Questões de Concurso
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O planejamento estratégico fornece à organização instrumentos necessários para análise de conteúdo, das potencialidades e fragilidades da organização, da viabilidade e dos riscos de diferentes alternativas de ação que orientem as atividades institucionais.
Entende-se por planejamento o conjunto de estratégias e dispositivos de antecipação de contextos e situações que permitem a alocação de recursos e investimentos para a construção social de sistemas e ambientes.
A definição de papéis, responsabilidades e limites dos diversos sujeitos envolvidos no processo de análise e planejamento de uma situação concreta é considerada elemento fundamental do planejamento tradicional ou normativo.
Na concepção e perspectiva estratégica, a elaboração de projetos específicos deve ocorrer em momento anterior à elaboração do plano.
O trabalho do assistente social deve ser norteado por um plano de ação profissional, definido como o instrumental mais próximo da execução e reconhecido pelo detalhamento das atividades e pela construção de estratégias coletivas.
A utilização de métodos quantitativos em processos de investigação é recomendada quando já se dispõe de informações acerca das características do objeto de sua intervenção.
O assistente social, ao exercer a função de planejador ante as demandas institucionais e a população usuária, deve escolher um desses lados para manter a direção ético-política mais próxima da realidade.
A pesquisa qualitativa é compreendida como um método multifocal, que envolve a abordagem interpretativa e a configuração natural dos fenômenos.
Considerando-se que os itens dos parágrafos foram autoformatados pelo MSWord 2007, é possível substituir as letras correspondentes à ordenação por numerais romanos com a utilização da ferramenta
Ao se clicar a opção
e, em seguida, a opção Zoom, serão exibidas opções que permitem ampliar ou reduzir a exibição da página da Web mostrada na figura. A racionalização das ações de controle interno busca eliminar atividades de auditoria em duplicidade nos órgãos/unidades que integram o sistema de controle interno do Poder Executivo federal. Um dos resultados esperados dessa racionalização é gerar novas atividades de auditoria, que preencham lacunas existentes, por meio de pauta de ações articuladas.
As unidades de auditoria interna das entidades da administração indireta federal submetem-se, a cada três anos, à revisão pelos pares, ou seja, executada por outra unidade de auditoria interna. O objetivo dessa revisão é verificar se a unidade avaliada está realizando suas atividades de acordo com as normas estabelecidas na instrução normativa supracitada.
Admite-se restringir o fornecimento de informações e documentos sigilosos ou confidenciais aos servidores do sistema de controle interno, ainda que no desempenho de atribuições inerentes às atividades de auditoria e fiscalização.
Os assessores especiais de controle interno devem encaminhar, no prazo previsto em lei, à Secretaria Federal de Controle Interno do Ministério da Fazenda, antes mesmo que o respectivo ministro de estado tome deles ciência, os fatos irregulares de que tiverem conhecimento. Caso a comunicação não ocorra no prazo determinado, os assessores especiais responderão solidariamente com os responsáveis pelas irregularidades.
Indícios de irregularidades constatados pelos órgãos e unidades do SCI devem ser comunicados ao TCU, ao Ministro da Fazenda e aos respectivos órgãos de controle interno e externo dos entes recebedores, para que sejam tomadas as providências devidas.
Em seu trabalho de fiscalização e auditoria, os órgãos e as unidades do SCI verificam se o objeto pactuado, nos instrumentos em que a União assume compromissos, com previsão de transferência de recursos financeiros de seus orçamentos para estados, Distrito Federal e municípios, foi executado, obedecendo aos respectivos projetos e plano de trabalho, conforme conveniado, e se sua utilização obedece à destinação prevista no termo pactual.
Para o cumprimento de suas atribuições e alcance de suas finalidades, o SCI deve realizar suas atividades com foco nos resultados da ação governamental. Para tanto, deve utilizar metodologia de planejamento específica, que considere os programas de governo fator básico de organização da função pública, e a gestão pública, mobilização organizacional para o alcance desses resultados.
Nos ministérios, o apoio à supervisão e ao controle externo dos assuntos de sua missão institucional é atribuição da Secretaria Federal de Controle Interno (SFC).
Até a criação de seu órgão próprio, as atividades de controle interno da Advocacia Geral da União são desempenhadas pela Secretaria de Controle Interno da Casa Civil.
Compete à Secretaria Federal de Controle Interno do Ministério da Fazenda, além de avaliar o cumprimento das metas estabelecidas no PPA e na LDO, promover a integração do SCI com outros sistemas da administração pública federal.