Questões de Concurso Comentadas para professor - língua portuguesa

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Q1728143 Português
Indique a alternativa em que todos os substantivos são derivados.
Alternativas
Q1728142 Português
Indique a alternativa em que o plural do substantivo está correto:
Alternativas
Q1728141 Português
Leia, com atenção, os itens a seguir e indique a alternativa em que ocorre erro de acentuação ortográfica.
Alternativas
Q1728140 Pedagogia

Analise o trecho a seguir:


      Considerando-se que os alfabetizandos vivem numa sociedade letrada, em que a língua escrita está presente de maneira visível e marcante nas atividades cotidianas, inevitavelmente ____________________.


(http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=6002-fasciculo-port&category_slug=julho2010-pdf&Itemid=30192)


Indique a alternativa que melhor preenche a lacuna conforme contexto.

Alternativas
Q1728139 Pedagogia
Leia a seguir um trecho tirado dos PCNs da língua portuguesa e indique a alternativa que melhor completa a perspectiva apresentada.
A questão do ensino da literatura ou da leitura literária envolve, portanto, um exercício de reconhecimento das singularidades e das propriedades compositivas que matizam um tipo particular de escrita. Com isso, é possível afastar uma série de equívocos que costumam estar presentes na escola em relação aos textos literários, ou seja, tratá-los como expedientes para servir ao ensino das boas maneiras, dos hábitos de higiene, dos deveres do cidadão, dos tópicos gramaticais, das receitas desgastadas do “prazer do texto”, etc. Postos de forma descontextualizada:
Alternativas
Q1728138 Pedagogia

Analise o fragmento a seguir.


I - Para o sociolinguista, os limites não estão presentes no fato de um falante se considerar pertencente a uma dada comunidade, mas sim nas características essenciais - as regras gramaticais - do sistema linguístico abstrato daquele falante, em relação à comunidade a que pertence;

II - A aquisição desse sistema linguístico não se dá conscientemente, ou seja, não diz respeito à vontade do falante de falar de determinada forma; a aquisição da gramática ocorre de forma inconsciente, como também são também inconscientes, em grande parte, as reações subjetivas dos falantes em relação à língua;

III - Além disso, a característica principal da comunidade de fala está no fato de que seus integrantes devem compartilhar as mesmas atitudes e os mesmos valores em relação à língua: "atitudes socias em relação à língua são extremamente uniformes numa comunidade de fala";

IV - Há uma espécie de síntese do que foi possível aprender e avançar nesta década, em que a democratização das oportunidades educacionais começa a ser levada em consideração, em sua dimensão política, também no que diz respeito aos aspectos intra-escolares.

(Severa, Cristine Gorski. Linguagem e Sociedade: algumas reflexões sobre determinismo. PG: UFSC)
Indique a alternativa correta quanto ao contexto apresentado:
Alternativas
Q1728137 Pedagogia

Leia, atentamente, o trecho referente aos PCNs da língua portuguesa:


A prática de reflexão sobre a língua


Quando se pensa e se fala sobre a linguagem mesma, realiza-se uma atividade de natureza reflexiva, uma atividade de análise linguística. Essa reflexão é fundamental para a expansão da capacidade de produzir e interpretar textos. É uma entre as muitas ações que alguém considerado letrado é capaz de realizar com a língua.

A análise linguística refere-se a atividades que se pode classificar em epilinguísticas e metalinguísticas. Ambas são atividades de reflexão sobre a língua, mas se diferenciam nos seus fins.

Nas atividades epilinguísticas ___________________________. Um exemplo disso é quando, no meio de uma conversa um dos interlocutores pergunta ao outro “O que você quis dizer com isso?”, ou “Acho que essa palavra não é a mais adequada para dizer isso. Que tal...?”, ou ainda “Na falta de uma palavra melhor, então vai essa mesma”
(http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro02.pdf)
Indique a alternativa que melhor complementa a lacuna:

Alternativas
Q1727240 Português
Assinale a alternativa em que o pronome relativo “que” exerce a função de sujeito da oração:
Alternativas
Q1727239 Português
Leia as afirmações a seguir, acerca dos adjetivos:

I – Na língua portuguesa, os adjetivos variam em gênero, número e grau.
II – A sentença “Gostaria de comprar camisas rosas-claro” está correta, segundo a norma culta da língua.
III – Um exemplo de adjetivo comparativo de igualdade é a sentença: “Sou tão alto como você”.

É(são) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q1727238 Português
Leia as afirmações a seguir, acerca das orações subordinadas:

I – As orações subordinadas dividem-se em três grupos, a depender da função sintática que exercem na frase. Seriam eles: substantivas, adjetivas e pronominais.
II – Os períodos compostos por subordinação são obrigatoriamente formados por pelo menos uma oração principal e uma oração subordinada.
III – Um exemplo de oração subordinada substantiva é a frase: “As crianças que brincam ao ar livre adoecem menos”.

É(são) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q1727237 Português
Assinale a alternativa em que a ocorrência de crase é facultativa:
Alternativas
Q1727234 Português
Leia atentamente o poema A Flor e a Náusea, publicado em 1945, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.


A Flor e a Náusea


Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?

Olhos sujos no relógio da torre: Não, o
tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas,
alucinações e espera. O tempo pobre, o
poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.

Em vão me tento explicar, os muros são
surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova. As
coisas. Que tristes são as coisas,
consideradas sem ênfase.

Vomitar este tédio sobre a cidade. Quarenta
anos e nenhum problema resolvido, sequer
colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida. Todos
os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais E
soletram o mundo, sabendo que o
perdem.

Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.

Pôr fogo em tudo, inclusive em mim. Ao
menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo e dou a poucos
uma esperança mínima.

Uma flor nasceu na rua! Passem de
longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego. Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem
os negócios, garanto que uma flor
nasceu.

Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.

Sento-me no chão da capital do país
às cinco horas da tarde e lentamente
passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças
avolumam-se.

Pequenos pontos brancos movem-se
no mar, galinhas em pânico. É feia.
Mas é uma flor. Furou o asfalto, o
tédio, o nojo e o ódio. 
Leia atentamente as afirmações a seguir, acerca das figuras de linguagem presentes no poema:

I – No segundo verso – “vou de branco pela rua cinzenta.” –, ocorre a figura de linguagem “antítese”.
II – No terceiro verso – “Melancolias, mercadorias espreitam-me.” –, ocorre a figura de linguagem “prosopopeia”.
III – No trigésimo quinto verso – “Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego” – ocorre a figura de linguagem “metáfora”.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q1727233 Português
Leia atentamente o poema A Flor e a Náusea, publicado em 1945, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.


A Flor e a Náusea


Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?

Olhos sujos no relógio da torre: Não, o
tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas,
alucinações e espera. O tempo pobre, o
poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.

Em vão me tento explicar, os muros são
surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova. As
coisas. Que tristes são as coisas,
consideradas sem ênfase.

Vomitar este tédio sobre a cidade. Quarenta
anos e nenhum problema resolvido, sequer
colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida. Todos
os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais E
soletram o mundo, sabendo que o
perdem.

Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.

Pôr fogo em tudo, inclusive em mim. Ao
menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo e dou a poucos
uma esperança mínima.

Uma flor nasceu na rua! Passem de
longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego. Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem
os negócios, garanto que uma flor
nasceu.

Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.

Sento-me no chão da capital do país
às cinco horas da tarde e lentamente
passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças
avolumam-se.

Pequenos pontos brancos movem-se
no mar, galinhas em pânico. É feia.
Mas é uma flor. Furou o asfalto, o
tédio, o nojo e o ódio. 
Leia atentamente as afirmações a seguir:

I – A aproximação das palavras “melancolia” e “mercadoria”, no terceiro verso, somadas à informação presente no primeiro verso, mostram o apreço do eu lírico pelo mundo mercantilizado e capitalista.

II – Na terceira estrofe, percebe-se que a esperança do eu lírico para a mudança do cenário em que está inserido é pequena, dado que o único elemento que consola os doentes é o sol, embora tal consolo não produza muito efeito.

III – Na quarta estrofe, destaca-se a solidão vivenciada pelo momento histórico, a ditadura militar, já que as pessoas não conversam, não trocam correspondências e se informam apenas pelos jornais.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q1727232 Português
Leia atentamente o poema A Flor e a Náusea, publicado em 1945, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.


A Flor e a Náusea


Preso à minha classe e a algumas roupas,
vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias espreitam-me.
Devo seguir até o enjoo?
Posso, sem armas, revoltar-me?

Olhos sujos no relógio da torre: Não, o
tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas,
alucinações e espera. O tempo pobre, o
poeta pobre fundem-se no mesmo impasse.

Em vão me tento explicar, os muros são
surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova. As
coisas. Que tristes são as coisas,
consideradas sem ênfase.

Vomitar este tédio sobre a cidade. Quarenta
anos e nenhum problema resolvido, sequer
colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida. Todos
os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais E
soletram o mundo, sabendo que o
perdem.

Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.

Pôr fogo em tudo, inclusive em mim. Ao
menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo e dou a poucos
uma esperança mínima.

Uma flor nasceu na rua! Passem de
longe, bondes, ônibus, rio de aço do
tráfego. Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem
os negócios, garanto que uma flor
nasceu.

Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.

Sento-me no chão da capital do país
às cinco horas da tarde e lentamente
passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças
avolumam-se.

Pequenos pontos brancos movem-se
no mar, galinhas em pânico. É feia.
Mas é uma flor. Furou o asfalto, o
tédio, o nojo e o ódio. 
Leia atentamente as afirmações a seguir:
I – Neste poema, Carlos Drummond de Andrade representa a revolta do eu lírico frente ao mundo em que vive ao mesmo tempo em que mostra a esperança desse mesmo indivíduo com o aparecimento de uma flor que perturba.
II – Enquanto passeia pela cidade cinzenta, o eu lírico sente náusea. Seu desejo é de vomitar sobre tudo que lhe incomoda.
III – Na primeira estrofe, Carlos Drummond de Andrade indica que o eu lírico é uma pessoa presa à classe social à qual pertence.

É (São) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Alternativas
Q1727231 Atualidades
O atual Ministro da Educação empossado em 2018, pelo presidente Temer é:
Alternativas
Q1727230 História e Geografia de Estados e Municípios
A cidade de Lavrinhas conta com:
Alternativas
Q1727229 História e Geografia de Estados e Municípios
Complete segundo o artigo 187° da Lei Orgânica do Município:
Lavrinhas: comemorara, anualmente o _________data da emancipação político administrativo do Município.
Alternativas
Q1727228 Atualidades
"Pelo menos 27 pessoas morreram, entre elas um policial e um jornalista, nos protestos contra a reforma da previdência social ___________ que começaram quarta-feira, informaram dia 22/04/2018 as organizações de direitos humanos do país centro-americano. O jornalista Ángel Ganoa morreu ao ser atingido por um disparo na cidade de Bluefields, na Região Autônoma da Costa Caribe Sul (Racs), enquanto transmitia ao vivo os protestos contra o governo de Daniel Ortega, confirmou o programa de notícia El Meridiano, para o qual a vítima trabalhava." Completa corretamente a lacuna:
Alternativas
Q1727227 Conhecimentos Gerais
A 10ª Cúpula do Brics acontecerá entre os dias 25 e 27 de julho próximo, no Centro de Convenções de Johanesburgo, na África do Sul, com a presença dos cinco chefes de Estado do bloco. O Brics reúne:
Alternativas
Q1727226 Português
Leia atentamente o poema Geometria dos ventos de Rachel de Queiroz, escritora brasileira, para responder à questão.


Geometria dos Ventos

Eis que temos aqui a Poesia, a grande
Poesia Que não oferece signos nem
linguagem específica, não respeita sequer
os limites do idioma. Ela flui, como um rio.
como o sangue nas artérias, tão
espontânea que nem se sabe como foi
escrita.
E ao mesmo tempo tão elaborada - feito
uma flor na sua perfeição minuciosa, um
cristal que se arranca da terra já dentro
da geometria impecável da sua
lapidação. Onde se conta uma história,
onde se vive um delírio; onde a condição
humana exacerba, até à fronteira da loucura,
junto com Vincent e os seus girassóis de fogo,
à sombra de Eva Braun, envolta no mistério
ao
mesmo tempo
fácil e insolúvel da sua tragédia,
Sim, é o encontro com a Poesia. 
No verso “até à fronteira da loucura,” a ocorrência da crase está:
Alternativas
Respostas
19121: D
19122: C
19123: A
19124: D
19125: C
19126: A
19127: B
19128: A
19129: A
19130: B
19131: D
19132: C
19133: C
19134: C
19135: B
19136: C
19137: D
19138: A
19139: C
19140: B