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Associe os tipos de resíduos às suas características correspondentes:
1 - Orgânico
2 - Reciclável
3 - Eletrônico
4 - Tóxico
5 - Inorgânico Não Reciclável
( ) Materiais não biodegradáveis, como embalagens metalizadas e alguns tipos de plástico.
( ) Resíduos provenientes de atividades de saúde, como agulhas e materiais contaminados.
( ) Materiais que podem ser transformados em novos produtos, como papel, plástico, vidro e metal.
( ) Equipamentos descartados, contendo componentes perigosos, como computadores, celulares e eletrodomésticos.
( ) Restos de comida, cascas de frutas e materiais biodegradáveis.
A associação correta é, respectivamente:
Assinale a alternativa que completa a frase corretamente.
Os planetas gasosos, no contexto astronômico, referem-se a uma classe de planetas que são predominantemente compostos por gases, em contraste com os planetas rochosos, que têm superfícies sólidas. Os quatro principais planetas gasosos em nosso sistema solar são:
"O conceito de hipótese na educação em Ciências é debatido quanto à sua função na construção de explicações científicas e resolução de problemas. A contrastação das consequências das hipóteses, é determinante na estabilização do conhecimento científico. A corroboração empírica das instâncias de uma hipótese tem implicações filosóficas dependentes do critério de significação adotado, variando em abordagens pragmáticas, de correspondência e de consenso. As hipóteses não têm verdade objetiva, sendo seu significado contextual e influenciado por valores e crenças individuais ou comunitárias."
Na elaboração de pesquisas científicas, como são testadas as hipóteses formuladas pelos pesquisadores?
Texto para responder à questão.
Carnaval
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.
Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.
Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.
No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!
BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
Considere o excerto: “Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento.” Assinale a alternativa que apresenta:
I. a regência verbal de ‘repetiu’, no contexto apresentado,
II. e o termo regido, correspondente à regência apontada em I.
Texto para responder à questão.
Carnaval
Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...
E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio. Meu amigo foi andando. Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam. Entrou na confusão das raças irmanadas pelo prazer comum da carne. Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos. Uma serpentina bateu em seu nariz. Um reco-reco gritou em seu ouvido. Foi andando. Um automóvel do corso quase o esmagou. Um bloco o arrastou pelo meio da massa, com força inelutável de uma corrente marinha. Uma mulher qualquer cantou à toa, para ele, uma frase de samba. Jogou um pouco de confetes no cabelo da mulher. Jogou-lhe éter no corpo. Ela defendeu-se e riu. Depois desapareceu, arrastada. Meu amigo foi andando. Tinha um cravo na lapela, um cravo que tirara da mesa do restaurante. Uma moça pediu a flor. Ele a encharcou de éter e fez presente. Foi andando. Automaticamente cantou sambas e marchas. Teve mil pequenas aventuras inconsequentes e rápidas. Um homem bêbado quis arrebatar o lança-perfume de sua mão. Foi andando. No meio de uma confusão, recebeu e distribuiu socos e empurrões sem saber de quem, para quem, por que, nem para quê.
Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.
Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.
No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!
BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.
I.Tamanho (em mícrons).
II.Membrana celular.
III.Replicação (1 se dividindo em 2).
É CORRETO o que se afirma em:
I.Preenchimento do espaço entre as células e os tecidos do corpo com material não vivo, como a mesogleia em cnidários.
II.Aumento do tamanho do corpo associado a dobramentos e ramificações tanto interna como externamente.
III.Aumento do comprimento (ou largura), mas não da espessura, resultando em um corpo achatado, como uma fita, como é o caso dos platelmintos.
Fonte: Lopes, Sônia; Rosso, S. Bio 2. São Paulo: Editora Saraiva, 2016.
É CORRETO o que se afirma em:
I.A concentração de gás carbônico no ar atmosférico está em torno de 0,03%, caso se forneça a uma planta níveis de gás carbônico acima de 0,5%, ela terá o máximo de sua capacidade fotossintética.
II.A fotossíntese atinge sua taxa máxima entre 30°C e 40°C, acima desse valor há um decréscimo, especialmente pela desnaturação das enzimas que catalisam o processo.
III.As variações na intensidade da luz incidente sobre uma planta ocasionam aumento ou diminuição na intensidade do processo fotossintético.
É CORRETO o que se afirma em:
Tal descrição refere-se à qual estrutura da Terra? Marque a alternativa CORRETA.
Fonte: Aristóteles (1831) apud Mortimer E. et al. Matéria, energia e vida, uma abordagem interdisciplinar − Origens: O Universo, a Terra e a Vida. São Paulo: Editora Scipione, 2020.
O texto acima refere à qual teoria? Marque a opção CORRETA.
Coluna I
I.Alavanca interfixa.
II.Alavanca interpotente.
III.Alavanca inter-resistente.
Coluna II
a.Uma pessoa abrindo uma garrafa com um abridor.
b.Duas crianças em uma gangorra.
c.Uma pessoa varrendo um determinado local com uma vassoura.
Assinale a alternativa que faça a correta correlação entre as col