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Q3045115 Português
O taxista de cabelo branco

      Dos taxistas aqui da esquina, só sei o nome do Adão. Na primeira vez que peguei seu táxi, ele apontou para fora da janela, disse “olha só, as goiabeiras da Henrique Schaumann tão carregadas” e, quando reparei nas goiabas que brotavam no canteiro central da avenida, já éramos amigos de infância. Adão conhece todas as árvores frutíferas espalhadas pela cidade e, sempre que me leva a algum lugar, faz um relatório detalhado de seu esparso pomar: conta que as jacas do parque da Luz tão quase caindo em cima dos carros, que a mangueira da avenida Pacaembu tá atraindo um bando de maritacas, que houve um bafafá na zona leste porque a prefeitura ameaçou cortar um abacateiro, lá na rua Padre Adelino.
      Muito diferente do Adão é o taxista de cabelo branco. Seu nome não sei e admito que, até a última quinta, não estava interessado em saber. Havia, entre mim e o taxista de cabelo branco, um certo desconforto. Veja, não sou homem de alimentar inimizades e costumo preferir o acordo ao conflito, mas em algumas ocasiões não há consenso possível: antes da última Copa do Mundo eu reclamei do Dunga, o sujeito resolveu apoiar o obtuso treinador e, irritado, fez um longo discurso defendendo a supremacia da prudência, da ordem e da disciplina sobre a ousadia, a criatividade e a beleza – como eu poderia ficar calado?
      Estou longe de ser um aventureiro. Sou caseiro e covarde como um cocker-spaniel. Talvez por isso mesmo, por procurar no mundo o que não trago em mim, é que prefira o gol de bicicleta, o “Soneto da fidelidade” e um solo de chaleira de Hermeto Pascoal à seleção alemã, aos enxadristas russos, à ponte Rio-Niterói. O taxista de cabelo branco, contudo, não pensa como eu. Quando tentei convencê-lo de que o futebol não tinha nenhum sentido senão pela beleza, ele riu, e, como todos os arautos da mediocridade, mencionou 82 com desprezo. Eu afirmei que preferia a derrota de 82 à vitória de 94, e foi aí que a conversa melou de vez; ele bufou, ligou o rádio e aquele ruído instalou-se entre nós, definitivamente.
      Não, não definitivamente. Na última quinta, eu e o taxista de cabelo branco estávamos na Vinte e Três de Maio, a caminho de Congonhas, imersos em nossa silenciosa discórdia, quando tocou meu celular. Durante os últimos meses, eu e minha mulher vínhamos procurando um lugar para morar. Depois de um sem-número de tristes visitas a quintais azulejados, pesadelos de cerejeira & esquadrias de alumínio, finalmente encontramos uma linda casa com jardim, uma mesa à sombra duma jabuticabeira, onde vislumbramos cafés da manhã que entrariam pela tarde, almoços que entrariam pela noite e os filhos, claro, que em breve entrarão em nossas vidas. Fizemos uma proposta um pouco abaixo do que o proprietário estava pedindo, ele ficou de pensar, sumiu e, quando já estávamos quase desistindo de receber uma resposta, eis que meu celular começa a tremer e gritar, exibindo o nome do homem na telinha, pequeno oráculo de cristal líquido. Atendi, nervoso. Ele disse que topava, fechamos negócio.
     Quando desliguei, já estávamos no aeroporto, o carro encostando no meio-fio, com o pisca-alerta ligado. “Comprei uma casa!”, eu disse, exultante, ao motorista. “Vou pegar dinheiro do banco, vou pagar juros por muitos e muitos anos, mas terei uma casa!”. O taxista de cabelo branco me sorriu, genuinamente feliz. “Não tem problema pagar pro banco. Importante é que a casa é sua. É um grande passo na vida.”
      Sorri de volta, entendendo e compartilhando a alegria de meu ex-antípoda: endividar-se para garantir um teto e um jardim era o meio caminho entre nós dois, um ato contendo a mesma medida de ousadia e prudência. Apertamos as mãos e fui para o Rio de Janeiro, contente com meu futuro e acreditando na concórdia universal.
(À maneira de Braga: O taxista de cabelo branco, por Antonio Prata. Literatura. Equipe IMS. Em: junho de 2011.)
“Vou pegar dinheiro do banco, vou pagar juros por muitos e muitos anos, mas terei uma casa!” (5º§) Sem alterar o sentido da frase, é possível substituir a expressão destacada por, EXCETO:
Alternativas
Q3045114 Português
O taxista de cabelo branco

      Dos taxistas aqui da esquina, só sei o nome do Adão. Na primeira vez que peguei seu táxi, ele apontou para fora da janela, disse “olha só, as goiabeiras da Henrique Schaumann tão carregadas” e, quando reparei nas goiabas que brotavam no canteiro central da avenida, já éramos amigos de infância. Adão conhece todas as árvores frutíferas espalhadas pela cidade e, sempre que me leva a algum lugar, faz um relatório detalhado de seu esparso pomar: conta que as jacas do parque da Luz tão quase caindo em cima dos carros, que a mangueira da avenida Pacaembu tá atraindo um bando de maritacas, que houve um bafafá na zona leste porque a prefeitura ameaçou cortar um abacateiro, lá na rua Padre Adelino.
      Muito diferente do Adão é o taxista de cabelo branco. Seu nome não sei e admito que, até a última quinta, não estava interessado em saber. Havia, entre mim e o taxista de cabelo branco, um certo desconforto. Veja, não sou homem de alimentar inimizades e costumo preferir o acordo ao conflito, mas em algumas ocasiões não há consenso possível: antes da última Copa do Mundo eu reclamei do Dunga, o sujeito resolveu apoiar o obtuso treinador e, irritado, fez um longo discurso defendendo a supremacia da prudência, da ordem e da disciplina sobre a ousadia, a criatividade e a beleza – como eu poderia ficar calado?
      Estou longe de ser um aventureiro. Sou caseiro e covarde como um cocker-spaniel. Talvez por isso mesmo, por procurar no mundo o que não trago em mim, é que prefira o gol de bicicleta, o “Soneto da fidelidade” e um solo de chaleira de Hermeto Pascoal à seleção alemã, aos enxadristas russos, à ponte Rio-Niterói. O taxista de cabelo branco, contudo, não pensa como eu. Quando tentei convencê-lo de que o futebol não tinha nenhum sentido senão pela beleza, ele riu, e, como todos os arautos da mediocridade, mencionou 82 com desprezo. Eu afirmei que preferia a derrota de 82 à vitória de 94, e foi aí que a conversa melou de vez; ele bufou, ligou o rádio e aquele ruído instalou-se entre nós, definitivamente.
      Não, não definitivamente. Na última quinta, eu e o taxista de cabelo branco estávamos na Vinte e Três de Maio, a caminho de Congonhas, imersos em nossa silenciosa discórdia, quando tocou meu celular. Durante os últimos meses, eu e minha mulher vínhamos procurando um lugar para morar. Depois de um sem-número de tristes visitas a quintais azulejados, pesadelos de cerejeira & esquadrias de alumínio, finalmente encontramos uma linda casa com jardim, uma mesa à sombra duma jabuticabeira, onde vislumbramos cafés da manhã que entrariam pela tarde, almoços que entrariam pela noite e os filhos, claro, que em breve entrarão em nossas vidas. Fizemos uma proposta um pouco abaixo do que o proprietário estava pedindo, ele ficou de pensar, sumiu e, quando já estávamos quase desistindo de receber uma resposta, eis que meu celular começa a tremer e gritar, exibindo o nome do homem na telinha, pequeno oráculo de cristal líquido. Atendi, nervoso. Ele disse que topava, fechamos negócio.
     Quando desliguei, já estávamos no aeroporto, o carro encostando no meio-fio, com o pisca-alerta ligado. “Comprei uma casa!”, eu disse, exultante, ao motorista. “Vou pegar dinheiro do banco, vou pagar juros por muitos e muitos anos, mas terei uma casa!”. O taxista de cabelo branco me sorriu, genuinamente feliz. “Não tem problema pagar pro banco. Importante é que a casa é sua. É um grande passo na vida.”
      Sorri de volta, entendendo e compartilhando a alegria de meu ex-antípoda: endividar-se para garantir um teto e um jardim era o meio caminho entre nós dois, um ato contendo a mesma medida de ousadia e prudência. Apertamos as mãos e fui para o Rio de Janeiro, contente com meu futuro e acreditando na concórdia universal.
(À maneira de Braga: O taxista de cabelo branco, por Antonio Prata. Literatura. Equipe IMS. Em: junho de 2011.)
Em todas as transcrições textuais, as formas verbais sublinhadas estão flexionadas no mesmo tempo, EXCETO, em:
Alternativas
Q3045113 Português
O taxista de cabelo branco

      Dos taxistas aqui da esquina, só sei o nome do Adão. Na primeira vez que peguei seu táxi, ele apontou para fora da janela, disse “olha só, as goiabeiras da Henrique Schaumann tão carregadas” e, quando reparei nas goiabas que brotavam no canteiro central da avenida, já éramos amigos de infância. Adão conhece todas as árvores frutíferas espalhadas pela cidade e, sempre que me leva a algum lugar, faz um relatório detalhado de seu esparso pomar: conta que as jacas do parque da Luz tão quase caindo em cima dos carros, que a mangueira da avenida Pacaembu tá atraindo um bando de maritacas, que houve um bafafá na zona leste porque a prefeitura ameaçou cortar um abacateiro, lá na rua Padre Adelino.
      Muito diferente do Adão é o taxista de cabelo branco. Seu nome não sei e admito que, até a última quinta, não estava interessado em saber. Havia, entre mim e o taxista de cabelo branco, um certo desconforto. Veja, não sou homem de alimentar inimizades e costumo preferir o acordo ao conflito, mas em algumas ocasiões não há consenso possível: antes da última Copa do Mundo eu reclamei do Dunga, o sujeito resolveu apoiar o obtuso treinador e, irritado, fez um longo discurso defendendo a supremacia da prudência, da ordem e da disciplina sobre a ousadia, a criatividade e a beleza – como eu poderia ficar calado?
      Estou longe de ser um aventureiro. Sou caseiro e covarde como um cocker-spaniel. Talvez por isso mesmo, por procurar no mundo o que não trago em mim, é que prefira o gol de bicicleta, o “Soneto da fidelidade” e um solo de chaleira de Hermeto Pascoal à seleção alemã, aos enxadristas russos, à ponte Rio-Niterói. O taxista de cabelo branco, contudo, não pensa como eu. Quando tentei convencê-lo de que o futebol não tinha nenhum sentido senão pela beleza, ele riu, e, como todos os arautos da mediocridade, mencionou 82 com desprezo. Eu afirmei que preferia a derrota de 82 à vitória de 94, e foi aí que a conversa melou de vez; ele bufou, ligou o rádio e aquele ruído instalou-se entre nós, definitivamente.
      Não, não definitivamente. Na última quinta, eu e o taxista de cabelo branco estávamos na Vinte e Três de Maio, a caminho de Congonhas, imersos em nossa silenciosa discórdia, quando tocou meu celular. Durante os últimos meses, eu e minha mulher vínhamos procurando um lugar para morar. Depois de um sem-número de tristes visitas a quintais azulejados, pesadelos de cerejeira & esquadrias de alumínio, finalmente encontramos uma linda casa com jardim, uma mesa à sombra duma jabuticabeira, onde vislumbramos cafés da manhã que entrariam pela tarde, almoços que entrariam pela noite e os filhos, claro, que em breve entrarão em nossas vidas. Fizemos uma proposta um pouco abaixo do que o proprietário estava pedindo, ele ficou de pensar, sumiu e, quando já estávamos quase desistindo de receber uma resposta, eis que meu celular começa a tremer e gritar, exibindo o nome do homem na telinha, pequeno oráculo de cristal líquido. Atendi, nervoso. Ele disse que topava, fechamos negócio.
     Quando desliguei, já estávamos no aeroporto, o carro encostando no meio-fio, com o pisca-alerta ligado. “Comprei uma casa!”, eu disse, exultante, ao motorista. “Vou pegar dinheiro do banco, vou pagar juros por muitos e muitos anos, mas terei uma casa!”. O taxista de cabelo branco me sorriu, genuinamente feliz. “Não tem problema pagar pro banco. Importante é que a casa é sua. É um grande passo na vida.”
      Sorri de volta, entendendo e compartilhando a alegria de meu ex-antípoda: endividar-se para garantir um teto e um jardim era o meio caminho entre nós dois, um ato contendo a mesma medida de ousadia e prudência. Apertamos as mãos e fui para o Rio de Janeiro, contente com meu futuro e acreditando na concórdia universal.
(À maneira de Braga: O taxista de cabelo branco, por Antonio Prata. Literatura. Equipe IMS. Em: junho de 2011.)
Considerando as características textuais apresentadas, podemos afirmar que há predominância de:
Alternativas
Q3045112 Português
O taxista de cabelo branco

      Dos taxistas aqui da esquina, só sei o nome do Adão. Na primeira vez que peguei seu táxi, ele apontou para fora da janela, disse “olha só, as goiabeiras da Henrique Schaumann tão carregadas” e, quando reparei nas goiabas que brotavam no canteiro central da avenida, já éramos amigos de infância. Adão conhece todas as árvores frutíferas espalhadas pela cidade e, sempre que me leva a algum lugar, faz um relatório detalhado de seu esparso pomar: conta que as jacas do parque da Luz tão quase caindo em cima dos carros, que a mangueira da avenida Pacaembu tá atraindo um bando de maritacas, que houve um bafafá na zona leste porque a prefeitura ameaçou cortar um abacateiro, lá na rua Padre Adelino.
      Muito diferente do Adão é o taxista de cabelo branco. Seu nome não sei e admito que, até a última quinta, não estava interessado em saber. Havia, entre mim e o taxista de cabelo branco, um certo desconforto. Veja, não sou homem de alimentar inimizades e costumo preferir o acordo ao conflito, mas em algumas ocasiões não há consenso possível: antes da última Copa do Mundo eu reclamei do Dunga, o sujeito resolveu apoiar o obtuso treinador e, irritado, fez um longo discurso defendendo a supremacia da prudência, da ordem e da disciplina sobre a ousadia, a criatividade e a beleza – como eu poderia ficar calado?
      Estou longe de ser um aventureiro. Sou caseiro e covarde como um cocker-spaniel. Talvez por isso mesmo, por procurar no mundo o que não trago em mim, é que prefira o gol de bicicleta, o “Soneto da fidelidade” e um solo de chaleira de Hermeto Pascoal à seleção alemã, aos enxadristas russos, à ponte Rio-Niterói. O taxista de cabelo branco, contudo, não pensa como eu. Quando tentei convencê-lo de que o futebol não tinha nenhum sentido senão pela beleza, ele riu, e, como todos os arautos da mediocridade, mencionou 82 com desprezo. Eu afirmei que preferia a derrota de 82 à vitória de 94, e foi aí que a conversa melou de vez; ele bufou, ligou o rádio e aquele ruído instalou-se entre nós, definitivamente.
      Não, não definitivamente. Na última quinta, eu e o taxista de cabelo branco estávamos na Vinte e Três de Maio, a caminho de Congonhas, imersos em nossa silenciosa discórdia, quando tocou meu celular. Durante os últimos meses, eu e minha mulher vínhamos procurando um lugar para morar. Depois de um sem-número de tristes visitas a quintais azulejados, pesadelos de cerejeira & esquadrias de alumínio, finalmente encontramos uma linda casa com jardim, uma mesa à sombra duma jabuticabeira, onde vislumbramos cafés da manhã que entrariam pela tarde, almoços que entrariam pela noite e os filhos, claro, que em breve entrarão em nossas vidas. Fizemos uma proposta um pouco abaixo do que o proprietário estava pedindo, ele ficou de pensar, sumiu e, quando já estávamos quase desistindo de receber uma resposta, eis que meu celular começa a tremer e gritar, exibindo o nome do homem na telinha, pequeno oráculo de cristal líquido. Atendi, nervoso. Ele disse que topava, fechamos negócio.
     Quando desliguei, já estávamos no aeroporto, o carro encostando no meio-fio, com o pisca-alerta ligado. “Comprei uma casa!”, eu disse, exultante, ao motorista. “Vou pegar dinheiro do banco, vou pagar juros por muitos e muitos anos, mas terei uma casa!”. O taxista de cabelo branco me sorriu, genuinamente feliz. “Não tem problema pagar pro banco. Importante é que a casa é sua. É um grande passo na vida.”
      Sorri de volta, entendendo e compartilhando a alegria de meu ex-antípoda: endividar-se para garantir um teto e um jardim era o meio caminho entre nós dois, um ato contendo a mesma medida de ousadia e prudência. Apertamos as mãos e fui para o Rio de Janeiro, contente com meu futuro e acreditando na concórdia universal.
(À maneira de Braga: O taxista de cabelo branco, por Antonio Prata. Literatura. Equipe IMS. Em: junho de 2011.)
Sobre os aspectos coesivos do texto, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q2452330 Odontologia
Durante o atendimento odontológico, o ASB auxilia o cirurgião-dentista também no preenchimento da ficha clínica do paciente.

Quando o profissional pede para anotar na ficha a realização de uma restauração em resina composta no elemento 35, a qual dente ele está se referindo: 
Alternativas
Q2452329 Odontologia
Qual dos instrumentos abaixo é solicitado para a remoção de osso ou de espículas ósseas cortantes durante uma cirurgia aberta: 
Alternativas
Q2452328 Odontologia
A esterilização é o processo que promove completa eliminação ou destruição de todas as formas de microorganismos presentes, quer sejam eles vírus, bactérias, fungos, protozoários ou esporos, para um aceitável nível de segurança. É indispensável que todas as etapas da esterilização sejam minuciosamente realizadas e conferidas para garantir a efetividade do processo.
As afirmativas abaixo constituem falhas no processo de esterilização, EXCETO: 
Alternativas
Q2452327 Odontologia
O uso racional dos fluoretos através da fluoretação das águas de abastecimento, do uso de cremes dentais fluoretados ou de aplicação tópica de flúor, tem sua importância altamente reconhecida na Odontologia.
A ação dos fluoretos na cavidade oral se dá através do mecanismo de:

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2452326 Odontologia
Os levantamentos epidemiológicos são importantes para conhecer a prevalência e os tipos mais comuns de doenças bucais, podendo-se a partir dos resultados coletados, planejar, executar e avaliar ações de saúde.
Como exemplo na odontologia, podemos citar o índice CPO-D, que é obtido através da contagem de dentes cariados, perdidos e obturados. Considere as afirmativas abaixo:


I. O índice CPO-D estabelece que a idade de referência internacional para as análises é de 16 anos.
II. O índice CPO-D é considerado baixo quando se encontra entre 4,5 até 6,5.
III. Quando o valor do índice se encontra alto pode significar que a saúde pública enfrenta más condições sanitárias e de higiene bucal.
IV. Como causas dos altos índices no CPO-D podemos citar a dificuldade de acessar serviços básicos de saúde, condições socioeconômicas desfavoráveis, alto consumo de açúcar e acesso limitado ao flúor.

Estão CORRETAS: 
Alternativas
Q2452325 Odontologia
Considere as afirmativas abaixo sobre as indicações para os fórceps odontológicos:

I. O fórceps 150 é indicado para a exodontia dos incisivos superiores e o 151 para os incisivos inferiores.
II. O fórceps 18R é indicado para molares superiores do lado esquerdo e o fórceps 18L para molares superiores do lado direito.
III. O fórceps 17 é indicado para molares superiores.
IV. O fórceps 16 é indicado para molares com extensa destruição coronária.

ESTÃO CORRETAS: 
Alternativas
Q2452324 Odontologia
Um adequado protocolo de controle de infecção odontológica deve ser mantido durante a rotina diária do consultório odontológico, garantindo que estas inúmeras ações necessárias sejam feitas corretamente para que o atendimento seja seguro à Equipe de Saúde Bucal e ao paciente.
Sobre as infecções odontológicas no ambiente de trabalho, considere as seguintes afirmativas e marque V para VERDADEIRAS ou F para FALSAS:

( ) Durante o atendimento odontológico a caneta de alta rotação produz aerossóis que podem ser inalados, podendo transmitir infecções respiratórias. 

( ) A transmissão direta ocorre quando os microorganismos são transmitidos inicialmente a objetos ou superfícies e em seguida para outra pessoa que toca esses objetos e superfícies.

( ) Visando evitar contaminações o profissional deve sempre reencapar a agulha da seringa carpule de forma manual.

( ) Os acidentes de trabalho como perfuração do profissional com instrumentos contendo sangue, devem ser tratados como casos de emergência médica, e a intervenção para profilaxia da infecção pelo HIV e hepatite B necessita ser iniciada logo após a ocorrência do acidente, para a sua maior eficácia.

A sequência CORRETA é:

Alternativas
Q2452323 Odontologia
Os materiais de uso odontológico são classificados para fins de Biossegurança, de acordo com as superfícies com as quais tem contato durante o procedimento, em artigos críticos, semi-críticos e não críticos.
De acordo com essa classificação, o cabo de bisturi e o porta amálgama são artigos RESPECTIVAMENTE: 
Alternativas
Q2452322 Odontologia
A prevenção é fundamental para a manutenção da saúde da população e as medidas de prevenção são essenciais no serviço de saúde bucal.

As medidas de prevenção mencionadas abaixo são medidas preventivas primárias, EXCETO: 
Alternativas
Q2452321 Odontologia
O ácido poliacrílico é utilizado para a limpeza e condicionamento da superfície dentinária (remoção parcial da smear layer) antes de utilizar qual material:
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2451970 Noções de Informática
A computação em nuvem se tornou uma força fundamental na era digital, transformando a maneira como as empresas operam e os indivíduos armazenam e acessam informações. Sua importância se destaca em diversos aspectos como redução de custos, agilidade e eficiência de operação, flexibilidade e escalabilidade, e segurança e confiabilidade.
Sobre a computação na nuvem, analise as seguintes afirmações.

I. Nuvem HPC se refere ao uso dos serviços e infraestrutura da computação em nuvem para executar aplicações de alta performance (em inglês, High Performance Computing Cloud ou HPC Cloud).
II. FaaS, acrônimo para File as a Service, é um termo amplamente conhecido por oferecer serviços de hospedagens de arquivos na nuvem.
III. Embora muitas aplicações sejam hospedadas e servidas na nuvem, é impossível executar jogos com alto nível de qualidade gráfica na nuvem devido aos requisitos de altas taxas de transmissão via rede.

Está(ão CORRETA(S): 
Alternativas
Q2451969 Noções de Informática
Acerca das ações executadas pelos atalhos disponíveis para o navegador Mozilla Firefox, analise as combinações entre AÇÃO e ATALHO, e assinale a alternativa CORRETA. 

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2451968 Noções de Informática
O programa Excel, do pacote Office 2010, permite que as células computem o valor de expressões. Analise as seguintes afirmações sobre expressões inseridas em células do Excel.

I. A expressão =XOR(0;0) retorna o resultado FALSO.
II. A expressão =XOR(0;1) retorna o resultado VERDADEIRO.
III. A expressão =XOR(1;0) retorna o resultado VERDADEIRO.
IV. A expressão =XOR(1;1) retorna o resultado FALSO.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q2451967 Noções de Informática
.Os antivírus são ferramentas essenciais para proteger computadores contra malwares como vírus, trojans, worms, spyware e ransomware. O malware pode causar diversos danos ao seu computador, como roubo de dados pessoais e financeiros, e danificação ou sequestro de arquivos.
Sobre antivírus, analise as seguintes afirmações.

I. Os antivírus geralmente possuem uma base de dados de assinaturas que é atualizada regularmente para detectar novas ameaças.
II. Alguns antivírus oferecem recursos de proteção em tempo real, monitorando constantemente o sistema em busca de atividades maliciosas.
III. Os antivírus são capazes de corrigir automaticamente quaisquer vulnerabilidades de segurança encontradas no sistema operacional.

Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q2451966 Noções de Informática
Qual das seguintes afirmações sobre o cliente de e-mail Mozilla Thunderbird é FALSA: 
Alternativas
Q2451964 Conhecimentos Gerais
A composição do meio ambiente é compreendida com base em grandes esferas que comportam, cada uma, dinâmicas específicas fundamentais para a vida e para a manutenção do equilíbrio ambiental. É importante lembrarmos ainda que essas esferas não estão, de maneira alguma, isoladas entre si. Muito pelo contrário, são a sua coexistência e a sua interdependência que caracterizam e definem o meio ambiente.
São esferas do meio ambiente:

I. Biosfera. II. Hidrosfera. III. Atmosfera. IV. Litosfera.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Respostas
161: C
162: B
163: C
164: C
165: C
166: B
167: D
168: B
169: E
170: D
171: C
172: D
173: D
174: C
175: A
176: D
177: E
178: D
179: A
180: A