Questões de Concurso
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A quantidade de microrganismos necessária para provocar uma infecção hospitalar depende da virulência do organismo, da suscetibilidade do hospedeiro e do sítio afetado.
As infecções iatrogênicas ocorrem quando o paciente internado em unidade hospitalar é submetido a procedimento diagnóstico ou terapêutico sem que sejam executados os cuidados específicos para a sua proteção
A UTI representa alto risco de infecção hospitalar para os pacientes, já que nela são manipulados, com frequência, antibióticos de largo espectro, que podem tornar os microrganismos resistentes, e pela ocorrência de repetidos procedimentos de saúde invasivos lá realizados.
Uma infecção hospitalar em ferida cirúrgica pode ser causada por: inadequada preparação da pele antes da cirurgia, falha na técnica de lavagem das mãos e da troca de curativos, uso de soluções antissépticas contaminadas ou cirurgia contaminada.
Uma infecção exógena origina-se da multiplicação rápida e da proliferação descontrolada de microrganismos existentes na flora normal dos indivíduos.
Deve-se proceder à lavagem das mãos antes da preparação, assim como antes e após a administração de medicamentos.
Na medicação endovenosa de doentes em perfusão com soro composto, deve-se interromper a perfusão, introduzir 10 mL de soro fisiológico, proceder à medicação endovenosa, injetar novamente 10 mL de soro fisiológico e reiniciar a perfusão.
Na medicação endovenosa de doentes com cateter venoso periférico heparinizado, deve-se observar a seguinte sequência: injetar de 3 mL a 5 mL de soro fisiológico, administrar lentamente o medicamento, injetar de 3 mL a 5 mL de soro fisiológico e heparinizar o cateter.
Admite-se administrar medicação preparada por outro técnico de enfermagem, desde que devidamente rotulada e identificada.
Deve-se registrar a medicação a ser administrada tão logo ocorra sua preparação.
É recomendado limpar diariamente a narina na qual a sonda está introduzida, utilizando-se cotonete embebido em água, soro fisiológico ou loção de ácidos graxos essenciais.
Deve-se administrar os medicamentos um a um; ao término da administração de todos eles, deve-se lavar a sonda com 10 mL a 20 mL de água em uma seringa, uma única vez, para manter sua permeabilidade.
Quando o acesso pós-pilórico for necessário, recomenda-se o controle de pH do líquido aspirado uma vez ao dia, sendo de 6 a 8 o valor esperado para o pH duodenal.
Em caso de terapia nutricional contínua, cada vez que for instalado o frasco de nutrição enteral, deve-se verificar a posição da sonda, por aspiração de líquido gástrico/duodenal e ausculta de borborigmo na região epigástrica ou no quadrante abdominal superior esquerdo.
Em caso de retirada acidental, uma mesma sonda nasoenteral não pode ser repassada no mesmo paciente, ainda que esteja íntegra.
Deve-se evitar a troca do local da fixação da sonda, a fim de prevenir a irritação e escamação da pele.
O estoque de diluentes pode ser deixado em temperatura ambiente, mas, no momento da administração, o diluente deve estar na temperatura da vacina.
Constituem material biológico infectante os imunobiológicos que têm, na sua composição, produtos de bactérias mortas, vírus inativados ou peptídeos produzidos por engenharia genética; por isso, devem receber tratamento prévio antes de serem desprezados.
No caso de frasco multidose, deve-se limpar a tampa de borracha do frasco com algodão seco antes de se proceder à aspiração de outra dose.
Na administração de uma vacina, deve ser utilizada agulha diferente daquela usada para aspirar a dose a ser administrada.