Questões de Concurso
Comentadas para atendente consultório dentário
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Ainda com relação às atividades e à conduta de um ACD, assinale a opção correta.
O atendente de consultório dentário (ACD) exerce papel importante na rotina diária de um consultório dentário. Em relação às atividades rotineiras desenvolvidas em um consultório dentário, ao papel e à conduta de um ACD, assinale a opção correta.
Assinale a opção correta quanto à utilização de algumas seringas em procedimentos odontológicos.
Assinale a opção correta, em relação ao arquivamento e conteúdo dos prontuários odontológicos.
Tendo como referência a Resolução CFO 157 de 31/1/1987, que regulamenta as atribuições desempenhadas pelo auxiliar de consultório dentário (ACD), assinale a opção que contém somente atividades específicas de responsabilidade do ACD.
A biossegurança é importante na área da saúde, especialmente em ambientes cirúrgicos e consultórios odontológicos, locais disseminadores de doenças. Com relação ao alto risco de contaminação a que estão expostos profissionais da área odontológica, assinale a opção correta.
Considerando os conceitos de correio eletrônico e o Outlook Express 6.0, assinale a opção correta.
A figura acima ilustra uma janela do BrOfficeWrite. Com base na figura e acerca do BrOffice Write, assinale a opção correta.
Com relação às características do Microsoft Office XP, assinale a opção incorreta.
Considerando a figura acima e conceitos relacionados ao sistema operacional Windows XP, assinale a opção correta.
Tomando o texto apenas como referência inicial, assinale a opção que faz uma avaliação correta sobre a Amazônia brasileira.
Considerando o texto como referência inicial, assinale a opção correta com relação aos interesses de investimento na Amazônia brasileira.
A PALAVRA
Rubem Braga
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito - como não imaginar que, sem querer, feri alguém? (...)
Às vezes, também, a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que disse com naturalidade por que senti no momento - e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven - e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro cor de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído - talvez palavras de algum poeta antigo - foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
Rio, novembro, 1959.
BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora do autor,1962.p.195-196
A expressão em que caberia o uso do acento grave da crase é
A PALAVRA
Rubem Braga
Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito - como não imaginar que, sem querer, feri alguém? (...)
Às vezes, também, a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.
Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que disse com naturalidade por que senti no momento - e depois esqueci.
Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.
Um dia minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven - e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro cor de ouro?
Alguma coisa que eu disse distraído - talvez palavras de algum poeta antigo - foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.
Rio, novembro, 1959.
BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3ª ed. Rio de Janeiro: Editora do autor,1962.p.195-196
Todas as passagens abaixo admitem o uso da vírgula, com EXCEÇÃO de:
O preconceito lingüístico está ligado, em boa medida, à confusão que foi criada, no curso da história, entre língua e gramática normativa. Nossa tarefa mais urgente, como lingüistas, é desfazer essa confusão. Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo... Também a gramática não é a língua.
A língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo, e a gramática normativa é a tentativa de descrever apenas uma parcela mais visível dele, a chamada norma culta. Essa descrição, é claro, tem seu valor e seu mérito, mas é parcial e não pode ser autoritariamente aplicada a todo o resto da língua — afinal, a ponta do iceberg que emerge representa apenas um quinto do seu volume total.
Marcos Bagno. In: Preconceito lingüístico. O que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 1999, p.9-10. Adaptado.
O autor do Texto relaciona e aproxima:
1. língua e política.
2. língua e gramática normativa.
3. língua e norma culta.
4. língua e os seres humanos.
Estão corretas:
O ACD é responsável por descartar a ficha do paciente após dois anos do término do tratamento, evitando, assim, o acúmulo desnecessário de papéis.