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As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
O alcoolismo crônico pode causar neuropatia periférica nos
membros inferiores e deficiências nutricionais, além de
poder danificar, de forma irreversível, elementos motores,
sensoriais e autonômicos do sistema nervoso periférico, o
que pode desencadear ulcerações e alterações tróficas nos
pés, muitas vezes mutilantes.
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
Na hanseníase, as deformidades mais graves, caracterizadas
por cegueira, garras palmares, plantares e úlceras dos
membros inferiores que podem ocasionar perdas ósseas
importantes, são consequentes de anestesias cutâneas e de
paralisias secundárias ao envolvimento dos nervos ciático
poplíteo externo e tibial posterior.
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
O principal método para diagnóstico de osteomielite no pé
diabético é a cintilografia óssea, feita após a injeção do
metilenodifosfonato marcado com tecnécio-99m
(MDP-99mTc).
As úlceras neuropáticas em membros inferiores têm uma importância singular no cenário das infecções em pele, partes moles e ossos. Com relação às principais patologias causadoras de úlceras dos membros inferiores com potencial de causar febre, amputações e septicemia, julgue o item a seguir.
No caso de diabetes melito, cerca de 75% das amputações
resultam da seguinte sequência de eventos: neuropatia,
isquemia, trauma, cicatrização deficiente, infecção, úlcera,
necrose e gangrena.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
Em pacientes com covid-19 leve, o uso de anticorpos
monoclonais neutralizantes, bamlanivimabe associado ou
não a etesevimabe, pode ser utilizado com efeitos benéficos.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
O uso de antiviral em pacientes com covid-19 leve não é
recomendado, podendo produzir danos.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
O uso de plasma convalescente em pacientes idosos com
covid-19 leve pode ser uma opção terapêutica para reduzir o
risco de agravamento do quadro respiratório; trata-se, no
entanto, de uso limitado, pois é necessário hospitalização
para a aplicação endovenosa.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
No caso de pacientes com diagnóstico de covid-19 leve, o
uso de esteroide é recomendado e não aumenta o risco de
efeitos adversos a medicação.
Acerca do tratamento de pacientes com covid-19 leve para a prevenção secundária de pneumonia viral, ventilação mecânica, eventos tromboembólicos e mortalidade, julgue o item subsequente.
O uso de anticoagulantes não é recomendado para o
tratamento de pacientes com covid-19 leve.
Uma mulher com cinquenta e sete anos, sem queixas, procurou atendimento para tratar hepatite por vírus C, com alteração de enzimas hepáticas. Fibroscan F0.
Exames: ferritina: 103; amilase: 71; TGO: 81; TGP: 137; FA: 94; GGT: 47; BT: 0,56; albumina: 4,7 plaq: 287. INR: 1; alfafeto: 3,8; PCR VHC: 53.963 cópias por milhão genótipo 3. Biópsia hepática: 12 espaços porta – A0F0.
A respeito desse caso clínico, julgue o próximo item.
O controle para avaliar se essa paciente está curada poderá
dar-se por sorologia para hepatite C.
Uma mulher com cinquenta e sete anos, sem queixas, procurou atendimento para tratar hepatite por vírus C, com alteração de enzimas hepáticas. Fibroscan F0.
Exames: ferritina: 103; amilase: 71; TGO: 81; TGP: 137; FA: 94; GGT: 47; BT: 0,56; albumina: 4,7 plaq: 287. INR: 1; alfafeto: 3,8; PCR VHC: 53.963 cópias por milhão genótipo 3. Biópsia hepática: 12 espaços porta – A0F0.
A respeito desse caso clínico, julgue o próximo item.
Essa paciente será considerada curada se sua carga viral
estiver negativa 6 meses após o término do tratamento.
Uma mulher com cinquenta e sete anos, sem queixas, procurou atendimento para tratar hepatite por vírus C, com alteração de enzimas hepáticas. Fibroscan F0.
Exames: ferritina: 103; amilase: 71; TGO: 81; TGP: 137; FA: 94; GGT: 47; BT: 0,56; albumina: 4,7 plaq: 287. INR: 1; alfafeto: 3,8; PCR VHC: 53.963 cópias por milhão genótipo 3. Biópsia hepática: 12 espaços porta – A0F0.
A respeito desse caso clínico, julgue o próximo item.
Por se tratar de genótipo 3, que corresponde a um vírus bom
respondedor, está indicado tratamento apenas com ribavirina
1000 mg/dia por 12 semanas.
Uma mulher com cinquenta e sete anos, sem queixas, procurou atendimento para tratar hepatite por vírus C, com alteração de enzimas hepáticas. Fibroscan F0.
Exames: ferritina: 103; amilase: 71; TGO: 81; TGP: 137; FA: 94; GGT: 47; BT: 0,56; albumina: 4,7 plaq: 287. INR: 1; alfafeto: 3,8; PCR VHC: 53.963 cópias por milhão genótipo 3. Biópsia hepática: 12 espaços porta – A0F0.
A respeito desse caso clínico, julgue o próximo item.
Conforme protocolo brasileiro de hepatite C, essa paciente
terá indicação para tratamento da hepatite C, mesmo sem
fibrose documentada.
Paciente com cinquenta e quatro anos, etilista (140 g/dia
de etanol), há 4 meses com edema de MMII (++/4+), aumento de
volume abdominal, dispneia, e plenitude pós-prandial. Exame
físico: consciente e orientado, emagrecido, ginecomastia
bilateral, eritema palmar bilateral, aranhas vasculares em tronco e
MMSS, ausculta cardiopulmonar sem alterações,
PA: 100 × 60 mmHg, FC: 90 bpm; SatO2: 95%, abdome com
circulação colateral e presença do sinal de piparote. Peso: 53 kg.
Foram realizados exames subsidiários: anti-HCV e HBSAg
negativos, Hb: 13,5 g/dL, Ht: 35%, albumina: 2,9 mg/dL,
bilirrubinas totais: 1,7 mg/dL, TAP com INR: 1,6, TGO:
96 mg/dL (10-36), TGP: 59 mg/dL (15-35), GGT: 189 mg/dL
(25-56), creatinina: 1,9 mg/dL (0,2-1,1), ureia: 55 mg/dL (15-45),
sódio: 139 mEq/L (135-145), potássio: 4,1 mEq/L (3,5-5,5).
Julgue o item que se segue, referentes a esse caso clínico.
O tratamento a ser proposto para esse paciente deve envolver
o uso de diuréticos, preferencialmente espironolactona e
furosemida.
Paciente com cinquenta e quatro anos, etilista (140 g/dia
de etanol), há 4 meses com edema de MMII (++/4+), aumento de
volume abdominal, dispneia, e plenitude pós-prandial. Exame
físico: consciente e orientado, emagrecido, ginecomastia
bilateral, eritema palmar bilateral, aranhas vasculares em tronco e
MMSS, ausculta cardiopulmonar sem alterações,
PA: 100 × 60 mmHg, FC: 90 bpm; SatO2: 95%, abdome com
circulação colateral e presença do sinal de piparote. Peso: 53 kg.
Foram realizados exames subsidiários: anti-HCV e HBSAg
negativos, Hb: 13,5 g/dL, Ht: 35%, albumina: 2,9 mg/dL,
bilirrubinas totais: 1,7 mg/dL, TAP com INR: 1,6, TGO:
96 mg/dL (10-36), TGP: 59 mg/dL (15-35), GGT: 189 mg/dL
(25-56), creatinina: 1,9 mg/dL (0,2-1,1), ureia: 55 mg/dL (15-45),
sódio: 139 mEq/L (135-145), potássio: 4,1 mEq/L (3,5-5,5).
Julgue o item que se segue, referentes a esse caso clínico.
Caso o paciente seja submetido a paracentese diagnóstica,
esse procedimento poderá ser feito à beira do leito, com
punção abdominal preferencialmente em fossa ilíaca direita.
Paciente com cinquenta e quatro anos, etilista (140 g/dia
de etanol), há 4 meses com edema de MMII (++/4+), aumento de
volume abdominal, dispneia, e plenitude pós-prandial. Exame
físico: consciente e orientado, emagrecido, ginecomastia
bilateral, eritema palmar bilateral, aranhas vasculares em tronco e
MMSS, ausculta cardiopulmonar sem alterações,
PA: 100 × 60 mmHg, FC: 90 bpm; SatO2: 95%, abdome com
circulação colateral e presença do sinal de piparote. Peso: 53 kg.
Foram realizados exames subsidiários: anti-HCV e HBSAg
negativos, Hb: 13,5 g/dL, Ht: 35%, albumina: 2,9 mg/dL,
bilirrubinas totais: 1,7 mg/dL, TAP com INR: 1,6, TGO:
96 mg/dL (10-36), TGP: 59 mg/dL (15-35), GGT: 189 mg/dL
(25-56), creatinina: 1,9 mg/dL (0,2-1,1), ureia: 55 mg/dL (15-45),
sódio: 139 mEq/L (135-145), potássio: 4,1 mEq/L (3,5-5,5).
Julgue o item que se segue, referentes a esse caso clínico.
Aumento do volume abdominal, edema de MMII e sinal do
piparote corroboram o diagnóstico de ascite.
Paciente com cinquenta e quatro anos, etilista (140 g/dia
de etanol), há 4 meses com edema de MMII (++/4+), aumento de
volume abdominal, dispneia, e plenitude pós-prandial. Exame
físico: consciente e orientado, emagrecido, ginecomastia
bilateral, eritema palmar bilateral, aranhas vasculares em tronco e
MMSS, ausculta cardiopulmonar sem alterações,
PA: 100 × 60 mmHg, FC: 90 bpm; SatO2: 95%, abdome com
circulação colateral e presença do sinal de piparote. Peso: 53 kg.
Foram realizados exames subsidiários: anti-HCV e HBSAg
negativos, Hb: 13,5 g/dL, Ht: 35%, albumina: 2,9 mg/dL,
bilirrubinas totais: 1,7 mg/dL, TAP com INR: 1,6, TGO:
96 mg/dL (10-36), TGP: 59 mg/dL (15-35), GGT: 189 mg/dL
(25-56), creatinina: 1,9 mg/dL (0,2-1,1), ureia: 55 mg/dL (15-45),
sódio: 139 mEq/L (135-145), potássio: 4,1 mEq/L (3,5-5,5).
Julgue o item que se segue, referentes a esse caso clínico.
Trata-se de paciente portador de cirrose hepática por álcool
compensada.
Paciente com cinquenta e quatro anos, etilista (140 g/dia
de etanol), há 4 meses com edema de MMII (++/4+), aumento de
volume abdominal, dispneia, e plenitude pós-prandial. Exame
físico: consciente e orientado, emagrecido, ginecomastia
bilateral, eritema palmar bilateral, aranhas vasculares em tronco e
MMSS, ausculta cardiopulmonar sem alterações,
PA: 100 × 60 mmHg, FC: 90 bpm; SatO2: 95%, abdome com
circulação colateral e presença do sinal de piparote. Peso: 53 kg.
Foram realizados exames subsidiários: anti-HCV e HBSAg
negativos, Hb: 13,5 g/dL, Ht: 35%, albumina: 2,9 mg/dL,
bilirrubinas totais: 1,7 mg/dL, TAP com INR: 1,6, TGO:
96 mg/dL (10-36), TGP: 59 mg/dL (15-35), GGT: 189 mg/dL
(25-56), creatinina: 1,9 mg/dL (0,2-1,1), ureia: 55 mg/dL (15-45),
sódio: 139 mEq/L (135-145), potássio: 4,1 mEq/L (3,5-5,5).
Julgue o item que se segue, referentes a esse caso clínico.
O controle para avaliar a resposta terapêutica desse paciente
deve-se dar por pesagem diária, débito urinário e medida da
circunferência abdominal.
Uma mulher com trinta e quatro anos de idade procurou atendimento médico devido a achado de nódulo hepático em ultrassonografia pedida pelo ginecologista. Ela fazia uso de contraceptivos orais.
RNM abd com primovist 8/2/18: nódulo hepático 3×2,7cm SIV (dobrou de tamanho em 1,5 ano) compatível com adenoma. Foi proposto implanon com progesterona apenas.
A respeito desse caso clínico, julgue o item subsequente.
Está indicada para essa paciente biópsia hepática guiada por
USG do nódulo suspeito.
Uma mulher com trinta e quatro anos de idade procurou atendimento médico devido a achado de nódulo hepático em ultrassonografia pedida pelo ginecologista. Ela fazia uso de contraceptivos orais.
RNM abd com primovist 8/2/18: nódulo hepático 3×2,7cm SIV (dobrou de tamanho em 1,5 ano) compatível com adenoma. Foi proposto implanon com progesterona apenas.
A respeito desse caso clínico, julgue o item subsequente.
PET SCAN para avaliar lesões suspeitas extra-hepáticas
deve ser o exame de primeira escolha para essa paciente.