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Quanto à ocorrência do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas da frase.
As providências que a sociedade deve tomar em relação ____ saúde da Geração Z são decorrentes do sedentarismo devido _____ consequências do excesso de conectividade, que acarreta _____ alta incidência de casos de depressão.
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
Compare as passagens:
... com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. (3° parágrafo)
... mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. (4° parágrafo)
Quanto à ocorrência dos vocábulos destacados, é correto afirmar que
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
Considere a passagem:
Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado.
Nesse trecho, o vocábulo destacado que expressa sentido de finalidade é
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
As gerações têm determinados comportamentos como resultado de vivências na infância e na adolescência. Os Millennials, ou Geração Y, por exemplo, nasceram entre 1981 e 1996, uma época em que a tecnologia dava seus primeiros passos e assistiram ao seu rápido desenvolvimento, tendo que se adaptar à nova realidade.
Já a Geração Z, os Centennials, nascidos a partir de 1997, são jovens da era da tecnologia e não conseguem imaginar a vida sem ela.
Como as gerações anteriores, os Centennials têm características próprias, sendo notória a relação deles com a internet e as redes sociais. Estão sempre conectados, muitas vezes com mais de uma atividade simultaneamente e necessitam menos dos pais e professores para obter informações. São imediatistas. E-mail, por exemplo, é tido como coisa do passado. Os jovens dessa geração não querem ter de esperar as respostas, preferindo mensagens como de Whatsapp ou Snapchat. No mercado de trabalho mostram-se ávidos por desafios e rápidos nas soluções de problemas.
Por terem crescido em meio à crise financeira mundial de 2008, acreditam que ter dinheiro é fundamental, mostrando-se menos idealistas e mais pragmáticos do que a geração anterior. Concentram-se no equilíbrio entre trabalho, família e lazer.
A Geração Z é caracterizada pela diversidade e transparência. Nunca se viu tanta diversidade racial e sexual nos integrantes de uma geração e a tolerância é uma das suas grandes características. Não se envergonham de quem são e expõem suas vidas pessoais e posições nas redes sociais abertamente. Diante de tanta informação, os Centennials tendem a despender maior preocupação em relação às causas ambientais e sociais, além de demonstrarem uma busca pela alimentação saudável mais intensa do que a geração anterior.
A grande preocupação que surge sobre essa geração está relacionada ao excesso de conectividade. Além do sedentarismo, há riscos na saúde mental devido à depressão, que apresenta alta incidência nessa faixa etária, provavelmente relacionada ao isolamento social. Quem não precisa de amigos reais, do tipo “pau para toda obra”, daqueles que se entendem com um olhar, que oferecem um ombro amigo nas horas ruins e uma boa gargalhada nas horas boas?
(Andrea Hercowitz Geração X, Y, Z e Centennials . www.minhavida.com.br. acesso em 20.09.2019. Adaptado)
Leia a tirinha para responder à questão.

(André Dahmer, Malvados. www.malvados.com.br.Acesso em 25.09.2019)
Leia a tirinha para responder à questão.

(André Dahmer, Malvados. www.malvados.com.br.Acesso em 25.09.2019)
Leia a tirinha para responder à questão.

(André Dahmer, Malvados. www.malvados.com.br.Acesso em 25.09.2019)
Considerações sobre a loucura
Ferreira Gullar
Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.
Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.
Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.
Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.
Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.
Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.
Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.
Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.
No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.
É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.
Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional.
Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.
Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.
Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)
Considerações sobre a loucura
Ferreira Gullar
Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.
Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.
Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.
Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.
Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.
Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.
Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.
Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.
No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.
É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.
Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional.
Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.
Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.
Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)
Considerações sobre a loucura
Ferreira Gullar
Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.
Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.
Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.
Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.
Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.
Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.
Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.
Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.
No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.
É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.
Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional.
Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.
Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.
Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)
Considerações sobre a loucura
Ferreira Gullar
Ouço frequentemente pessoas opinarem sobre tratamento psiquiátrico sem na verdade conhecerem o problema. É bacana ser contra internação. Por isso mesmo traçam um retrato equivocado de como os pacientes eram tratados no passado em manicômios infernais por médicos que só pensavam em torturá-los com choques elétricos, camisas de força e metê-los em solitárias.
Por isso mesmo exaltam o movimento antimanicomial, que se opõe à internação dos doentes mentais. Segundo eles, os pacientes são metidos em hospitais psiquiátricos porque a família quer se ver livre deles. Só pode fazer tal afirmação quem nunca teve que conviver com um doente mental e, por isso, ignora o tormento que tal situação pode implicar.
Nada mais doloroso para uma mãe ou um pai do que ter de admitir que seu filho é esquizofrênico e ser, por isso, obrigado a interná-lo. Há certamente pais que se negam a fazê-lo, mas ao custo de ser por ele agredido ou vê-lo por fim à própria vida, jogando-se da janela do apartamento.
Como aquelas pessoas não enfrentam tais situações, inventam que os hospitais psiquiátricos, ainda hoje, são locais de tortura. Ignoram que as clínicas atuais, em sua maioria, graças aos remédios neuroléticos, nada têm dos manicômios do passado.
Recentemente, num desses programas de televisão, ouvi pessoas afirmarem que o verdadeiro tratamento psiquiátrico foi inventado pela médica Nise da Silveira, que curava os doentes com atividades artísticas. Trata-se de um equívoco. A terapia ocupacional, artística ou não, jamais curou algum doente.
Trata-se, graças a Nise, de uma ocupação que lhe dá prazer e, por mantê-lo ocupado, alivia-lhe as tensões psíquicas. Quando o doente é, apesar de louco, um artista talentoso, como Emygdio de Barros ou Arthur Bispo do Rosário, realiza-se artisticamente e encontra assim um modo de ser feliz.
Graças à atividade dos internados no Centro Psiquiátrico Nacional, do Engenho de Dentro, no Estado do Rio, criou-se o Museu de Imagens do Inconsciente, que muito contribuiu para o reconhecimento do valor estético dos artistas doentes mentais. Mas é bom entender que não é a loucura que torna alguém artista; de fato, ele é artístico apesar de louco.
Tanto isso é verdade que, das dezenas de pacientes que trabalharam no ateliê do Centro Psiquiátrico, apenas quatro ou cinco criaram obras de arte. Deve-se reconhecer, também, que conforme a personalidade de cada um seu estado mental compõe a expressão estética que produz.
No tal programa de TV, alguém afirmou que, graças a Nise da Silveira, o tratamento psiquiátrico tornou-se o que é hoje. Não é verdade, isso se deve à invenção dos remédios neurolépticos que possibilitam o controle do surto psíquico.
É também graças a essa medicação que as internações se tornaram menos frequentes e, quando necessárias, duram pouco tempo – o tempo necessário ao controle do surto por medicação mais forte. Superada a crise, o paciente volta para casa e continua tomando as doses necessárias à manutenção da estabilidade mental.
Não pretendo com esses argumentos diminuir a extraordinária contribuição dada pela médica Nise da Silveira ao tratamento dos doentes mentais no Brasil. Fui amigo dela e acompanhei de perto, juntamente com Mário Pedrosa, o seu trabalho no Centro Psiquiátrico Nacional.
Uma das qualidades dela era o seu afeto pelas pessoas e particularmente pelo doente mental. Eis um exemplo: como o Natal se aproximava, ela perguntou aos pacientes o que queriam de presente. Emygdio respondeu: um guarda-chuva.
Como dentro do hospital naturalmente não chovia, ela concluiu que ele queria ir embora para casa. E era. Ela providenciou para que levasse consigo tinta e tela, a fim de que não parasse de pintar.
Ele se foi, mas, passado algum tempo, alguém toca a campainha do gabinete da médica. Ela abre a porta, era o Emygdio, de paletó, gravata e maleta na mão. “Voltei para continuar pintando, porque lá em casa não dava pé.” E ficou pintando ali até completar 80 anos, quando, por lei, teve que deixar o hospital e ir para um abrigo de idosos, onde morreu anos depois.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2016/02/174 1258-consideracoes-sobre-a-loucura.shtml)