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Q3826870 Português
Com relação à colocação pronominal em contexto real de escrita, assinale a justificativa que apresenta arranjos compatíveis com as regras de uso.
Alternativas
Q3826869 Português
Com relação à regência e à escolha preposicional, assinale a afirmativa que apresenta construções adequadas ao padrão de referência. 
Alternativas
Q3826868 Português
Observando concordância e regência em usos correntes, analise as afirmativas.

I. “Faltam cadeiras na sala” apresenta verbo que concorda com o sujeito posposto no plural.
II. “Assistir ao filme” no sentido de ver exige preposição a e introduz complemento indireto.
III. “Visar melhorias” admite, como forma preferencial na escrita formal, a construção “visar em melhorias”.
IV. “Implica atraso no cronograma” no sentido de acarretar admite complemento direto sem preposição.
V. “Custa lidar com isso” exemplifica verbo que impede reconhecimento de sujeito oracional na análise sintática.

Marque a opção que apresenta as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q3826867 Português
Com relação ao Acordo Ortográfico vigente e a padrões morfológicos de formação, assinale a proposição em conformidade com a norma.
Alternativas
Q3826866 Português
Com relação a figuras de linguagem, assinale a assertiva que estabelece vínculo CORRETO entre fenômeno expressivo e efeito de construção.
Alternativas
Q3826865 Literatura
Com relação a Trovadorismo, Humanismo e Classicismo na tradição portuguesa, assinale a afirmativa que distingue, com precisão, poéticas e contextos.
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Q3826864 Português
Com relação aos valores semântico-discursivos de orações adverbiais, assinale a proposição que associa, com rigor, conector e efeito de sentido.
Alternativas
Q3826863 Português
Ao revisar um texto coletivo de 9º ano, a equipe detecta períodos longos com orações adjetivas mal pontuadas e conectores sem valor lógico definido. Considerando coesão, pontuação e legibilidade, assinale a afirmativa que qualifica a intervenção.
Alternativas
Q3826862 Português
Com relação aos processos de formação de palavras, assinale a afirmação que descreve, com precisão, mecanismos e efeitos morfológicos típicos.
Alternativas
Q3826861 Português
O jornal da escola recebeu três propostas de título para a mesma matéria:

I. “Cidade cresce além do previsto e redes sofrem pressão”.
II. “Expansão urbana pressiona serviços e exige planejamento”.
II. “Planejamento garante qualidade e corrige excesso de demanda”.

Considerando efeito de sentido e responsabilidade informativa, assinale a assertiva CORRETA.
Alternativas
Q3826860 Português
Com relação às funções da linguagem em situações comunicativas escolares, assinale a assertiva que identifica, com rigor, a predominância funcional em cada quadro.
Alternativas
Q3826859 Português
Uma professora planeja um dossiê sobre “notícia x reportagem” com turmas de 8º ano. O material inclui manchetes, chamadas, corpo de texto, infográficos e créditos. Considerando a especificidade de gêneros e seus efeitos de sentido, assinale a proposição que qualifica o procedimento investigativo do projeto.
Alternativas
Q3826857 Português
Com relação à progressão temática em textos expositivos, assinale a afirmação que caracteriza, com precisão, um encadeamento que favorece coesão e previsibilidade de foco informacional.
Alternativas
Q3825257 Português
Leia o Texto a seguir, trecho da música “Maria da Vila Matilde”, de Elza Soares, e responda à questão.



Maria da Vila Matilde

Elza Soares


Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
Eu digo que não te conheço
E jogo água fervendo
Se você se aventurar
Eu solto o cachorro
E, apontando pra você
Eu grito: péguix...
Eu quero ver
Você pular, você correr
Na frente dos vizinhos
Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim
Cadê meu celular?
Eu vou ligar pro 180
Vou entregar teu nome
E explicar meu endereço
Aqui você não entra mais
[...]



Compositores: Douglas Germano
Letra de Maria da Vila Matilde © Alternetmusic Producoes E
Gravacao Ltda
Fonte: Disponível em: https://www.letras.mus.br/elza-soares/mariada-vila-matilde/ Acesso em 20/11/2025.

Considere o verso “Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim”, da canção Maria da Vila Matilde, de Elza Soares, e analise as afirmações a seguir sobre o emprego de “cê”:

I. O uso de “cê” corresponde a uma forma reduzida de “você”, típica da oralidade e de situações de menor formalidade.
II. O emprego de “cê” caracteriza erro gramatical e interfere negativamente na compreensão do verso.
III. Essa forma reduzida constitui marca de variação linguística legítima, registrada amplamente na fala cotidiana em vários contextos urbanos.
IV. O uso de “cê” indica regionalismo específico que limita a compreensão da canção a determinadas áreas do país.

Após análise, conclui-se que é correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3825256 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Leia o trecho:

"Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher.

Mas do desejo inflamado que tivera por ela." Sobre as palavras destacadas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3825255 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Sobre o trecho: “E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos”, julgue as afirmativas a seguir como verdadeiro (V) ou falso (F).

( ) O uso de “tosquiou-lhe” contribui para representar a mulher como alguém destituído de autonomia, aproximando a ação de um tratamento dado a animais.
( ) O ato de cortar os cabelos é apresentado como um gesto de cuidado e proteção do marido.
( ) O verbo “tosquiar” reforça o caráter agressivo da ação, revelando a intenção de controle sobre o corpo dela.
( ) O gesto do marido é descrito como iniciativa consensual entre o casal.
( ) A escolha lexical demonstra o comportamento autoritário do marido.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Q3825254 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
Na frase “Esquiva como um gato, não mais atravessava praças”, a palavra “esquiva” funciona como:
Alternativas
Q3825253 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
A motivação do marido para voltar a presentear a mulher com itens de beleza decorre principalmente de: 
Alternativas
Q3825252 Português
Para que ninguém a quisesse


Marina Colasanti



Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, das gavetas tirou todas as joias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.

       Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos. Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido numa gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

COLASANTI, Marina. Para que ninguém a quisesse. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2. 
O comportamento do marido ao longo do conto revela uma atitude central que orienta suas ações. Essa atitude pode ser interpretada como: 
Alternativas
Q3825046 Português

Leia o texto a seguir:

 

Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil

 

Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa

 

O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.

No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.

Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.

No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.

Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.

Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.

Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)

Leia o período abaixo:
“...o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida.”
No que diz respeito à estrutura sintática, o período acima é composto por: 
Alternativas
Respostas
2281: D
2282: B
2283: B
2284: C
2285: E
2286: C
2287: B
2288: D
2289: A
2290: D
2291: C
2292: B
2293: E
2294: B
2295: A
2296: B
2297: C
2298: D
2299: A
2300: B