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(Fonte: https://periodicos.ufs.br/revtee/article /view/2269.adaptado)
De acordo com o texto, qual é a importância de investigar o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) pelos professores na educação do Brasil?
É importante que o estudante desenvolva as suas habilidades desde a sua formação escolar, para garantir que esteja mais bem preparado para os desafios que estarão presentes na vida adulta. Compreender e estimular o desenvolvimento das competências individuais é ir além do ensinar a fazer, mas reconhecer que somos seres em transformação, em constante aprendizagem.
(Fonte: https://encr.pw/w91pO.adaptado)
Segundo o texto, quais práticas educacionais já transformam a realidade de muitas escolas no Brasil e no mundo?
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), é responsabilidade da escola educar os alunos dentro dos princípios democráticos, o que significa proporcionar um ambiente em que o processo educacional caminhe junto com a valorização de diferentes visões e opiniões.
(Fonte: https://encr.pw/funcao-e-papel-da-escola.adaptado)
Considerando o papel da escola na formação dos alunos conforme descrito no texto, qual é a função primordial da instituição escolar nos primeiros anos de educação?
(https://www.portugues.com.br/literatura/literatura -portuguesa.html.adaptado)
A obra que inaugura o período medieval chama-se:
Com base no texto fornecido, analise as razões pelas quais os jovens fora da escola pretendem concluir a educação básica. Assinale a alternativa correta.
O elemento destacado na frase refere-se ao termo:
Fonte: COSTA, Cibele Lopresti; NOGUEIRA, Everaldo; GRETA, Marchetti. Geração Alpha Língua Portuguesa, 7. 5 ed. São Paulo, SM, 2023, p. 53.
I- Apalavra “indígenas” recebeu acentuação gráfica em razão da mesma regra de acentuação da palavra “médica”.
II- Apalavra “você” recebeu acentuação gráfica em razão da mesma regra de acentuação da palavra “já”.
III- Apalavra “água” recebe acentuação gráfica em razão da mesma regra de acentuação da palavra “ingênuo”.
IV- Apalavra “por quê” recebeu acentuação gráfica para marcar o valor substantivo do termo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Considere as assertivas abaixo:
I- “O prestígio da norma culta decorre de propriedades intrínsecas (linguísticas propriamente ditas) e não de propriedades extrínsecas (sociais, políticas e históricas)”.
II- “Uma comunidade linguística se caracteriza por uma única norma, a norma-padrão”.
III- “Um mesmo falante pode dominar mais de uma norma e pode mudar a sua forma de falar a depender da situação comunicativa”.
IV- “Não é possível estabelecer com nitidez e precisão os limites de cada uma das normas, haja vista que elas absorvem características uma das outras.”
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Considere os seguintes traços referentes à norma culta e à norma-padrão:
I- “variedade que ocorre em usos mais monitorados da língua por segmentos sociais urbanos”
II- “construto sócio histórico que serve de referência para estimular um processo de uniformização”
III- “expressão viva de certos segmentos sociais”
IV- “codificação taxonômica relativamente abstrata de formas tomadas como um modelo de língua”
Assinale a alternativa CORRETA:
Observe as seguintes assertivas relacionadas às definições de tipo e gênero textual.
I- Construtos teóricos definidos por propriedades linguísticas intrínsecas.
II- Realizações linguísticas concretas definidas por propriedades sociocomunicativas.
III- Argumentação, injunção, descrição, exposição e narração.
IV- Bilhete, carta, edital de concurso e conferência.
É CORRETO o que se afirma em:
Leia o texto I para responder à questão.
Texto I
Circuito Fechado Chinelos, vaso, descarga. Pia, sabonete. Água. Escova, creme dental, água, espuma, creme de barbear, pincel, espuma, gilete, água, cortina, sabonete, água fria, água quente, toalha. Creme para cabelo, pente. Cueca, camisa, abotoaduras, calça, meias, sapatos, gravata, paletó. Carteira, níqueis, documentos, caneta, chaves, lenço. Relógio, maço de cigarros, caixa de fósforos, jornal. Mesa, cadeiras, xícara e pires, prato, bule, talheres, guardanapos. Quadros. Pasta, carro. Cigarro, fósforo. Mesa e poltrona, cadeira, cinzeiro, papéis, telefone, agenda, copo com lápis, canetas, blocos de notas, espátula, pastas, caixas de entrada, de saída, vaso com plantas, quadros, papéis, cigarro, fósforo. Bandeja, xícara pequena. Cigarro e fósforo. Papéis, telefone, relatórios, cartas, notas, vales, cheques, memorandos, bilhetes, telefone, papéis. Relógio. Mesa, cavalete, cinzeiros, cadeiras, esboços de anúncios, fotos, cigarro, fósforo, bloco de papel, caneta, projetos de filmes, xícara, cartaz, lápis, cigarro, fósforo, quadro-negro, giz, papel. Mictório, pia. Água. Táxi, mesa, toalha, cadeiras, copos, pratos, talheres, garrafa, guardanapo, xícara. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Escova de dente, pasta, água. Mesa e poltrona, papéis, telefone, revista, copo de papel, cigarro, fósforo, telefone interno, externo, papéis, prova de anúncio, caneta e papel, relógio, papel, pasta, cigarro, fósforo, papel e caneta, telefone, caneta e papel, telefone, papéis, folheto, xícara, jornal, cigarro, fósforo, papel e caneta. Carro. Maço de cigarros, caixa de fósforos. Paletó, gravata. Poltrona, copo, revista. Quadros. Mesa, cadeiras, pratos, talheres, copos, guardanapos. Xícaras. Cigarro e fósforo. Poltrona, livro. Cigarro e fósforo. Televisor, poltrona. Cigarro e fósforo. Abotoaduras, camisa, sapatos, meias, calça, cueca, pijama, espuma, água. Chinelos. Coberta, cama, travesseiro.
Fonte: RAMOS, Ricardo. Os melhores contos. São Paulo: Global Editora, 1998.
Analise as seguintes afirmativas acerca do texto apresentado.
I- O nexo do texto é constituído por retomadas implícitas, por elipses e pelo emprego de formas lexicais.
II- Há, no texto, ausência demarcadores coesivos que tornam a leitura ininteligível.
III- O nexo, no texto, é estabelecido prioritariamente a partir do nível gramatical. IV- A despeito da ausência de elementos coesivos, é possível observar unidade de sentido.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia as definições que seguem acerca de alguns dos critérios de textualidade.
I- “Diz respeito ao grau de expectativa ou falta de expectativa, de conhecimento ou desconhecimento e mesmo incerteza do texto oferecido.”
II- “Forma como os elementos linguísticos presentes na superfície textual se interligam, se interconectam, por meio de recursos também linguísticos.”
III- “Diz respeito à atitude do receptor do texto, que recebe o texto como uma configuração aceitável, tendo-o como coerente e coeso, ou seja, interpretável e significativo.”
Fonte: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
As definições acima apresentadas referem-se, respectivamente, aos seguintes critérios de textualidade:
Assinale a alternativa que corresponde à concepção de gramática compatível com a afirmação “Qualquer criança, tendo acesso à linguagem, domina rapidamente, logo nos primeiros anos de vida, todo um sistema de princípios e regras que lhe permitem ativar ou construir inteiramente a gramática de sua língua”
Fonte: FRANCHI, Carlos e NEGRÃO, Esmeralda Vailati e MULLER, Ana Lúcia de Paula. Mas o que é mesmo gramática? São Paulo: Parábola, 2008, p. 24.
Considere as seguintes proposições acerca do trabalho coma variação linguística no contexto das pesquisas e no contexto de ensino:
I- A variação morfossintática não tem muita produtividade no português brasileiro, razão pela qual tem recebido pouca atenção nos materiais didáticos e nos estudos linguísticos.
II- A abordagem da língua a partir das noções de “certo” e “errado” é indicativa de um tratamento satisfatório da variação linguística em sala de aula.
III- É uma prática adequada no tratamento da variação linguística a exploração das relações dicotômicas entre língua falada versus língua escrita; língua formal versus língua informal.
IV- A exploração de textos autênticos da realidade linguística do português brasileiro é um caminho profícuo para o trabalho com a variação linguística em sala de aula.
V- O tratamento da variação linguística a partir da exploração do léxico e do nível fonético deve receber maior atenção, haja vista a grande produtividade de fenômenos dessa natureza no português brasileiro.
É CORRETO que se afirma em:
EXCERTO 1: “ A variação linguística não ocorre somente nos diferentes modos de falar das comunidades, dos grupos sociais, quando a gente compara uns com outros. Ela também se mostra no comportamento linguístico de cada indivíduo, de cada falante da língua.”
EXCERTO 2: “Nós variamos o nosso modo de falar, individualmente, de maneira mais consciente, conforme a situação de interação em que nos encontramos.”
EXCERTO 3: “Todo e qualquer indivíduo varia a sua maneira de falar, monitora mais ou menos o seu comportamento verbal, independentemente de seu grau de instrução, classe social, faixa etária etc.”
Fonte: BAGNO, Marcos. Nada na língua é por acaso: por uma pedagogia da variação linguística. São Paulo: Parábola, 2007.
Os excertos apresentados:
I- Referem-se ao mesmo fenômeno de variação linguística.
II- Referem-se a distintos fenômenos de variação linguística.
III- Referem-se respectivamente aos fenômenos da variação diastrática, variação diamésica e variação diafásica.
IV- Referem-se ao fenômeno da variação diamésica.
V- Referem-se ao fenômeno da variação diafásica.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
7. Releia o sétimo e oitavo parágrafos do texto e responda:
a) Segundo a autora, qual seria o grande desafio para a escola no desenvolvimento do letramento digital?
b) Para superar esse desafio, que ações a autora propõe?
Fonte: COSTA, Cibele Lopresti; NOGUEIRA, Everaldo; MARCHETTI, Greta. Língua Portuguesa 6. 5ª ed. São Paulo: SM, 2023, p. 270, com adaptações.
Considere o excerto abaixo:
“A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto, a partir dos seus objetivos, do seu conhecimento sobre o assunto, sobre o autor, de tudo o que sabe sobre a língua: características do gênero, do portador, do sistema de escrita etc.”
(Fonte: BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: língua portuguesa/ Secretaria de Educação Fundamental – Brasília, 1997, p. 41.)
A visão de leitura contida na citação acima dialoga coma concepção de leitura como:
Avalie as assertivas que seguem a respeito das concepções de língua.
I- Nessa concepção, os sujeitos são vistos como atores sociais, sujeito ativos.
II- Nessa concepção, considera-se a língua como um “conjunto de signos que se combinam segundo regras”. É possível transmitir uma mensagem de um emissor para um receptor.
III- Nessa concepção, a linguagem é considerada espelho do pensamento.
IV- Nessa concepção, a língua é concebida como um sistema de normas imutável, acabado e sem interferência social.
Assinale a alternativa CORRETA:
USP usa técnica da ovelha Dolly para fazer transplante de porcos em humanos
Esperança é de que, no futuro, abordagem diminua tempo de espera por um novo órgão.
Reinaldo José Lopes
SÃO CARLOS (SP)
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) acabam de inaugurar um laboratório que, com alguma sorte, poderá viabilizar a prática dos xenotransplantes (transplantes de órgãos de animais para seres humanos) no Brasil.
Médicos, geneticistas e veterinários, entre outros especialistas, usarão o espaço para abrigar porcas grávidas de filhotes geneticamente modificados. As alterações no DNA dos suínos servem para minimizar o risco de rejeição quando seus órgãos forem transferidos para pessoas que precisam de um transplante.
Os primeiros testes bem-sucedidos já aparecem nos últimos anos em pacientes dos EUA, e a esperança é que, no futuro, a abordagem encurte o tempo de espera por um novo órgão, talvez dispensando, em alguns casos, a necessidade de um doador humano. Antes que isso se torne realidade, porém, é preciso vencer uma gama considerável de desafios técnicos, a começar pela reprodução dos próprios suínos.
No papel, a abordagem parece simples. O material genético no núcleo de células fetais de porcos é alterado e, depois, transferido para óvulos suínos cujo DNA foi retirado.
"Estamos usando a técnica que deu origem à ovelha Dolly", resume Mayana Zatz, geneticista do Centro de Estudos do Genoma Humano e de Células-Tronco da USP, uma das coordenadoras do projeto Xeno BR.
O problema é que, mesmo quase 30 anos após o nascimento de Dolly, o primeiro mamífero clonado, produzir cópias genéticas de qualquer animal doméstico ainda é um processo complexo. A clonagem sempre envolve o uso de centenas ou até milhares de óvulos para, se tudo der certo, ocorrer o nascimento de um filhote viável.
"Sabemos que a eficiência é baixa, mas estamos aprendendo que a qualidade das células a serem editadas geneticamente pode ter um papel importante no sucesso", diz Zatz. A equipe está sendo assessorada por Luiz Mauro Queiroz, brasileiro responsável pela criação dos porcos transgênicos (geneticamente modificados) da empresa eGenesis nos EUA. A equipe americana já realizou seus primeiros transplantes suíno-humanos.
Também ainda não está totalmente claro quantas modificações no DNA são necessárias para que os órgãos de porcos sejam substitutos aceitáveis daqueles doados por pessoas. [...]
"Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."
O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
"Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."
De acordo com Raia, ainda é cedo para dizer se o avanço da técnica vai acabar equiparando os xenotransplantes, em termos de sucesso e riscos, aos feitos hoje com as técnicas convencionais, embora essa possibilidade exista.
Ao menos por ora, os pacientes que receberem os órgãos suínos deverão ter de enfrentar um esquema imunossupressor mais potente e constante. Ou seja, eles farão um uso mais intenso de medicamentos que controlam o sistema de defesa de seu organismo, para que ele não rejeite o transplante como um corpo estranho.
"Em consequência disso, a possiblidade de esse paciente se contaminar será maior, sem dúvida. Ele terá de seguir recomendações que evitem ao máximo o contato com fontes de infecção", observa o médico.
Raia lembra ainda que pesquisas feitas anteriormente no Brasil com candidatos na fila por rim ou fígado que já tinham recebido novos órgãos mostram que 91% aceitariam um xenotransplante suíno caso fosse necessário, taxa superior à de países como a China (75%) e Turquia (43%).
Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2024/05/usp-se-prepara-para-fazer-transplantes-de-orgaos-de-porcos-para-humanos.shtml>