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A clause is a group of words that contains a verb (and usually other components too). A clause may form part of a sentence or it may be a complete sentence in itself.
About clauses, it is not correct:
About the verb is not correct:
As crianças adquirem (pelo menos) uma língua, seja essa uma língua oral ou manual. Esse fato é surpreendente dada a complexidade das línguas naturais. Além disso, adquirem uma língua quando ainda são muito novas, numa fase em que mal conseguem amarrar os sapatos ou desenhar em círculos. Ou seja, o processo de aquisição de linguagem, além de ser universal, é também rápido, uma vez que, por volta dos quatro anos de idade, quase toda a complexidade de uma língua é aprendida. Considerando tal complexidade das línguas naturais, questiona-se como todas as crianças adquirem uma língua, aparentemente sem esforço algum e sem serem explicitamente ensinadas.
Como mencionado acima, toda criança normal adquire uma língua natural, sem nenhum treinamento especial e sem um input linguístico sequenciado, ou seja, sem nenhuma preocupação com a ordem em que as sentenças são faladas às crianças. Essa propriedade da aquisição de linguagem, segundo Crain e Lillo-Martin (1999), é chamada de universalidade da linguagem. Embora as línguas naturais sejam muito diversas, o curso de aquisição de linguagem é o mesmo em qualquer língua, como tem sido observado translinguisticamente. Para explicar o processo de aquisição de linguagem, uma teoria linguística tem de dar conta dessa universalidade e responder o que é especial sobre linguagem, e sobre as crianças, que garante que elas irão dominar um sistema de regras rico e complexo num período em que estão apenas entrando em idade escolar.
Leias as afirmações seguintes sobre as teorias de aquisição da linguagem.
I- Chomsky adota uma postura inatista na consideração do processo por meio do qual o ser humano adquire a linguagem. A linguagem, específica da espécie, dotação genética, é um conjunto de comportamentos verbais que seria adquirida como resultado do desencadear de um dispositivo inato, inscrito na mente.
II- O argumento básico de Chomsky é: num tempo bastante curto (mais ou menos dos 18 aos 24 meses), a criança, que é exposta normalmente a uma fala precária, fragmentada, cheia de frases truncadas ou incompletas, é capaz de dominar um conjunto complexo de regras ou princípios básicos que constituem a gramática internalizada do falante. Esse argumento, constantemente reafirmado, é chamado de pobreza do estímulo. Um mecanismo ou dispositivo inato de aquisição da linguagem (em Inglês, LAD, Language Acquisition Device), que elabora hipóteses gramaticais sobre dados linguísticos primários (isto é, a língua a que a criança está exposta), gera uma gramática específica, que é a gramática da língua nativa da criança, de maneira totalmente fácil e com um alto grau de instantaneidade. Isto é, esse mecanismo inato faz "desabrochar" o que "já está lá", através da projeção, nos dados do ambiente, de um conhecimento linguístico prévio, sintático por natureza.
III- A abordagem chamada de cognitivismo construtivista ou epigenético foi desenvolvida com base nos estudos do epistemólogo suíço Jean Piaget, segundo o qual o aparecimento da linguagem se dá na superação do estágio sensório-motor, por volta dos 18 meses. Neste estágio de desenvolvimento cognitivo se dá o desenvolvimento da função simbólica, por meio da qual um significante (ou um sinal) pode representar um objeto significado, além do desenvolvimento da representação, pela qual a experiência pode ser armazenada e recuperada.
IV- Vygotsky explica o desenvolvimento da linguagem (e do pensamento) como tendo origens sociais, externas, nas trocas comunicativas entre a criança e o adulto. Tais estruturas construídas socialmente, "externamente", sofreriam, com o tempo (mais ou menos por volta de dois anos de idade), um movimento de interiorização e de representação mental do que antes era social e internalizado. O pensador propõe que fala e pensamento prático devem ser estudados sob um mesmo prisma e atribui à atividade simbólica, viabilizada pela fala, uma função organizadora do pensamento: com a ajuda da fala, a criança começa a controlar o ambiente e o próprio comportamento. O poderoso instrumento da linguagem é trazido pelo que chama de internalização da ação e do diálogo.
V- A partir do início da década de 1980, os dramáticos avanços nas áreas da Neurociência e da Computação deram vazão a uma nova escola de pensamento na Psicologia e nas Ciências Cognitivas em geral – mais atualmente também na Linguística – denominada Conexionismo. Diferentemente do que é defendido pelos teóricos simbolistas, para os quais a linguagem constitui um domínio específico e localizado de conhecimento (domain specific), os conexionistas a concebem como fruto do mesmo mecanismo responsável por processar todas as faculdades cognitivas humanas (domain general). Embora os conexionistas admitam a existência de diferentes sistemas processadores no cérebro (ou seja, diferentes algoritmos de aprendizagem), os princípios que subjazem a esses diferentes processadores são os mesmos. Segundo essa visão, portanto, a natureza do hardware mental restringe a cognição e o que é universal são os princípios que a governam. Além disso, ao defenderem que a aprendizagem é moldada pelas demandas do ambiente, os defensores de modelos conexionistas sugerem uma ‗nova forma de inatismo‘: embora aceitem a postulação de uma estrutura cerebral inata responsável por restringir a aquisição da linguagem, questionam se essa é constituída de módulos especializados de acordo com o tipo de input a ser processado ou se incluem qualquer tipo de conhecimento prévio específico de estruturas gramaticais.
É verdadeira a letra:
O linguista Luiz Antônio Marcuschi, no artigo "Gêneros textuais: definição e funcionalidade", explica que os gêneros são formas presentes já em povos de cultura essencialmente oral, e passam a se multiplicar com o advento da escrita alfabética por volta do século 7 a.C. O célebre filósofo da linguagem Mikhail Bakhtin (1895-1975), diz que o ser humano só se comunica por meio de gêneros. Para o pensador russo, gêneros textuais definem-se principalmente por sua função social. São textos que se realizam por uma (ou mais de uma) razão determinada em uma situação comunicativa (um contexto) para promover uma interação específica. Trata-se de unidades definidas por seus conteúdos, suas propriedades funcionais, estilo e composição organizados em razão do objetivo que cumprem na situação comunicativa.
Sobre o trabalho com gêneros textuais é falso afirmar:
a) Ao interagirem por escrito no contexto escolar, os alunos precisam entender como a forma da língua, ou seja, a estrutura formal e as sequências linguísticas que compõem os vários gêneros textuais acadêmicos fornecem recursos para apresentar a informação e interagir com os outros. No entanto, a multiplicidade de gêneros textuais e a imprecisão quanto à sua classificação levam os aprendizes de LE a uma certa dificuldade para monitorar as habilidades comunicativas destinadas à compreensão e à produção de gêneros discursivos. Tais aprendizes devem ser capazes de controlar a linguagem, o propósito da escrita, o conteúdo e o contexto durante a produção de gêneros textuais que relatam experiências e fatos que expõem, que contam estórias, que contestam e questionam. O reconhecimento do conteúdo, da estrutura formal e das sequências linguísticas compõem as dimensões essenciais à elaboração de um gênero, contribuem para um maior planejamento e melhoria da produção textual escrita dos aprendizes.
b) Aries Nov 3, 2018 - You could feel extremely passionate today, Aries. You might want to connect with a love partner but be prevented by circumstances. You might be attracted to racier novels or movies. Repressed anger could bubble up from your subconscious and seek an outlet. This is a great day to channel that anger into some artistic activity. Don't be surprised if you use a lot of red!
Disponível em: https://www.horoscope.com/us/horoscopes/general/horoscope-general-daily-today.aspx?sign=1. Acesso em 3 Nov 2018.
O texto acima é o que comumente se chama previsão astral. Ele pode ser utilizado para
ensinar os verbos modais.
Segundo Taglieber (1998), a habilidade da leitura é uma das mais importantes a ser desenvolvida nas aulas de LE, uma vez que é fundamental para o aperfeiçoamento das outras habilidades da língua, assim como para a expansão do conhecimento. De tal modo, é possível notar a íntima ligação entre as habilidades de leitura e escrita, uma vez que a prática de uma reforça a outra.
Faz-se necessário tornar a leitura um meio para que os alunos exerçam sua cidadania. Cabe ao professor encontrar meios, como o ensino de estratégias, para que se efetive a leitura em LE na sala de aula e fora dela. As horas na sala de aula precisam ser usadas de forma a despertar no aprendiz o desejo de ultrapassar os limites de tempo e espaço da sala, em busca de novas experiências com a língua. Ou seja, o professor precisa dispor de estratégias de ensino que também despertem no aluno a curiosidade e o desejo de descobrir, fora da escola, possibilidades de utilizar a LE, tornando-o mais autônomo frente às situações de aprendizagem, uma vez que a prática de leitura - tanto em Língua Materna (LM) quanto na LE -, deve ser constante.
As estratégias de leitura são imprescindíveis para a leitura textual crítica. Sobre elas, é incorreta a afirmativa:
Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo mental que seria comum ao usar a Língua Materna (LM). A decisão de iniciar o ensino da Língua Inglesa (LI) no Brasil, entretanto, não ocorreu por nenhum dos motivos citados.
Sobre o histórico e a importância da Língua Inglesa (LI) no Brasil, é falso afirmar:
Com base na seguinte tabela gerada no Microsoft Excel:

Ao selecionar toda tabela, pedir para Copiar e acionar a opção Colar – Transpor (T), conforme representado na figura a seguir, na Célula D1:

Qual será o resultado do processo?
Fonte:http://www.aguas.sc.gov.br/jsmallfib_top/DHRI/bacias_hidrograficas/bacias_hidrograficas_sc.pdf
Santa Catarina está no topo do ranking de desenvolvimento humano e econômico. A qualidade de vida do estado é uma das maiores do país e o índice de expectativa de vida é superior à média nacional. Além disso, Santa Catarina tem a melhor distribuição de renda entre todos os estados brasileiros e os menores índices de pobreza, analfabetismo e violência. Nas últimas três décadas, a economia catarinense cresceu 340% e hoje o estado possui o 4° maior PIB per capita do Brasil. Segundo as estimativas do IBGE, com dados divulgados em julho do corrente ano, expectativa de vida a nível nacional e do estado de Santa Catarina, respectivamente está apresentada em:
Fonte: http://turismo.sc.gov.br/o-estado/ e https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/santa-catarina-tem-a-maiorexpectativa-de-vida-ate-2060-segundo-ibge
Observe: “Fui me confessar ao mar. O que ele disse? Nada.” - Lygia Fagundes Telles -
A figura ou vício de linguagem observada na construção acima pode ser classificado como:
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/