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A Baixa Idade Média correspondeu à crise final do feudalismo, com o renascimento da economia monetária, do comércio e da vida urbana.
O feudalismo, sistema dominante no Ocidente medieval europeu, caracterizava-se pelo domínio de uma nobreza fundiária e guerreira, pelo poder político localizado e pela agricultura de subsistência.
A expansão romana ocorreu em duas etapas: a conquista da Península e o domínio do Mediterrâneo.
A democracia nasceu na Grécia Antiga e notabilizou-se por estender a cidadania a todos os habitantes de Atenas.
Na Antiguidade Clássica, Grécia e Roma cursaram trajetória rigorosamente similar: ambas fizeram florescer uma cultura apartada da religião e com inexistência de escravidão.
As Guerras Púnicas, entre Roma e Cartago, determinaram o fim do projeto imperialista romano.
Banhada pelos rios Tigre e Eufrates, a Mesopotâmia foi palco de civilizações que, ao longo do tempo, ocuparam sucessivamente a região.
Os hebreus foram os primeiros habitantes do território denominado Palestina, onde permaneceram ao longo de toda sua história.
A Pérsia constituiu um grande império na Antiguidade, teve em Ciro um de seus maiores governantes e tentou estender seus domínios até a Europa, enfrentando a Grécia.
A mais importante economia agropastoril da Antiguidade Oriental foi a Fenícia, razão por que seu comércio marítimo mostrou-se irrelevante.
A construção das monumentais pirâmides no Egito foi realizada com mão de obra livre, sob o comando de um Estado politicamente descentralizado.
A crença na imortalidade da alma foi elemento definidor da religião egípcia, o que explica, em larga medida, a forma como seus mortos eram sepultados.
Em geral, ao ultrapassar os estágios da caça e da coleta, povos que desconheciam a escrita desenvolveram a agricultura, fato que foi decisivo para a sedentarização e a organização política das sociedades, ou seja, para o surgimento das primeiras formas de Estado.
As competências e habilidades propostas para os anos iniciais do ensino fundamental se apresentam como um desafio, visto que têm como demanda a formação de um sujeito social logo no início do processo de escolarização.
Conforme definido pelo Currículo de Pernambuco, o conhecimento histórico nos anos iniciais do ensino fundamental é parte inerente à constituição do sujeito em sua historicidade.
Nos anos iniciais do ensino fundamental, as aulas de história devem fomentar, prioritariamente, as relações de pertencimento nacional, de maneira que o estudante se compreenda dentro da dimensão de um continente repleto de eventos e marcos históricos.
A escolha de habilidades para comporem o currículo e que possam atender ao estado e aos municípios tem um papel muito importante, no sentido de garantir que os saberes de algumas localidades sejam atendidos em detrimento de outros.
Ao se avaliar a aprendizagem dos estudantes, avalia-se, também, a intervenção do professor, já que o ensino deve ser planejado e replanejado em função das aprendizagens.
Assim como nos demais componentes curriculares, também em história uma concepção de educação e uma estratégia pedagógica devem ser subjacentes à avaliação.
As possibilidades de avaliação do aprendizado, bem como as formas de abordagem do conteúdo, têm fundamental importância para o alcance das metas propostas no currículo.