realizados hemograma, urocultura, teste de Coombs direto e dosagem de ferritina. O hemograma apresentou alteração com valores reduzidos de 3,1 g/dL, RDW elevado (31,4%) – caracterizando uma anisocitose –, aumento de leucócitos (50.200/mm3 ) e plaquetas (518.103/mm3 ). Foi visualizada a presença de 38 eritroblastos em cem leucócitos contados. A ferritina foi dosada com valor de 420 ng/mL, mostrando‑se elevada, enquanto o teste de Coombs direto e de urocultura apresentaram resultados negativos. No mesmo dia da admissão hospitalar, a paciente recebeu uma transfusão sanguínea e, após duas unidades, foi coletada, no dia seguinte, uma nova amostra de sangue para análise. O hemograma mostrou certa melhora em relação a hemoglobina (8,5 g/dL), RDW (19,9%) e plaquetas (467.100/mm3 ), mas houve grande aumento de leucócitos (184.300/mm3 ) e 190 eritroblastos em cem leucócitos contados. Três dias após a admissão, o hemograma realizado constava hemoglobina em 9,3 g/dL, RDW com 33%, leucócitos em 140.103 /mm3 e 222 eritroblastos em cem leucócitos contados. Os achados hemolíticos do último hemograma foram caracterizados como poiquilocitose de 3+, sendo eles drepanócito ++, esquizócito +++ e codócitos+. Uma semana após a admissão, no exame laboratorial, constavam poiquilócitos 1+, com eliptócitos +, codócitos +, drepanócitos + e corpúsculo de Howell‑Jolly +, melhorando a hemoglobina para 10,4 g/dL, RDW 24%, leucócitos 12.740/mm3 e cinco eritroblastos em cem leucócitos contados. Os demais exames laboratoriais não revelaram anormalidades significativas. Para fins investigativos, duas eletroforeses de hemoglobina foram realizadas, no intervalo de duas semanas: primeiramente, em pH alcalino; e, posteriormente, em pH ácido, confirmando o perfil de migração eletroforético da hemoglobina S. 
Considerando o caso clínico apresentado acima, assinale a opção que apresenta a causa mais provável para o desencadeamento do quadro relatado. 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Prova: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico |
Q2363619 Medicina
     Amália compareceu a uma consulta de rotina preocupada com sua vitamina B12, apesar de não manifestar nenhum sintoma. Recentemente, muitas de suas amigas foram diagnosticadas com deficiência de vitamina B12 e, então, começaram a realizar exames de check‑up, cujos resultados mostraram valores conflitantes. A paciente informou, também, que realizou uma pesquisa no Google e, nesse site, leu que os valores de referência da vitamina B12 são controversos para se indicar suplementação. Ela não é vegetariana nem apresenta qualquer restrição alimentar. Sua alimentação é compatível com a alimentação saudável de um brasileiro residente da região Sul, segundo anamnese clínica. Marcos, que é um médico experiente, disse que não há necessidade de Amália realizar a dosagem de vitamina B12 e que não seria prudente realizar a investigação com a punção venosa.

Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o nível de prevenção em que Marcos está atuando, ao fazer a negativa do exame para Amália.
Alternativas
Ano: 2023 Banca: Quadrix Órgão: FSNH - RS Provas: Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Biomédico | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Enfermeiro | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Enfermeiro - Saúde Mental | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Enfermeiro - Saúde Coletiva | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Farmacêutico | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Fisioterapeuta | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Psicólogo | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Terapeuta Ocupacional | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Anestesiologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Cardiologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Cardiologia - Área De Atuação Ecocardiografia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Cardio Pediátrico | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Cirurgia do Aparelho Digestivo | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Cirurgia Plástica | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Ginecologia E Obstetrícia - Hospital | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Ginecologia E Obstetrícia - Ultrassonografia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Hematologia - Hemoterapia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Infectologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Infectologia Pedriátrica | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Intensivista Rotineiro | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Cirurgia Vascular | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Clínico Geral - Generalista | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Clínico Geral - Rotina Hospitalar | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Coloproctologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Emergencista | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Gastroenterologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Mastologista | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Medicina do Trabalho | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Nefrologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Neurocirurgia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Neurologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Ortopedia e Traumatologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Otorrinolaringologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Geriatria | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Pediatria Clínica - Atenção Básica | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Pediatria Clínica - UPA | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Plantonista de UTI | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Pneumologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Ginecologia E Obstetrícia - Atenção Básica | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Preceptor em Rotina Clínica | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Psiquiatria - CAPS | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Psiquiatria - Hospital | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Radiologia e Diagnóstico Por Imagem - Ecografista | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Reumatologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Saúde Coletiva | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Urologia | Quadrix - 2023 - FSNH - RS - Médico - Neonatologia |
Q2363610 Geografia
Quanto à globalização, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
2441: C
2442: E
2443: E
2444: B
2445: A
2446: E
2447: B
2448: C
2449: A
2450: D
2451: E
2452: B
2453: E
2454: C
2455: C
2456: D
2457: A
2458: B
2459: D
2460: A