Questões de Concurso Comentadas para professor - língua portuguesa

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Q3732508 Literatura
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
A história da literatura brasileira tem seu ponto de partida em 1500, com a chegada dos portugueses ao território que viria a ser o Brasil, uma vez que as sociedades indígenas que aqui habitavam eram ágrafas, isto é, não possuíam sistema de escrita.
Com base na divisão cronológica da literatura brasileira, relacione a Coluna A com os períodos literários apresentados às suas respectivas características descritas na Coluna B.

Coluna A

1.Arcadismo
2.Barroco
3.Naturalismo
4.Simbolismo

Coluna B

(__)No Brasil, esse período teve início em 1768 e permaneceu em evidência até 1836. Suas principais características incluíam bucolismo, pastoralismo, idealização do amor e da mulher.
(__)Foi um estilo de época marcado por dualidades, tais como antropocentrismo versus teocentrismo, material versus espiritual, fé versus razão, e pela valorização do 'carpe diem' (aproveitar o momento)
(__)Iniciado em 1881, esse estilo de época distingue-se pelo uso de uma linguagem objetiva, pela presença do determinismo, da zoomorfização e do cientificismo, bem como pela ausência de idealizações e pela crítica de cunho sociopolítico.
(__)A estética brasileira começou a se definir em 1893, marcada pela musicalidade e pela valorização das sensações. Entre suas principais características, destacam-se: oposição à literatura realista, subjetividade, exaltação da espiritualidade, busca por um mundo ideal e sondagem do eu interior.

A sequência numérica que preenche os itens acima, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3732507 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa."
O vocábulo 'montanha-russa' está grafado com hífen corretamente. Agora, analise o uso do hífen nas palavras compostas a seguir e Identifique a alternativa que apresenta o seu uso de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3732506 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas, relembra Feinstein."
"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas." Considerando as flexões das formas verbais empregadas no trecho, marque com (V), as afirmativas verdadeiras, ou com (F), as falsas.

(__)A forma verbal 'expusemos' encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, exprimindo ações habituais ocorridas no passado.
(__)A forma verbal 'conseguia' está flexionada no pretérito imperfeito do indicativo, indicando uma ação contínua ou duradoura no passado, e o verbo 'deixar' está no modo infinitivo, dependente do verbo principal.
(__)A forma verbal 'relembra' está no pretérito perfeito do indicativo, o que reforça a ideia de recordação concluída no passado.
(__)Os verbos 'aproximar' e 'deixar' estão no modo subjuntivo, expressando dúvida e possibilidade.

A sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3732505 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso."
Considerando a acentuação dos vocábulos extraídos do trecho, bem como dos retirados do texto-base, julgue as afirmativas:

I.O vocábulo 'edifício' possui duas classificações possíveis quanto à tonicidade, diferentemente do vocábulo 'colágeno' que é apenas classificado como proparoxítono.
II.O vocábulo 'céus' é acentuado pela regra do ditongo aberto 'éu'. Essa regra também se aplica ao vocábulo 'troféu'.
III.O vocábulo 'proteínas' é acentuado pela regra do 'i' tônico que forma hiato com a vogal anterior. Essa regra não se aplica ao vocábulo 'veículos'.
IV.Os vocábulos 'até', 'clínico' e 'estímulo' recebem acento de acordo com regras distintas: 'até' segue uma regra própria, enquanto 'clínico' e 'estímulo' compartilham outra. A retirada do acento em cada uma dessas palavras modifica sua classificação morfológica e gera novos vocábulos com significados diferentes, alterando, assim, o valor semântico original.
V.Os vocábulos 'científicos' e 'único' recebem acento segundo a mesma regra e, por isso, possuem a mesma classificação quanto à tonicidade.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3732504 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo."

O verbo 'parecer' está flexionado no singular concordando adequadamente com o núcleo 'parte', que se encontra no singular. Agora, analise as concordâncias estabelecidas nos enunciados a seguir:
I.A maior parte destes quartos não tinham teto, nem portas, nem pavimento.
II.Foi um dos poucos no seu tempo que reconheceu a importância do contexto na interpretação do texto
III.O relógio de uma das igrejas bateu duas horas.
IV.Olhar e ver era para mim um recurso de defesa.

A concordância verbal está adequada às normas gramaticais da língua portuguesa em:
Alternativas
Q3732503 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso."
Com base nas classes de palavras, analise as afirmativas a seguir:

I.Na expressão 'nos céus', o termo 'nos' é uma contração da preposição 'em' com o artigo definido plural 'os', introduzindo um adjunto adverbial de lugar, e 'céus' é um substantivo pluralizado de forma correta, assim como o vocábulo 'anãos' em "Os anãos da montanha guardavam um tesouro milenar escondido nas profundezas da caverna."
II.O vocábulo 'menor' classifica-se como advérbio de intensidade, modificando o substantivo 'alteração'. Ele também pode ser empregado como substantivo, como em "Os menores daquela família tiveram muito sucesso financeiro".
III.Em 'do seu pulso', o termo 'do' resulta da fusão da preposição 'de' com o pronome possessivo 'o', enquanto 'seu' atua como pronome adjetivo, caracterizando 'pulso'.
IV.O emprego da conjunção 'e', na última ocorrência, indica uma relação de contraste entre as ações descritas e o resultado apresentado, funcionando como elemento de coesão sequencial com valor adversativo.
V.O verbo 'sentir' é verbo irregular, está no pretérito perfeito do indicativo, assim como o verbo 'vir' em "Eles vieram aqui logo pela manhã".


Alternativas
Q3732502 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado."
Considerando a regência verbal, julgue as afirmativas a seguir:

I.Os verbos 'funcionar' e 'sentir' apresentam-se como transitivos diretos, com seus complementos sem o uso de preposição.
II.O verbo 'haver' está empregado no sentido de 'existir', por isso, é impessoal e intransitivo, não exigindo complementos verbais.
III.O verbo 'funcionar' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Essas ideias malucas não funcionam por aqui".
IV.O verbo 'sentir' no trecho apresenta a mesma transitividade que se observa no enunciado: "Embora tenha dito que sentiu muito por ter ofendido a moça, ela não o perdoou.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3732501 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A doença rara que faz as pessoas não sentirem mais medo


Imagine como seria pular de um avião e não sentir nada. Nenhuma descarga de adrenalina, nenhuma alteração dos seus batimentos cardíacos.

Esta é a realidade para o britânico Jordy Cernik. Ele teve suas glândulas adrenais retiradas, para reduzir a ansiedade causada pela síndrome de Cushing, uma doença rara que ocorre quando as glândulas adrenais produzem muito cortisol, o hormônio do estresse.

Mas o tratamento funcionou bem demais. Cernik deixou de sentir ansiedade, mas havia algo de errado.

Em 2012, durante uma viagem para a Disneylândia, nos Estados Unidos, ele percebeu que não sentia medo ao andar de montanha-russa.

Ele pulou de um avião nos céus, andou de tirolesa em Newcastle, no Reino Unido, e desceu de rapel o edifício Shard, em Londres. E não sentiu a menor alteração do seu pulso.

A experiência de Cernik é rara, mas ele não é o único. Esta sensação pode parecer familiar para pessoas que sofrem da doença de Urbach-Wiethe, também conhecida como lipoidoproteinose — uma condição genética tão rara que, até hoje, só foi diagnosticada em cerca de 400 pessoas.

Uma famosa paciente de Urbach-Wieth, conhecida como S.M., foi objeto de estudos científicos na Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, desde meados dos anos 1980.

No início dos anos 2000, um estudante de graduação entrou para a equipe de pesquisa e começou a procurar formas de assustar S.M. Seu nome era Justin Feinstein.

Hoje, ele é neuropsicólogo clínico do Coletivo de Pesquisa Float, que promove a terapia de estímulo ambiental reduzido por flutuação (Rest, na sigla em inglês) como tratamento para dores, estresse, ansiedade e condições relacionadas.

"Nós mostramos a ela todos os filmes de terror que conseguimos encontrar", relembra Feinstein.

Mas nem A Bruxa de Blair (1999), Aracnofobia (1990), O Iluminado (1980) e O Silêncio dos Inocentes (1991) despertaram qualquer tipo de medo em S.M. Nem mesmo uma visita ao Sanatório Waverly Hills, uma assustadora casa mal assombrada em Louisville, no Estado americano de Kentucky, teve algum efeito.

"Nós a expusemos a ameaças da vida real, como cobras e aranhas", relembra Feinstein.

"Não só ela demonstrou pronunciada ausência de medo, como não conseguia deixar de se aproximar delas. Ela tinha essa curiosidade quase irresistível de querer tocar e interagir com as diferentes criaturas."

A doença de Urbach-Wiethe é causada por uma mutação isolada no gene ECM1, encontrado no cromossomo 1.

ECM1 é uma das muitas proteínas fundamentais para a manutenção da matriz extracelular (ECM), uma rede de apoio que mantém as células e tecidos no lugar.

Quando a ECM1 é danificada, começa a ocorrer acúmulo de cálcio e colágeno, causando a morte das células.

Uma parte do corpo que parece ser particularmente vulnerável a este processo é a amígdala cerebelosa, uma região do cérebro em forma de amêndoa. Acredita-se há muito tempo que ela participe do processamento do medo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly1xnqyrpgo
"E não sentiu a menor alteração do seu pulso."

Na Língua Portuguesa, existem três formas de colocação pronominal, conforme as regras da gramática normativa. No contexto apresentado, se a expressão 'a menor alteração' for substituída por um pronome oblíquo átono, a colocação correta será:
Alternativas
Q3730047 Português
Não Olhe para Cima (Don’t Look Up, Estados Unidos, 2021) [...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay. Ri-se muito no filme, mas a piada é amarga: mesmo quando o desastre já é visível a olho nu há gente que não é capaz de se convencer de que vai leválo na cabeça. [...] Sexistas, negacionistas, populistas, vira-casacas, bois de presépio, inocentes, conscienciosos: Adam McKay faz chover estilhaços sobre todo mundo porque, por definição, é isso que fazem as catástrofes globais. Como aquele outro cometa, esse climático, do qual há pelo menos cinco décadas público e governos vêm sendo avisados: metade do planeta pega fogo, outra metade se afoga em enchentes, e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.

Disponível em: www.isabelaboscov.com. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
Em “[...] e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.” O pronome relativo apresenta a função sintática de 
Alternativas
Q3730046 Português
Não Olhe para Cima (Don’t Look Up, Estados Unidos, 2021) [...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay. Ri-se muito no filme, mas a piada é amarga: mesmo quando o desastre já é visível a olho nu há gente que não é capaz de se convencer de que vai leválo na cabeça. [...] Sexistas, negacionistas, populistas, vira-casacas, bois de presépio, inocentes, conscienciosos: Adam McKay faz chover estilhaços sobre todo mundo porque, por definição, é isso que fazem as catástrofes globais. Como aquele outro cometa, esse climático, do qual há pelo menos cinco décadas público e governos vêm sendo avisados: metade do planeta pega fogo, outra metade se afoga em enchentes, e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.

Disponível em: www.isabelaboscov.com. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
“[...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay.” Acerca da expressão destacada, está correto o que se afirma, quanto ao processo de referenciação, que 
Alternativas
Q3730045 Português
Não Olhe para Cima (Don’t Look Up, Estados Unidos, 2021) [...] tem aquele humor cínico, abilolado e fora dos trilhos que é a marca do diretor e roteirista Adam McKay. Ri-se muito no filme, mas a piada é amarga: mesmo quando o desastre já é visível a olho nu há gente que não é capaz de se convencer de que vai leválo na cabeça. [...] Sexistas, negacionistas, populistas, vira-casacas, bois de presépio, inocentes, conscienciosos: Adam McKay faz chover estilhaços sobre todo mundo porque, por definição, é isso que fazem as catástrofes globais. Como aquele outro cometa, esse climático, do qual há pelo menos cinco décadas público e governos vêm sendo avisados: metade do planeta pega fogo, outra metade se afoga em enchentes, e segue robusto o contingente de chamuscados e molhados para os quais não, não pode ser tão sério assim.

Disponível em: www.isabelaboscov.com. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
Nesse gênero textual resenha de filme, a crítica é construída porque 
Alternativas
Q3730041 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

O substantivo hiperônimo que sintetiza a ideia global do texto é 
Alternativas
Q3730040 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Apresenta função sintática de adjunto adnominal, os termos destacados em:
Alternativas
Q3730039 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

São considerados pares de sinonímia os vocábulos abaixo selecionados: 
Alternativas
Q3730038 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Acerca do período “Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades.” Julgue os itens:
I. A primeira oração é classificada como oração absoluta.
II. A segunda oração apresenta uma função sintática de adjunto adverbial.
III. O vocábulo “que” é considerado como uma preposição, e sua função é apenas a de ligar os elementos de uma locução verbal.
IV. O sujeito da última oração é considerado elíptico pois não está presente na oração, porque o verbo está no gerúndio.
Está (ão) correto (s) o (s) item (ns):
Alternativas
Q3730037 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Na coesão textual, a dimensão que contempla os elos coesivos do texto, o elemento que promove a retomada de referentes está adequadamente destacado na alternativa: 
Alternativas
Q3730036 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Em “[...], porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer. O vocábulo destacado passou pelo processo de formação de palavras denominado de: 
Alternativas
Q3730035 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Em todos os trechos destacados abaixo, há pelo menos um vocábulo que contenha pelo menos um ditongo decrescente, EXCETO: 
Alternativas
Q3730034 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

Nos excertos transcritos abaixo, assinale a alternativa que contém exemplo de subjetividade do autor. 
Alternativas
Q3730033 Português

O brasileiro é bom


Sim, são. Os brasileiros são bons. Os brasileiros usam a criatividade para superar obstáculos. Gosto dos brasileiros. Gosto dos brasileiros porque os brasileiros são bons. Eu sou bom. Eu sou bom porque eu sou brasileiro. Os brasileiros não desistem nunca. Os brasileiros sabem viver com alegria, mesmo tendo que enfrentar extremas dificuldades. […] Os brasileiros são bons porque superam todos os obstáculos de cabeça erguida, e cada obstáculo superado com empenho, com coerência é matéria-prima para novos desafios que levam sempre os brasileiros, que são bons, um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.


[…] SANT’ANNA, A. O brasileiro é bom. In: ______. O Brasil é bom. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. 

No trecho “um pouco mais adiante, porque todo dia nasce novo, em cada amanhecer.” O termo marcado indica, quanto ao sentido
Alternativas
Respostas
2701: C
2702: A
2703: A
2704: A
2705: D
2706: C
2707: D
2708: D
2709: E
2710: A
2711: D
2712: E
2713: E
2714: A
2715: C
2716: D
2717: C
2718: E
2719: D
2720: A