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Q3810950 Português
Sob os trilhos do metrô, hortas urbanas combatem avanço de ultraprocessados na periferia de São Paulo

Moradores do Jardim Ibirapuera plantam legumes e verduras sem agrotóxico como alternativa à pobreza de nutrientes identificada em estudo inédito conduzido pela comunidade.

Adriano Wilkson

Debaixo dos trilhos do metrô de São Paulo, quatro agricultores urbanos observam o lento crescimento de mudas de milho cuidadosamente organizadas em um canteiro montado com restos de construção civil. Alguns metros adiante, pés de alface, couve, banana e erva-cidreira dividem terreno com uma vaca que pasta displicente.

Ao caminhar em meio ao verde, por um momento você até poderia supor que saiu da capital paulista, mas o frenesi do trânsito da avenida Guido Caloi, que dá acesso à Marginal Pinheiros, logo chama à realidade. Essa é uma das vias mais movimentadas e caóticas de São Paulo. Mas é ali, no meio de um conjunto de favelas chamado Jardim Ibirapuera, que os moradores decidiram construir uma alternativa à pobreza alimentar que assola a comunidade.

Dos 41 mil moradores do bairro, 13 mil, ou 31%, passam fome. Tecnicamente, essas pessoas vivem em "insegurança alimentar grave", o que significa que a falta de renda as impede de fazer todas as refeições que gostariam. Essa taxa é maior do que a registrada no município de São Paulo como um todo, onde 12% da população passa fome [...]. A conclusão consta em uma pesquisa inédita feita pelo Observatório Ibira30, um braço do Bloco do Beco, organização não governamental que atua no Jardim Ibirapuera desde 2003. Durante seis meses, entre janeiro e junho de 2025, pesquisadores do observatório bateram de porta em porta para entrevistar moradores e investigar seus hábitos alimentares.

As 382 entrevistas revelaram a presença da fome não apenas na ausência de alimentos, mas também no avanço de ultraprocessados e de opções menos nutritivas entre os moradores. Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram já terem precisado trocar alimentos saudáveis por opções mais baratas e menos nutritivas.

A situação piorou durante a pandemia, quando muitos moradores perderam renda e precisaram contar com doações para sobreviver. Biscoitos, bebidas açucaradas e alimentos instantâneos se tornaram então ainda mais comuns nas despensas do bairro. Segundo a pesquisa, dois em cada três deles disseram que seus hábitos alimentares pioraram com a chegada da covid. Foi após esse cenário de crise que um cozinheiro pernambucano viu em um terreno abandonado a chance de produzir comida de qualidade.[...] É nesse pequeno espaço que ele tenta construir, junto com os vizinhos, uma alternativa limpa e natural para substituir o avanço dos ultraprocessados. [...] Hoje as três hortas do bairro produzem verduras, legumes, frutas e plantas para chá, dos quais a população faz uso medicinal.

"Eu me considero hoje outra pessoa mexendo com a terra, trabalhando no ritmo da natureza e sabendo exatamente o que tem no alimento que eu como", afirma Neto, que, assim como os demais agricultores, não usa agrotóxico na produção e adota princípios da agroecologia para fazer a gestão de pragas. "Demora mais, às vezes a gente erra, mas vale a pena porque é saudável." [...]

A etnografia do observatório identificou que no Jardim Ibirapuera 29% dos moradores têm origem no Nordeste e três em cada quatro são pessoas pretas ou pardas. Para muitas delas os hábitos alimentares refletem a cultura e as tradições que a vida e a rotina em uma cidade como São Paulo ainda não foram capazes de apagar.

"Na São Paulo urbana e formalizada, as gôndolas dos mercados podem até ocultar as origens dos ingredientes", escreveu Marcelo Zarzuela Coelho, o Lelo, um dos coordenadores do estudo. "Mas nas periferias, o cuscuz de milho ainda é memória nordestina em estado sólido, o leite de coco ainda carrega o sopro da diáspora africana, o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano, e a mandioca segue sendo mais que raiz: é símbolo de autonomia e continuidade." [...]

"Nosso sonho até 2030 é construir um tripé", explica Luiz Claudio de Souza, articulador institucional do Observatório. "Potencializar as hortas, criar um banco de alimentos, também com a contribuição de mercados e hortifrutis do bairro, e construir uma cozinha comunitária que possa manipular esses alimentos junto com a comunidade. Mas pra isso precisamos de parceiros."

Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento. [...]

(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/11/sob-os-trilhos-do-metro-hortas-urbanas-combatem-avanco-de-ultraprocessados-na-periferia-de-sao-paulo/. Acesso em: 25 nov. 2025. Adaptado.) 
Considerando o texto como um todo, no excerto: "Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento", a palavra intangíveis tem o mesmo sentido de: 
Alternativas
Q3810949 Português
Sob os trilhos do metrô, hortas urbanas combatem avanço de ultraprocessados na periferia de São Paulo

Moradores do Jardim Ibirapuera plantam legumes e verduras sem agrotóxico como alternativa à pobreza de nutrientes identificada em estudo inédito conduzido pela comunidade.

Adriano Wilkson

Debaixo dos trilhos do metrô de São Paulo, quatro agricultores urbanos observam o lento crescimento de mudas de milho cuidadosamente organizadas em um canteiro montado com restos de construção civil. Alguns metros adiante, pés de alface, couve, banana e erva-cidreira dividem terreno com uma vaca que pasta displicente.

Ao caminhar em meio ao verde, por um momento você até poderia supor que saiu da capital paulista, mas o frenesi do trânsito da avenida Guido Caloi, que dá acesso à Marginal Pinheiros, logo chama à realidade. Essa é uma das vias mais movimentadas e caóticas de São Paulo. Mas é ali, no meio de um conjunto de favelas chamado Jardim Ibirapuera, que os moradores decidiram construir uma alternativa à pobreza alimentar que assola a comunidade.

Dos 41 mil moradores do bairro, 13 mil, ou 31%, passam fome. Tecnicamente, essas pessoas vivem em "insegurança alimentar grave", o que significa que a falta de renda as impede de fazer todas as refeições que gostariam. Essa taxa é maior do que a registrada no município de São Paulo como um todo, onde 12% da população passa fome [...]. A conclusão consta em uma pesquisa inédita feita pelo Observatório Ibira30, um braço do Bloco do Beco, organização não governamental que atua no Jardim Ibirapuera desde 2003. Durante seis meses, entre janeiro e junho de 2025, pesquisadores do observatório bateram de porta em porta para entrevistar moradores e investigar seus hábitos alimentares.

As 382 entrevistas revelaram a presença da fome não apenas na ausência de alimentos, mas também no avanço de ultraprocessados e de opções menos nutritivas entre os moradores. Por exemplo, 86% dos entrevistados disseram já terem precisado trocar alimentos saudáveis por opções mais baratas e menos nutritivas.

A situação piorou durante a pandemia, quando muitos moradores perderam renda e precisaram contar com doações para sobreviver. Biscoitos, bebidas açucaradas e alimentos instantâneos se tornaram então ainda mais comuns nas despensas do bairro. Segundo a pesquisa, dois em cada três deles disseram que seus hábitos alimentares pioraram com a chegada da covid. Foi após esse cenário de crise que um cozinheiro pernambucano viu em um terreno abandonado a chance de produzir comida de qualidade.[...] É nesse pequeno espaço que ele tenta construir, junto com os vizinhos, uma alternativa limpa e natural para substituir o avanço dos ultraprocessados. [...] Hoje as três hortas do bairro produzem verduras, legumes, frutas e plantas para chá, dos quais a população faz uso medicinal.

"Eu me considero hoje outra pessoa mexendo com a terra, trabalhando no ritmo da natureza e sabendo exatamente o que tem no alimento que eu como", afirma Neto, que, assim como os demais agricultores, não usa agrotóxico na produção e adota princípios da agroecologia para fazer a gestão de pragas. "Demora mais, às vezes a gente erra, mas vale a pena porque é saudável." [...]

A etnografia do observatório identificou que no Jardim Ibirapuera 29% dos moradores têm origem no Nordeste e três em cada quatro são pessoas pretas ou pardas. Para muitas delas os hábitos alimentares refletem a cultura e as tradições que a vida e a rotina em uma cidade como São Paulo ainda não foram capazes de apagar.

"Na São Paulo urbana e formalizada, as gôndolas dos mercados podem até ocultar as origens dos ingredientes", escreveu Marcelo Zarzuela Coelho, o Lelo, um dos coordenadores do estudo. "Mas nas periferias, o cuscuz de milho ainda é memória nordestina em estado sólido, o leite de coco ainda carrega o sopro da diáspora africana, o azeite de dendê resiste ao embranquecimento do paladar urbano, e a mandioca segue sendo mais que raiz: é símbolo de autonomia e continuidade." [...]

"Nosso sonho até 2030 é construir um tripé", explica Luiz Claudio de Souza, articulador institucional do Observatório. "Potencializar as hortas, criar um banco de alimentos, também com a contribuição de mercados e hortifrutis do bairro, e construir uma cozinha comunitária que possa manipular esses alimentos junto com a comunidade. Mas pra isso precisamos de parceiros."

Enquanto esse sonho não se concretiza, os agricultores urbanos colhem das hortas frutos que não se resumem aos vegetais que crescem ali. São valores intangíveis que se espalham pela comunidade como sementes levadas pelo vento. [...]

(Disponível em:
https://ojoioeotrigo.com.br/2025/11/sob-os-trilhos-do-metro-hortas-urbanas-combatem-avanco-de-ultraprocessados-na-periferia-de-sao-paulo/. Acesso em: 25 nov. 2025. Adaptado.) 
A partir da leitura do texto e da mobilização de seus conhecimentos, analise as sentenças a seguir:

I. A pesquisa que identifica a realidade de pessoas em "insegurança alimentar grave" foi um estudo conduzido pela própria comunidade. 
II. No contexto da comunidade, estar entre aquelas pessoas que vivem em "insegurança alimentar grave" é resultado da falta de renda, ou seja, sem renda elas não podem fazer todas as refeições diárias.
III. No Jardim Ibirapuera há, proporcionalmente, mais pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar do que em toda a cidade de São Paulo.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3810057 Gestão de Pessoas
Durante a implementação de um novo sistema digital em órgão municipal, conflitos emergiram entre servidores experientes e recém-contratados. Os primeiros alegavam perda de autonomia; os segundos, falta de abertura para propor melhorias. Considerando os princípios de relações interpessoais e gerenciamento de divergências, a intervenção mais consistente é:
Alternativas
Q3810054 Educação Física
Durante uma aula de voleibol para o 8º ano, o professor organiza a turma em equipes mistas e propõe um jogo reduzido. Ao perceber que alguns estudantes monopolizam as ações de ataque enquanto outros permanecem sem tocar na bola, ele interrompe a atividade e promove uma roda de conversa sobre participação equitativa e respeito às diferenças de habilidade. Em seguida, retoma o jogo com uma regra adaptada: a pontuação só é válida quando todos os integrantes da equipe tiverem tocado na bola durante a jogada. Considerando a organização dos conteúdos em suas diferentes dimensões, é correto afirmar que a intervenção do professor:
Alternativas
Q3810053 Educação Física
Em uma escola municipal situada em território socialmente vulnerável, o professor de Educação Física identifica grande heterogeneidade entre os estudantes, incluindo crianças com deficiência, adolescentes com baixa alfabetização motora e jovens com experiências corporais restritas ao lazer de rua. Ao planejar o trabalho pedagógico, ele revisa as diretrizes institucionais, que orientam que "a participação nas práticas corporais deve considerar diferentes condições de aprendizagem, ampliando possibilidades de vivência e pertencimento". Considerando tais princípios, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3810052 Educação Física
Em uma reunião pedagógica, uma professora relata dificuldade em avaliar o progresso dos estudantes nas aulas de Educação Física, afirmando que "os registros qualitativos demandam muito tempo e não garantem objetividade". A coordenação contrapõe mostrando que, segundo as recomendações nacionais, a avaliação em EF deve integrar dimensões procedimentais, conceituais e atitudinais, orientando o estudante sobre seu próprio processo de aprendizagem. Considerando tais princípios, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3810051 Pedagogia
Durante a elaboração do Projeto Político-Pedagógico, uma escola municipal decide revisar o currículo de Educação Física, buscando alinhar-se às diretrizes contemporâneas que orientam o ensino da cultura corporal. Em debate coletivo, a coordenação pedagógica apresenta que "as práticas corporais devem ser tratadas como manifestações culturais que expressam formas de perceber, habitar e transformar o mundo" (Recomendações para a Educação Física Escolar, p. 4). Considerando esses princípios, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3810050 Pedagogia
Durante a semana pedagógica de uma escola municipal, a coordenação propõe uma reflexão sobre a diferença entre planejamento e plano de ensino. Um grupo de professores manifesta descrença no planejamento, afirmando que os formulários padronizados transformam o processo em ritual burocrático. Considerando a natureza do planejamento de ensino e sua relação com a prática docente, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3810049 Pedagogia
Durante reunião pedagógica, a equipe docente de uma escola municipal discute a necessidade de superar visões reducionistas do processo de ensino e aprendizagem. Um professor argumenta que a prática didática não pode se restringir à dimensão instrumental, devendo articular diferentes dimensões para uma formação integral dos estudantes. Considerando as concepções contemporâneas de Didática, é correto afirmar que a abordagem multidimensional ou fundamental:
Alternativas
Q3810048 Pedagogia
Em formação continuada promovida pela Secretaria de Educação, professores debatem sobre o conceito de competência profissional docente e sua relação com a qualidade do ensino. Uma coordenadora pedagógica afirma que o professor competente é aquele que articula consistentemente as diferentes dimensões do processo de ensino e aprendizagem. Considerando essa perspectiva, analise as afirmativas apresentadas a seguir:

I. A dimensão técnica relaciona-se ao planejamento didático, aos objetivos, métodos, conteúdos e avaliação, tendo como núcleo de preocupações a organização das condições que propiciem a aprendizagem.
II. A dimensão ética é responsável pela mediação e vinculação dos elementos técnicos, humanos, políticos e estéticos, lidando com a liberdade, a escolha de valores e o compromisso moral com os interesses dos alunos.
III. A dimensão política situa o processo de ensino em uma cultura específica e com pessoas concretas, tendo como núcleo de preocupações a transformação social. 

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3809727 Educação Física
Após passar pelos pulmões, o sangue volta rico em oxigênio ao coração, para em seguida ser distribuído ao circuito sistêmico. Segundo Spence (1991), qual a artéria que distribui o sangue do coração ao circuito sistêmico:
Alternativas
Q3809726 Educação Física
Correr, saltar e arremessar são movimentos básicos para a prática de diversas manifestações da cultura corporal. Segundo Taffarel (2016), a abordagem pedagógica Crítico-Superadora considera que esses movimentos são:
Alternativas
Q3809723 Educação Física
Na unidade didática “jogos e esportes”, presente no planejamento de uma turma do 7º ano do Ensino Fundamental, a professora optou por trabalhar com jogos cooperativos e, para isso, faz uso do basquete. A professora apresentou uma inclusão nas regras tradicionais do basquete, que consiste na troca do aluno que fez uma cesta para a equipe que sofreu esta mesma cesta. De acordo com Orlick (in Soler, 2006), tal alteração na regra caracteriza qual categoria dos jogos cooperativos:
Alternativas
Q3809722 Educação Física
Entre as oito dimensões de conhecimento previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a professora de educação física Bianca reforça em seu planejamento o desenvolvimento de atitudes e conhecimentos para os estudantes atuarem de forma autoral em espaços de decisão e ação para a democratização do acesso dos grupos sociais às práticas corporais. Tal dimensão do conteúdo é denominada de:
Alternativas
Q3809721 Educação Física

A professora Estela planejou um bimestre com as práticas corporais de aventura, propondo alternância entre manifestações urbanas e na natureza. Desse modo, seu planejamento de aulas, respeitando a alternância urbano/natureza, contou com quatro práticas corporais, iniciando com patins, seguindo com:


Alternativas
Q3809720 Educação Física
Vinícius, professor de educação física de turmas de anos finais da rede municipal de Barra do Garças, tem planejado um conjunto de aulas para a tematização dos conhecimentos sobre o corpo em diálogo com o acervo de práticas da cultura corporal. Para imergir no assunto, Vinícius pretende apresentar aos/às estudantes a estrutura da coluna vertebral humana, composta por:
Alternativas
Q3809719 Educação Física
Na Ginástica Artística, segundo Souza (2011), a etapa de preparação para a realização do movimento denominado “parada de três apoios” consiste, com a/o atleta de joelhos, o apoio das mãos e do terço anterior da cabeça no colchão. Tal apoio forma o desenho aproximado de: 
Alternativas
Q3809718 Educação Física
O professor Pedro está desenvolvendo um projeto pedagógico com o futebol em uma perspectiva crítico-libertadora. Assim sendo, os encontros têm buscado a leitura de mundo densa sobre os conhecimentos produzidos pela humanidade sobre a modalidade esportiva. Além disso, as aulas têm contado com a abordagem de temas que vêm atravessando as práticas corporais relacionadas ao futebol, com enfoque para as:
Alternativas
Q3809717 Educação Física
Para Gonzalez, Darido e Oliveira (2017), os esportes com Rede Divisória ou Muro/Parede de Rebote são definidos como modalidades com arremessos, lançamentos ou rebatidas na bola ou peteca, sobre a rede ou contra uma parede, de tal modo que:
Alternativas
Q3809716 Educação Física
O voleibol é um esporte com inúmeras estratégias de ataque e defesa. Em uma situação de ataque, quando o líbero da equipe que está realizando a ação ofensiva se posiciona, no momento da cortada de seu companheiro, próximo da linha dos três metros, o objetivo é garantir: 
Alternativas
Respostas
2801: D
2802: B
2803: D
2804: C
2805: D
2806: C
2807: B
2808: E
2809: C
2810: C
2811: A
2812: D
2813: B
2814: B
2815: B
2816: C
2817: C
2818: C
2819: B
2820: D