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Q1727350 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Sobre o Código de Obras e Lei de Parcelamento do Solo do Município de Muriaé –MG. Leia o artigo abaixo e complete a lacuna: Artigo 13 - O terreno edificando, durante a execução das obras, deverá ser guarnecido de fechamento ou tapume, com altura mínima de______, não podendo avançar sobre o passeio. (NR)
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Q1727349 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
Sobre o Código de Obras e Lei de Parcelamento do Solo do Município de Muriaé –MG. Artigo 11 -Para todos os efeitos desta Lei, devem ser admitidas as seguintes definições: Assinale a alternativa que refere-se a alinhamento :
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Q1727321 Português
Leia:
Imagem associada para resolução da questão


Em relação ao conteúdo verbal da tirinha, na fala do Cebolinha “Uau! Que legal, Magali!”, o termo “Magali”, sintaticamente, cumpre o papel de:
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Q1727320 Português

Leia:

Noturno

O mar soprava sinos

os sinos secavam as flores

as flores eram cabeças de santos

Minha memória cheia de palavras

meus pensamentos procurando fantasmas

”meus pesadelos atrasados de muitas noites

De madrugada, meus pensamentos soltos

”voaram como telegramas

e nas janelas acesas toda a noite

o retrato da morta

fez esforços desesperados para fugir

(João Cabral de Melo Neto)

Sobre o poema, é CORRETO afirmar que:

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Q1727318 Português
Marque a alternativa em que o sinal da crase é INCORRETO:
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Q1727317 Português
Assinale a alternativa que possui uma oração subordinada adverbial concessiva:
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Q1727315 Português
Tendo em vista as regras de concordância, assinale a alternativa em que a forma verbal está INCORRETA:
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Q1727314 Português
Assinale a alternativa em que ocorre um exemplo de prosopopeia:
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Q1727313 Português
Assinale o segmento em que a frase obedece às normas da Língua Portuguesa.
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Q1727312 Português
Leia o texto e responda a questão:

A liberdade e o consumo

Quantos morreram pela liberdade de sua pátria? Quantos foram presos ou espancados pela liberdade de dizer o que pensam? Quantos lutaram pela libertação dos escravos? No plano intelectual, o tema da liberdade ocupa as melhores cabeças, desde Platão e Sócrates, passando por Santo Agostinho, Spinoza, Locke, Hobbes, Hegel, Kant, Stuart Mill, Tolstoi e muitos outros. Como conciliar a liberdade com a inevitável ação restritiva do Estado? Como as liberdades essenciais se transformam em direitos do cidadão? Essas questões puseram em choque os melhores neurônios da filosofia, mas não foram as únicas a galvanizar controvérsias.
Mas vivemos hoje em uma sociedade em que a maioria já não sofre agressões a essas liberdades tão vitais, cuja conquista ou reconquista desencadeou descomunais energias físicas e intelectuais. Nosso apetite pela liberdade se aburguesou. Foi atraído (corrompido?) pelas tentações da sociedade de consumo. O que é percebido como liberdade para um pacato cidadão contemporâneo que vota, fala o que quer, vive sob o manto da lei (ainda que capenga) e tem direito de mover-se livremente?
O primeiro templo da liberdade burguesa é o supermercado. Em que pesem as angustiantes restrições do contracheque, são as prateleiras abundantemente supridas que satisfazem a liberdade do consumo (não faz muitas décadas, nas prateleiras dos nossos armazéns ora faltava manteiga, ora leite, ora feijão). Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do supermercado. Logo depois da queda do Muro de Berlim, comer uma banana virou ícone da liberdade no Leste Europeu. A segunda liberdade moderna é o transporte próprio. BMW ou bicicleta, o que conta é a sensação de poder sentar-se ao veículo e resolver em que direção partir. Podemos até não ir a lugar algum, mas é gostoso saber que há um veículo parado à porta, concedendo permanentemente a liberdade de ir, seja aonde for. Alguém já disse que a Vespa e a Lambretta tiraram o fervor revolucionário que poderia ter levado a Itália ao comunismo.
A terceira liberdade é a televisão. É a janela para o mundo. É a liberdade de escolher os canais (restritos em países totalitários), de ver um programa imbecil ou um jogo, ou estar tão perto das notícias quanto um presidente da República – que nos momentos dramáticos pode assistir às mesmas cenas pela CNN. É estar próximo de reis, heróis, criminosos, superatletas ou cafajestes metamorfoseados em apresentadores de TV.
Uma ” liberdade ” recente é o telefone celular. É o gostinho todo especial de ser capaz de falar com qualquer pessoa, em qualquer momento, onde quer que se esteja. Importante? Para algumas pessoas, é uma revolução no cotidiano e na profissão. Para outras, é apenas o prazer de saber que a distância não mais cerceia a comunicação, por boba que seja.
Há ainda uma última liberdade, mais nova, ainda elitizada: a internet e o correio eletrônico. É um correio sem as peripécias e demoras do carteiro, instantâneo, sem remorsos pelo tamanho da mensagem (que se dane o destinatário do nosso attachmentmegabáitico) e que está a nosso dispor, onde quer que estejamos. E acoplado a ele vem a web, com sua cacofonia de informações, excessivas e desencontradas, onde se compra e vende, consomem-se filosofia e pornografia, arte e empulhação.
Causa certo desconforto intelectual ver substituídas por objetos de consumo as discussões filosóficas sobre liberdade e o heroísmo dos atos que levaram à sua preservação em múltiplos domínios da existência humana. Mas assim é a nossa natureza, só nos preocupamos com o que não temos ou com o que está ameaçado. Se há um consolo nisso, ele está no saber que a preeminência de nossas liberdades consumistas marca a vitória de havermos conquistado as outras liberdades, mais vitais. Mas, infelizmente, deleitar-se com a alienação do consumismo está fora do horizonte de muitos. E, se o filósofo Joãozinho Trinta tem razão, não é por desdenhar os luxos, mas por não poder desfrutá-los.
Cláudio de Moura Castro Veja 1712, 8/8/01
”Não houve ideal comunista que resistisse às tentações do supermercado”. O autor infere-nos a ideia de:
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Q1727068 Administração de Recursos Materiais
São vantagens do inventário, EXCETO:
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Q1727059 Administração Financeira e Orçamentária
O ___________________, pode ser definido como um processo contínuo, dinâmico e flexível, através do qual se elabora, aprova, executa, controla e avalia os programas do setor público nos aspectos físico e financeiro, corresponde, portanto, ao período de tempo em que se processam as atividades típicas do orçamento público. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto:
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Q1727044 Matemática
Simplificando a expressão numérica  Imagem associada para resolução da questãoobtém-se: 
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Q1727041 Português
Assinale a alternativa cujas palavras estão grafadas corretamente:
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Q1727039 Português
Assinale a alternativa INCORRETA com relação ao emprego do acento indicativo de crase:
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Q1727038 Português
Assinale a alternativa que NÃO tem sentido conotativo:
Alternativas
Q1727037 Português
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1727036 Português
Assinale a alternativa INCORRETA quanto a regência verbal:
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Q1727035 Português

Leia o trecho abaixo e complete a lacuna:

Já _____ muitos anos, _______ uma vasta e gigantesca biblioteca nesse colégio. Hoje, só ______livros amolambados, fracionados e retalhados pela incúria do Prefeito.

Alternativas
Q1727032 Português
Leia o texto e responda a questão.

Solidários na porta

Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. Antes da roda. Luta com seus semelhantes pelo espaço na rua como se fosse o último mamute. Usando as mesmas táticas de intimidação, apenas buzinando em vez de rosnar ou rosnando em vez de morder.
    O trânsito em qualquer cidade do mundo é uma metáfora para a vida competitiva que a gente leva, cada um dentro do seu próprio pequeno mundo de metal tentando levar vantagem sobre o outro, ou pelo menos tentando não se intimidar. E provando que não há nada menos civilizado que a civilização.
    Mas há uma exceção. Uma pequena clareira de solidariedade na jângal. É a porta aberta. Quando o carro ao seu lado emparelha com o seu e alguém põe a cabeça para fora, você se prepara para o pior. Prepara a resposta. “É a sua!” Mas pode ter uma surpresa.
     – Porta aberta.
     – O quê?
     Você custa a acreditar que nem você nem ninguém da sua família está sendo xingado. Mas não, o inimigo está sinceramente preocupado com a possibilidade da porta se abrir e você cair do carro. A porta aberta determina uma espécie de trégua tácita. Todos a apontam. Vão atrás, buzinando freneticamente, se por acaso você não ouviu o primeiro aviso. “Olha a porta aberta!” É como um código de honra, um intervalo nas hostilidades. Se a porta se abrir e você cair mesmo na rua, aí passam por cima. Mas avisaram.
     Quer dizer, ainda não voltamos ao estado animal.
Vivemos a civilização do automóvel, mas atrás do volante de um carro o homem se comporta como se ainda estivesse nas cavernas. “Antes da roda.” O trecho grifado tem o seguinte sentido:
Alternativas
Respostas
61: A
62: B
63: C
64: A
65: C
66: B
67: C
68: A
69: D
70: D
71: A
72: A
73: C
74: B
75: B
76: C
77: C
78: A
79: C
80: C