Questões de Concurso Comentadas para cisrp

Foram encontradas 1.162 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4018057 Noções de Informática
Um assessor de comunicação de um órgão do poder judiciário está criando uma apresentação no Microsoft PowerPoint para divulgar os resultados de um mutirão de conciliação. Para garantir uma identidade visual consistente e profissional, ele precisa que todos os slides sigam um padrão de layout, fontes e cores, além de conter o brasão da República no canto inferior direito.
Associe os recursos do Microsoft PowerPoint da Coluna A com suas respectivas funcionalidades na Coluna B, visando a criação de uma apresentação padronizada e eficiente.
Coluna A
1. Slide Mestre.
2. Layout de Slide.
3. Animação.
4. Transição.
Coluna B
(__) Efeito visual que ocorre na passagem de um slide para o outro durante a apresentação.
(__) Recurso que permite definir a formatação, o posicionamento e os espaços reservados para todo o conteúdo que aparece em um slide, como títulos, textos e imagens.
(__) Ferramenta que controla o design e o layout de todos os slides de uma apresentação, permitindo aplicar um tema, fontes, cores e elementos gráficos (como logotipos) de forma global.
(__) Efeito de movimento aplicado a elementos individuais dentro de um slide, como textos, gráficos ou imagens, para controlar como eles aparecem, são enfatizados ou desaparecem.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4018056 Redes de Computadores
Um funcionário público de TI de um campus universitário federal é responsável por gerenciar a infraestrutura de comunicação que conecta os diversos departamentos, laboratórios e prédios administrativos. A rede do campus interliga-se com outras unidades da universidade em diferentes estados e também provê acesso à internet para toda a comunidade acadêmica.
Associe os tipos de rede e protocolos da Coluna A com suas respectivas abrangências e funções na Coluna B.
Coluna A
1. LAN (Local Area Network).
2. WAN (Wide Area Network).
3. TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol).
Coluna B
(__) Conjunto de protocolos de comunicação que é a base da Internet e define como os dados devem ser formatados, endereçados, transmitidos, roteados e recebidos.
(__) Rede de computadores que abrange uma grande área geográfica, como um país ou continente, utilizada para interconectar diferentes redes locais ou outras redes de longa distância.
(__) Rede que interliga computadores e dispositivos dentro de uma área geograficamente limitada, como um escritório, um prédio ou um campus universitário.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4018055 Noções de Informática
Um servidor público, ao utilizar um computador, interage com uma complexa arquitetura que envolve a comunicação entre hardware e software. Para que as tarefas sejam executadas, desde a digitação de um texto até a navegação na internet, diversos componentes trabalham em conjunto. Compreender a função de cada elemento é essencial para o uso eficiente dos recursos computacionais.
Julgue os itens a seguir como Verdadeiro (V) ou Falso (F) a respeito dos conceitos fundamentais de hardware e software:
(__) O software é a parte física e tangível do computador, como o teclado e o mouse, enquanto o hardware corresponde aos programas e instruções que fazem o computador funcionar.
(__) O Sistema Operacional é considerado um software de base (ou software de sistema), pois sua função é gerenciar todos os recursos de hardware do computador e fornecer a plataforma para a execução de outros softwares, chamados de aplicativos.
(__) A BIOS (Basic Input/Output System) ou UEFI (Unified Extensible Firmware Interface) é um firmware, um tipo de software armazenado em um chip na placa-mãe, responsável por iniciar e testar o hardware do computador antes de carregar o sistema operacional.
(__) Um driver de dispositivo é um exemplo de hardware, pois é um componente físico que permite a comunicação entre um periférico específico (como uma impressora) e o sistema operacional.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde à sequência de cima para baixo das lacunas acima:
Alternativas
Q4018054 Segurança da Informação
Um auditor de controle interno, ao realizar uma verificação de rotina nos computadores de uma repartição pública, precisa analisar os dados de navegação armazenados pelos browsers. O objetivo é verificar se as políticas de segurança da informação e de uso de recursos de TI estão sendo seguidas. A compreensão sobre como os navegadores gerenciam os dados do usuário é essencial para a auditoria. 
Analise as seguintes proposições sobre os dados armazenados pelo navegador e os modos de navegação:
I. Os cookies são pequenos arquivos de texto que os sites armazenam no computador do usuário para guardar informações sobre a sessão, como itens em um carrinho de compras ou preferências de idioma. Cookies de terceiros, no entanto, são frequentemente usados para rastrear a atividade do usuário através de diferentes sites para fins de publicidade direcionada, representando um risco à privacidade.
II. O cache do navegador armazena partes de páginas da web, como imagens e scripts, para que, em visitas futuras, a página seja carregada mais rapidamente. Embora melhore o desempenho, o cache pode fazer com que o navegador exiba uma versão desatualizada de uma página, sendo necessário limpá-lo para visualizar o conteúdo mais recente.
III. A navegação anônima (ou privativa) impede completamente que o provedor de internet (ISP) e os sites visitados rastreiem a atividade do usuário. Ao fechar a janela de navegação anônima, todos os dados, incluindo histórico, cookies e informações de formulários, são apagados tanto do computador local quanto dos servidores do provedor de internet.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4018053 Noções de Informática
Um técnico judiciário foi encarregado de elaborar a minuta de um novo regulamento interno. O documento é extenso, possui vários capítulos, seções e será revisado por múltiplos setores antes de sua publicação. Para garantir a eficiência na elaboração, formatação e revisão do documento no Microsoft Word, o técnico precisa utilizar os recursos adequados da ferramenta.
Julgue os itens a seguir como Verdadeiro (V) ou Falso (F) a respeito dos recursos do Microsoft Word que otimizam a criação e revisão de documentos complexos no setor público:
(__) O recurso "Controlar Alterações" (Track Changes) permite que múltiplos revisores sugiram alterações em um documento. Cada alteração (inserção, exclusão, formatação) fica registrada com a identificação do autor, permitindo ao autor original aceitar ou rejeitar cada sugestão individualmente.
(__) A utilização de "Estilos" (Styles) para formatar títulos, subtítulos e parágrafos não apenas garante a consistência visual do documento, mas também é um pré-requisito para a criação de um sumário automático que pode ser atualizado dinamicamente com um único clique.
(__) A ferramenta "Mala Direta" (Mail Merge) é um recurso exclusivo para a criação de etiquetas de endereço e não pode ser utilizada para gerar documentos personalizados em massa, como ofícios ou notificações, a partir de uma base de dados de destinatários (por exemplo, uma planilha Excel).
(__) A inserção de uma "Quebra de Seção" (Section Break) permite aplicar formatações diferentes, como numeração de página, orientação (retrato/paisagem) e margens, a diferentes partes de um mesmo documento, sendo essencial para a elaboração de documentos complexos como relatórios e regulamentos.
Marque a alternativa CORRETA que corresponde à sequência de cima para baixo das lacunas acima:
Alternativas
Q4018051 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
No texto, o autor apresenta uma reflexão acerca da evolução da medicina, estabelecendo um contraponto entre o passado e o presente. Com base nessas informações, julgue as afirmativas a seguir:
I. O narrador tem nostalgia de um modelo de atendimento em que o médico acompanhava o paciente de forma global.
II. A saudade expressa pelo autor relaciona-se diretamente ao período em que a medicina ainda não dispunha de avanços tecnológicos.
III. O texto afirma que há insatisfação dos pacientes com o excesso de exames solicitados pelos especialistas.
IV. Atualmente, em razão da falta de informação, muitos pacientes enfrentam dificuldades para acessar diferentes especialidades médicas.
Após análise, identifique a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4018050 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
"Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula."
Considerando a função sintática, analise as afirmativas a seguir e marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) O pronome 'que' é um pronome relativo empregado para retomar 'médico', exercendo a função de sujeito na oração.
(__) O verbo 'haver', no trecho, é impessoal e intransitivo, empregado no sentido de 'existir', razão pela qual a oração não apresenta sujeito.
(__) Caso o verbo 'haver' fosse substituído por 'existir', o vocábulo 'médico' passaria a exercer a função de núcleo do sujeito da oração, uma vez que o verbo deixaria de ser impessoal.
(__) O vocábulo 'primeiras' exerce a mesma função sintática da expressão 'dos pais' na frase 'A visita dos pais deixou os filhos felizes'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q4018049 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
"E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro." Levando em conta os mecanismos de coesão e coerência utilizados no trecho, julgue as afirmativas:
I. No trecho, a progressão textual ocorre apenas por meio de conectores explícitos de adição, garantindo encadeamento lógico e eliminando ambiguidades.
II. A repetição da estrutura, aliada à elipse do termo 'consultório', gera um efeito de fragmentação que intensifica a crítica à desarticulação do atendimento médico.
III. O uso de períodos curtos e independentes indica mudança de foco temático, rompendo a unidade de sentido construída anteriormente.
IV. O emprego da conjunção 'e' contribui para a progressão acumulativa das ideias, reforçando a continuidade e a intensificação da situação descrita.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4018048 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
"Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração." Levando em conta o uso da crase, analise as afirmativas referentes ao trecho acima, bem como a outras situações de emprego desse recurso:
I. O verbo 'ir' exige a preposição 'a'; portanto, se o termo 'cardiologista' fosse substituído por 'a cardiologista', ocorreria crase, já que 'cardiologista' admite o uso do artigo feminino.
II. Embora o verbo 'vir' exija preposição 'a', nem sempre ocorrerá crase, como na frase 'Irei a Campinas na próxima semana'.
III. Diante de termo de valor indefinido, não se verifica o emprego da crase, como em 'Falou a uma pessoa'. Entretanto, quando 'uma' assume valor numeral, indicando hora determinada, ocorre a crase, como em 'Irei vê-la à uma da tarde'.
IV. O emprego da crase é facultativo diante de nomes próprios femininos, como em: 'Refiro-me a Eva' ou 'Refiro-me à Eva', ambas formas corretas.
Após análise, assinale apenas a alternativa que apresentas as proposições CORRETAS: 
Alternativas
Q4018047 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
"E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro."
Analise a ortografia dos vocábulos presentes no texto, bem como daqueles apresentados fora de contexto, e julgue as afirmativas a seguir:
I. O vocábulo 'admirável' está grafado corretamente, com a consoante 'd' sem apoio vocálico, assim como ocorre nos vocábulos 'advogado' e 'advinhar'.
II. O vocábulo 'pingue-pongue' está grafado corretamente com hífen, assim como os vocábulos 'tique-taque', 'ao deus-dará' e 'à queima-roupa'.
III. O vocábulo 'isso' é grafado com 'ss', assim como os vocábulos 'asseado', 'dissídio' e 'escassez'.
IV. O vocábulo 'vezes' possui 'z' em sua grafia, bem como os vocábulos 'catequeze', 'deslizar' e 'cerzir'.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Q4018046 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
"Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios."
Segundo o texto, identifique a alternativa que interpreta de forma CORRETA o sentido da metáfora empregada acima.
Alternativas
Q4018044 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
Segundo o texto, identifique a alternativa CORRETA que expressa a tese central defendida pelo autor.
Alternativas
Q4018043 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Saudade do médico da família

Quando eu era criança, havia um médico para tudo e para todos, que minha mãe chamava quando eu tinha febre ou quando meu pai sentiu as primeiras dores na vesícula. Era o clínico geral, que ainda existe e funciona. Mas, hoje em dia, vivo numa teia de especialidades. A medicina avançou de forma extraordinária. Hoje existe um especialista para cada pedaço do corpo humano. O coração tem um. O rim, outro. O pulmão, outro. O sono, a tireoide, a pele, o intestino, o humor, a memória, a dor de cabeça. Cada médico mergulha profundamente no seu território. E isso, sem dúvida, salvou vidas. Quanto mais conhecimento, mais precisão. Quanto mais precisão, mais chances de cura. Mas, em algum ponto do caminho, algo se perdeu.
Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família. Ele conhecia todos da casa. Sabia quem era alérgico, quem tinha pressão alta, quem era dramático, quem exagerava nos sintomas e quem só procurava ajuda quando já estava quase batendo as botas. Ele conhecia a história inteira. Não apenas o órgão.
Hoje o paciente virou um quebra-cabeças distribuído em vários consultórios. Você vai ao cardiologista, que pede exames do coração. Ao endocrinologista, que pede exames hormonais. Ou ao gastroenterologista, que investiga o estômago. O neurologista quer uma ressonância.
O ortopedista pede outra coisa. Cada especialista faz seu trabalho com competência. Mas raramente conversam entre si. E o paciente vira uma espécie de coordenador involuntário da própria saúde. Sai de um consultório com uma receita. Vai a outro e recebe mais um remédio. Depois outro. E mais outro. Em pouco tempo, a mesa de cabeceira parece uma pequena farmácia. O curioso é que, às vezes, um medicamento anula o outro. Ou pior: os dois não deveriam ser tomados juntos.
Quem tem de perceber isso? O paciente, que não estudou medicina? Muitas vezes, o médico pergunta: "Você toma alguma coisa?". A resposta vem meio vaga: Acho que sim...". São nomes difíceis, horários diferentes, recomendações complexas. E então surge uma nostalgia inesperada: a saudade daquele médico antigo que sentava, escutava, olhava o paciente inteiro e dizia: "Vamos organizar isso". Ele não sabia tudo, claro. Mas sabia algo fundamental: como juntar as peças.
Hoje a medicina sabe cada vez mais sobre cada parte do corpo. E isso é admirável, embora muitas vezes o paciente seja atirado que nem uma bola de pingue-pongue de um especialista para outro. Talvez esteja faltando alguém que olhe para o todo. Porque o ser humano não é uma coleção de órgãos independentes. Muito menos, um conjunto de sintomas.
É uma vida. E, no meio de tantos especialistas brilhantes, talvez o verdadeiro luxo do futuro seja justamente aquele profissional capaz de fazer algo que parece simples, mas é raríssimo: olhar o paciente inteiro.

https://veja.abril.com.br/coluna/walcyr-carrasco/saudade-do-medico-dafamilia/
"Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família." Com base na análise sintática da oração acima, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
(__) O verbo 'existir' apresenta sujeito simples expresso na oração.
(__) O verbo 'existir', assim como o verbo 'haver', é impessoal, não apresentando sujeito.
(__) A expressão 'uma figura quase mítica' exerce a mesma função sintática do 'que' na frase 'O livro que eu li encerra uma bonita história'.
(__) A justificativa para o verbo 'existir' estar flexionado no singular corresponde à mesma que se aplica ao verbo 'haver' na frase 'Havia apenas uma pessoa no carro'.
A sequência que preenche de forma CORRETA os itens acima, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4017972 Enfermagem

A assistência a pacientes críticos internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) requer do profissional de enfermagem conhecimento aprofundado sobre monitorização hemodinâmica, reconhecimento de sinais de instabilidade clínica e implementação de intervenções que garantam a segurança e sobrevida do paciente. O monitoramento contínuo de parâmetros como pressão arterial, frequência cardíaca, saturação de oxigênio, pressão venosa central e débito urinário permite detecção precoce de deterioração clínica e orientação de condutas terapêuticas apropriadas. O profissional de enfermagem, atuando em UTI, deve dominar técnicas de manutenção de acesso vascular, interpretação de parâmetros hemodinâmicos, reconhecimento de arritmias cardíacas e implementação de medidas de suporte vital conforme protocolos de cuidado crítico estabelecidos. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e segurança do paciente crítico, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas:



(__) A pressão venosa central (PVC) normal varia entre 2 a 8 mmHg e reflete adequadamente o retorno venoso e a função ventricular direita, sendo parâmetro essencial para avaliação de volemia e função cardíaca em pacientes críticos internados em UTI.


(__) Cateter venoso central pode ser mantido indefinidamente sem necessidade de troca periódica, desde que não apresente sinais clínicos de infecção ou obstrução visível durante inspeção diária do sítio de inserção.


(__) A saturação de oxigênio menor que 94% em paciente crítico requer avaliação imediata de ventilação, oxigenação e ajustes de suporte respiratório conforme protocolo de suporte vital e responsabilidade profissional do profissional de enfermagem.


(__) Débito urinário menor que 0,5 mL/kg/hora em paciente crítico pode indicar hipoperfusão renal e requer investigação imediata de causa (hipovolemia, choque, obstrução) conforme protocolo de insuficiência renal aguda.


(__) Arritmias cardíacas em pacientes críticos devem ser sempre tratadas imediatamente com medicamentos antiarrítmicos, independentemente de apresentarem repercussão hemodinâmica ou estabilidade clínica do paciente.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima: 

Alternativas
Q4017971 Enfermagem

A assistência à saúde da mulher durante a gestação requer do enfermeiro conhecimento aprofundado sobre alterações fisiológicas, identificação de sinais de alerta e implementação de medidas preventivas que garantam a segurança materna e fetal. O acompanhamento pré-natal sistematizado permite detecção precoce de complicações como hipertensão gestacional, pré-eclâmpsia e diabetes gestacional, condições que impactam significativamente os desfechos perinatais. O enfermeiro, atuando em policlínica ou unidade básica de saúde, deve dominar técnicas de avaliação clínica, orientação educativa e reconhecimento de situações que exigem encaminhamento para serviços de maior complexidade. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e segurança materno-fetal, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.



(__) A ausculta de batimentos cardíacos fetais com estetoscópio de Pinard é possível a partir da 18ª a 20ª semana de gestação, não antes desse período.


(__) Sangramento vaginal no primeiro trimestre sempre indica aborto iminente e repouso absoluto é indicado para todos os casos sem exceção.


(__) Pressão arterial ≥ 140/90 mmHg em duas medidas com intervalo de 4 horas durante gestação deve ser investigada para possível hipertensão gestacional.


(__) A contracepção de emergência com levonorgestrel deve ser administrada até 72 horas após relação sexual desprotegida conforme protocolo do Ministério da Saúde.


(__) Sinais de alerta como cefaleia intensa, epigastralgia, visão turva e edema de face indicam possível pré-eclâmpsia e devem ser orientados às gestantes.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.

Alternativas
Q4017970 Enfermagem

A assistência em saúde mental requer do enfermeiro compreensão aprofundada sobre transtornos psiquiátricos, reconhecimento de sinais de risco e implementação de cuidados que promovam a dignidade e autonomia do paciente. O acompanhamento de pacientes com transtornos mentais em serviços de atenção primária e secundária exige avaliação contínua de risco de suicídio, adesão ao tratamento medicamentoso e implementação de estratégias de reabilitação psicossocial. O enfermeiro, atuando em CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) ou unidades de internação psiquiátrica, deve dominar técnicas de comunicação terapêutica, reconhecimento de efeitos colaterais de psicofármacos e articulação com rede de apoio social. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e segurança do paciente em saúde mental, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.



(__) Pacientes com transtorno depressivo maior apresentam risco aumentado de suicídio, especialmente durante fases de melhora do humor quando ganham energia para executar planos suicidas.


(__) Antipsicóticos típicos causam menos efeitos colaterais extrapiramidais que antipsicóticos atípicos, sendo sempre a primeira escolha no tratamento de esquizofrenia.


(__) A comunicação terapêutica do enfermeiro com pacientes em crise psiquiátrica deve incluir escuta ativa, validação emocional e estabelecimento de limites claros conforme protocolo.


(__) Pacientes em uso de lítio para transtorno bipolar requerem monitoramento de níveis séricos e função renal regularmente conforme protocolo de segurança medicamentosa.  


(__) A reabilitação psicossocial em saúde mental visa apenas ocupar tempo do paciente, sem objetivo de reinserção social ou desenvolvimento de habilidades funcionais.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.

Alternativas
Q4017969 Enfermagem

A conservação adequada de imunobiológicos é fundamental para manter a potência vacinal e garantir a efetividade da imunização. O enfermeiro responsável pela sala de imunização deve dominar os procedimentos de armazenamento, monitoramento da cadeia de frio, verificação de integridade das vacinas e reconhecimento de situações que comprometem a qualidade dos imunobiológicos. A detecção precoce de falhas na cadeia de frio, como congelamento acidental ou elevação de temperatura, e a adoção de medidas imediatas de descarte ou retenção de vacinas são essenciais para prevenir a administração de imunobiológicos comprometidos. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e segurança do paciente, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.



(__) A temperatura ideal para conservação de vacinas em geladeira é entre 2°C e 8°C, e o monitoramento diário com termômetro de máxima e mínima é obrigatório. 


(__) Vacinas que sofreram congelamento acidental devem ser reutilizadas normalmente, pois o congelamento não afeta a potência de imunobiológicos.


(__) O enfermeiro deve verificar data de validade, integridade da embalagem e aspecto físico da vacina antes de administrar qualquer imunobiológico.


(__) A via de administração pode ser modificada conforme preferência do paciente, desde que a dose permaneça a mesma.


(__) Pacientes que apresentam reação anafilática após vacinação devem ser observados por no mínimo 30 minutos com acesso a medicações de emergência.



Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.

Alternativas
Q4017968 Enfermagem
O acompanhamento de pacientes com doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus e doença pulmonar obstrutiva crônica requer do enfermeiro avaliação contínua, orientação educativa e monitoramento de adesão ao tratamento. A implementação de estratégias de educação em saúde que promovam mudanças de estilo de vida, como redução de sódio, prática de atividade física e cessação do tabagismo, é fundamental para o controle de DCNT e prevenção de complicações. 
O enfermeiro, atuando em unidades básicas de saúde e clínicas de acompanhamento, deve dominar técnicas de avaliação de adesão, identificação de barreiras ao tratamento e implementação de planos de cuidado individualizados conforme protocolos do Ministério da Saúde. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e promoção de saúde, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__) Pacientes com hipertensão arterial sistêmica devem reduzir ingestão de sódio para menos de 2.300 mg por dia conforme recomendações de órgãos internacionais de saúde.
(__) A prática de atividade física é contraindicada em pacientes com diabetes mellitus tipo 2, pois aumenta o risco de hipoglicemia grave.
(__) Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica em uso de broncodilatadores inalatórios devem ser orientados sobre técnica correta de inalação para garantir deposição pulmonar do medicamento.
(__) A adesão ao tratamento medicamentoso em DCNT é responsabilidade exclusiva do paciente, não havendo papel do enfermeiro em sua promoção.
(__) Educação em saúde com foco em mudanças de estilo de vida contribui para o controle de DCNT e redução de complicações conforme protocolos do Ministério da Saúde.


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q4017965 Enfermagem
Um paciente em pós−operatório é avaliado pelo enfermeiro no terceiro dia após a cirurgia, apresentando rubor ao redor da incisão, aumento de temperatura local, edema progressivo, dor à palpação e saída de secreção purulenta. O prontuário indica diabetes mellitus mal controlado e internação prolongada antes da cirurgia. Considerando as medidas de prevenção de IRAS, os protocolos assistenciais e as responsabilidades do enfermeiro, qual é a conduta adequada diante dessa situação? 
Alternativas
Q4017964 Enfermagem
Durante o preparo e administração de medicamentos em uma unidade de clínica médica, o enfermeiro recebe prescrição de 500 mg de amoxicilina por via oral para um paciente adulto internado com diagnóstico de infecção respiratória. A farmácia disponibiliza frasco reconstituído contendo concentração final de 250 mg em 5 mL. Ao realizar a conferência multiprofissional obrigatória (paciente−medicamento−dose−via−horário−alergias), o enfermeiro identifica anotação de alergia prévia à penicilina registrada em prontuário, com histórico de reação anafilática há três anos. Considerando as boas práticas de segurança do paciente, o cálculo da dose, a legislação profissional e as medidas necessárias antes de administrar qualquer antibiótico, qual conduta deve ser adotada pelo enfermeiro?
Alternativas
Respostas
1021: D
1022: B
1023: A
1024: E
1025: A
1026: D
1027: B
1028: C
1029: D
1030: A
1031: C
1032: A
1033: C
1034: A
1035: C
1036: D
1037: C
1038: D
1039: C
1040: D