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No que se refere à doença ulcerosa péptica (DUP) e suas complicações hemorrágicas, e à relação da bactéria H. pylori em sua patogênese, julgue o item a seguir.
Toda úlcera gástrica e duodenal visualizada em exame de
imagem deve ser submetida à biópsia por endoscopia.
No que se refere à doença ulcerosa péptica (DUP) e suas complicações hemorrágicas, e à relação da bactéria H. pylori em sua patogênese, julgue o item a seguir.
Nos pacientes em que for observada úlcera com sangramento
ativo à endoscopia, é recomendado tratamento com dois
métodos hemostáticos, sendo um deles a injeção de
adrenalina.
A respeito de endoscopia digestiva e doenças do esôfago, julgue o item seguinte.
Infecção por cândida que se apresenta como placas maiores
que 2 mm, com edema e hiperemia, sem ulceração, é
classificada como grau II pela classificação de Kodsi.
A respeito de endoscopia digestiva e doenças do esôfago, julgue o item seguinte.
Paciente com ingesta de corpo estranho com suspeita de
perfuração de esôfago deve ser submetido a tomografia
computadorizada.
A respeito de endoscopia digestiva e doenças do esôfago, julgue o item seguinte.
A classificação de Zargar é utilizada na avaliação das lesões
cáusticas e predizem a possibilidade de evolução para
estenose.
A respeito de endoscopia digestiva e doenças do esôfago, julgue o item seguinte.
O diagnóstico de Esôfago de Barrett é estabelecido após
procedimento endoscópico, sendo a biópsia necessária
apenas para avaliação do grau de displasia.
A respeito de endoscopia digestiva e doenças do esôfago, julgue o item seguinte.
No tratamento da acalasia, a injeção de toxina botulínica é o
tratamento definitivo de escolha por ser menos invasivo.
Com relação ao uso de medicações e aos procedimentos endoscópicos, julgue o item que se segue.
O uso de clopidogrel não constitui contraindicação à
colocação de stents na via biliar por CPRE.
Com relação ao uso de medicações e aos procedimentos endoscópicos, julgue o item que se segue.
Pacientes submetidos a endoscopia digestiva alta diagnóstica
em uso de warfarina não devem ser submetidos a biópsia de
mucosa gástrica, dado o risco de hemorragia.
Com relação ao uso de medicações e aos procedimentos endoscópicos, julgue o item que se segue.
O antibiótico no paciente cirrótico com hemorragia digestiva
alta deve ser iniciado após a avaliação endoscópica, com
terapia da lesão sangrante.
Uma mulher com quarenta e cinco anos de idade, com queixa de disfagia e perda ponderal significativa nos últimos meses, foi submetida a videoendoscopia digestiva alta em que se identificou acalasia da cárdia, permitindo a passagem do endoscópio com resistência importante. Exame contrastado mostrou dilatação esofágica, sem desvio importante do eixo, lentificação do esvaziamento esofágico e ondas de contração terciárias. Manometria esofágica evidenciou hipertonia do esfíncter inferior do esôfago, ausência de relaxamento do esfíncter inferior do esôfago e aperistalse do corpo esofágico.
Nesse caso clínico,
POEM (peroral endoscopy myotomy) é uma alternativa
terapêutica possível, apresentando menos sintomas de
refluxo gastroesofágico quando comparada à miotomia a
Heller associada a fundoplicadura a Dor.
Um paciente com trinta e oito anos de idade foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para investigação de quadro dispéptico. Esse exame mostrou erosões não confluentes maiores do que 5 mm junto à linha z, erosões planas no antro e hiperemia no bulbo. Também foi identificada lesão submucosa no fundo gástrico, em torno de 15 mm de diâmetro, endurecida e descolada da mucosa.
A respeito do seguimento e tratamento desse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
Está indicada a realização de ultrassonografia endoscópica
para esclarecimento diagnóstico, com a possibilidade de
realização de punção para a coleta de material para biópsia
de acordo com o aspecto endoscópico.
Um paciente com trinta e oito anos de idade foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para investigação de quadro dispéptico. Esse exame mostrou erosões não confluentes maiores do que 5 mm junto à linha z, erosões planas no antro e hiperemia no bulbo. Também foi identificada lesão submucosa no fundo gástrico, em torno de 15 mm de diâmetro, endurecida e descolada da mucosa.
A respeito do seguimento e tratamento desse caso clínico, julgue o item subsecutivo.
Em virtude do tamanho da lesão, o tratamento adequado
poderá ser realizado por endoscopia, mediante a técnica de
enucleação ou a mucosectomia endoscópica.
Paciente portador de DRGE com diagnóstico de esôfago de Barrett, em seguimento há 3 anos, foi submetido a videoendoscopia digestiva que identificou prolongamento de mucosa de aspecto colunar circunferencial de 3 cm e maior prolongamento longitudinal de 6 cm. Foram realizadas biópsias na mucosa de aspecto colunar a cada 3 cm de distância. Avaliação histopatológica mostrou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Em relação ao diagnóstico, tratamento, prognóstico e seguimento nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
Deve-se indicar terapêutica endoscópica, sendo a mucosectomia a técnica endoscópica com melhor resultado para eliminação da área de mucosa com esôfago de Barrett com displasia associada, com menor índice de complicação e recidiva.
Paciente portador de DRGE com diagnóstico de esôfago de Barrett, em seguimento há 3 anos, foi submetido a videoendoscopia digestiva que identificou prolongamento de mucosa de aspecto colunar circunferencial de 3 cm e maior prolongamento longitudinal de 6 cm. Foram realizadas biópsias na mucosa de aspecto colunar a cada 3 cm de distância. Avaliação histopatológica mostrou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Em relação ao diagnóstico, tratamento, prognóstico e seguimento nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
As biópsias endoscópicas realizadas estão de acordo com o
protocolo de Seattle para seguimento de esôfago de Barret.
Paciente portador de DRGE com diagnóstico de esôfago de Barrett, em seguimento há 3 anos, foi submetido a videoendoscopia digestiva que identificou prolongamento de mucosa de aspecto colunar circunferencial de 3 cm e maior prolongamento longitudinal de 6 cm. Foram realizadas biópsias na mucosa de aspecto colunar a cada 3 cm de distância. Avaliação histopatológica mostrou esôfago de Barrett com displasia de baixo grau.
Em relação ao diagnóstico, tratamento, prognóstico e seguimento nesse caso clínico, julgue o item que se segue.
A abordagem endoscópica com realização de ablação
térmica por radiofrequência está associada a maior
possibilidade de estenose esofágica, em virtude do
acometimento circunferencial.
Paciente submetido a gastroplastia por bypass há 3 meses, que vem evoluindo com dificuldade para se alimentar, com episódios frequentes de vômitos pós-prandiais associados a desconforto epigástrico, foi submetido a endoscopia digestiva alta na qual se identificou estenose da anastomose gastrojejunal, com diâmetro da anastomose gastrojejunal em torno de 8 mm × 6 mm, impedindo a passagem do endoscópio para a alça jejunal eferente.
Acerca do tratamento do paciente objeto desse caso clínico, julgue o item a seguir.
Deve-se prosseguir com passagem de fio-guia pela estenose,
passagem do balão pelo guia com posicionamento deste no
nível da anastomose, posterior dilatação com utilização de
balão de dilatação endoscópica TTS (trough the scope),
iniciando-se com calibres 8 mm, 9 mm e 10 mm.
Paciente submetido a gastroplastia por bypass há 3 meses, que vem evoluindo com dificuldade para se alimentar, com episódios frequentes de vômitos pós-prandiais associados a desconforto epigástrico, foi submetido a endoscopia digestiva alta na qual se identificou estenose da anastomose gastrojejunal, com diâmetro da anastomose gastrojejunal em torno de 8 mm × 6 mm, impedindo a passagem do endoscópio para a alça jejunal eferente.
Acerca do tratamento do paciente objeto desse caso clínico, julgue o item a seguir.
O seguimento endoscópico com novas dilatações deve ser
realizado a cada período de 15 dias, iniciando-se sempre pelo
estágio no qual terminou a última sessão, procurando-se
atingir um diâmetro máximo de 15 mm ao final do
tratamento.
Um paciente com cinquenta e oito anos de idade, portador
de cirrose hepática, Child C, com queixa de sangramento
digestivo há 3 semanas, evidenciado por episódio de melena, sem
repercussão hemodinâmica, procurou serviço de hepatologia,
onde foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para
avaliação diagnóstica e orientação quanto ao tratamento
endoscópico. Nesse exame, observou-se a presença de varizes
esofágicas de grande calibre, azuladas, tortuosas, com manchas
vermelhas dispostas sobre as elas, nos 8 cm distais do esôfago
torácico, sem extensão para o fundo gástrico. Enantema em
padrão pontilhado com mucosa em aspecto de mosaico no corpo
gástrico. Exames laboratoriais mostraram Hg 9,3 g/dL, Ht 28,8%,
leuco 9.400 mm3
, plaquetas de 42.000 × 103
/mm3
.
Acerca do tratamento e do prognóstico para o paciente objeto desse caso clínico, julgue o item subsequente.
O seguimento adequado após iniciar o programa de ligadura
elástica de varizes esofagianas seria nova sessão a cada 3
meses, até o controle endoscópico ser atingido, não sendo
necessária a combinação com betabloqueadores não
seletivos.
Um paciente com cinquenta e oito anos de idade, portador
de cirrose hepática, Child C, com queixa de sangramento
digestivo há 3 semanas, evidenciado por episódio de melena, sem
repercussão hemodinâmica, procurou serviço de hepatologia,
onde foi submetido a videoendoscopia digestiva alta para
avaliação diagnóstica e orientação quanto ao tratamento
endoscópico. Nesse exame, observou-se a presença de varizes
esofágicas de grande calibre, azuladas, tortuosas, com manchas
vermelhas dispostas sobre as elas, nos 8 cm distais do esôfago
torácico, sem extensão para o fundo gástrico. Enantema em
padrão pontilhado com mucosa em aspecto de mosaico no corpo
gástrico. Exames laboratoriais mostraram Hg 9,3 g/dL, Ht 28,8%,
leuco 9.400 mm3
, plaquetas de 42.000 × 103
/mm3
.
Acerca do tratamento e do prognóstico para o paciente objeto desse caso clínico, julgue o item subsequente.
O uso de cianoacrilato é uma terapêutica alternativa à
ligadura elástica na profilaxia secundária.