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Q3528133 Noções de Primeiros Socorros
No planejamento de aulas e eventos esportivos escolares, a exemplo dos jogos internos escolares, o professor de Educação Física deve estar preparado não apenas para organizar atividades, mas também para agir em situações imprevistas. Nesse sentido, um dos cuidados fundamentais relacionados à segurança e ao bem-estar dos participantes é:
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Q3528132 Educação Física
Conforme orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), deve-se promover o acesso de todos os estudantes às práticas corporais na Educação Física escolar. Portanto, é fundamental adotar estratégias inclusivas que respeitem às diferenças e garantam participação ativa. Diante disso, é papel da Educação Física:
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Q3528131 Educação Física
Um professor de Educação Física resolve falar a parte conceitual de conteúdos, que é considerada uma atividade com regras (sejam flexíveis ou não), que envolvem confronto, desafio, estratégia individual ou coletiva e diversão. Possuindo algumas características de competição ou cooperação, as regras podem ser combinadas entre os participantes e estimula o raciocínio, a imaginação e o convívio. Tal conceito é do(a): 
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Q3528130 Educação Física
No processo histórico da Educação Física brasileira, até o final da década de 1970, predominava uma concepção voltada ao aperfeiçoamento ou rendimento físico, à obediência e à preparação de corpos eficientes para o trabalho. Essa perspectiva valorizava a disciplina, a ordem e a produtividade. Logo, essa é uma característica: 
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Q3527431 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Dentre as ocorrências da vogal A destacadas com números sobrescritos no texto, quais necessitam de vir acompanhadas do acento indicativo de crase?
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Q3527430 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Os conectivos sublinhados nos parágrafos iniciais do texto podem ser adequadamente substituídos por
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Q3527429 Português
Presos na telinha

Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição às telas está associado à redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros
Paloma Oliveto | 12/02/25

        No início dos anos 1980, a TV a cabo se popularizou nos Estados Unidos. Com o aumento da grade de programação, um novo medo foi desbloqueado entre a classe média: o da televisão "abduzir" crianças e adolescentes. Não a1 toa, é exatamente o que acontece em um dos filmes de terror de maior sucesso da época, Poltergeist (1982), no qual a menininha Caroline é literalmente sugada pelo aparelho.

        Se, na obra escrita e produzida por Steven Spielberg, são fantasmas que puxam a protagonista-mirim para dentro da tela, na realidade, os pais temiam perder os filhos para o excesso de canais. De fato, a oferta excessiva de programas mudou a dinâmica das famílias. 

        Diversos estudos exploraram o impacto negativo da TV em aspectos do comportamento infantojuvenil, incluindo maus hábitos alimentares, sedentarismo, redução de atividades sociais e queda no interesse pelos estudos. Além disso, pesquisas de longo prazo não só nos Estados Unidos atestaram redução na leitura e na pontuação em testes cognitivos.

        Mas mesmo quem cresceu com a "babá eletrônica" não estava preparado para o fenômeno que viria assombrar os pais décadas depois. O verdadeiro Poltergeist não viria da telona, mas da microtela dos smartphones, de onde 96% dos usuários de internet acessam a rede de computadores (dados do DataReportal).

        Agora, não estamos mais falando de um punhado de canais de televisão, mas de um conteúdo infinito disponível em qualquer lugar, 24 horas por dia. Adolescentes passam, em média, nove horas conectados, um número conservador, considerando que as pesquisas sobre o tema trabalham, geralmente, com autorrelato.

        Em um artigo para o site The Conversation, psiquiatras da Universidade Estadual de Wayne calcularam que, se uma pessoa passa "apenas" 50 horas por semana conectada entre os 13 e 18 anos, no fim, terá dedicado as2 telas mais do que os 12 anos passados na escola. Essa "graduação" on-line cobra seu preço: em todas as partes do mundo, independentemente da renda familiar, as estatísticas de ansiedade e de depressão entre crianças dispararam. Estudos de imagem revelam dados preocupantes, especialmente para um cérebro em desenvolvimento: o excesso de exposição as3 telas está associado a4 redução de matéria branca e cinzenta do órgão. A internet está encolhendo cérebros.

        Assim como na televisão, nem tudo é lixo na rede. Nos anos 1970, uma pesquisa constatou que crianças que assistiam a5 Vila Sésamo tinham um nível de letramento superior — 80% do programa era de conteúdo educativo. Agora, um estudo recente também encontrou ganhos cognitivos entre meninos e meninas que acessam, como os pais, conteúdos de qualidade.

         O problema é que, se na época de ouro da televisão, bastava desligar o botão para limitar a exposição, hoje, a não ser que os celulares sejam confiscados e trancafiados, é impossível fazer esse controle.

        Em Poltergeist, com a ajuda de orações, a família de Caroline consegue expulsar os espíritos que puxavam a menina para dentro da tela. Agora, talvez precisemos de um exorcismo para arrancar as crianças de lá.

Paloma Oliveto (Repórter sênior) - Formada na Universidade de Brasília, é especializada na cobertura de ciência e saúde há mais de uma década. Entre as premiações recebidas, estão primeiro lugar no Grande Prêmio Ayrton Senna e menção honrosa no Prêmio Esso.

OLIVETO, Paloma. Presos na telinha. Correio Braziliense, 13 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7058174-presos-na-telinha.html. Acesso em: 13 fev. 2025.
Adaptado para esta avaliação.
Em qual dos vocábulos abaixo a partícula “auto-” NÃO possui o mesmo sentido que ocorre na palavra “autorrelato”?
Alternativas
Q3527301 Pedagogia
O Currículo Paulista (2020) preconiza que a avaliação do aprendizado dos estudantes deve ser
Alternativas
Q3527300 Educação Física
Assinale a alternativa que apresenta apenas exemplos de práticas adequadas ao trabalho com a temática das Práticas Corporais de Aventura Urbanas, nos 6o e 7o anos do ensino fundamental.
Alternativas
Q3527299 Pedagogia
O tema da aula é o jogo de Câmbio. Trata-se daquele jogo parecido com o voleibol, cujo objetivo é a equipe não deixar a bola cair no chão do seu próprio campo e, para isso, os jogadores devem segurar a bola e depois passá-la para um companheiro ou para o outro lado da quadra. A marcação dos pontos é semelhante à do voleibol.

Essa atividade é indicada no Currículo Paulista (2019) na unidade temática Esporte, que recomenda utilizá-la com os estudantes do            ano do Ensino                               .

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q3527298 Pedagogia
A professora Maria está fazendo o planejamento para a sua turma do 5° ano do ensino fundamental e ela está em dúvida do conteúdo a abordar na unidade temática Lutas.

Assinale a alternativa que apresenta uma abordagem correta dessa temática, de acordo com as orientações do Currículo Paulista (2019).
Alternativas
Q3527297 Pedagogia
Leia o texto a seguir, retirado do artigo de Maldonado e Neira (2021).

“O professor Daniel, por exemplo, convidou quatro moradoras do Quilombo Caçandoca para realizar uma oficina sobre jogos e brincadeiras com os/as estudantes. Durante a aula, as convidadas contaram a história dos quilombolas no Brasil, e, nessa comunidade, a luta para manter as terras que foram conquistadas pelos seus antepassados, as vestimentas, as plantas medicinais, alimentos típicos e, claro, as brincadeiras transmitidas de geração em geração”.

Assinale a alternativa que apresenta uma competência específica da Educação Física trabalhada pela atividade descrita nesse texto.
Alternativas
Q3527296 Pedagogia
O Currículo Paulista: etapa Educação Infantil e Ensino Fundamental (2019) confere à Educação Física compartilhar com as demais disciplinas o compromisso com a Educação Integral e o desenvolvimento de competências. Nesse sentido, defende 
Alternativas
Q3527295 Educação Física
Quando os Esportes são trabalhados na etapa do Ensino Médio, o Currículo Paulista (2020) para essa etapa da escolarização recomenda, entre outros aspectos,
Alternativas
Q3527294 Pedagogia
O Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020) apresenta três categorias de dimensões do conhecimento e, dentro de uma dessas categorias, está a dimensão Fruição.

Assinale a alternativa correta sobre a Fruição.
Alternativas
Q3527293 Educação Física
O Currículo Paulista: etapa educação infantil e ensino fundamental (2019) adotou o modelo de classificação da unidade temática Esporte referenciado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Assinale a alternativa que apresenta corretamente apenas esportes classificados como técnico-combinatórios. 
Alternativas
Q3527292 Educação Física
No Currículo Paulista: etapa da educação infantil e do ensino fundamental (2019), as unidades temáticas são: Brincadeiras e Jogos; Esportes; Danças; Ginásticas; Lutas; Práticas Corporais de Aventura; Corpo, Movimento e Saúde.

No Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020), as unidades temáticas são: 
Alternativas
Q3527291 Pedagogia
O Currículo Paulista (2020) apresenta as dimensões do conhecimento agrupadas em três categorias, que são: 
Alternativas
Q3527290 Pedagogia
A necessidade de elaborar um planejamento para o ensino é um aspecto consensual na literatura pedagógica. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação correta sobre o papel do professor de Educação Física no ato de elaborar seus planos de aula.
Alternativas
Q3527289 Pedagogia
Oliveira, Palma e Palma (2021) defendem uma estruturação da Educação Física escolar que tenha a motricidade humana como referência e o movimento culturalmente construído tematizado.

Pereira (2007), citado por eles, afirma que, a partir desse referencial,
Alternativas
Respostas
5141: A
5142: C
5143: D
5144: B
5145: D
5146: A
5147: B
5148: D
5149: C
5150: A
5151: C
5152: E
5153: B
5154: A
5155: D
5156: C
5157: A
5158: B
5159: D
5160: E