Questões de Concurso Comentadas para professor - história

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Q3590526 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Em: "Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.", a agenda nacional metaforiza:
Alternativas
Q3590525 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
O uso das vírgulas em: "Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso." ocorre:
Alternativas
Q3590523 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Os prefixos das palavras têm a mesma função semântica em:
Alternativas
Q3589287 Português
De acordo com a língua padrão, a colocação dos pronomes átonos está correta em: 
Alternativas
Q3589286 Português
Qual das versões a seguir apresenta corretamente os sinais de pontuação:
Alternativas
Q3589285 Português
Qual das figuras de linguagem, listadas a seguir, está presente neste trecho do romance Mar morto, de Jorge Amado: “O oceano é muito grande, o mar é uma estrada sem fim, as águas são muito mais que metade do mundo, são três quartas partes e tudo isso é de Iemanjá”.
Alternativas
Q3589284 Português
Além do substantivo, podem também exercer a função de núcleo do sujeito:
Alternativas
Q3589283 Português
Com relação à sintaxe e à análise sintática é correto afirmar que:

I. Sintaxe é o estudo dos elementos que constituem a estrutura de uma frase. Este campo da gramática tem relação direta com o significado, assumindo, por isso especial importância no estudo das línguas.
II. A análise sintática, então, é a parte da gramática que descreve a estrutura do período e da oração, decompõe o período em suas orações, e cada oração em seus termos, indicando-lhes as respectivas funções sintáticas.
III. A análise sintática é, acima de tudo, um instrumento metódico e prático para elucidar e perceber as relações existentes entre os termos de uma oração ou de uma oração em relação a outra(s) no período.
Alternativas
Q3589282 Português
Nos versos: “Nossas roupas comuns dependuradas/ na corda qual bandeiras agitadas/ parecia um estranho festival” (Sílvio Caldas e Orestes Barbosa), as palavras agitadas e festival são formadas por:
Alternativas
Q3589281 Português
Texto para responder a questão.

Uma creche particular do Rio de Janeiro anunciou duas vagas para professoras, tendo como requisito básico para a contratação „ser cristã‟. O anúncio foi feito pela Creche Escola Dunamis, localizada em Campo Grande.

A vaga foi divulgada nas redes sociais por Tati Mussallem, dona e diretora pedagógica da creche. Estava prevista a contratação de uma professora de balé e uma de educação física.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público e à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância pelo deputado Átila Nunes (MDB). O pedido está em avaliação.

Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”.

A descrição da vaga fere a previsão da lei municipal 5565/2013, a proibir “inquirir por quaisquer meios sobre a religião do candidato à vaga em questionários, formulários ou entrevistas de emprego, admissão ou adesão a empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins”.

CARTACAPITAL | 26.01.2023. Disponível em https://www.cartacapital.com.br/educacao/creche-no-rio-anuncia-vaga-paraprofessora-e-aponta-como-requisito-ser-crista/. 
“Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”. A respeito deste parágrafo, pode-se afirmar:

I. é um período composto por coordenação com orações assindéticas.
II. a primeira é uma oração subordinada adverbial de tempo.
III. "pediu‟ é verbo transitivo direto e indireto.
Alternativas
Q3589280 Português
Texto para responder a questão.

Uma creche particular do Rio de Janeiro anunciou duas vagas para professoras, tendo como requisito básico para a contratação „ser cristã‟. O anúncio foi feito pela Creche Escola Dunamis, localizada em Campo Grande.

A vaga foi divulgada nas redes sociais por Tati Mussallem, dona e diretora pedagógica da creche. Estava prevista a contratação de uma professora de balé e uma de educação física.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público e à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância pelo deputado Átila Nunes (MDB). O pedido está em avaliação.

Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”.

A descrição da vaga fere a previsão da lei municipal 5565/2013, a proibir “inquirir por quaisquer meios sobre a religião do candidato à vaga em questionários, formulários ou entrevistas de emprego, admissão ou adesão a empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins”.

CARTACAPITAL | 26.01.2023. Disponível em https://www.cartacapital.com.br/educacao/creche-no-rio-anuncia-vaga-paraprofessora-e-aponta-como-requisito-ser-crista/. 
Qual a função da linguagem predominante no texto?
Alternativas
Q3589279 Português
Texto para responder a questão.

Uma creche particular do Rio de Janeiro anunciou duas vagas para professoras, tendo como requisito básico para a contratação „ser cristã‟. O anúncio foi feito pela Creche Escola Dunamis, localizada em Campo Grande.

A vaga foi divulgada nas redes sociais por Tati Mussallem, dona e diretora pedagógica da creche. Estava prevista a contratação de uma professora de balé e uma de educação física.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público e à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância pelo deputado Átila Nunes (MDB). O pedido está em avaliação.

Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”.

A descrição da vaga fere a previsão da lei municipal 5565/2013, a proibir “inquirir por quaisquer meios sobre a religião do candidato à vaga em questionários, formulários ou entrevistas de emprego, admissão ou adesão a empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins”.

CARTACAPITAL | 26.01.2023. Disponível em https://www.cartacapital.com.br/educacao/creche-no-rio-anuncia-vaga-paraprofessora-e-aponta-como-requisito-ser-crista/. 
Determine a função sintática dos seguintes termos presentes no texto: “por Tati Mussallem” e “pelo deputado Átila Nunes”
Alternativas
Q3589278 Português
Texto para responder a questão.

Uma creche particular do Rio de Janeiro anunciou duas vagas para professoras, tendo como requisito básico para a contratação „ser cristã‟. O anúncio foi feito pela Creche Escola Dunamis, localizada em Campo Grande.

A vaga foi divulgada nas redes sociais por Tati Mussallem, dona e diretora pedagógica da creche. Estava prevista a contratação de uma professora de balé e uma de educação física.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público e à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância pelo deputado Átila Nunes (MDB). O pedido está em avaliação.

Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”.

A descrição da vaga fere a previsão da lei municipal 5565/2013, a proibir “inquirir por quaisquer meios sobre a religião do candidato à vaga em questionários, formulários ou entrevistas de emprego, admissão ou adesão a empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins”.

CARTACAPITAL | 26.01.2023. Disponível em https://www.cartacapital.com.br/educacao/creche-no-rio-anuncia-vaga-paraprofessora-e-aponta-como-requisito-ser-crista/. 
O texto emprega as aspas duplas em dois momentos. Considerando o contexto, a justificativa correta para este uso é: 
Alternativas
Q3587697 História
“No alvorecer do Séc. XIX, a indústria mineradora do Brasil, que se iniciara sob tão brilhante auspício e observara durante cem anos o melhor das atenções e atividades do país, já tocava sua ruína final. Os prenúncios desta já se faziam aliás sentir para os observadores menos cegos pela cobiça, desde longa data.” (JÚNIOR, pg,171)
Caio Prado Júnior no trecho acima, menciona o declínio da indústria mineradora no Brasil. Segundo o autor, a partir de meados de qual século esta situação se inicia?
Alternativas
Q3587696 História
“A devastarem das capitanias do interior, neste terreno, é manifesta. Numa economia essencialmente exportadora como a da colônia, sua posição é excêntrica. Só com a agricultura, a colonização não teria penetrado no interior; e é por isso que até o século XVII os portugueses continuavam a “arranhar o litoral como caranguejos.”” (JUNIOR, pg,132)
Para o autor, qual outra atividade, além da agricultura foi fundamental para a penetração no interior?
Alternativas
Q3587695 Pedagogia
“As atuais propostas curriculares, como foram apresentadas, não são idênticas umas às outras: têm certa semelhança em relação aos fundamentos pedagógicos, mas são diversas em conteúdos e nos critérios para definir os prioritários. Há propostas que oferecem uma seleção considerada de “conteúdo tradicional”, baseada nos círculos concêntricos, que ordenam os estudos do mais próximo ao mais distante e se traduzem como o estudo de História do Brasil para posteriormente organizar os estudos da História Antiga à Contemporânea.” (BITTENCOURT, pg.137)
Ainda segundo Bittencourt, outras propostas curriculares apresentam conteúdos para o ensino de História organizados de que forma?
Alternativas
Q3587694 Pedagogia
“A história do Ensino de História tem sido objeto de estudo de vários pesquisadores brasileiros, notadamente a partir da década de 80 do século passado, quando se debatia a reforma curricular que visava substituir os Estudos Sociais pela História e Geografia.” (BITTENCOURT, pg.59)
Ao narrar esta trajetória da história do ensino de História, a autora aponta uma grande preocupação por parte dos pesquisadores. Qual a preocupação dos pesquisadores?
Alternativas
Q3587693 História
“Entre 15 de Novembro de 1889 e 15 de Novembro de 1898, quando Manuel Ferraz de Campos Sales assume a Presidência, a República brasileira enfrentou anos tumultuados.” (FERREIRA e DELGADO, pg.34)
A afirmação feita está baseada na instabilidade, tensões e indefinições no desenho político instaurado. Essa situação pode ser caracterizada segundo os autores por quais motivos?
Alternativas
Q3587692 História
“Ao associar discursivamente o momento do advento da República no Brasil às ideias de Improviso, de arrebatamento, de ascensão, de velocidade e de inesperado, Euclides da Cunha reúne e resume um sentimento presente entre os seus contemporâneos, em especial entre aqueles 522.651 homens e mulheres que o censo de 1980 contabilizava como sendo a população da cidade do Rio de Janeiro.” (FERREIRA e DELGADO, pg.18-19)
O texto acima apresenta a sensação da população do Rio de Janeiro no dia 15 de novembro de 1889. Segundo os autores a que se deve esse fato?
Alternativas
Q3587691 História
“A segunda noção sobre a Revolução Francesa que era universalmente aceita, pelo menos até bem pouco tempo atrás, é, de vários modos, mais importante: que a Revolução foi um episódio de significado profundo e sem paralelo na história de todo o mundo moderno, qualquer que seja o modo como essa significação é posta.” (HOBSBAWN, pg.20)
Tal afirmação feita pelo autor está baseada nos impactos que esse levante afetou profundamente: 
Alternativas
Respostas
8961: D
8962: D
8963: B
8964: D
8965: A
8966: C
8967: A
8968: D
8969: B
8970: B
8971: A
8972: D
8973: C
8974: D
8975: A
8976: E
8977: C
8978: A
8979: D
8980: E