Foram encontradas 196 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1146406 Português

Leia o texto para responder à questão.



A distância

    Sempre defendi a tese de que foi a preguiça que trouxe a civilização. O que foi a invenção da roda senão o prenúncio da charrete e um triunfo do comodismo? Fomos a primeira espécie a criar um jeito de não ir, mas ser levada. A razão do hominídeo para deflagar o processo que resultou no controle remoto foi prática, a de atingir uma presa sem arriscar a ser mordido, ou almoçar sem ser almoçado. O primeiro lance do longo processo que terminou com o implante no cérebro foi a pedra arremessada. Depois vieram a lança, o estilingue, o arco e a flecha, a catapulta, as armas de fogo, o foguete intercontinental, o drone – todos os engenhos para evitar chegar perto.
    A distância sempre foi um inimigo natural do Homem, ou pelo menos do Homem Preguiçoso. Vencê-la foi o nosso grande desafio intelectual, e agora se abre a possibilidade de subjugá-la só com o intelecto, desprezando os instrumentos que, da pedra à internet, nos ajudaram até aqui. Estamos simbolicamente de volta à savana primeva1 , pensando em como empurrar aquele mamute para dentro do fosso sem precisar ir lá, mas agora o pensamento basta. A vontade se realizará sozinha, sem as mãos, sem mais nada. A preguiça cumpriu sua missão histórica.
(Luis Fernando Veríssimo [org. Adriana Falcão e Isabel Falcão],
“A distância”. Ironias do tempo, 2018. Adaptado)

1 primeva: primitiva, dos tempos de outrora
Assinale a alternativa em que a regência está em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Q1146405 Português

Leia o texto para responder à questão.



A distância

    Sempre defendi a tese de que foi a preguiça que trouxe a civilização. O que foi a invenção da roda senão o prenúncio da charrete e um triunfo do comodismo? Fomos a primeira espécie a criar um jeito de não ir, mas ser levada. A razão do hominídeo para deflagar o processo que resultou no controle remoto foi prática, a de atingir uma presa sem arriscar a ser mordido, ou almoçar sem ser almoçado. O primeiro lance do longo processo que terminou com o implante no cérebro foi a pedra arremessada. Depois vieram a lança, o estilingue, o arco e a flecha, a catapulta, as armas de fogo, o foguete intercontinental, o drone – todos os engenhos para evitar chegar perto.
    A distância sempre foi um inimigo natural do Homem, ou pelo menos do Homem Preguiçoso. Vencê-la foi o nosso grande desafio intelectual, e agora se abre a possibilidade de subjugá-la só com o intelecto, desprezando os instrumentos que, da pedra à internet, nos ajudaram até aqui. Estamos simbolicamente de volta à savana primeva1 , pensando em como empurrar aquele mamute para dentro do fosso sem precisar ir lá, mas agora o pensamento basta. A vontade se realizará sozinha, sem as mãos, sem mais nada. A preguiça cumpriu sua missão histórica.
(Luis Fernando Veríssimo [org. Adriana Falcão e Isabel Falcão],
“A distância”. Ironias do tempo, 2018. Adaptado)

1 primeva: primitiva, dos tempos de outrora
O homem chegou _____ invenção da roda como forma de fazer triunfar o seu comodismo, já que sua espécie quis criar um jeito de não ir aos lugares, mas de ser levada ______ eles. Assim, coube _______ preguiça _______ deflagração desse processo.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q1146404 Português

Leia o texto para responder à questão.



A distância

    Sempre defendi a tese de que foi a preguiça que trouxe a civilização. O que foi a invenção da roda senão o prenúncio da charrete e um triunfo do comodismo? Fomos a primeira espécie a criar um jeito de não ir, mas ser levada. A razão do hominídeo para deflagar o processo que resultou no controle remoto foi prática, a de atingir uma presa sem arriscar a ser mordido, ou almoçar sem ser almoçado. O primeiro lance do longo processo que terminou com o implante no cérebro foi a pedra arremessada. Depois vieram a lança, o estilingue, o arco e a flecha, a catapulta, as armas de fogo, o foguete intercontinental, o drone – todos os engenhos para evitar chegar perto.
    A distância sempre foi um inimigo natural do Homem, ou pelo menos do Homem Preguiçoso. Vencê-la foi o nosso grande desafio intelectual, e agora se abre a possibilidade de subjugá-la só com o intelecto, desprezando os instrumentos que, da pedra à internet, nos ajudaram até aqui. Estamos simbolicamente de volta à savana primeva1 , pensando em como empurrar aquele mamute para dentro do fosso sem precisar ir lá, mas agora o pensamento basta. A vontade se realizará sozinha, sem as mãos, sem mais nada. A preguiça cumpriu sua missão histórica.
(Luis Fernando Veríssimo [org. Adriana Falcão e Isabel Falcão],
“A distância”. Ironias do tempo, 2018. Adaptado)

1 primeva: primitiva, dos tempos de outrora
De acordo com o ponto de vista do narrador, a preguiça
Alternativas
Q1146403 Português

Leia a tira.



Imagem associada para resolução da questão

(Fernando Gonsales, Níquel Náusea. Folha de S.Paulo, 11.12.2019)



Na tira, os termos “metamorfose” e “decepção” significam, correta e respectivamente:
 
Alternativas
Q1146402 Português

Leia o texto para responder à questão.


Emergentes à frente

    As tecnologias de segurança digital por meio de biometria estão evoluindo para coibir roubos e fraudes, seja nas contas bancárias, seja nas eleições. Isso acontece principalmente em países emergentes, que, nesse quesito, estão à frente de nações desenvolvidas. Grandes democracias, como o Brasil e a Índia, estão utilizando a tecnologia para trazer mais segurança aos pleitos. Por aqui, 67% do eleitorado já cadastrou as impressões digitais para se identificar na hora do voto, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Não é por acaso, portanto, que uma pesquisa realizada pela empresa francesa Idemia, que ouviu 2800 pessoas em 11 países, apontou que 89% dos brasileiros utilizaram a biometria digital em algum momento da vida. Trata-se do maior índice do mundo – a proporção cai para 48% nos Estados Unidos. No reconhecimento de voz e íris, a Índia lidera. Os bancos também têm adotado a biometria como mais uma ferramenta de segurança. Isso faz com que as populações emergentes confiem mais nesse tipo de tecnologia.

(Exame, 12.06.2019)
Na última frase do texto – Isso faz com que as populações emergentes confiem mais nesse tipo de tecnologia. – o pronome destacado refere-se a
Alternativas
Q1146401 Português

Leia o texto para responder à questão.


Emergentes à frente

    As tecnologias de segurança digital por meio de biometria estão evoluindo para coibir roubos e fraudes, seja nas contas bancárias, seja nas eleições. Isso acontece principalmente em países emergentes, que, nesse quesito, estão à frente de nações desenvolvidas. Grandes democracias, como o Brasil e a Índia, estão utilizando a tecnologia para trazer mais segurança aos pleitos. Por aqui, 67% do eleitorado já cadastrou as impressões digitais para se identificar na hora do voto, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Não é por acaso, portanto, que uma pesquisa realizada pela empresa francesa Idemia, que ouviu 2800 pessoas em 11 países, apontou que 89% dos brasileiros utilizaram a biometria digital em algum momento da vida. Trata-se do maior índice do mundo – a proporção cai para 48% nos Estados Unidos. No reconhecimento de voz e íris, a Índia lidera. Os bancos também têm adotado a biometria como mais uma ferramenta de segurança. Isso faz com que as populações emergentes confiem mais nesse tipo de tecnologia.

(Exame, 12.06.2019)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância e pontuação.
Alternativas
Q1146400 Português

Leia o texto para responder à questão.


Emergentes à frente

    As tecnologias de segurança digital por meio de biometria estão evoluindo para coibir roubos e fraudes, seja nas contas bancárias, seja nas eleições. Isso acontece principalmente em países emergentes, que, nesse quesito, estão à frente de nações desenvolvidas. Grandes democracias, como o Brasil e a Índia, estão utilizando a tecnologia para trazer mais segurança aos pleitos. Por aqui, 67% do eleitorado já cadastrou as impressões digitais para se identificar na hora do voto, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Não é por acaso, portanto, que uma pesquisa realizada pela empresa francesa Idemia, que ouviu 2800 pessoas em 11 países, apontou que 89% dos brasileiros utilizaram a biometria digital em algum momento da vida. Trata-se do maior índice do mundo – a proporção cai para 48% nos Estados Unidos. No reconhecimento de voz e íris, a Índia lidera. Os bancos também têm adotado a biometria como mais uma ferramenta de segurança. Isso faz com que as populações emergentes confiem mais nesse tipo de tecnologia.

(Exame, 12.06.2019)
De acordo com as informações do texto, conclui-se que os dados do Tribunal Superior Eleitoral
Alternativas
Q1146399 Português

Leia o texto para responder à questão.


Emergentes à frente

    As tecnologias de segurança digital por meio de biometria estão evoluindo para coibir roubos e fraudes, seja nas contas bancárias, seja nas eleições. Isso acontece principalmente em países emergentes, que, nesse quesito, estão à frente de nações desenvolvidas. Grandes democracias, como o Brasil e a Índia, estão utilizando a tecnologia para trazer mais segurança aos pleitos. Por aqui, 67% do eleitorado já cadastrou as impressões digitais para se identificar na hora do voto, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral. Não é por acaso, portanto, que uma pesquisa realizada pela empresa francesa Idemia, que ouviu 2800 pessoas em 11 países, apontou que 89% dos brasileiros utilizaram a biometria digital em algum momento da vida. Trata-se do maior índice do mundo – a proporção cai para 48% nos Estados Unidos. No reconhecimento de voz e íris, a Índia lidera. Os bancos também têm adotado a biometria como mais uma ferramenta de segurança. Isso faz com que as populações emergentes confiem mais nesse tipo de tecnologia.

(Exame, 12.06.2019)
De acordo com o texto, a biometria tem sido empregada para
Alternativas
Q1146398 Português

Leia a tira para responder à questão.


(Bob Thaves, Frank & Ernest. https://cultura.estadao.com.br)

Em sua fala, a personagem emprega a conjunção “mas” para
Alternativas
Q1146397 Português

Leia a tira para responder à questão.


(Bob Thaves, Frank & Ernest. https://cultura.estadao.com.br)

A expressão “jogou areia nos meus planos” remete ao sentido de
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1235440 Áudio e Vídeo
Para a gravação do depoimento de um vereador, na área externa do prédio da Câmara Municipal, com sol intenso, a equipe decide utilizar uma luz artificial de tungstênio adicional para eliminar as sombras no rosto do entrevistado. Para conseguir um ajuste correto de cor, a luz artificial de- verá ser corrigida com uma gelatina
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1234542 Português
Mas o que é isso?
Outro dia apresentei um dos espetáculos do meu grupo de dança para pessoas com deficiência em um teatro aqui de Brasília e, logo após a apresentação, fizemos um bate-papo com o pessoal que foi assistir.
Entendo que essa ideia de um grupo de dança que mistura pessoas com e sem deficiência no palco ainda é um tanto recente aqui em Brasília e poucas pessoas viram espetáculos assim. Por isso, acho curioso esse bate-papo final. Surgem tantas questões e comentários interessantes que daria para escrever um livro só com eles.
Um dos comentários mais comuns é em relação à superação. As pessoas ficam muito emocionadas e dizem que é muito lindo ver a superação das pessoas com deficiência dançando. Com o passar do tempo e conforme fomos trabalhando, começamos a nos questionar: por que quando eu danço, eu apenas trabalhei e estudei para aprender aquilo e, por isso, estou dançando, mas a pessoa com deficiência superou limites? Ela não pode ter apenas trabalhado muito para adquirir aquele conhecimento, assim como todos nós?
As pessoas também costumam elogiar muito o trabalho dos professores, dizendo que o que a gente faz é maravilhoso. Já chegaram até a dizer que é quase milagroso! Ah, se essas pessoas imaginassem o quanto a gente aprende com nossos alunos que têm deficiência, elas elogiariam o trabalho deles, o esforço deles, pois para a gente não é esforço nenhum estar com eles!
Bom, mas nessa última apresentação surgiram umas perguntas diferentes. Primeiro perguntaram o que é dança para a gente. Bom, o que é dança? Dança é movimento. Como todos nós, que estamos vivos, nos mexemos – pois piscamos, respiramos, nossos corações batem –, todos nós podemos dançar! Dança nada mais é do que fazer poesia com o corpo. E então surgiu a outra pergunta que rendeu um belo debate para o resto da noite: E então, o que é poesia?
O que é poesia? Dentre tantas respostas e discussões, acho que poesia pode ser o que você quiser que seja! O nosso dia, se quisermos, pode ser repleto de poesia! Alguns vão para o trabalho focados apenas no trânsito e em chegar logo, outros vão observando a luz do sol refletida na poça de água que foi formada pela chuva, sorriem e se sentem presenteados quando aquela música que adoram começa a tocar na rádio! Atos corriqueiros, que fazemos sem prestar atenção, um dia, podem nos proporcionar uma experiência nova. Essa experiência pode ser poesia, não pode?
(Clara Braga, www.cronicadodia.com.br, 26.06.2013. Adaptado)
Ao questionar a maneira como se fala em superação para se referir à pessoa com deficiência que dança, Clara Braga afirma: “Ela não pode ter apenas trabalhado muito para adquirir aquele conhecimento, assim como todos nós?” (terceiro parágrafo). Desse modo, a autora demonstra
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1233908 Português
Mas o que é isso?
Outro dia apresentei um dos espetáculos do meu grupo de dança para pessoas com deficiência em um teatro aqui de Brasília e, logo após a apresentação, fizemos um bate-papo com o pessoal que foi assistir.
Entendo que essa ideia de um grupo de dança que mistura pessoas com e sem deficiência no palco ainda é um tanto recente aqui em Brasília e poucas pessoas viram espetáculos assim. Por isso, acho curioso esse bate-papo final. Surgem tantas questões e comentários interessantes que daria para escrever um livro só com eles.
Um dos comentários mais comuns é em relação à superação. As pessoas ficam muito emocionadas e dizem que é muito lindo ver a superação das pessoas com deficiência dançando. Com o passar do tempo e conforme fomos trabalhando, começamos a nos questionar: por que quando eu danço, eu apenas trabalhei e estudei para aprender aquilo e, por isso, estou dançando, mas a pessoa com deficiência superou limites? Ela não pode ter apenas trabalhado muito para adquirir aquele conhecimento, assim como todos nós?
As pessoas também costumam elogiar muito o trabalho dos professores, dizendo que o que a gente faz é maravilhoso. Já chegaram até a dizer que é quase milagroso! Ah, se essas pessoas imaginassem o quanto a gente aprende com nossos alunos que têm deficiência, elas elogiariam o trabalho deles, o esforço deles, pois para a gente não é esforço nenhum estar com eles!
Bom, mas nessa última apresentação surgiram umas perguntas diferentes. Primeiro perguntaram o que é dança para a gente. Bom, o que é dança? Dança é movimento. Como todos nós, que estamos vivos, nos mexemos – pois piscamos, respiramos, nossos corações batem –, todos nós podemos dançar! Dança nada mais é do que fazer poesia com o corpo. E então surgiu a outra pergunta que rendeu um belo debate para o resto da noite: E então, o que é poesia?
O que é poesia? Dentre tantas respostas e discussões, acho que poesia pode ser o que você quiser que seja! O nosso dia, se quisermos, pode ser repleto de poesia! Alguns vão para o trabalho focados apenas no trânsito e em chegar logo, outros vão observando a luz do sol refletida na poça de água que foi formada pela chuva, sorriem e se sentem presenteados quando aquela música que adoram começa a tocar na rádio! Atos corriqueiros, que fazemos sem prestar atenção, um dia, podem nos proporcionar uma experiência nova. Essa experiência pode ser poesia, não pode?
(Clara Braga, www.cronicadodia.com.br, 26.06.2013. Adaptado)
Em seu texto, a autora apresenta uma reflexão sobre dança e poesia que tem, como ponto de partida,
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1224019 Administração Pública
Para investigar a abrangência das informações sobre políticas públicas e avaliar a eficácia dos investimentos, o IPEA analisou uma amostra de informações prestadas na área de educação pelo portal eletrônico da região administrativa da cidade de São Paulo. Foram elencadas doze variáveis na pesquisa.
(www.ipea.gov.br/code2011/chamada2011/pdf/area9/area9-artigo13.pdf. Adaptado)
A variável
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1222866 Comunicação Social
Uma das principais características do (a) _______________ é interagir com o público interno e externo à instituição, e avaliar os resultados dessa interação. O profissional que atua nessa área é especializado em elaborar e implantar políticas de comunicação e criar projetos utilizando diversas mídias existentes. Assinale a alternativa que completa, corretamente, a lacuna do texto.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1211502 Áudio e Vídeo
CODECs são
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1211434 Atualidades
Confrontos em Istambul deixam dezenas de feridos
Manifestação pacífica se transforma em crise nacional.
(Globo.com, 31.05.13)
O estopim das manifestações na Turquia foi
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1196529 Áudio e Vídeo
Um cartão de memória SDHC, com capacidade de armazenamento de 16 GB, permite a gravação de vídeo em Full HD, formato Super AVCHD/H264, com duração de, aproximadamente,
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1196019 Jornalismo
O Manual de Jornalismo da EBC, lançado em abril de 2013, faz a introdução afirmando que o “Jornalismo é um serviço público”. No capítulo destinado à exposição e defesa dos princípios que norteiam a atuação da Empresa Brasileira de Comunicação, o manual afirma que os valores, objetivos e diretrizes do jornalismo se constroem com base na Pluralidade,
Alternativas
Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP
Q1194131 Conhecimentos Gerais
Passe Livre foi criado há 13 anos, em Florianópolis
Marco zero das manifestações que tomaram o país, os recentes protestos do Movimento Passe Livre em São Paulo são fruto de uma experiência iniciada há 13 anos.
(Folha de S.Paulo, 27.06.13. Adaptado)
O MPL (Movimento Passe Livre) tem como pauta central
Alternativas
Respostas
81: E
82: C
83: A
84: A
85: B
86: D
87: B
88: E
89: D
90: C
91: B
92: B
93: D
94: A
95: C
96: B
97: E
98: A
99: E
100: B