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Q3347880 Educação Física

O desenvolvimento motor é um processo contínuo que abrange mudanças progressivas nas habilidades motoras ao longo da vida. Relacione os conceitos do desenvolvimento motor (Coluna A) com suas respectivas características ou exemplos de aplicação em programas de Educação Física (Coluna B):


Coluna A - Conceitos:


1 - Período Fundamental.

2 - Período Especializado.

3 - Habilidades Motoras Básicas.

4 - Habilidades Motoras Específicas.


Coluna B - Características ou Exemplos de Aplicação:


( ) Fase em que os alunos refinam e combinam habilidades motoras em atividades específicas, como esportes organizados.

( ) Movimentos fundamentais como correr, saltar e lançar, que servem de base para habilidades mais complexas.

( ) Introdução de atividades motoras que exigem controle e precisão, como arremesso de dardos ou ginástica.

( ) Fase inicial onde as crianças aprendem e desenvolvem movimentos básicos que são essenciais para a competência motora futura.


A sequência correta de cima para baixo é:

Alternativas
Q3347879 Educação Física
A prática de yoga tem sido amplamente reconhecida por seus benefícios físicos, mentais e emocionais, especialmente para adultos e idosos. Professores de Educação Física que desejam incorporar o yoga em seus programas devem compreender os princípios fundamentais dessa prática para garantir que ela seja segura, eficaz e adaptada às necessidades específicas dessas faixas etárias. Qual das seguintes alternativas melhor exemplifica a aplicação correta dos princípios das práticas de yoga para adultos e idosos, promovendo segurança e eficácia? 
Alternativas
Q3347878 Educação Física
O planejamento, prescrição e orientação de programas de Educação Física devem ser adaptados às necessidades específicas de diferentes grupos populacionais, como crianças, gestantes, adolescentes, adultos, idosos, pessoas com deficiência, e crianças com sobrepeso e obesidade. Considerando as necessidades específicas de diferentes grupos populacionais, qual das seguintes alternativas melhor exemplifica um planejamento eficaz de programas de Educação Física?
Alternativas
Q3347877 Educação Física
A Educação Física é uma disciplina multifacetada que abrange o desenvolvimento físico, mental, social e emocional dos alunos. Os fundamentos da Educação Física envolvem teorias pedagógicas, métodos de ensino, aspectos biológicos e psicológicos do movimento humano, e a promoção da saúde e do bemestar. Qual das seguintes alternativas melhor exemplifica uma abordagem pedagógica fundamentada que promove o desenvolvimento integral dos alunos na Educação Física?
Alternativas
Q3346552 Noções de Informática

Analise as funções do MS-Excel 2016 apresentadas abaixo e responda:


I - Função TIPO.

II - Função N.

III - Função ÉTEXTO.

IV - Função INFORMAÇÃO.

V - Função CÉL.


Das opções acima, qual é responsável por retornar um valor convertido em um número?

Alternativas
Q3346550 Noções de Informática
Analise as alternativas abaixo e assinale a que corresponda ao nome do programa nativo do Windows 10 utilizado para gerenciar (criar, apagar, renomear etc.) arquivos e pastas locais e da rede:
Alternativas
Q3346549 Noções de Informática
Como é chamada a assistente virtual inteligente do sistema operacional Windows 10 que faz buscas diversas (arquivos, e-mails, buscas na internet etc.) bem como envia alertas e notificações automáticas, respondendo, em alguns casos, o que foi perguntado através de áudio?
Alternativas
Q3346547 Conhecimentos Gerais
O artista mineiro Antônio Francisco Lisboa (Aleijadinho), ficou conhecido pela beleza de suas obras – esculturas em pedra sabão, sendo que a maior parte do seu acervo está na cidade histórica de:
Alternativas
Q3346545 Direito Constitucional
No segundo trimestre de 2024, o bilionário norte-americano Elon Musk se envolveu em um embate envolvendo diretamente um dos ministros do supremo tribunal federal:
Alternativas
Q3346538 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.

Qual é o sentido veiculado pela expressão sublinhada no excerto abaixo?


“Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma.” (2º parágrafo)

Alternativas
Q3346537 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
No trecho “[...] a caravana impoluta do povoado até a cidade [...]” (2º parágrafo), a palavra “impoluta” significa:
Alternativas
Q3346536 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Observando-se seu contexto de uso, pode-se afirmar que o vocábulo grifado em “Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo” (2º parágrafo) é uma ocorrência de:
Alternativas
Q3346535 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Qual é o sujeito do verbo destacado em “[...] porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino” (3º parágrafo)?
Alternativas
Q3346534 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Nesse texto, o cheiro de que trata o cronista é sinônimo de:
Alternativas
Q3342629 Educação Física
A Educação Física, enquanto disciplina escolar, tem sido permeada por diferentes abordagens didático-metodológicas ao longo do tempo. Cada uma dessas abordagens reflete uma concepção específica sobre o papel dessa disciplina na formação integral do indivíduo. Ao associar as abordagens à sua respectiva crítica recebida, podemos compreender melhor as implicações pedagógicas de cada enfoque. Associe as abordagens didático-metodológicas da Educação Física à sua respectiva crítica:

Abordagem
1. Abordagem tradicional  2. Abordagem desenvolvimentista 3. Abordagem crítico-superadora 4. Abordagem emancipatória
Crítica
( ) Foco excessivo na instrução técnica e no desenvolvimento das habilidades motoras, desconsiderando outros aspectos da formação do indivíduo.
( ) Foco excessivamente individualista, desconsiderando a importância da coletividade nas práticas corporais.
( ) Foco excessivamente teórico, desconsiderando a prática das atividades corporais.
( ) Foco excessivamente naturalista, desconsiderando os aspectos sociais e culturais das práticas corporais.

Marque a sequência CORRETA da associação:
Alternativas
Q3338131 Pedagogia
Considere as afirmativas relacionadas psicomotricidade da criança, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(_)A estruturação espacial nasce com o indivíduo, porém, deve ser estimulada até que a criança tome consciência total do seu corpo em relação ao ambiente.
(_)O aperfeiçoamento da lateralidade ocorre somente influenciado pela dominância cerebral que tem relação com a força e precisão de um lado do corpo.
(_)A manipulação de objetos pela criança é essencial para que ela interaja e forme imagens mentais, consiga abstrair conceitos, e no futuro fazer referência a coisas e situação que não estão visíveis aos seus olhos naquele momento.

Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3338130 Pedagogia
Os jogos esportivos na Educação Física Escolar podem ser abordados de diversas maneiras, visando não apenas o desempenho físico, mas também o desenvolvimento socioemocional e cognitivo dos alunos. Considerando diferentes metodologias de ensino, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)Na abordagem por competências, organiza-se torneios escolares com esportes de invasão, como futebol e basquete, para desenvolver habilidades específicas como cooperação e estratégia, além de promover o respeito às regras e o espírito de equipe.
(__)Em uma perspectiva construtivista, pode-se incluir esportes de campo e taco, como beisebol e softbol, nos currículos de Educação Física, com o objetivo de incentivar os alunos a explorarem novas habilidades motoras e a tomarem decisões táticas de forma autônoma. 
(__)A abordagem tradicional de Educação Física escolar frequentemente inclui esportes de marca, como judô e taekwondo, focando principalmente no desenvolvimento técnico e na disciplina, sem maior ênfase no aspecto lúdico ou na criatividade.

Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
Alternativas
Respostas
9081: A
9082: E
9083: C
9084: B
9085: B
9086: D
9087: E
9088: B
9089: D
9090: A
9091: B
9092: C
9093: E
9094: A
9095: C
9096: D
9097: D
9098: E
9099: C
9100: D