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Sobre a utilização de fotografias, no ensino de História, analise os itens e responda:
I - A reconstituição por meio da fotografia se esgota na competente análise iconográfica.
II - A reconstituição de um tema determinado do passado, por meio da fotografia ou de um conjunto de fotografias, requer uma sucessão de construções imaginadas.
III - Para a reconstituição histórica que extrapole os elementos plásticos da imagem fotográfica é necessário, portanto, o uso do texto, da pesquisa de fontes documentais, incluindo relatos orais obtidos por meio de entrevistas, informações que permitem reconstituições históricas mais amplas.
IV - Imagens fotográficas de outras épocas não são relevantes para a reconstituição histórica dos cenários, das memórias de vida (individuais e coletivas) e de fatos do passado.
Sobre os aspectos metodológicos o ensino de História, analise os itens e responda.
I - A escolha de um eixo temático é o primeiro passo para a realização de um bom trabalho educativo por meio da História.
II - Ao eleger um eixo, o professor precisa levar em consideração o projeto da escola.
III - É preciso certificar-se de que o eixo está adequado aos conteúdos mínimos e atende a cronologia que será trabalhada, em sala de aula, ainda que os eventos históricos não precisem ser abordados de forma linear.
Complete a lacuna com opção correta.
“Para substituir as ___________________ que o Excel insere, é possível inserir suas próprias quebras de página manuais, mover as quebras de página manuais existentes ou excluir quaisquer quebras de página inseridas manualmente. Também é possível removê-las de maneira rápida. Depois de concluir o trabalho com as quebras de página, você pode retornar ao modo de exibição Normal.”
Complete a lacuna com a opção correta.
“Para aplicar rapidamente a mesma formatação no Word, clique no Pincel de Formatação e selecione o texto para o qual deseja __________________.”
Complete a lacuna do texto, abaixo.
Estando no Windows Explorer do Windows 7 ao usar o atalho para abrir uma nova janela o usuário usou a combinação de teclas _______.
Na oração:
Fizemos um delicioso bolo de chocolate.
Assinale a alternativa que classifica, sintaticamente, sujeito, verbo e complemento.
Assinale a alternativa que justifica, corretamente, a colocação pronominal na oração a seguir:
Não te devolvi a borracha?
Analise, sintaticamente, as orações e assinale a alternativa correta em relação à regência verbal:
I-Mamãe gosta de pudim de chocolate.
II- A menina está belíssima.
III- Choveu intensamente.
Tecnologia
Para começar, ele nos olha nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!” Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público. Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero. Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.
Luis Fernando Verissimo