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I. Apesar da perda de reserva funcional cardiopulmonar e renal considerável após 60 anos, o risco cirúrgico não aumenta significativamente se o paciente não apresentar coronariopatia, pneumopatia, disfunção renal ou outra doença sistêmica grave.
II. Idosos com mais de 70 anos têm maior sensibilidade aos sedativos do pré-operatório e aos anestésicos, o que aumenta o risco de óbito cirúrgico.
III. Perda de mais de 10% do peso por doença aumenta o risco e o índice de infecção cirúrgica, piora a cicatrização e a resposta ao trauma.
Está(ão) CORRETO(S):
I. Avaliações mais extensas são indicadas de acordo com o tipo de procedimento e comorbidade presentes ou indicadas por achados da história clínica e do exame físico.
II. Nos pacientes com cardiopatias ou riscos vasculares aumentados, a avaliação frequentemente é feita pelo cardiologista, e, nos portadores de pneumopatias crônicas, pelo pneumologista.
III. Serviços cirúrgicos específicos com rotinas bem-organizadas definem previamente a rotina de avaliação pré-operatória de forma adaptada ao tipo do paciente (idade, comorbidade, fatores de risco, tipo de procedimento etc.).
IV. Internações dias antes da cirurgia para fazer avaliações devem ser feitas sempre que possível e considerando o tipo do paciente (idade, comorbidade, fatores de risco, tipo de procedimento etc.).
Estão CORRETOS:
I. Uma das principais complicações da cirurgia de controle de danos é a síndrome compartimental abdominal, e, por isso, a pressão abdominal deve ser controlada na UTI.
II. Após a avaliação inicial do paciente, os cuidados relacionados às disfunções orgânicas devem ser tomados, com atenção especial às falências respiratória, renal e cardiocirculatória.
III. Para que um paciente que passou por uma cirurgia de controle de danos volte à sala cirúrgica para resolução das demais necessidades, não é necessário levar em consideração a restauração de condições fisiológicas como ausência de acidose, hipotermia ou coagulopatia, mas sim o tempo de 24 a 72 horas após a cirurgia de controle de danos.
Está(ão) CORRETO(S):
I. As plaquetas são recomendadas para a correção de trombocitopenia em pacientes com trombocitopenia induzida por heparina, doença de Von Willebrand tipo IIB, púrpura trombocitopênica idiopática (PTI) ou púrpura trombocitopênica trombótica (PTT).
II. Os pacientes que apresentam reações transfusionais não hemolíticas febris (RTNHFs) recorrentes a hemácias ou plaquetas devem receber produtos com redução de leucócitos.
III. A leucorredução aumenta o risco de transmissão de infecção por citomegalovírus (CMV) em pacientes imunodeprimidos soronegativos para CMV.
IV. Os pacientes com refratariedade plaquetária secundária à aloimunização HLA devem receber plaquetas HLA compatíveis.
Estão CORRETOS: