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Q3320874 Conhecimentos Gerais
Tem origem na religião, e nas culturas negras. Em uma espécie de liturgia dançada, os reis do Congo eram eleitos pelo povo e acompanhados por grupos de negros, após o que eram coroados nas igrejas. Em seguida, organizavam o batuque em homenagem à santa padroeira, geralmente Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos homens negros. Com o tempo, a tradição religiosa se enfraqueceu e o grupo convergiu para o carnaval, mas conservou elementos particulares em relação a outros blocos.

O texto acima se refere ao
Alternativas
Q3320873 Artes Cênicas

Relacione as afirmativas aos nomes dos encenadores aos quais se referem.



1. Dramaturgo norte-americano, considerado um dos maiores nomes da vanguarda teatral por renovar linguagens utilizando sofisticados recursos de iluminação e pela combinação de teatro, música e dança em suas montagens.


2. Seu trabalho no teatro se torna uma espécie de busca espiritual, uma confrontação entre o homem e a mitologia. É central em seus escritos e em sua prática a figura do ator “santo”.


3. Suas peças sempre se destacaram pelo tom marxista, que ele procurou levar também para a teoria e a prática da dramaturgia e da encenação; mudou completamente a função e o sentido social do teatro, procurando usá-lo como arma de conscientização e politização.


4. Visa uma proposta teatral na qual a identificação emocional seja suprimida, dedicando-se a mostrar o pensamento como processo, e o processo como tempo e espaço da cena.



I - Bob Wilson


II - Gerald Thomas


III - Bertold Brecht


IV - Jerzy Grotowski



Assinale a alternativa que representa corretamente as relações:

Alternativas
Q3320871 Artes Cênicas
Ainda sobre o sistema de Jogos Teatrais de Viola Spolin, assinale a alternativa que descreve os três pontos fundamentais para que um jogo teatral funcione satisfatoriamente em um grupo de aprendizes.
Alternativas
Q3320869 Literatura
“Imaginação querida, o que sobretudo amo em ti é não perdoares. Só o que me exalta ainda é a única palavra, liberdade. Eu a considero apropriada para manter, indefinidamente, o velho fanatismo humano. Atende, sem dúvida, à minha única aspiração legítima. Entre tantos infortúnios por nós herdados, deve-se admitir que a maior liberdade de espírito nos foi concedida. Devemos cuidar de não fazer mau uso dela. Reduzir a imaginação à servidão, fosse mesmo o caso de ganhar o que vulgarmente se chama a felicidade, é rejeitar o que haja, no fundo de si, de suprema justiça. (...) Não é o medo da loucura que nos vai obrigar a hastear a meio-pau a bandeira da imaginação. ”

O trecho acima é parte de um dos mais famosos manifestos artísticos do século XX. Sobre isso, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3320868 Artes Visuais
“A princípio, surgiu como um contraponto ao expressionismo abstrato, mas logo tornou-se uma corrente popular e que até hoje influencia artistas contemporâneos, especialmente do grafite. O movimento surgiu na Inglaterra, mas chegou no seu auge nos Estados Unidos, especialmente em Nova Iorque, nos anos 60. Foi inclusive nesse período que ele se tornou um estilo com características próprias. A principal delas, era o retorno da arte figurativa, justamente sendo o contraponto ao já citado expressionismo abstrato. Esta arte tinha um objetivo claro: ser uma espécie de crítica irônica às transformações da sociedade no período. Seu principal alvo era o bombardeamento e o incentivo ao consumismo exacerbado.”
Fonte: Site ABRA - Academia Brasileira de Arte

O texto acima se refere ao movimento artístico conhecido como
Alternativas
Q3320864 Pedagogia
“Ainda existem muitas dúvidas, desacordos e até mesmo falta de conhecimento a respeito da dança como conteúdo escolar. As justificativas mais frequentemente apresentadas para que a dança esteja presente no currículo das escolas fundamentais também passa pela afirmação de que todos têm o “dom natural e espontâneo de dançar” (...) Essas afirmações, ao contrário do que se pensaria, em muitas situações acabam até mesmo por alijar a dança da escola, ou, em outras circunstâncias, fazer com que ela se transforme em atividade aparentemente sem muito sentido no âmbito escolar. Ou seja, para que dançar na escola se já “se dança na vida”?”
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.

Sobre o ensino de Dança na escola, analise as afirmações abaixo à luz dos Parâmetros Curriculares Nacionais:

I - A improvisação, a composição coreográfica, a interpretação de repertórios de diferentes épocas, localidades e estilos são processos da dança que diferenciam da educação do/pelo movimento. Compreender esses processos corporal e mentalmente faz com que se possa diferenciar a dança do simples “mover-se”.
II- A pura reprodução/ensaio de danças folclóricas na escola pode ser tão alienante e opressora quanto repertórios do balé clássico, ensinados mecânica e repetidamente.
III - O corpo, no contexto da educação escolar em Dança, deve ser tratado como instrumento e “veículo” da dança, independente do contexto social e pessoal do estudante.
IV - As aulas de Dança na escola precisam passar, necessariamente, pelo aprendizado dos códigos do balé clássico, moderno e contemporâneo como conhecimento básico para que os alunos consigam se expressar satisfatoriamente por meio do corpo.
V - As aulas de Dança são importantes prioritariamente para aliviar o estresse do dia-a-dia e as tensões e pressões escolares, instituindo um momento de diversão e ludicidade necessário para o bom desempenho dos estudantes nas demais disciplinas.

Estão corretas apenas as afirmações:
Alternativas
Q3320863 Pedagogia
Sistematizada por Ana Mae Barbosa, a Proposta ou Abordagem Triangular está voltada para um ensino baseado em três eixos norteadores. Assinale a alternativa que descreve corretamente esses três eixos:
Alternativas
Q3320862 Educação Artística
“A aprendizagem e o ensino da arte sempre existiram e se transformaram, ao longo da história, de acordo com normas e valores estabelecidos, em diferentes ambientes culturais.”

Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.

Acerca dos aspectos históricos do ensino de Arte no Brasil, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3320860 Educação Artística
A respeito da obrigatoriedade do ensino de Arte nas escolas brasileiras, à luz do pensamento da pesquisadora Ana Mae Barbosa, analise as afirmações a seguir:

I - A Arte tem sido matéria obrigatória nas escolas brasileiras no Brasil há 17 anos e isso é uma conquista dos arte-educadores brasileiros que reivindicaram organizadamente, na década de 70, a reformulação da Educação Brasileira para a inclusão dessa disciplina no currículo.
II - Em 1971, os objetivos e o currículo configurado na Lei Federal nº 5692, denominada Diretrizes e Bases da Educação, estabeleceram uma educação tecnologicamente orientada que começou a profissionalizar a criança na 7ª série, sendo a escola secundária completamente profissionalizante. Esta foi uma maneira de profissionalizar mão-de-obra barata para as companhias multinacionais que adquiriram grande poder econômico no país sob o regime da ditadura militar
III - No período de criação das Diretrizes e Bases da Educação, não tínhamos cursos de arte-educação nas universidades, apenas cursos para preparar professores de desenho, principalmente desenho geométrico. Assim, o Governo Federal decidiu criar um novo curso universitário para preparar professores para a disciplina Educação Artística criada pela nova lei.
IV - Fora das universidades um movimento bastante ativo (Movimento Escolinhas de Arte) tentava desenvolver, desde 1948, a auto-expressão da criança e do adolescente através do ensino das artes. Em 1971 o "Movimento Escolinhas de Arte" estava difundido por todo o país com 32 Escolinhas, a maioria delas particulares, oferecendo cursos de artes para crianças e adolescentes e cursos de arte-educação para professores e artistas.
V - Em 1971, quando da criação das Diretrizes e Bases da Educação, foi incluída a obrigatoriedade do ensino de Arte com foco exclusivo em Desenho e Desenho Geométrico e, como tal, a disciplina poderia ser ministrada por professores de Matemática e outras disciplinas do campo das matérias exatas.

Estão corretas apenas as afirmações:
Alternativas
Q3320859 Educação Artística
“Ciência e arte são produtos que expressam as experiências e representações imaginárias das distintas culturas, que se renovam através dos tempos, construindo o percurso da história humana. A própria idéia da ciência e da arte como disciplinas autônomas é produto recente da cultura ocidental. Na verdade, nas sociedades primitivas as formas artísticas não existem como atividades autônomas dissociadas da vida e impregnam as atividades da comunidade”
Ministério da Educação, Parâmetros Curriculares Nacionais. Arte/ Secretaria de Educação Fundamental - Brasília: MEC/SEF, 1997.

A respeito da dicotomização entre Arte e Ciência, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3320757 Noções de Informática
O Microsoft Word é um programa editor de textos que suporta vários formatos de arquivo, incluindo .doe e .docx.
Para editar um texto já produzido e centralizando o seu conteúdo, após selecionar os parágrafos, pode-se usar o comando:
Alternativas
Q3320755 Noções de Informática
O Sistema operacional Windows introduziu uma interface gráfica de usuário com janelas, ícones e menus, facilitando a interação dos seus clientes.
No Windows pode-se dizer que um diretório representa:
Alternativas
Q3320754 Noções de Informática
Uma URL (Uniform Resource Locator) é um endereço usado para identificar um recurso na internet.
Sobre a URL é incorreto afirmar que:
Alternativas
Q3320746 Economia
O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente em um ano. Todos os países calculam o seu PIB nas suas respectivas moedas. O PIB do Brasil em 2023, por exemplo, foi de R$ 10,9 trilhões. No último trimestre divulgado (1 º trimestre de 2024), o valor foi de R$ 2. 713 ,9 bilhões. Este valor está compreendido entre:
Fonte: https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php
Alternativas
Q3320743 Português
Identifique qual das sentenças a seguir apresenta desvio de concordância nominal. 
Alternativas
Q3320742 Português
Nas palavras jogaço e glóbulo ocorrem sufixos que denotam, respectivamente, os graus aumentativo e diminutivo. O par de palavras que também apresenta sufixos que indicam o aumentativo e o diminutivo, na mesma ordem, é:
Alternativas
Q3320741 Português
A sentença a seguir cuja forma verbal está conjugada na segunda pessoa do plural é: 
Alternativas
Q3320740 Português
O elemento em destaque é um pronome indefinido apenas em:
Alternativas
Q3320739 Português
Leia o  texto a seguir para responder à questão.

Sumido 

        Me dei disseram “Você anda sumido” e me conta de que era verdade. Eu também, fazia tempo que não me via. O que teria acontecido comigo? Não me encontrava nos lugares em que costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas diziam que havia tempo não me viam. E faziam  a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora, deixa ver... Eu não me lembrava!

      Eu  teria morrido? Impossível, na última vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o meu enterro no jornal. O nome fatalmente me chamaria a atenção.

        Eu podia ter mudado de cidade. Era isso. Podia ter ido para outro lugar, podia estar em outro lugar naquele momento. Mas por que iria embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem me despedir nem de mim? Sempre fomos muito ligados. 

    No  outro dia fui a um lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto. Que coisa. Pensei: como é que alguém pode simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de estar sumido.

       Não me encontrar em lugar algum me dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na esquina”. Mudei por completo de comportamento. Me tornei outro! Que maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse, eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais gostava de ouvir das pessoas espantadas com a minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro! Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade.

       A verdade é que estar longe dos meus olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro. E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava sumido. Eu simplesmente não me enxergava. Como podia me encontrar nos lugares onde me procurava se não me enxergava? 

     Todo aquele tempo eu estivera lá·, presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz, e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu estava vivo e bem, não precisava me preocupar. Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que não tem jeito, estamos sempre, irremediavelmente, conosco, mesmo quando pensamos ter nos livrado de nós. A gente não desaparece. A gente às vezes só não se enxerga. 




VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Na palavra  “saúde”, que ocorre no texto, há um hiato. Este tipo de encontro vocálico também ocorre na palavra:
Alternativas
Q3320738 Português
Leia o  texto a seguir para responder à questão.

Sumido 

        Me dei disseram “Você anda sumido” e me conta de que era verdade. Eu também, fazia tempo que não me via. O que teria acontecido comigo? Não me encontrava nos lugares em que costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas diziam que havia tempo não me viam. E faziam  a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora, deixa ver... Eu não me lembrava!

      Eu  teria morrido? Impossível, na última vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o meu enterro no jornal. O nome fatalmente me chamaria a atenção.

        Eu podia ter mudado de cidade. Era isso. Podia ter ido para outro lugar, podia estar em outro lugar naquele momento. Mas por que iria embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem me despedir nem de mim? Sempre fomos muito ligados. 

    No  outro dia fui a um lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto. Que coisa. Pensei: como é que alguém pode simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de estar sumido.

       Não me encontrar em lugar algum me dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na esquina”. Mudei por completo de comportamento. Me tornei outro! Que maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse, eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais gostava de ouvir das pessoas espantadas com a minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro! Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade.

       A verdade é que estar longe dos meus olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro. E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava sumido. Eu simplesmente não me enxergava. Como podia me encontrar nos lugares onde me procurava se não me enxergava? 

     Todo aquele tempo eu estivera lá·, presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz, e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu estava vivo e bem, não precisava me preocupar. Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que não tem jeito, estamos sempre, irremediavelmente, conosco, mesmo quando pensamos ter nos livrado de nós. A gente não desaparece. A gente às vezes só não se enxerga. 




VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Considerando-se seu significado, a palavra “até”, em “Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu.”, tem função de: 
Alternativas
Respostas
6521: B
6522: D
6523: C
6524: B
6525: D
6526: E
6527: D
6528: C
6529: C
6530: B
6531: D
6532: A
6533: D
6534: A
6535: C
6536: C
6537: B
6538: D
6539: C
6540: B