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Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Julgue o seguinte item, com relação aos aspectos gramaticais do texto CB1A1AAA.
A substituição da locução verbal “terá mudado” (l.15) pela
forma verbal mudou manteria a correção gramatical do texto,
mas alteraria o sentido do período.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Julgue o seguinte item, com relação aos aspectos gramaticais do texto CB1A1AAA.
No período “Talvez porque se descurasse a necessidade
de criar dispositivos de autoformação cooperativa, que
rompessem com a cultura do isolamento e autossuficiência
que ainda prevalecem nas nossas escolas” (l. 22 a 26),
os pronomes “que”, em ambas as ocorrências, retomam
o mesmo referente.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Julgue o seguinte item, com relação aos aspectos gramaticais do texto CB1A1AAA.
Sem prejuízo das informações veiculadas no texto, a forma
verbal “responda” (l.7) poderia ser substituída por atenda.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Julgue o seguinte item, com relação aos aspectos gramaticais do texto CB1A1AAA.
Sem prejuízo da correção gramatical do texto, a locução
“Por que” poderia ser substituída por Porque no trecho
“Por que falharam os programas de formação?” (l.16).
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Considerando as ideias expressas no texto CB1A1AAA e a sua tipologia, julgue o item a seguir.
O texto classifica-se como argumentativo, haja vista a defesa
de uma tese relativa à formação de professores mediante
a utilização de recursos textuais de convencimento.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Considerando as ideias expressas no texto CB1A1AAA e a sua tipologia, julgue o item a seguir.
Segundo o texto, é problema central na formação de
professores a escassez de recursos financeiros dedicados
a cursos que promovam a formação continuada.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Considerando as ideias expressas no texto CB1A1AAA e a sua tipologia, julgue o item a seguir.
O ideal, de acordo com o texto, é que os programas
de formação de professores incentivem o questionamento
da prática docente, libertando os docentes da condição
de consumidores de formação.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Considerando as ideias expressas no texto CB1A1AAA e a sua tipologia, julgue o item a seguir.
Para o autor, a fim de se obter sucesso com programas de formação de professores, é necessário romper com dispositivos de autoformação cooperativa.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
Considerando as ideias expressas no texto CB1A1AAA e a sua tipologia, julgue o item a seguir.
De acordo com o texto, uma das possíveis falhas dos
programas de formação de professores é a continuidade
de um modelo tradicional de transferência de conteúdos.
Texto CB1A1AAA

José Pacheco. Para que serve a formação? Escola da ponte – formação e
transformação da educação. São Paulo: Vozes, 2010, p. 4 (com adaptações)
O autor do texto defende que os professores não realizem atividades de formação continuada.
No desenvolvimento da História da Dança, a ruptura com o pensamento acadêmico, introduziu o questionamento sobre as regras e padrões corporais , abrindo assim , espaço para novas visões e tendências relacionadas ao movimento. Grandes personalidades da dança como Rudolf Laban, Maurice Béjart, Roger Garaudy, lsadora Duncan, entre outros, fundamentaram este novo conceito, retirando da dança a singularidade máxima da virtuosidade física e da vaidade acadêmica , resgatando assim a:
As mudanças conceituais que caracterizaram a dança em determinadas épocas são consequências das formas de pensar, sentir e agir de determinados grupos sociais. Dessas ações residem as diferenças e semelhanças entre as produções poéticas da dança em tempos , lugares e espaços diversos. Partindo deste pressuposto , a dança como linguagem artística procura materializar:
A dança, no contexto educacional brasileiro, aparece como conteúdo da disciplina Artes e nas atividades rítmicas e expressivas da Educação Física. Na disciplina Arte a dança é trabalhada como atividade e linguagem a rt ística , for ma de ex pressão , socialização , como conceito e linguagem estética de arte corporal. Como atividade de arte cênica e para apresentações . Já, na educação física , o propósito da dança é diferente , podendo:
Na evolução do teatro brasileiro, foi com o Teatro de Arena , em 1953, que surgiu realmente uma nova estética teatral, através de um Seminário de Dramaturgia , que lançou inúmeros autores novos como Vianninha , Roberto Freire, Guarnieri, Benedito Rui Barbosa, Chico de Assis, entre outros, e de um Laboratório de Interpretação , que trabalhava as características brasileiras dos personagens na cena e:
Mediante a depuração da percepção sensorial, os jogos teatrais , na contramão da ênfase na inventividade , interpretação ou dramaturgia , procuram promover a experiência do acordo coletivo, não expresso de modo formal. Neles, a fábula não é ponto de partida, mas decorrência da:
A exploração de recursos tecnológicos na educação musical , mais especificamente falando , das chamadas tecnologias da informação e comunicação (TIC) , caminha com o desenvolvimento de tecnologias computacionais aplicadas à música. O que tem collaborado no fazer musical de forma decisiva. Estes recursos vêm sendo incorporados à educação musical, possibilitando ,assim:
0 movimento tropicalista trouxe varias inovações para o cenário cultural brasileiro do final da década de 60. As letras das canções eram inovadoras , criando jogos de linguagem, se aproximando da poesia dos concretistas . Musicalmente , o tropicalismo unia uma mistura da cultura brega, do rock psicodélico, da música erudita, da cultura popular, entre outros, dando conta de várias manifestações da cultura nacional. O som da guitarra elétrica convivia com violinos e com o berimbau. Esse movimento constituirá o resgate:
Foi durante o período barroco que a orquestra começou a tomar forma. Um traço constante nas orquestras barrocas era a presença do órgão e do c ravo cont ínuo, preenchendo a harmonia, enriquecendo a textura e mantendo a unidade da orquestra. A forte característica da música orquestral barroca era:
Cavalo Marinho é um folguedo folclórico tradicional da zona da mata setentrional de Pernambuco, Alagoas e agreste da Paraíba. Apesar de ser uma variação do Bumba meu boi, a brincadeira tem características próprias e além do "auto do boi", podem ser vistos diversos personagens fantásticos. Esse folguedo se caracteriza como:
Localizado na região Nordeste do Brasil, o Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, é um parque arqueológico , inscrito pela UNESCO na lista do Patrimônio Cultural da Humanidade e é assim reconhecido oficialmente desde 2002. É um conjunto de chapadas e vales que a brigam sítios arqueológicos com pinturas e gravuras rupestres, além de outros vestígios do cotidiano pré-histórico. Os registros rupestres, pintados ou gravados sobre as paredes rochosas, são formas gráficas de comunicação utilizadas pelos grupos pré-históricos que habitaram a região do Parque. Essas representações gráficas abordavam: