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Q3727150 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em relação aos recursos coesivos do texto, considerar as passagens a seguir:

• “Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.” (2º parágrafo)
• “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil.” (3º parágrafo)
• “Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira [...].” (5º parágrafo)
• “Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta.” (8º parágrafo)

Nos fragmentos, os elementos linguísticos sublinhados indicam, CORRETA e respectivamente, as ideias de:
Alternativas
Q3727149 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em: “É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil [...]”, o termo destacado: 
Alternativas
Q3727148 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Considerando o uso do acento indicativo de crase, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “eliminação”, o “o” que a antecede deveria ser substituído por “à”, resultando em: “O impacto ambiental da moda ultrapassa à eliminação”.
( ) Em: “É preciso, também, se atentar às emissões geradas em torno das produções” (6º parágrafo), caso a palavra sublinhada fosse substituída por “difusões”, o acento indicativo da crase no “às” que a antecede deveria ser mantido.
( ) Em: “Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo” (subtítulo), caso houvesse o acréscimo do vocábulo “atingir” antes da expressão sublinhada, o “a” deveria receber o acento indicativo da crase.
( ) Em: “retoma Marina de Luca” (5º parágrafo), caso a expressão sublinhada fosse substituída pelo vocábulo “especialista”, haveria a necessidade de acréscimo de “à” antes dele, resultando em: “retoma à especialista”. 
Alternativas
Q3727147 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em “falamos de economia brasileira”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na alternativa:
Alternativas
Q3727146 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Sobre os aspectos linguísticos do texto, analisar os itens.

I. A substituição da locução conjuntiva “para que” (último período do 3º parágrafo) por “a fim de que” manteria a relação de sentido estabelecida no trecho.
II. A inserção de uma vírgula após “peças” (2º período do 1º parágrafo) preservaria a correção gramatical e o sentido do excerto.
III. A substituição da palavra “na” (último período do 7º parágrafo) pela preposição “pela” manteria o sentido estabelecido no trecho.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3727145 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
O enunciado “Em uma pesquisa rápida na internet, podese encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos” continuará gramaticalmente CORRETO, mesmo havendo mudança de sentido, caso se substitua o elemento sublinhado por: 
Alternativas
Q3727144 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Em relação à estrutura do texto, analisar os itens.

I. O parágrafo inicial começa com duas perguntas. O primeiro questionamento é dirigido ao leitor, e o segundo, respondido na continuidade do próprio parágrafo.
II. O segundo e o quarto parágrafo trazem dados relativos, respectivamente, ao descarte de tecidos fora do Brasil e à coleta diária de roupas não mais utilizadas e de resíduos de corte em uma cidade brasileira.
III. Pode-se afirmar que os parágrafos seis e sete se completam. O sexto introduz a questão do impacto ambiental além do descarte, e o sétimo detalha os danos da indústria da moda para a natureza.
IV. Os parágrafos três e oito trazem iniciativas a serem realizadas no âmbito individual, ou seja, o que cada pessoa pode fazer a fim de descartar adequadamente resíduos têxteis.

Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3727143 Português
Entenda por que o descarte errado de roupas e o acúmulo de tecidos geram um problema ambiental grave

Resíduo têxtil chega a 55 toneladas diárias só na cidade de São Paulo

    O que você faz com aquele look rasgado ou aquela lingerie velha? E o que acontece com as peças que não são vendidas nas lojas? No geral, o destino é o mesmo: tudo acaba virando resíduo têxtil. Com isso, pequenas sobras de tecido nas etapas de produção das peças, por exemplo, transformam-se em toneladas de lixo.
    “Estima-se que cerca de 40 mil toneladas de tecido são descartadas anualmente no deserto do Atacama, no Chile. Roupas não vendidas, em geral”, explica a pesquisadora de moda sustentável e coordenadora de mobilização no Fashion Revolution Brasil, Marina de Luca. Segundo ela, no Brasil, a questão é, também, um problema.
    “Ainda que vigore a política nacional de resíduos sólidos, hoje, no Brasil, não temos soluções institucionalizadas para o descarte têxtil. Cada um vai fazendo o que pode. É preciso que o poder público, unido ao privado, ofereça possibilidades de tratamento e reinserção dessa sobra têxtil, para que se possa construir uma cadeia circular”, reforça a especialista.
    Conforme dados do Residômetro Têxtil, do Instituto Sustentabilidade Têxtil e Moda, só a cidade de São Paulo coleta, em média, 20 toneladas diárias de roupas pósconsumo e 35 toneladas de resíduos de corte.
    “O Brasil é um dos maiores produtores de vestuário do mundo e o último país que ainda contém a cadeia completa desde a plantação ou extração do petróleo, passando pela produção do fio, corte e costura, e venda do produto final. Ou seja, esse é um tema essencial quando falamos de economia brasileira”, retoma Marina de Luca. O impacto ambiental da moda ultrapassa o descarte. É preciso, também, atentar-se às emissões geradas em torno das produções.
    “Além da liberação de gases, a indústria da moda é responsável pela poluição de aproximadamente 20% das águas totais do mundo. O tingimento de fios, a lavagem de tecidos e o curtimento de couro são grandes fontes de químicos altamente poluentes liberados na natureza", comenta a pesquisadora.
    O que fazer com as roupas? O ideal é buscar manter a peça útil — customizando, doando, revendendo ou algo nesse sentido. Se, realmente, tratar-se de resíduo têxtil, o material pode ser deixado em pontos de coleta. Em uma pesquisa rápida na internet, pode-se encontrar diversas iniciativas sustentáveis que fazem o reaproveitamento dos tecidos.

Fonte: Terra – adaptado.
Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3722267 História

Quando o grupo Hamas lançou a noticiada ofensiva contra Israel em 2023, surpreendendo não apenas Israel, mas também os países ocidentais hegemônicos, o conflito que se seguiu foi comparado com outro conflito entre árabes e israelenses, quando o elemento surpresa desmistificou a superioridade bélica israelense. O conflito comparado ao estopim da invasão atual ficou conhecido como:

Alternativas
Q3722266 História

Entre os trechos da obra “História Concisa do Brasil”, de Bóris Fausto (São Paulo: Edusp, 2009), aquele que descreve o movimento apelidado de “Caras-pintadas” é:

Alternativas
Q3722265 História

O poema a seguir é parte da obra “Quero acordar a alva”, do poeta e jornalista angolano José Luís Mendonça, escrita em 1997:



1974


Quimbanguleiros de todos os musseques


erguem o verde despertar das cidades


com blindagens de óleo palma


no eco encardido das nádegas



1994


Nossas crianças roem os dentes


neste céu etílico de balas perfumadas



2004


Nossa Senhora Santa Ana da Muxima


ainda marmoriza o país do rio Bengo


mas os deuses já não escarram mais o mel


da angústia em nossas bocas de papel 



Em relação ao processo de descolonização e consolidação de Angola, as três datas e os contextos apresentados fazem referência respectivamente:

Alternativas
Q3722264 História

O trecho a seguir é base para a resolução da próxima questão.



“Na década de 1950, os Estados Unidos reduziram suas importações de açúcar cubano, o que diminui os lucros da grande burguesia açucareira de Cuba. A saída seria abrir relações comerciais com a URSS e outros países socialistas. O governo Batista, entretanto, havia rompido com o mundo socialista e, devido à Guerra Fria, recusava-se a atender aos pedidos da burguesia açucareira de comerciar com os mercados socialistas. Com isso, desde 1958, a ditadura de Batista perdeu o apoio dessa classe, que era sua principal base de sustentação.


Em 1950 surgiu o Partido Ortodoxo, de ideias democráticas, liberais e nacionalistas, que acreditava no sucesso de uma campanha democrática, em bases eleitorais, mas Batista impediu a realização das eleições. Para muito oposicionistas, como o advogado Fidel Castro, ficou claro que o fim do regime seria conseguido apenas pela luta armada.”


AQUINO, R, et al. História das Sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2003. p.517-18.

Considerando a cronologia da Revolução Cubana, os fatos imediatamente subsequentes ao contexto relatado foram:

Alternativas
Q3722263 História

O trecho a seguir é base para a resolução da próxima questão.



“Na década de 1950, os Estados Unidos reduziram suas importações de açúcar cubano, o que diminui os lucros da grande burguesia açucareira de Cuba. A saída seria abrir relações comerciais com a URSS e outros países socialistas. O governo Batista, entretanto, havia rompido com o mundo socialista e, devido à Guerra Fria, recusava-se a atender aos pedidos da burguesia açucareira de comerciar com os mercados socialistas. Com isso, desde 1958, a ditadura de Batista perdeu o apoio dessa classe, que era sua principal base de sustentação.


Em 1950 surgiu o Partido Ortodoxo, de ideias democráticas, liberais e nacionalistas, que acreditava no sucesso de uma campanha democrática, em bases eleitorais, mas Batista impediu a realização das eleições. Para muito oposicionistas, como o advogado Fidel Castro, ficou claro que o fim do regime seria conseguido apenas pela luta armada.”


AQUINO, R, et al. História das Sociedades: das sociedades modernas às sociedades atuais. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 2003. p.517-18.

A análise do trecho destacado, à luz das diferentes correntes historiográficas, leva a sua associação à determinada vertente, em acordo com a seguinte justificativa: 

Alternativas
Q3722262 História

Considerando que uma guerra se superpõe às múltiplas dimensões da vida humana e que as guerras de grandes proporções afetam todas as sociedades com elas relacionadas, as macroestruturas sociais e econômicas tendem a ser transformadas ao longo desses conflitos. Todavia, há também uma dimensão cotidiana que impacta as vidas privadas. Um elemento que representa uma articulação de mudanças integradas desses dois níveis (as estruturas e o cotidiano) ao longo da Segunda Guerra Mundial e condizente com a correção dos fatos históricos está apresentado na seguinte alternativa:

Alternativas
Q3722261 História

“Em um sentido estrito, os Humanistas são os letrados profissionais, geralmente provenientes da burguesia, eclesiásticos, professores universitários, médicos, funcionários, por vezes publicistas, a serviço de uma casa editora, que exprimem a tendência da sociedade e lhe fornecem suas ferramentas intelectuais.”


MOUSNIER, R. Os séculos XVI e XVII IN História Geral das Civilizações. São Paulo, Difusão Europeia da Livro, 1970. p.24



Entre os elementos do movimento descrito, aquele que perdurou como referência do pensamento ocidental, desde sua gênese, é: 

Alternativas
Q3722259 História

“(...) era ainda influenciada pela meta principal do governo, que era a abertura lenta e gradual a ser implementada. Com todos esses paradigmas apresentados, a velha divisão esquerda/direita, capitalismo/comunismo perdeu importância. Necessitando de capitais, o governo foi buscar novos mercados, entre eles o do bloco socialista, com o Brasil restabelecendo laços com a União Soviética e o Leste Europeu. Além do Leste Europeu, o Brasil buscava contato com a China Popular e Angola, naquele momento já sob o governo marxista do MPLA.


O Brasil ainda entraria em polêmica com os Estados Unidos acerca da questão dos Direitos Humanos. As mortes de Vladimir Herzog e Manuel Fiel Filho em flagrante tortura realizada em dependências do Exército fizeram a má fama do Brasil internacionalmente. O governo reagiu de modo rancoroso, distanciando-se discretamente do governo americano.”



Adaptado de www.infoescola.com/historia Acesso em 18 ago 2025.  



O conjunto de medidas que pautaram a política externa brasileira no período retratado no excerto ficou conhecido como: 

Alternativas
Q3722257 História

“(...) os intelectuais reunidos pela primeira vez em Congresso dariam uma importante contribuição ao restabelecimento da democracia no país, reivindicando, paralelamente, um maior acesso da população às vantagens da educação e da cultura. Assim, escritores das mais variadas tendências estéticas e políticas debatem durante cinco dias temas como ‘a democratização da cultura’, ‘a criação literária e a liberdade’, ‘o escritor e a luta contra o fascismo’ – temas esses que davam a tônica exata da responsabilidade social que o intelectual brasileiro chamava a si em momento tão decisivo da vida nacional, para não dizer da própria História universal.”


ALVES FILHO, Ivan. Brasil – 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad, 1999. p. 496.



O contexto a que se refere o trecho apresentado sobre o I Congresso Brasileiro de Escritores, que contou com a presença de nomes como Jorge Amado, Monteiro Lobato e Sérgio Buarque de Holanda, é:

Alternativas
Q3722256 História

O trecho a seguir foi retirado de uma obra didática destinada a alunos do ensino fundamental:


“Após várias tentativas de acabar com a comunidade, em 1912, tropas estaduais foram enviadas para combate e mataram José Maria e alguns de seus seguidores. Tal fato alimentou ainda mais a fé dos caboclos que, ao reorganizarem a comunidade, acreditavam que José Maria voltaria a guerrear com eles, trazendo consigo um exército divino.”


FTD Sistema de Ensino: Ensino Fundamental: Anos Finais (9º ano). 2ª ed. São Paulo: FTD, 2024. p. 27.



O movimento que pode ser associado à mesma característica da revolta descrita e evidenciada no trecho é:

Alternativas
Q3722255 História

O trecho a seguir é base para a próxima questão.


“No caso brasileiro, Positivismo continha uma fórmula de modernização conservadora, centrada na ação do Estado e na neutralização dos políticos tradicionais, que teve forte ressonância nos meios militares. Nesses meios, sua influência raramente se deu pela aceitação ortodoxa dos princípios. Em geral os oficiais do Exército absorveram os aspectos mais afinados com suas percepções.”


FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.130. 

Apesar da clara influência positivista na organização da República brasileira, a influência sociopolítica de alguns princípios era sentida já no final do período imperial, sendo possível encontrar alguns de seus princípios na conturbada política interna deste período. Um fato que consolida essa assertiva, considerandose o trecho, é:
Alternativas
Q3722253 História
O período consagrado na historiografia como União Ibérica impactou as partes envolvidas nessa nova configuração política. Considerando-se os diferentes âmbitos e contextos, podemos afirmar que o referido evento:
Alternativas
Respostas
2681: A
2682: D
2683: E
2684: E
2685: A
2686: B
2687: C
2688: D
2689: D
2690: C
2691: A
2692: D
2693: A
2694: C
2695: B
2696: D
2697: A
2698: D
2699: B
2700: A