Questões de Concurso Comentadas para professor - história

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Q2530693 Noções de Informática
A interface gráfica foi uma revolução que permitiu aos usuários interagir com o computador de uma forma sem precedentes, não necessitando mais do uso de comandos explicitamente digitados na linha de comando para operar o computador. Ainda assim, existem combinações de teclas que permitem realizar operações análogas aos botões disponíveis na interface. Nesse sentido, no Microsoft Windows, a combinação das teclas Alt e F4 possuem efeito semelhante ao botão de
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Q2530692 Noções de Informática

Observe a imagem a seguir.


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No LibreOffice Writer 7.3.4.2, os ícones mostrados na imagem permitem que o usuário

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Q2530691 Noções de Informática
No Microsoft Windows, o comando Ctrl+Alt+Del abre o Gerenciador de Tarefas, um aplicativo que permite realizar várias tarefas de configuração e solução de problemas, dentre elas
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Q2530686 Matemática
A bandeira da Suíça é a única bandeira quadrada de uma nação. Suas proporções devem seguir o esquema na figura a seguir, em que os números 6, 7, 20 e 32 indicam unidades de comprimento.
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Qual a razão entre a área da cruz e a área da bandeira?
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Q2530678 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3
Papos

- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
- O quê?
[...]
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender.
Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é
elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me
entenderem. Ou
entenderem-me?
[...]
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
[...].

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Papos. Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/NzIwMzEy/>. Acesso em: 01 abr. 2023.
Considerando a linguagem utilizada na crônica, há a recorrência da variação linguística do tipo
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Q2530677 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3
Papos

- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
- O quê?
[...]
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender.
Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é
elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me
entenderem. Ou
entenderem-me?
[...]
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
[...].

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Papos. Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/NzIwMzEy/>. Acesso em: 01 abr. 2023.
No trecho “- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?”, o interlocutor faz uma crítica aos usos da colocação pronominal valendo-se do recurso da
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Q2530675 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3
Papos

- Me disseram...
- Disseram-me.
- Hein?
- O correto é "disseram-me". Não "me disseram".
- Eu falo como quero. E te digo mais... Ou é "digo-te"?
- O quê?
[...]
- Dispenso as suas correções. Vê se esquece-me. Falo como bem entender.
Mais uma correção e eu...
- O quê?
- O mato.
- Que mato?
- Mato-o. Mato-lhe. Mato você. Matar-lhe-ei-te. Ouviu bem?
- Pois esqueça-o e pára-te. Pronome no lugar certo é
elitismo!
- Se você prefere falar errado...
- Falo como todo mundo fala. O importante é me
entenderem. Ou
entenderem-me?
[...]
- Está bem, está bem. Desculpe. Fale como quiser.
[...].

VERÍSSIMO, Luís Fernando. Papos. Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/NzIwMzEy/>. Acesso em: 01 abr. 2023.
A crônica acima se caracteriza como
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Q2530674 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Fome estrutural: uma ameaça cada vez mais presente

    Em 2019, 47,7 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe viviam com fome, o equivalente a 7,4% da população. Até 2030, de acordo com a FAO, organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura, a fome poderá afetar 67 milhões de pessoas em nosso continente. Com a pandemia, a fome estrutural (ou fome crônica) aumentou 5 vezes em todo o mundo. [...].
    Esse tipo de fome está conectada com a pobreza e a extrema pobreza, já que as pessoas simplesmente não têm dinheiro suficiente para comer, ter acesso a água potável ou cuidados com a saúde. [...].
    No final de 2020, organizações alertaram que mais de 120 milhões de pessoas poderiam ser colocadas em situação de insegurança alimentar, consequência direta da conjuntura social e econômica causada pela pandemia. Dentre os países com maior índice de fome estão Brasil, Índia e África do Sul. [...].
    A fome estrutural também pode ser chamada de insegurança alimentar grave. [...]. Mas também há preocupação com as inseguranças alimentares leves e moderadas, especialmente em momentos de maiores instabilidades econômicas e sociais – caso da pandemia.
     A insegurança leve acontece quando a família não tem certeza se terá acesso a alimentos no futuro, e quando a qualidade da comida já é ruim. Nesses casos, os moradores precisam elencar estratégias para terem uma quantidade mínima de alimentos disponíveis, como por exemplo trocar um alimento por outro mais barato.
    Já a insegurança moderada surge quando os moradores já têm uma quantidade restrita de alimentos, com menos comida armazenada do que o necessário.
    De acordo com o IBGE, a insegurança alimentar grave no Brasil é registrada principalmente em áreas rurais: 23,3% da população urbana passa fome, enquanto 40,1% da população rural atravessa a mesma situação.
     Os dados mostram que, em setembro de 2020, 10,3 milhões de brasileiros passavam fome, com um aumento de 3 milhões de pessoas sem acesso normal a refeições em 5 anos. [...].

Disponível em: <https://www.childfundbrasil.org.br/blog/fome-estruturalo-que-e>. Acesso em: 01 abr. 2023.
Os índices de fome estrutural no Brasil evidenciam
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Q2530673 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Fome estrutural: uma ameaça cada vez mais presente

    Em 2019, 47,7 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe viviam com fome, o equivalente a 7,4% da população. Até 2030, de acordo com a FAO, organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura, a fome poderá afetar 67 milhões de pessoas em nosso continente. Com a pandemia, a fome estrutural (ou fome crônica) aumentou 5 vezes em todo o mundo. [...].
    Esse tipo de fome está conectada com a pobreza e a extrema pobreza, já que as pessoas simplesmente não têm dinheiro suficiente para comer, ter acesso a água potável ou cuidados com a saúde. [...].
    No final de 2020, organizações alertaram que mais de 120 milhões de pessoas poderiam ser colocadas em situação de insegurança alimentar, consequência direta da conjuntura social e econômica causada pela pandemia. Dentre os países com maior índice de fome estão Brasil, Índia e África do Sul. [...].
    A fome estrutural também pode ser chamada de insegurança alimentar grave. [...]. Mas também há preocupação com as inseguranças alimentares leves e moderadas, especialmente em momentos de maiores instabilidades econômicas e sociais – caso da pandemia.
     A insegurança leve acontece quando a família não tem certeza se terá acesso a alimentos no futuro, e quando a qualidade da comida já é ruim. Nesses casos, os moradores precisam elencar estratégias para terem uma quantidade mínima de alimentos disponíveis, como por exemplo trocar um alimento por outro mais barato.
    Já a insegurança moderada surge quando os moradores já têm uma quantidade restrita de alimentos, com menos comida armazenada do que o necessário.
    De acordo com o IBGE, a insegurança alimentar grave no Brasil é registrada principalmente em áreas rurais: 23,3% da população urbana passa fome, enquanto 40,1% da população rural atravessa a mesma situação.
     Os dados mostram que, em setembro de 2020, 10,3 milhões de brasileiros passavam fome, com um aumento de 3 milhões de pessoas sem acesso normal a refeições em 5 anos. [...].

Disponível em: <https://www.childfundbrasil.org.br/blog/fome-estruturalo-que-e>. Acesso em: 01 abr. 2023.
No texto, utiliza-se como estratégia de organização discursiva o predomínio do tipo textual
Alternativas
Q2530672 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2

Fome estrutural: uma ameaça cada vez mais presente

    Em 2019, 47,7 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe viviam com fome, o equivalente a 7,4% da população. Até 2030, de acordo com a FAO, organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura, a fome poderá afetar 67 milhões de pessoas em nosso continente. Com a pandemia, a fome estrutural (ou fome crônica) aumentou 5 vezes em todo o mundo. [...].
    Esse tipo de fome está conectada com a pobreza e a extrema pobreza, já que as pessoas simplesmente não têm dinheiro suficiente para comer, ter acesso a água potável ou cuidados com a saúde. [...].
    No final de 2020, organizações alertaram que mais de 120 milhões de pessoas poderiam ser colocadas em situação de insegurança alimentar, consequência direta da conjuntura social e econômica causada pela pandemia. Dentre os países com maior índice de fome estão Brasil, Índia e África do Sul. [...].
    A fome estrutural também pode ser chamada de insegurança alimentar grave. [...]. Mas também há preocupação com as inseguranças alimentares leves e moderadas, especialmente em momentos de maiores instabilidades econômicas e sociais – caso da pandemia.
     A insegurança leve acontece quando a família não tem certeza se terá acesso a alimentos no futuro, e quando a qualidade da comida já é ruim. Nesses casos, os moradores precisam elencar estratégias para terem uma quantidade mínima de alimentos disponíveis, como por exemplo trocar um alimento por outro mais barato.
    Já a insegurança moderada surge quando os moradores já têm uma quantidade restrita de alimentos, com menos comida armazenada do que o necessário.
    De acordo com o IBGE, a insegurança alimentar grave no Brasil é registrada principalmente em áreas rurais: 23,3% da população urbana passa fome, enquanto 40,1% da população rural atravessa a mesma situação.
     Os dados mostram que, em setembro de 2020, 10,3 milhões de brasileiros passavam fome, com um aumento de 3 milhões de pessoas sem acesso normal a refeições em 5 anos. [...].

Disponível em: <https://www.childfundbrasil.org.br/blog/fome-estruturalo-que-e>. Acesso em: 01 abr. 2023.
A insegurança alimentar grave resulta da
Alternativas
Q2530671 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 


Texto 1


Faces da escravidão contemporânea


         Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.

        Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.

          Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.

         Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.

         Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.

          Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.

        Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.


GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea. Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].

Considerando a estrutura argumentativa e a linguagem empregada, o texto é projetado para a
Alternativas
Q2530670 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 


Texto 1


Faces da escravidão contemporânea


         Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.

        Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.

          Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.

         Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.

         Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.

          Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.

        Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.


GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea. Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].

Em relação às mulheres resgatadas do trabalho análogo à escravidão, os dados expõem a
Alternativas
Q2530669 Português

Leia o Texto 1 para responder à questão. 


Texto 1


Faces da escravidão contemporânea


         Mais de 57 mil brasileiros foram resgatados em condições análogas à escravidão desde 1995. Esse número é superior à população de 89% dos municípios brasileiros. Na média, desde que os números começaram a ser registrados, a cada ano 2.063 pessoas foram retiradas de trabalhos em condições degradantes.

        Em 2022, 2,5 mil pessoas foram resgatadas de trabalhos com condições análogas à escravidão, o maior em dez anos. O aumento com relação a 2021, que teve 1930 resgatados, foi de 27%. Em 2013, houve 2,1 mil casos.

          Desde 2012, o quadro de auditores fiscais do trabalho diminui continuamente. Em 2011, o Brasil tinha 3,1 mil profissionais responsáveis por fiscalizar as condições de trabalho; hoje, há 1,9 mil – uma redução de 37%.

         Desde 2003, a pecuária deu espaço para o cultivo de cana de açúcar e para atividades de apoio à agricultura no ranking dos ramos com mais casos de trabalho escravo. No começo do período, 54% dos casos de trabalho análogo à escravidão aconteciam na pecuária; em 2022, foram apenas 4%.

         Só no primeiro trimestre de 2023, o Rio Grande do Sul resgatou mais vítimas de trabalho análogo à escravidão do que em 2022 inteiro. Foram 294 trabalhadores entre janeiro e março, quase o dobro dos 156 casos registrados no ano passado.

          Dos quase 44 mil brasileiros resgatados desde 2002, um quarto são homens de até 24 anos e apenas 7% eram mulheres. O Ministério Público do Trabalho compreende que há subnotificação dos casos de mulheres.

        Dados mais recentes do Ministério do Trabalho e Previdência apontam que, das mulheres resgatadas de condições análogas à escravidão, 64% se declararam pretas ou pardas, 22% brancas, 11% de raça amarela e 3% indígenas.


GORZIZA, Amanda; MACHADO, Lara. Faces da escravidão contemporânea. Piauí. 20 mar. 2023. [Adaptado].

O projeto argumentativo do texto é desenvolvido a partir da
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Q2435859 História

"Mulheres, Raça e Classe" é uma obra seminal escrita por Angela Davis, uma intelectual, ativista e professora norte-americana conhecida por seu ativismo pelos direitos civis, pelo feminismo e pela justiça social. Na obra publicada em 1981, Davis examina criticamente a história das mulheres afro-americanas nos Estados Unidos, revelando como a opressão de gênero se entrelaça com a opressão racial e socioeconômica. O livro mergulha na história do feminismo nos Estados Unidos, questionando as formas como os movimentos feministas historicamente privilegiaram as mulheres brancas de classes privilegiadas. Com base nisso, sobre a obra de Angela Davis, é possível concluir que:

Alternativas
Q2435858 História

Para o historiador francês Jacques Le Goff, a relação entre história e memória é complexa e fundamental para a compreensão do passado. Nesse sentido, sobre a relação entre a história e a memória, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2435857 História

Durante o período da ditadura militar no Brasil, que teve início em 1964 e durou até meados da década de 1980, o país foi governado por uma sucessão de presidentes que exerceram o poder de forma autoritária. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica o presidente cujo governo foi caracterizado por uma intensificação da repressão política, com a promulgação do Ato Institucional nº 5 (AI-5), que conferiu amplos poderes ao governo, permitindo censura, fechamento do Congresso Nacional, suspensão de direitos civis e perseguição a opositores:

Alternativas
Q2435856 História

Considere o texto abaixo:


"[...] o entendimento sobre a vida, a dignidade e o desvelamento resolutivo daquilo que pode nos manter presos às tragédias do passado, impede a fruição e o acesso ao conhecimento e aos direitos fundamentais às classes menos privilegiadas. As classes dominantes, ao demonstrarem-se incapazes de reconhecer o seu papel no diálogo intercultural e no processo decolonial, forçam o Brasil a andar em círculos, quando não para trás, tal como o período histórico vivido nos últimos anos."


(Fonte: POZZER, Adecir; POZZER, Suzan Alberton. Identidade, decolonialidade, interculturalidade e a construção de uma ideia de nação na história da educação brasileira. Eventos Pedagógicos, [S. l.], v. 13, n. 3, p. 613−632, 2022. DOI: 10.30681/reps.v13i3.6433. Disponível em: https://periodicos.unemat.br/index.php/reps/article/ view/6433. Acesso em: 27 nov. 2023.)


Com base no texto, entende-se por processo decolonial:

Alternativas
Q2435855 História

Fernand Braudel foi um historiador francês conhecido por suas contribuições para a história, especialmente por sua abordagem tridimensional do tempo histórico, que se divide em três estratos: a longa duração, a média duração e a curta duração. O estrato do tempo denominado de curta duração diz respeito a eventos e acontecimentos que têm uma duração limitada, geralmente ocorrendo dentro de um período de tempo mais curto. Esses eventos são mais imediatos e têm um impacto mais imediato. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica um exemplo de evento histórico que pode ser caracterizado como de curta duração:

Alternativas
Respostas
9501: B
9502: A
9503: D
9504: B
9505: A
9506: C
9507: D
9508: A
9509: B
9510: C
9511: A
9512: B
9513: C
9514: D
9515: B
9516: C
9517: D
9518: B
9519: A
9520: C