Questões de Concurso Comentadas para dmae - mg

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Q1138701 Português

                                          Boateiro


Diz que era um sujeito tão boateiro, que chegava a arrepiar. Onde houvesse um grupinho conversando, ele entrava na conversa e, em pouco tempo, estava informando: “Já prenderam o novo Presidente”, “Na Bahia os comunistas estão incendiando as igrejas”, “Mataram agorinha o Cardeal”, enfim, essas bossas.

O boateiro encheu tanto, que um coronel resolveu dar-lhe uma lição. Mandou prender o sujeito e, no quartel, levou-o até um paredão, colocou um pelotão de fuzilamento na frente, vendou-lhe os olhos e berrou: “Fogoooo!!!”. Ouviu-se aquele barulho de tiros e o boateiro caiu desmaiado.

Sim, caiu desmaiado porque o coronel queria apenas dar-lhe um susto. Quando o boateiro acordou, na enfermaria do quartel, o coronel falou pra ele:

— Olhe, seu pilantra. Isto foi apenas para lhe dar uma lição. Fica espalhando mais boato idiota por aí, que eu lhe mando prender outra vez e aí não vou fuzilar com bala de festim não.

Daí soltou o cara, que saiu meio escaldado pela rua e logo na primeira esquina encontrou uns conhecidos:

— Quais são as novidades? — perguntaram os conhecidos.

O boateiro olhou pros lados, tomou um ar de cumplicidade e disse baixinho: — O nosso Exército está completamente sem munição.


PONTE PRETA, Stanislaw. Garoto linha dura. Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira, 1975. 

É correto afirmar que o coronel
Alternativas
Q1138700 Português

                                          Boateiro


Diz que era um sujeito tão boateiro, que chegava a arrepiar. Onde houvesse um grupinho conversando, ele entrava na conversa e, em pouco tempo, estava informando: “Já prenderam o novo Presidente”, “Na Bahia os comunistas estão incendiando as igrejas”, “Mataram agorinha o Cardeal”, enfim, essas bossas.

O boateiro encheu tanto, que um coronel resolveu dar-lhe uma lição. Mandou prender o sujeito e, no quartel, levou-o até um paredão, colocou um pelotão de fuzilamento na frente, vendou-lhe os olhos e berrou: “Fogoooo!!!”. Ouviu-se aquele barulho de tiros e o boateiro caiu desmaiado.

Sim, caiu desmaiado porque o coronel queria apenas dar-lhe um susto. Quando o boateiro acordou, na enfermaria do quartel, o coronel falou pra ele:

— Olhe, seu pilantra. Isto foi apenas para lhe dar uma lição. Fica espalhando mais boato idiota por aí, que eu lhe mando prender outra vez e aí não vou fuzilar com bala de festim não.

Daí soltou o cara, que saiu meio escaldado pela rua e logo na primeira esquina encontrou uns conhecidos:

— Quais são as novidades? — perguntaram os conhecidos.

O boateiro olhou pros lados, tomou um ar de cumplicidade e disse baixinho: — O nosso Exército está completamente sem munição.


PONTE PRETA, Stanislaw. Garoto linha dura. Rio de Janeiro:

Civilização Brasileira, 1975. 

A palavra “boateiro”, do título do texto, é derivada de
Alternativas
Q1138699 Português

                                Dois caboclos na enfermaria


Lá na minha terra tinha um caboclo que vivia reclamando de uma dor na perna. E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada. Só que nenhum deles tinha coragem de ir ao médico. Ficavam mancando, reclamando da dor, mas não iam ao hospital de jeito nenhum. Até que um deles teve uma ideia:


Caboclo 1 – Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô? Vamos lá. A gente faz a consulta, e tal, se interna no mesmo quarto... Daí fazemo o tratamento e vemo o que acontece. Se curar, tá bom demais!


O compadre gostou da ideia, tomou coragem e lá se foram os dois. Quando chegaram ao hospital, o médico pediu para o primeiro deitar na cama e começou a examinar. Fez algumas perguntas e foi apertando a perna do caboclo:


Doutor – Dói aqui?

Caboclo 1 – Aiiiii...

Doutor – E aqui, como é que está?

Caboclo 1 – Aii, aiii... dói demais!


E o outro só olhando. Quando chegou a vez dele, o médico foi cutucando, apertando, mas nada de ele gemer. Ficou quieto o tempo todo.Aí o médico foi embora e o compadre estranhou:


Caboclo 1 – Mas cumpadi... a minha perna doeu demais da conta com os aperto do hômi... Como é que a sua não doeu nadica de nada?


Caboclo 2 – E ocê acha que eu vou dá a perna que dói pro hômi apertá?


BOLDRIN, Rolando. Almanaque Brasil.

São Paulo: ano 12, n. 133. [s.d.], p. 34.

Releia o seguinte trecho:


“– Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô?”


De acordo com a linguagem formal, em respeito à ortografia e às regras gramaticais, esse trecho deveria ser escrito da seguinte forma:

Alternativas
Q1138698 Português

                                Dois caboclos na enfermaria


Lá na minha terra tinha um caboclo que vivia reclamando de uma dor na perna. E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada. Só que nenhum deles tinha coragem de ir ao médico. Ficavam mancando, reclamando da dor, mas não iam ao hospital de jeito nenhum. Até que um deles teve uma ideia:


Caboclo 1 – Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô? Vamos lá. A gente faz a consulta, e tal, se interna no mesmo quarto... Daí fazemo o tratamento e vemo o que acontece. Se curar, tá bom demais!


O compadre gostou da ideia, tomou coragem e lá se foram os dois. Quando chegaram ao hospital, o médico pediu para o primeiro deitar na cama e começou a examinar. Fez algumas perguntas e foi apertando a perna do caboclo:


Doutor – Dói aqui?

Caboclo 1 – Aiiiii...

Doutor – E aqui, como é que está?

Caboclo 1 – Aii, aiii... dói demais!


E o outro só olhando. Quando chegou a vez dele, o médico foi cutucando, apertando, mas nada de ele gemer. Ficou quieto o tempo todo.Aí o médico foi embora e o compadre estranhou:


Caboclo 1 – Mas cumpadi... a minha perna doeu demais da conta com os aperto do hômi... Como é que a sua não doeu nadica de nada?


Caboclo 2 – E ocê acha que eu vou dá a perna que dói pro hômi apertá?


BOLDRIN, Rolando. Almanaque Brasil.

São Paulo: ano 12, n. 133. [s.d.], p. 34.

Assinale a alternativa em que o verbo “ter” deveria ser substituído por “haver”, segundo a norma padrão.
Alternativas
Q1138697 Português

                                Dois caboclos na enfermaria


Lá na minha terra tinha um caboclo que vivia reclamando de uma dor na perna. E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada. Só que nenhum deles tinha coragem de ir ao médico. Ficavam mancando, reclamando da dor, mas não iam ao hospital de jeito nenhum. Até que um deles teve uma ideia:


Caboclo 1 – Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô? Vamos lá. A gente faz a consulta, e tal, se interna no mesmo quarto... Daí fazemo o tratamento e vemo o que acontece. Se curar, tá bom demais!


O compadre gostou da ideia, tomou coragem e lá se foram os dois. Quando chegaram ao hospital, o médico pediu para o primeiro deitar na cama e começou a examinar. Fez algumas perguntas e foi apertando a perna do caboclo:


Doutor – Dói aqui?

Caboclo 1 – Aiiiii...

Doutor – E aqui, como é que está?

Caboclo 1 – Aii, aiii... dói demais!


E o outro só olhando. Quando chegou a vez dele, o médico foi cutucando, apertando, mas nada de ele gemer. Ficou quieto o tempo todo.Aí o médico foi embora e o compadre estranhou:


Caboclo 1 – Mas cumpadi... a minha perna doeu demais da conta com os aperto do hômi... Como é que a sua não doeu nadica de nada?


Caboclo 2 – E ocê acha que eu vou dá a perna que dói pro hômi apertá?


BOLDRIN, Rolando. Almanaque Brasil.

São Paulo: ano 12, n. 133. [s.d.], p. 34.

O humor da história lida tem a ver com o fato de que
Alternativas
Q1138696 Português

                                Dois caboclos na enfermaria


Lá na minha terra tinha um caboclo que vivia reclamando de uma dor na perna. E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada. Só que nenhum deles tinha coragem de ir ao médico. Ficavam mancando, reclamando da dor, mas não iam ao hospital de jeito nenhum. Até que um deles teve uma ideia:


Caboclo 1 – Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô? Vamos lá. A gente faz a consulta, e tal, se interna no mesmo quarto... Daí fazemo o tratamento e vemo o que acontece. Se curar, tá bom demais!


O compadre gostou da ideia, tomou coragem e lá se foram os dois. Quando chegaram ao hospital, o médico pediu para o primeiro deitar na cama e começou a examinar. Fez algumas perguntas e foi apertando a perna do caboclo:


Doutor – Dói aqui?

Caboclo 1 – Aiiiii...

Doutor – E aqui, como é que está?

Caboclo 1 – Aii, aiii... dói demais!


E o outro só olhando. Quando chegou a vez dele, o médico foi cutucando, apertando, mas nada de ele gemer. Ficou quieto o tempo todo.Aí o médico foi embora e o compadre estranhou:


Caboclo 1 – Mas cumpadi... a minha perna doeu demais da conta com os aperto do hômi... Como é que a sua não doeu nadica de nada?


Caboclo 2 – E ocê acha que eu vou dá a perna que dói pro hômi apertá?


BOLDRIN, Rolando. Almanaque Brasil.

São Paulo: ano 12, n. 133. [s.d.], p. 34.

Releia o seguinte trecho:


“E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada”.


A palavra destacada se refere a

Alternativas
Q1138695 Português

                                Dois caboclos na enfermaria


Lá na minha terra tinha um caboclo que vivia reclamando de uma dor na perna. E, coincidentemente, um compadre dele tinha também a mesma dor na perna, e também estava sempre reclamando da danada. Só que nenhum deles tinha coragem de ir ao médico. Ficavam mancando, reclamando da dor, mas não iam ao hospital de jeito nenhum. Até que um deles teve uma ideia:


Caboclo 1 – Ê, cumpadi, nóis véve sofrendo muito com a danada dessa dor na perna... Por que é que nóis num vamu junto no dotô? Vamos lá. A gente faz a consulta, e tal, se interna no mesmo quarto... Daí fazemo o tratamento e vemo o que acontece. Se curar, tá bom demais!


O compadre gostou da ideia, tomou coragem e lá se foram os dois. Quando chegaram ao hospital, o médico pediu para o primeiro deitar na cama e começou a examinar. Fez algumas perguntas e foi apertando a perna do caboclo:


Doutor – Dói aqui?

Caboclo 1 – Aiiiii...

Doutor – E aqui, como é que está?

Caboclo 1 – Aii, aiii... dói demais!


E o outro só olhando. Quando chegou a vez dele, o médico foi cutucando, apertando, mas nada de ele gemer. Ficou quieto o tempo todo.Aí o médico foi embora e o compadre estranhou:


Caboclo 1 – Mas cumpadi... a minha perna doeu demais da conta com os aperto do hômi... Como é que a sua não doeu nadica de nada?


Caboclo 2 – E ocê acha que eu vou dá a perna que dói pro hômi apertá?


BOLDRIN, Rolando. Almanaque Brasil.

São Paulo: ano 12, n. 133. [s.d.], p. 34.

Sobre o texto Dois caboclos na enfermaria, é correto afirmar que se trata de
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Q1137679 Química

As características químicas da água ocorrem em função da presença de substâncias dissolvidas, geralmente mensuráveis apenas por meios analíticos.


Relacione a COLUNA II com a COLUNA I associando os indicadores químicos das águas às suas propriedades.


COLUNA I


1. Dureza

2. Alcalinidade

3. Corrosividade

4. Salinidade


COLUNA II


( ) Indicador caracterizado pela presença de ácidos minerais ou soluções de oxigênio que atuam sobre os metais.

( ) Característica conferida à água pela presença de sais de metais alcalino-terrosos e alguns outros metais em menor quantidade.

( ) Presença na água de substâncias como bicarbonatos, cloretos e sulfatos, conferindo a ela um sabor característico.

( ) Característica decorrente da presença de bicarbonatos, carbonatos e hidróxidos, quase sempre de metais alcalinos ou alcalino-terrosos.


Assinale a sequência correta.

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Q1137678 Química

Considere que um estudante misturou 20 mL de uma solução aquosa de HCl 1,0 mol/L com 20 mL de uma solução aquosa de NaOH 1,0 mol/L em um calorímetro. A temperatura da mistura reacional aumentou de 20 ºC para 28 ºC.

Partindo do princípio que a perda de calor da mistura reacional para o ambiente é desprezível e que o volume total da mistura é 40 mL, é correto afirmar que a variação da entalpia da reação é mais próxima de

Dados:

Calor específico (c) do meio reacional é igual a 4,18 J/g K.

Densidade (d) da mistura é igual a 1,0 g/mL.

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Q1137676 Química

A lei de absorção, também conhecida como Lei de Beer, diz quantitativamente como a grandeza da atenuação depende da concentração das moléculas absorventes e da extensão do caminho sobre o qual ocorre a absorção. A transmitância T da solução é a fração da radiação incidente transmitida pela solução.

Considerando que um feixe de radiação, ao passar por uma solução absorvente, registrou uma absorbância X, é correto afirmar que a transmitância será igual a

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Q1137675 Química

Considere que em uma amostra de água fluvial foi analisada a concentração de Fe+2 por meio da titulação redox. Para isso retirou-se uma alíquota de 50 mL da amostra da água, que foi titulada com uma solução-padrão de KMnO4 0,10 mol/L em meio ácido.

Se 20 mL da solução de permanganato são necessários para atingir o ponto final da titulação, a concentração de íon ferro (II), em mol/L, na água fluvial, é igual a

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Q1137674 Química

Na área de estudo da potenciometria, sabe-se que o eletrodo indicador é um dispositivo que, imerso na solução contendo o analito, desenvolve um potencial, que depende da atividade do analito. A maioria dos eletrodos indicadores empregados na potenciometria é seletiva em sua resposta.

Um eletrodo que é classificado como eletrodo indicador é o

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Q1137673 Química

Analise a situação a seguir.

Em um preparo de 100 mL de uma solução de ácido clorídrico (HCl) 0,1 mol/L, um técnico retirou da solução estoque 1 mL e completou com água até a linha de aferição.

Considerando que a densidade da solução estoque era 1,1 g/mL, qual a porcentagem aproximada em massa do ácido que estava contida no estoque?

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Q1137672 Química

Uma série natural de decaimento radioativo começa com uma espécie radioativa que, ao emitir radiações alfa, beta e / ou gama, forma uma espécie mais estável.

Considere que um mol de um elemento radiativo emitiu sete mols de partículas alfa e quatro mols de partículas beta produzindo um mol de um elemento mais estável.

Nesse contexto, qual processo reacional nuclear pode representar esse decaimento radioativo?

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Q1137671 Química

A formação de complexos é usada de muitas maneiras em Química Analítica . A análise química nessa área pode ser utilizada, por exemplo, para medir a quantidade de um analito, para controlar a quantidade efetiva deste que está disponível para outras reações ou como ferramenta para separação de substâncias químicas.

Considerando esse contexto, avalie as seguintes afirmativas e a relação proposta entre elas.


I. A formação de complexos é uma reação na qual ocorre uma ligação reversível entre duas ou mais espécies químicas distintas, como por exemplo, a amônia e Cu2+,


POR QUE


II. nesse caso o NH3 fornece um par de elétrons para os orbitais externos de um íon Cu2+, formando um complexo entre a amônia e o íon metálico, característico de uma reação ácido-base de Lewis.


A respeito dessas afirmativas e da relação proposta entre elas, assinale a alternativa correta.

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Q1137670 Química

Em análises químicas, os erros sistemáticos têm um valor definido e uma causa justificável, sendo da mesma ordem de grandeza para réplicas de medidas realizadas de maneira semelhante. Existem três tipos de erros sistemáticos: instrumentais, no método e do operador.

Entre os exemplos a seguir, aquele que é considerado um erro instrumental é:

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Q1137668 Química

As propriedades das substâncias aumentam sua magnitude de acordo com os tipos de interações entre moléculas predominantes.

Nesse sentido, é correto afirmar que as forças intermoleculares são fortes quando se têm menores

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Q1137667 Química

Os métodos potenciométricos de análises se baseiam na medida do potencial de células eletroquímicas, sem o consumo apreciável de corrente. Há cerca de um século, as técnicas potenciométricas têm sido utilizadas para localizar o ponto final em titulações.

Considere que em uma titulação potenciométrica de 10 mL de ácido clorídrico (HCl), a partir de um padrão de NaOH 0,10 mol/L, os resultados experimentais foram estimados utilizando o método da primeira derivada, conforme descrito no gráfico a seguir.

Imagem associada para resolução da questão


Nesse contexto, a concentração de ácido clorídrico em mol/L titulado por hidróxido de sódio é igual a

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Q1137666 Química

Considerada como técnica analítica bem-sucedida, a espectrometria de absorção atômica é uma das mais utilizadas na determinação de elementos em baixas concentrações, que estão presentes em uma variedade de amostras, líquidas, sólidas, em suspensão ou até mesmo gasosas.


Sobre a técnica de espectrometria de absorção atômica, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.


( ) A técnica de absorção atômica pode ser aplicada para quantificar vários elementos ao mesmo tempo.

( ) Instrumentos de absorção atômica utilizam um plasma de alta temperatura para atomização e excitação da amostra.

( ) A determinação de espécies atômicas somente é feita em meio gasoso, no qual os átomos individuais ou íons elementares se encontram bem espaçados uns dos outros.

( ) As análises quantitativas pela técnica de absorção atômica são baseadas em calibração com padrões externos e não devem ser fundamentadas na medida de um único padrão, presumindo que a Lei de Beer esteja sendo obedecida.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q1137665 Química

A Aspirina, como é conhecida o ácido acetilsalicílico (C9H8O4), é um fármaco que apresenta propriedades antitérmicas, anti-inflamatórias e analgésicas. Esse fármaco pode ser sintetizado pela reação entre o ácido salicílico (C7H6O3) e o anidrido acético (C4H6O3), catalisada por um ácido.

A equação a seguir representa o processo de síntese da aspirina.


Imagem associada para resolução da questão


Considere, hipoteticamente, que 3 g de ácido salicílico foram misturados com 6 mL de uma solução de anidrido acético cuja densidade e grau de pureza são 1,2 g/mL e 80% m/m, respectivamente.

Se o rendimento da reação química é 100%, qual a massa aproximada de aspirina produzida em gramas?


Alternativas
Respostas
121: B
122: B
123: C
124: A
125: D
126: B
127: A
128: B
129: C
130: D
131: C
132: A
133: A
134: C
135: A
136: D
137: C
138: B
139: B
140: B