Questões de Concurso
Comentadas para professor - ciências
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Durante um estudo sobre o ciclo da água em uma paisagem rural, uma equipe de pesquisadores analisou uma pequena bacia hidrográfica formada por um lago raso ligado a um rio que drena suas águas. As observações indicaram que a maior parte da água que entra nesse sistema provém da chuva que cai sobre a área da bacia e escoa até o lago, onde a água permanece armazenada por algum tempo antes de seguir adiante. A principal saída de água dessa bacia ocorre pelo rio, que conduz a água para regiões mais distantes.
Considerando a água doce superficial nesse sistema, quais elementos atuam, respectivamente, como reservatório, fonte e sumidouro?
Durante décadas, redes de observatórios magnéticos em superfície, satélites e estudos paleomagnéticos em rochas permitiram caracterizar em detalhe o campo magnético terrestre. Os dados mostram que esse campo varia em intensidade, sofre inversões de polaridade e apresenta assimetrias regionais, mas mantém, em média, uma configuração aproximadamente dipolar alinhada ao eixo de rotação do planeta. Para explicar como esse campo é continuamente gerado e renovado ao longo de milhões de anos, modelos geofísicos levam em conta a estrutura interna da Terra, a presença de materiais condutores e o movimento de fluidos em profundidade. Esses modelos indicam que movimentos de um fluido condutor no interior do planeta podem induzir correntes elétricas capazes de sustentar o próprio campo que produzem, em um mecanismo análogo ao de um dínamo.
Nessas condições, a capacidade do planeta de sustentar tal propriedade física está relacionada
Em uma área de floresta, pesquisadores analisaram três grupos de consumidores que vivem associados às mesmas árvores produtoras: insetos herbívoros que se alimentam das folhas, aves que predam esses insetos e vespas parasitas que se desenvolvem dentro das larvas dos herbívoros. Embora as aves apresentem maior energia assimilada por indivíduo, e as vespas sejam muito mais numerosas, o grupo que responde pelo maior fluxo diário de energia entre os heterotróficos na área estudada é o dos insetos herbívoros.
Qual fenômeno ecológico explica esse resultado?
Nas altas latitudes do Hemisfério Norte, o aquecimento recente associado ao reforço do efeito estufa tem sido mais rápido do que a média global. No Ártico, o derretimento do gelo marinho e da cobertura de neve expõe áreas de oceano e de solo mais escuros, que absorvem mais energia solar do que as superfícies claras recobertas por gelo. Esse ganho adicional de energia favorece novas perdas de gelo. Em regiões de permafrost, o descongelamento do solo também libera dióxido de carbono e metano antes aprisionados, aumentando ainda mais a quantidade desses gases na atmosfera e reforçando o aquecimento inicial. Nesse mesmo contexto de aquecimento, estudos no Atlântico Norte indicam que o derretimento acelerado de geleiras e de mantos de gelo aumenta a entrada de água doce na superfície do oceano. Essa alteração na salinidade tende a enfraquecer a circulação oceânica de grande escala responsável por transportar calor das baixas para as altas latitudes. Com a circulação mais fraca, parte do aquecimento da superfície do mar nessa região é atenuada, mas esse enfraquecimento está associado a mudanças na distribuição de chuvas, na ocorrência de tempestades e em padrões de secas em diferentes áreas do planeta.
As duas respostas do sistema climático descritas para o Ártico e para o Atlântico Norte correspondem, respectivamente, a um feedback
Em novembro de 2025, durante a 30ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima (COP30), realizada em Belém (PA), o Ministério da Educação apresentou, em painel oficial, a Política Nacional de Educação Ambiental Escolar (PNEAE). De acordo com o MEC, essa política busca apoiar escolas e redes de ensino na implementação da Educação Ambiental, que há anos integra os currículos brasileiros como tema transversal e costuma aparecer em projetos e ações como hortas escolares, manejo de nascentes, atividades de reflorestamento e práticas de sustentabilidade no cotidiano da Escola. Nos documentos divulgados na conferência, o MEC relacionou a criação da PNEAE aos impactos recentes da crise climática sobre a educação, destacando que enchentes, secas e ondas de calor têm interrompido aulas, danificado escolas e atingido com maior intensidade estudantes de comunidades socialmente vulneráveis. A política passa a tratar esses efeitos como uma questão socioambiental e propõe incluir de forma sistemática a educação climática nos currículos, ampliar a formação de profissionais da educação em temas ambientais e climáticos e fortalecer a participação das redes de ensino na elaboração e implementação de ações coletivas de adaptação e resiliência, em articulação com diferentes esferas de governo.
Essa nova política pode ser caracterizada como uma Educação Ambiental que expressa uma orientação