Questões de Concurso Comentadas para trt - 19ª região (al)

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Q2108840 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Flores

     Minha terra, o Recife, é fraca de flores, de maneira que as poucas que nascem são guardadas para os enterros – minha terra é forte de enterros. Ninguém fazia essa coisa romântica de dar uma rosa à namorada ou despertar a mulher bonita (que se viu na véspera, pela primeira vez) com uma caixa de orquídeas e aquele cartão astucioso, dizedor de poucas e boas palavras. Passei anos, já no Rio, associando cheiro de flor aos muitos enterros da minha família.
     Meus tios, meu pai, minha irmã de olhos azuis, à medida que Deus chamava, eles iam e o cheiro da sala onde a gente chorava me acompanhou até meses atrás. Cheiro úmido, abafado, de flores de uma cidade que se chama Garanhuns, depois de umas dez horas de trem da Great Western. Devo mesmo confessar uma certa malquerença por tudo que era flor fora do talo – sentia nelas uma espécie de cumplicidade nos enterros que saíram da minha casa.
      Mas com o tempo fui me habituando à presença e ao perfume das flores. As tristes lembranças não resistiram aos caminhos de Teresópolis, tampouco às quaresmeiras, que têm sido tantas, neste verão de passeios compridos. Agora mesmo a empregada mudou as rosas do jarro do escritório. São cheirosas. Eu olho para trás e não morreu ninguém.

(Adaptado de: MARIA, Antônio. Vento vadio. As crônicas de Antônio Maria. Org. de Guilherme Tauil. São Paulo: Todavia, 2021, p. 317)
As normas de concordância verbal encontram-se plenamente atendidas na frase:
Alternativas
Q2108839 Português
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Flores

     Minha terra, o Recife, é fraca de flores, de maneira que as poucas que nascem são guardadas para os enterros – minha terra é forte de enterros. Ninguém fazia essa coisa romântica de dar uma rosa à namorada ou despertar a mulher bonita (que se viu na véspera, pela primeira vez) com uma caixa de orquídeas e aquele cartão astucioso, dizedor de poucas e boas palavras. Passei anos, já no Rio, associando cheiro de flor aos muitos enterros da minha família.
     Meus tios, meu pai, minha irmã de olhos azuis, à medida que Deus chamava, eles iam e o cheiro da sala onde a gente chorava me acompanhou até meses atrás. Cheiro úmido, abafado, de flores de uma cidade que se chama Garanhuns, depois de umas dez horas de trem da Great Western. Devo mesmo confessar uma certa malquerença por tudo que era flor fora do talo – sentia nelas uma espécie de cumplicidade nos enterros que saíram da minha casa.
      Mas com o tempo fui me habituando à presença e ao perfume das flores. As tristes lembranças não resistiram aos caminhos de Teresópolis, tampouco às quaresmeiras, que têm sido tantas, neste verão de passeios compridos. Agora mesmo a empregada mudou as rosas do jarro do escritório. São cheirosas. Eu olho para trás e não morreu ninguém.

(Adaptado de: MARIA, Antônio. Vento vadio. As crônicas de Antônio Maria. Org. de Guilherme Tauil. São Paulo: Todavia, 2021, p. 317)
Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em: 
Alternativas
Q2108838 Português
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Flores

     Minha terra, o Recife, é fraca de flores, de maneira que as poucas que nascem são guardadas para os enterros – minha terra é forte de enterros. Ninguém fazia essa coisa romântica de dar uma rosa à namorada ou despertar a mulher bonita (que se viu na véspera, pela primeira vez) com uma caixa de orquídeas e aquele cartão astucioso, dizedor de poucas e boas palavras. Passei anos, já no Rio, associando cheiro de flor aos muitos enterros da minha família.
     Meus tios, meu pai, minha irmã de olhos azuis, à medida que Deus chamava, eles iam e o cheiro da sala onde a gente chorava me acompanhou até meses atrás. Cheiro úmido, abafado, de flores de uma cidade que se chama Garanhuns, depois de umas dez horas de trem da Great Western. Devo mesmo confessar uma certa malquerença por tudo que era flor fora do talo – sentia nelas uma espécie de cumplicidade nos enterros que saíram da minha casa.
      Mas com o tempo fui me habituando à presença e ao perfume das flores. As tristes lembranças não resistiram aos caminhos de Teresópolis, tampouco às quaresmeiras, que têm sido tantas, neste verão de passeios compridos. Agora mesmo a empregada mudou as rosas do jarro do escritório. São cheirosas. Eu olho para trás e não morreu ninguém.

(Adaptado de: MARIA, Antônio. Vento vadio. As crônicas de Antônio Maria. Org. de Guilherme Tauil. São Paulo: Todavia, 2021, p. 317)
No terceiro parágrafo, o autor admite que
Alternativas
Q2108837 Português
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Flores

     Minha terra, o Recife, é fraca de flores, de maneira que as poucas que nascem são guardadas para os enterros – minha terra é forte de enterros. Ninguém fazia essa coisa romântica de dar uma rosa à namorada ou despertar a mulher bonita (que se viu na véspera, pela primeira vez) com uma caixa de orquídeas e aquele cartão astucioso, dizedor de poucas e boas palavras. Passei anos, já no Rio, associando cheiro de flor aos muitos enterros da minha família.
     Meus tios, meu pai, minha irmã de olhos azuis, à medida que Deus chamava, eles iam e o cheiro da sala onde a gente chorava me acompanhou até meses atrás. Cheiro úmido, abafado, de flores de uma cidade que se chama Garanhuns, depois de umas dez horas de trem da Great Western. Devo mesmo confessar uma certa malquerença por tudo que era flor fora do talo – sentia nelas uma espécie de cumplicidade nos enterros que saíram da minha casa.
      Mas com o tempo fui me habituando à presença e ao perfume das flores. As tristes lembranças não resistiram aos caminhos de Teresópolis, tampouco às quaresmeiras, que têm sido tantas, neste verão de passeios compridos. Agora mesmo a empregada mudou as rosas do jarro do escritório. São cheirosas. Eu olho para trás e não morreu ninguém.

(Adaptado de: MARIA, Antônio. Vento vadio. As crônicas de Antônio Maria. Org. de Guilherme Tauil. São Paulo: Todavia, 2021, p. 317)
É marcante, no segundo parágrafo do texto, 
Alternativas
Q2108836 Português
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Flores

     Minha terra, o Recife, é fraca de flores, de maneira que as poucas que nascem são guardadas para os enterros – minha terra é forte de enterros. Ninguém fazia essa coisa romântica de dar uma rosa à namorada ou despertar a mulher bonita (que se viu na véspera, pela primeira vez) com uma caixa de orquídeas e aquele cartão astucioso, dizedor de poucas e boas palavras. Passei anos, já no Rio, associando cheiro de flor aos muitos enterros da minha família.
     Meus tios, meu pai, minha irmã de olhos azuis, à medida que Deus chamava, eles iam e o cheiro da sala onde a gente chorava me acompanhou até meses atrás. Cheiro úmido, abafado, de flores de uma cidade que se chama Garanhuns, depois de umas dez horas de trem da Great Western. Devo mesmo confessar uma certa malquerença por tudo que era flor fora do talo – sentia nelas uma espécie de cumplicidade nos enterros que saíram da minha casa.
      Mas com o tempo fui me habituando à presença e ao perfume das flores. As tristes lembranças não resistiram aos caminhos de Teresópolis, tampouco às quaresmeiras, que têm sido tantas, neste verão de passeios compridos. Agora mesmo a empregada mudou as rosas do jarro do escritório. São cheirosas. Eu olho para trás e não morreu ninguém.

(Adaptado de: MARIA, Antônio. Vento vadio. As crônicas de Antônio Maria. Org. de Guilherme Tauil. São Paulo: Todavia, 2021, p. 317)
Já no primeiro parágrafo do texto o autor considera que
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Q407965 Psiquiatria
Quadro delirante no qual a temática central do delírio diz respeito a ser amado por outra pessoa. O delírio frequentemente envolve um amor romântico e união espiritual idealizada, ao invés de atração sexual. A pessoa sobre a qual esta convicção é mantida geralmente detém uma posição social superior (por exemplo, uma pessoa famosa, ou um superior no trabalho), mas pode eventualmente tratar-se de um estranho. Os esforços para contatar o objeto do delírio (telefonemas, cartas, presentes, visitas ou até vigilância) são comuns, embora eventualmente a pessoa mantenha seu delírio em segredo.

Essa descrição, segundo o DSM-IV, trata-se de delírio do tipo :
Alternativas
Q407964 Psiquiatria
Segundo a DSM-IV, NÃO faz parte dos critérios diagnósticos de abstinência de anfetamina a história de cessação (ou redução) de um uso pesado e prolongado de anfetamina:
Alternativas
Q407963 Medicina
Em relação às potenciais interações medicamentosas está INCORRETO o que consta em:
Alternativas
Q407962 Psiquiatria
Paciente de 45 anos, com quadro de Transtorno Afetivo Bipolar em tratamento com carbonato de lítio 1.200 mg, e há duas semanas em uso de risperidona na dose de 4 mg/dia procurou o serviço de emergência com queixa de febre 39 °C, associado à sudorese excessiva, rigidez muscular e tremores. Ao exame físico foi observada taquipneia e taquicardia. Ao exame laboratorial verificou-se leucocitose e aumento da CPK, litemia sérica de 1,1 mEq/l. A hipótese diagnóstica e a conduta a ser tomada são, respectivamente,
Alternativas
Q407961 Psiquiatria
A síndrome Serotonérgica é caracterizada por :
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Q407960 Medicina
Apresenta a correlação INCORRETA entre condição clínica e psicofármacos que seriam potencialmente inapropriado em idosos.
Alternativas
Q407959 Medicina
Em relação aos documentos Atestado, Laudo e Parecer:
Alternativas
Q407958 Medicina
Em relação ao Código de Ética Médica, na parte referente a Auditorias e Perícias Médicas, é VEDADO ao médico
Alternativas
Q407957 Medicina
Em relação ao Código de Ética Médica na parte referente a Documentos Médicos, é VEDADO ao médico.
Alternativas
Q407956 Psiquiatria
NÃO faz parte dos quadros codificados em F65 - Transtorno de preferência sexual:
Alternativas
Q407955 Psiquiatria
Os Transtornos de Personalidade - TP são divididos em agrupamentos (clusters). Apresenta a correta correlação entre agrupamento e seus componentes segundo a DSM-IV-TR:
Alternativas
Q407954 Medicina
Em relação à farmacologia dos antipsicóticos considere:

I. A clorpromazina é de segunda geração, com efeitos colaterais de sedação, hipotensão e colinérgicos.

II. A tioridazina é de primeira geração, com efeitos colaterais de aumento do intervalo QTc.

III. A risperidona é de terceira geração, com efeitos colaterais de alteração da crase sanguínea e síndrome metabólica.

IV. A olanzapina é de segunda geração, com efeitos colaterais de síndrome metabólica.

Está correto o que consta APENAS em:
Alternativas
Q407953 Medicina
Em relação às demências Degenerativas Primárias, NÃO faz parte do grupo Parkinson Plus:
Alternativas
Q407952 Medicina
Em relação à farmacologia dos anticolinesterásicos considere:

I. A Galantamina apresenta inibição irreversível, com meia vida curta de eliminação e de inibição, com forte ligação proteica e metabolismo sináptico.

II. A Rivastigmina tem inibição reversível, meia vida longa de eliminação e curta de inibição, com baixa ligação proteica e metabolização hepática.

III. O Donepezil apresenta inibição reversível, meia vida de eliminação e de inibição longas, com forte ligação proteica e metabolismo hepático.

Está correto o que consta APENAS em:
Alternativas
Q407951 Psiquiatria
A Síndrome de Cotard é:
Alternativas
Respostas
101: E
102: C
103: D
104: A
105: B
106: A
107: E
108: B
109: A
110: D
111: C
112: C
113: D
114: D
115: A
116: B
117: E
118: C
119: B
120: E