Questões de Concurso
Comentadas para professor - geografia
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Os Fusos Horários, também denominados de zonas horárias, são cada um dos 24 fusos traçados por uma linha imaginária de um polo ao outro, de modo a padronizar o cálculo de tempo em todo o planeta Terra. Os fusos horários são uma convenção internacional que possibilita às pessoas de todos os países adotarem um padrão de horário, utilizando-o como referência.
Sendo 13h a 120° de longitude E, que horas serão a 165° de longitude E? Assinale a alternativa
correta:
Coordenadas Geográficas são linhas imaginárias que cortam o planeta Terra nos sentidos horizontal e vertical e servem para a localização de qualquer ponto na superfície terrestre. As coordenadas geográficas das cidades de X e Y são 2º 40´ S, 44º 60´ W e 3º 40´ S, 45º 60´ W, respectivamente. Pode-se dizer que, ao se deslocar do ponto X para o ponto Y, toma-se a direção:
Assinale a alternativa correta:
Disponível em: https://www.educabras.com/vestibular/materia/geografia/fontes_ de_ energia/aulas/extrativismo_mineral_no_brasil>.
Com base na seguinte tabela gerada no Microsoft Excel:

Ao selecionar toda tabela, pedir para Copiar e acionar a opção Colar – Transpor (T), conforme representado na figura a seguir, na Célula D1:

Qual será o resultado do processo?
Fonte:http://www.aguas.sc.gov.br/jsmallfib_top/DHRI/bacias_hidrograficas/bacias_hidrograficas_sc.pdf
Santa Catarina está no topo do ranking de desenvolvimento humano e econômico. A qualidade de vida do estado é uma das maiores do país e o índice de expectativa de vida é superior à média nacional. Além disso, Santa Catarina tem a melhor distribuição de renda entre todos os estados brasileiros e os menores índices de pobreza, analfabetismo e violência. Nas últimas três décadas, a economia catarinense cresceu 340% e hoje o estado possui o 4° maior PIB per capita do Brasil. Segundo as estimativas do IBGE, com dados divulgados em julho do corrente ano, expectativa de vida a nível nacional e do estado de Santa Catarina, respectivamente está apresentada em:
Fonte: http://turismo.sc.gov.br/o-estado/ e https://ndonline.com.br/florianopolis/noticias/santa-catarina-tem-a-maiorexpectativa-de-vida-ate-2060-segundo-ibge
Observe: “Fui me confessar ao mar. O que ele disse? Nada.” - Lygia Fagundes Telles -
A figura ou vício de linguagem observada na construção acima pode ser classificado como:
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/
O texto abaixo é um fragmento de entrevista feita a Vinicius de Moraes em 1979 e servirá de subsídio para a questão.
Você está satisfeito consigo mesmo?
Vinicius de Moraes — Bem, eu gostaria de mudar algumas coisas de mim, mas de um modo geral não sou um sujeito de jogar fora. Tenho uma estima por mim bastante grande, sabe. Uma estima que vem da constatação das coisas que fiz, das pessoas que eu amei, dos amigos que tive e tenho. Considero tudo conquistas consideráveis, no cômputo geral. Às vezes tenho a imodéstia de dizer a mim mesmo: ―Você vale a pena‖. Isso sem nenhum sentimento de vaidade. Não tenho qualquer preocupação com a glória literária. Se tivesse essa preocupação, eu trataria muito melhor das minhas coisas. A publicação de antologia dos meus poemas pela Aguilar (editora) foi um dos partos mais difíceis e demorados que já houve, tudo por despreocupação minha. Hoje em dia tenho uma preguiça enorme de trabalhar, escrever.
Que tipo de sociedade você gostaria que houvesse no Brasil?
Vinicius de Moraes — Acho que uma volta a uma democracia relativa já seria muito bom! O povo ter liberdade — isso me parece fundamental. Quer dizer, ver as pessoas felizes, contentes, com as caras alegres, sem angústia. E, sobretudo, haver a realização, ou pelo menos um arremedo de realização, de uma organização social mais justa, com uma melhor distribuição da riqueza, uma reforma agrária legal. Isso eu gostaria de ver: os problemas sociais mais graves resolvidos ou, no mínimo, colocados num bom caminho. Isso já me daria um pouco de paz, de calma, de uma tranquilidade bastante maior do que aquela que eu tenho hoje. Eu não consigo me destacar do problema humano.
https://www.revistabula.com/369-a-ultima-entrevista-de-vinicius-de-moraes/