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Q3052267 História
      Há um quadro de Klee que se chama Angelus Novus. Representa um anjo que parece querer afastar-se do lugar que permanece imóvel. Seus olhos estão arregalados, sua boca e suas asas prontas para voar. Tal é o aspecto que deve ter necessariamente o anjo da história. Ele tem o rosto voltado para o passado. Onde diante de nós aparece uma série de eventos, ele não vê senão uma só e única catástrofe, que não cessa de amontoar ruínas sobre ruínas e as joga a seus pés. Ele bem que gostaria de se deter, acordar os mortos e reunir os vencidos. Mas do paraíso sopra uma tempestade que abate suas asas, tão forte que o anjo não pode tornar a fechá-las. Essa tempestade o empurra incessantemente para o futuro, para o qual ele tem as costas voltadas, enquanto diante dele as ruínas se acumulam até o céu. Essa tempestade é o que nós denominamos progresso.
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.

A descrição de Walter Benjamin discute o conceito de História e sugere que 
Alternativas
Q3052266 História
      No prólogo de O som ao redor (2012) aparecem fotos do passado rural, do engenho da família dos personagens, demonstrando que a família proprietária do engenho foi transposta para a cidade em uma espécie de espelhamento do monopólio da terra rural para a terra urbana. [Kleber] Mendonça Filho [cineasta pernambucano e diretor de Som ao redor] expõe, de certo modo, um lugar comum ao retratar a elite urbana recifense com seus pés ainda fincados no engenho, ou seja, a metáfora mais que perfeita da continuidade de exploração [...]. Importante notar que tal aproximação entre campo e a cidade [...] foi uma aposta muito acertada na narrativa e que muito contribui para complexificar a representação do Nordeste e de suas cidades.
XAVIER, Júlia De Souza Magalhães; BEZERRA, Juscelino Eudâmidas. Geografia e cinema na representação do nordeste brasileiro: uma análise da trilogia de Kleber Mendonça Filho. Boletim Campineiro de Geografia, [S. l.], v. 13, n. 2, p. 271–287, 2024. Disponível em: https://publicacoes.agb.org.br/boletimcampineiro/article/view/3062. Acesso em: 18 jul. 2024.

Sobre a descrição e análise do prólogo do filme O som ao redor apresentada no texto e o ensino de História, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. Os filmes são ótimos recursos didáticos para ilustrar determinadas situações históricas e sociais, como a relação entre o universo urbano e rural em Pernambuco. No caso da metáfora presente no prólogo do filme, entretanto, a relação com a formação da cidade e da elite recifense é inexata, já que a cidade foi fundada por comerciantes durante o período colonial.
ADEMAIS
II. O engenho açucareiro foi produto da colonização e exploração portuguesa, na qual foi notório o uso de mão de obra escravizada de origem africana. Esse processo formou cidades que, pelo menos em um primeiro momento, estavam no centro gravitacional da exploração açucareira, e que hoje são preservadas, como é o caso do centro histórico de Olinda.

A respeito dessas asserções, qual é a opção correta? 
Alternativas
Q3052265 História e Geografia de Estados e Municípios
      São Lourenço da Mata é um dos assentamentos urbanos mais antigos do Brasil. [...]       Existem registros da presença de índios tupinambás no local, datados de 1554. Este grupo indígena ocupava vastas extensões de terra ao longo dos rios Capibaribe e Beberibe e ofereceu grande resistência à colonização portuguesa. [...]
      O município situa-se na bacia do rio Capibaribe, tendo como seus principais tributários os rios Capibaribe, Aratangi, Goitá, Tapacurá, Muribara, Macaco, Maninimbu, Tejipió, Pirãozinho e Várzea do Una. Além das barragens de Tapacurá e Goitá.
SLM. São Lourenço da Mata. Câmara Municipal, Pernambuco. Disponível em: https://www.saolourencodamata.pe.leg.br/saolourencodamata. Acesso em: 19 jul. 2024.

O contexto sócio-histórico local é um importante aliado no processo de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, a história de São Lourenço da Mata permite que a(o) professor(a) estabeleça relações com o período 
Alternativas
Q3052264 História e Geografia de Estados e Municípios
      Como a administração egípcia era altamente formalizada, era indispensável o conhecimento da escrita por parte daqueles que exerciam funções públicas, havendo escolas específicas de formação escribas, que eram exatamente aqueles encarregados de documentar leis, atos administrativos e judiciais. Tais escribas formavam uma classe de grande prestígio e bem remunerada em função da importância do cargo por eles ocupado e do reduzido número de pessoas que tinham acesso à escrita. Não era incomum que os escribas ascendessem a funções relevantes no Estado, sendo a referida atividade quase que uma etapa indispensável para o acesso a carreiras como a de médico e sacerdote, dentre outras.
MENDONÇA, Paulo Roberto Soares. Da Cidade como Núcleo Político das Civilizações da Antiguidade: Egito e Mesopotâmia. Revista de Direito da Cidade, [S. l.], v. 5, n. 1, p. 170–196, 2013. Disponível em: https://www.epublicacoes.uerj.br/rdc/article/view/10362. Acesso em: 17 jul. 2024.
Levando em consideração a faixa etária na qual a temática discutida pelo texto está inserida na grade curricular do Estado de Pernambuco, é importante 
Alternativas
Q3052263 História
Texto I
      São os sítios arqueológicos monumentos [...] pois, transmitem intencionalmente ou não às sociedades com escrita, informações sobre origem, deslocamentos, primeiras escolhas e formas de viver que fizeram parte da perpetuação e adaptação da espécie. É na dialética interpretativa da sociedade com escrita que o sítio assume seu papel de testemunho da passagem do tempo na paisagem.
RUFINO, Elenita Helena. Danos ao patrimônio arqueológico rupestre pernambucano: perdas locais de bens nacionais Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, 2014. Disponível em: portal.iphan.gov.br/uploads/ckfinder/arquivos/Mestrado_em_Preservacao_Disserta cao_RUFINO_Elenita_Helena.pdf. Acesso em: 17 jul. 2024.

Texto II
Novos sítios revelam arte de nômades que viveram há 10 mil anos em PE
      Cinco novos sítios arqueológicos foram descobertos em 2023, na região do Sertão do Moxotó, em Pernambuco. A área é conhecida pela riqueza de artes rupestres.
MADEIRO, Carlos. Novos sítios revelam arte de nômades que viveram há 10 mil anos em PE. UOL, 07 jan. 2024.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/2024/01/07/novos-sitios-revelam-arte-de-povos-nomades-ha-10-mil-anosno-sertao-de-pe.htm. Acesso em: 17 jul. 2024.

No estudo de história, para que um estudante do Ensino Fundamental II avalie a importância das descobertas citadas no texto II, torna-se necessário 
Alternativas
Q3052262 História
      O movimento operário [brasileiro], [...] liderado por homens [...] atuou no sentido de fortalecer a intenção disciplinadora de deslocamento da mulher da esfera pública do trabalho e da vida social para o espaço privado do lar.
      Assim, [...] a mulher é pensada na linguagem romântica das classes dominantes, fundamentadas pelo saber médico, como encarnação das emoções, dos sentimentos, irracional, incapaz de resistir, mesmo que os documentos da época nos revelem que as mulheres tenham participado em peso das mobilizações políticas, que muitas tenham paralisado as fábricas [...].
RAGO, Margareth. Do cabaré ao lar: a utopia da cidade disciplinar e a resistência anarquista, Brasil 1890-1930. São Paulo: Paz e Terra, 2014.

A partir do texto, avalie as afirmativas abaixo.
I. A dinâmica de poder no universo operário brasileiro estava intrinsicamente relacionada às formas de pensar o “ideal feminino” da classe burguesa.
II. A análise presente no texto é fomentada pela base curricular pernambucana, pois a autora expressa um viés crítico acerca das relações de gênero, discussão prevista no Currículo de Pernambuco.
III. Os debates atuais acerca das questões de gênero ampliaram a emergência de estudos sobre o protagonismo das mulheres em contextos diversos na história.
IV. O texto é compreendido como um recurso didático por expor uma contextualização abordada pela grade curricular de Pernambuco aos alunos do 6º e 7º ano do Ensino Fundamental II.

Quais são as afirmativas corretas? 
Alternativas
Q3052260 História
Texto I

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Texto II
      [...] a escola é um espaço decisivo para contribuir na construção de padrões sociais de relacionamentos democráticos pautados pelo reconhecimento e respeito à diversidade sexual, contra a violência, por meio da desmistificação e da desconstrução de representações sociais naturalizantes, estereotipadas e restritivas concernentes a todas as minorias, dentre elas, a população LGBT.
BRANDT, Maria Elisa Almeida; JUNQUEIRA, Rogério Diniz. Gênero e Diversidade Sexual na Escola: reconhecer diferenças e superar preconceitos. Cadernos SECAD, Brasília, 2007. Disponível em: https://prceu.usp.br/wpcontent/uploads/2020/05/GENERO_DIVERSIDADE_SEXUAL_NA_ESCOLA.pdf. Acesso em: 17 jul. 2024.
Tendo em vista a discussão explicitada pelos textos, o Currículo de Ensino Fundamental II do Estado de Pernambuco e o papel do(a) professor(a) de História, avalie se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) A interpretação de problemas sociais do presente deve ser baseada na compreensão do passado.
( ) A escola é um espaço democrático, logo, livre dos padrões de violência da sociedade brasileira.
( ) A discussão de temáticas relativas à população LGBTQ+ é dificultada pela grade curricular do estado.
( ) A fonte do Texto I pode ser utilizada em sala de aula como recurso didático para apresentar a temática, possibilitando o reconhecimento de problemas sociais do presente e seus possíveis diálogos com o passado.

As afirmativas são, respectivamente, 
Alternativas
Q3052259 História

29.png (411×535)


A ilustração foi produzida na primeira década do século XX, mas ela expressa um problema social inerente aos séculos anteriores. Qual é essa problemática? 

Alternativas
Q3052258 História
      Fossem pequenos deslocamentos, como o do camponês que iria trocar excedentes nas feiras ou nos mercados sazonais, fossem as viagens longas por terra ou por mar com objetivos os mais variados [...] os homens e as mulheres medievais se deslocaram. [...] É assim que vemos um grande número de relatos [de viagem] se proliferar ao mesmo tempo que percebemos justamente a circulação de maior alcance se tornar mais e mais comuns: do mundo cristão, temos como relato mais célebre o de Marco Polo que, tomando a Rota da Seda, entraria em contato com o mundo mongol, chegaria à China e a diversas regiões longínquas.       Estes relatos, não raro, trarão impressões desses viajantes sobre os lugares que visitam e os povos com os quais travam contato, sendo fonte imprescindível para pensarmos questões como a de identidade e de alteridade.
CASTRO, Anna Carla Monteiro de. A rihla de Ibn Jubayr: Relato da peregrinação de um viajante muçulmano. FORTES, C. (Org.) et al. Ensinar e Aprender Idade Média. Niterói: Translatio Studii, 2021.

Para que um(a) estudante do Ensino Fundamental II possa entender a existência do tipo de relato expresso no texto é necessário 
Alternativas
Q3052257 Pedagogia
      Ao utilizar um monumento ou sítio histórico no processo educacional, como parte integrante do programa curricular em diferentes disciplinas, estamos propondo uma série de questões, das quais a principal é: como era este lugar no passado e como ele mudou? As questões que ocorrerão podem ser: quão antigo é o lugar? Quem o construiu? Por que o construíram? Como o construíram? Como se relaciona com outros lugares ou construções antigas? O que aconteceu aqui? Como sabemos isto? Na base destas perguntas está a intenção de compreender a evidência física que observamos, com o intuito de conhecer mais sobre ela, sobre a vida no local e as mudanças que ocorreram, de modo a perceber sua importância ou significados no presente.
HORTA, Maria Lourdes Parreiras; GRUNBERG, Evelina; MONTEIRO, Adriane Queiroz. Guia Básico Da Educação Patrimonial. Museu Imperial: IPHAN – MINC, 1999. Disponível em: portal.iphan.gov.br/uploads/temp/guia_educacao _patrimonial.pdf.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024.

Ao abordar a temática curricular descrita, propor as questões explicitadas é importante para a prática docente porque 
Alternativas
Q3052255 Pedagogia
      O valor da experiência de um povo historicamente colonizado, marcado por um presente e passado de violências, é também resistência. O olhar do educador para sua própria história pessoal e social, reconhecendo e inventariando sua cultura, abre possibilidades para a valorização também do outro, o ouvinte, o educando. A troca de saberes se faz possível quando a experiência de cada indivíduo é validada e ganha papel de protagonismo no ensino aprendizagem. [...]
      A quem se dispõe ao contato com o lúdico para prática de atividades em educação, portanto, recomenda-se que faça o inventário de suas origens, de seu registro cultural, de sua ancestralidade.
PATO, Ana; ALCANTARA, Aureli Alves de. Educar, contar e brincar para resistir: a ditadura militar e o direito da criança à memória e à verdade. Caderno de Experiências Memorial Da Resistência de São Paulo, 2021. Disponível em: https://memorialdaresistenciasp.org.br/wp-content/uploads/2022/06/caderno-deexperiencia-educar-contar-e-brincar-para-resistir.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024.
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. A prática do ensino de história deve levar em consideração a diversidade cultural e individual, admitindo que todos os sujeitos presentes em sala de aula, inclusive o próprio professor ou professora, são agentes ativos no processo de ensino-aprendizagem do ambiente escolar.
PORQUE
II. As fontes históricas, materiais e imateriais, são ótimos recursos didáticos, e, se utilizadas corretamente, podem diminuir preconceitos e estereótipos sobre o que não é conhecido ou experienciado no cotidiano.


A respeito dessas asserções, assinale a opção correta. 
Alternativas
Q3052254 História

      O que implica o sistema da polis é primeiramente uma extraordinária preeminência da palavra sobre todos os outros instrumentos de poder. [...]


      Era a palavra que formava, no quadro da cidade, o instrumento da vida política; é a escrita que vai fornecer, no plano propriamente intelectual, o meio de uma cultura comum e permitir uma completa divulgação de conhecimentos previamente reservados ou interditos. Tomada dos fenícios e modificada por uma transcrição mais precisa dos sons gregos, a escrita poderá satisfazer essa função de publicidade porque ela própria se tornou, quase com o mesmo direito da língua falada, o bem comum de todos os cidadãos.


VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2015.



A partir da discussão expressa no texto, o que um estudante do Ensino Fundamental II precisa saber para estabelecer conexões entre os modos de vida do passado e do presente? 

Alternativas
Q3052253 Pedagogia
      Se ninguém nunca tivesse visto nem descrito [...] a Revolução Francesa, então uma representação correta desse fenômeno seria completamente impossível [...]. É devido ao fato de que a minha imaginação, nesses casos, não funciona livremente, mas é orientada pela experiência de outrem, atuando como se fosse por ele guiado, que se alcança tal resultado, ou seja, o produto da imaginação coincide com a realidade.
      [...] a imaginação adquire uma função muito importante no comportamento e no desenvolvimento humanos. Ela transforma-se em meio de ampliação da experiência de um indivíduo porque, tendo por base a narração ou a descrição de outrem, ele pode imaginar o que não viu, o que não vivenciou diretamente em sua experiência pessoal.
VIGOTSKI, Lev Semionovitch. Imaginação e criação na infância. São Paulo: Ática, 2009.

O uso, pelo(a) professor(a) de História, da ferramenta metodológica analisada pelo texto 
Alternativas
Q3052252 História
O mapa mostra a capitania de Pernambuco e foi elaborado no século XVII. Observe-o.
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Levando em consideração os elementos expressos no mapa, sua função era
Alternativas
Q3052251 Pedagogia
      [...] se atentarmos para as questões postas pelos programas, currículos, pelas produções didáticas e demais recursos e materiais de ensino [...], elas giraram, principalmente, sobre quem deveriam ser os agentes sociais privilegiados formadores da nação. Em outras palavras, procurou-se garantir, de maneira hegemônica, a criação de uma identidade comum, na qual os grupos étnicos formadores da nacionalidade brasileira apresentavam-se, de maneira harmônica e não conflituosa, como contribuidores, com igual intensidade e nas mesmas proporções naquela nação.
NADAI, Elza. O ensino de História e a “pedagogia do cidadão”. In: PINSKY, Jaime (org.) O ensino de História e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2021.

A partir da discussão apresentada pelo texto e das diretrizes curriculares expressas no Currículo de Ensino Fundamental do Estado de Pernambuco, avalie as afirmativas:

I. No século XIX, a perspectiva positivista embasou a criação de uma história oficial do Brasil que singularizou as experiências etnoculturais.
II. A função pedagógica do ensino de história é demonstrar a existência da diversidade etnocultural, desenvolvendo o senso de cidadania e de respeito aos Direitos Humanos.
III. O Currículo de Ensino Fundamental II de Pernambuco sugere a utilização de fontes históricas em sala de aula devido à importância de incluir diversas narrativas sobre o passado histórico.
IV. A perspectiva regionalista do Currículo do Estado de Pernambuco reconhece a importância de revelar a homogeneidade das experiências vividas pelos sujeitos históricos ao longo do tempo.

As afirmativas em diálogo com o texto e com o Currículo do Ensino Fundamental II do Estado de Pernambuco são: 
Alternativas
Q3051452 História e Geografia de Estados e Municípios
O Paraná contou com a chegada de imigrantes paulistas no final do século XIX para iniciar o cultivo do café. Durante o século XX, o café se tornou uma das principais culturas agrícolas do Paraná, contribuindo significativamente para a economia do estado. Indique, a seguir, a região do Paraná que ficou conhecida como a “Capital do Café” devido à sua grande produção e influência no mercado cafeeiro.
Alternativas
Q3051451 História e Geografia de Estados e Municípios
No século XIX, a atuação dos tropeiros teve um papel crucial no desenvolvimento econômico do Paraná. Sua subsistência foi garantida pelas atividades, vistas como algo marginal, que esses homens livres e pobres desempenharam. Assinale a cidade paranaense que constituía um importante ponto de descanso e comércio para os tropeiros devido à sua localização estratégica na rota do tropeirismo.
Alternativas
Q3051450 História
Durante a Primeira República no Brasil ocorreram diversas revoltas devido às desigualdades sociais e regionais. Seja no meio urbano ou rural, essas revoltas, em geral, englobavam as camadas sociais marginalizadas do sistema que privilegiava as elites agrárias de Minas Gerais e São Paulo. Identifique, a seguir, a revolta liderada por um movimento messiânico ocorrida no sertão da Bahia entre 1896 e 1897.
Alternativas
Q3051448 História
É sempre difícil datar com precisão o período de acontecimento de uma Revolução Industrial, pois ela pode ocorrer mais rapidamente em alguns locais (países) e mais devagar em outros. Soma-se a isso o fato de ser um movimento “silencioso”, cujas transformações acontecem paulatinamente enquanto novas tecnologias substituem outras, seja no campo produtivo, seja na vida cotidiana das pessoas. É consenso no meio historiográfico que, para se ter uma nova Revolução Industrial, um conjunto de novas estruturas produtivas (tecnologias) devem se apresentar como alternativas às estruturas anteriormente existentes, podendo substituí-las ou conviver com elas. São consideradas as principais transformações nas estruturas produtivas que caracterizam uma Revolução Industrial:
Alternativas
Q3051447 História e Geografia de Estados e Municípios
Os tropeiros foram importantes elementos de interligação comercial e, também, responsáveis pela interiorização do território brasileiro. Eles desenvolveram verdadeiras redes de conexão terrestre, não obstante as dificuldades enfrentadas em sua época. O principal papel dos tropeiros na história do Paraná é:
Alternativas
Respostas
6861: C
6862: D
6863: D
6864: E
6865: A
6866: C
6867: C
6868: C
6869: B
6870: D
6871: E
6872: A
6873: A
6874: E
6875: B
6876: D
6877: C
6878: C
6879: B
6880: C