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Cometerá ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública o servidor público que revelar a seus familiares, durante um jantar em família, os detalhes de processo que tramite em segredo de justiça contra seu chefe e do qual tenha tomado conhecimento em razão de suas atribuições.
Cometerá crime de improbidade administrativa que importa em enriquecimento ilícito a servidora pública que induzir o Estado a adquirir, por preço superior ao de mercado, cartucho de impressora de empresa pertencente a seu familiar.
O servidor que, já tendo sido advertido por diversas vezes por condutas antiéticas no trabalho, incorra em insubordinação grave em serviço poderá ser suspenso ou demitido.
Ao colher, em seu local de trabalho, assinaturas em um abaixo-assinado para pleitear a substituição do coordenador de sua repartição, o servidor público não agirá de maneira antiética, já que o direito de livre expressão lhe é garantido por lei.
O servidor que se valer do cargo que ocupa para lograr proveito pessoal indevido responderá por ato de improbidade administrativa que importa enriquecimento ilícito.
Considere a seguinte situação hipotética.
O chefe de determinada repartição pediu a um subordinado, que estava de saída para comprar um lanche em estabelecimento localizado no próprio órgão, que fosse até o supermercado mais próximo comprar fraldas. Para agradar o chefe, o subordinado prontamente atendeu a solicitação.
Nessa situação, o chefe não cometeu falta ética, pois o subordinado já estava de saída para satisfazer um interesse pessoal.
Para atender à exigência de uniformidade, um dos atributos da redação oficial, os expedientes oficiais de qualquer tipo devem ser estruturados conforme o padrão ofício de diagramação.
Comunicações oficiais, utilizadas para a comunicação entre órgãos do serviço público ou entre órgãos do serviço público e o público em geral, podem ser emitidas tanto pela administração pública quanto pelos cidadãos.
A exposição de motivos consiste na principal forma de comunicação entre os ministros de Estado e o presidente da República.
Comunicações oficiais emitidas pelo chefe do Poder Judiciário e pelo chefe do Poder Legislativo devem conter, ao final, no espaço reservado à identificação do signatário, o nome e o cargo da autoridade que as expede
Nas comunicações oficiais dirigidas a ministros de tribunais superiores, deve-se empregar o vocativo Senhor Ministro.
Seria mantida a correção gramatical do texto, caso a forma verbal “manter” (l.5) fosse flexionada no plural — manterem.
Na linha 1, a expressão “o êxito” exerce função sintática de complemento direto da forma verbal “Dependerá”.
No trecho “justifica o que define” (l.18), o pronome “o” poderia ser corretamente substituído por aquilo.
A substituição de “vir a ser” (l.13) por virem a serem prejudicaria a correção gramatical do período.
No trecho “Enfatiza o ministro que o bom senso recomenda a mudança” (l.7-8), mantêm-se a informação original e a correção gramatical do período ao se substituir “que o” por cujo.
Na linha 6, o emprego do sinal indicativo de crase em “às transformações” justifica-se porque o termo “restrições” exige complemento regido pela preposição a e a palavra “transformações” está precedida de artigo definido feminino no plural.
Mantém-se a correção gramatical do texto ao se substituir o trecho “a uma série” (l.4) por à uma série, dado o caráter facultativo do emprego do sinal indicativo de crase nesse caso
Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto se, feitos os devidos ajustes de maiúsculas e minúsculas, o trecho “Inalterado desde a redemocratização” (l.1) fosse deslocado e inserido, entre vírgulas, imediatamente após “brasileiro” (l.2).