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( ) um dos requisitos para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte coletivo de passageiros, de escolares, de emergência ou de produto perigoso é ser ser maior de vinte e um anos.
( ) O condutor que exerce atividade remunerada ao veículo terá essa informação incluída na sua Carteira Nacional de Habilitação, conforme especificações do Conselho Nacional de Trânsito – Contran.
( ) O reconhecimento de habilitação obtida em outro país não está subordinado às condições estabelecidas em convenções e acordos internacionais e às normas do CONTRAN.
A autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal ficará a cargo __________.
I - Ao candidato aprovado será conferida Permissão para Dirigir, com validade de 10 anos.
II - A Carteira Nacional de Habilitação será conferida ao condutor no término de um ano, desde que o mesmo não tenha cometido nenhuma infração de natureza grave ou gravíssima ou seja reincidente em infração média.
III - A empresa que utiliza condutores contratados para operar a sua frota de veículos é obrigada a fornecer curso de direção defensiva, primeiros socorros e outros conforme normatização do CONTRAN.
Estão corretas as assertivas:
I – Polícia Rodoviária Municipal.
II – as Juntas Administrativas de Recursos de Infrações - JARI.
Assinale a alternativa correta.
Qual é o sinônimo para a palavra "tranquila" no texto?
"Na conversa com seus amigos, João disse que ele gostaria de viajar para a Europa no próximo verão." Qual é a principal função dos pronomes na língua portuguesa?
Disponível em: https://cangurunews.com.br/tirinhas-mafalda/.
Na tirinha, Mafalda observa que todas as atividades domésticas foram realizadas e, em seguida, pergunta à sua mãe: "Mamãe, o que você gostaria de ser se você vivesse?" Qual é a crítica social implícita nessa pergunta de Mafalda em relação ao papel da mãe na família?
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Beijinho, beijinho
Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade, o frescor e, deduzia-se, o fervor sexual somado de duas adolescentes. No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
‒ Bonito, o discurso do Amaro.
‒ Não dou dois meses para eles se separarem ‒ disse a Nair.
‒ O quê?
‒ Marido, quando começa a elogiar muito a mulher…
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
‒ Mas eles parecem cada vez mais apaixonados ‒ protestou Marinho.
‒ Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram a andar de mãos dadas?
‒ É mesmo…
‒ Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
‒ É mesmo…
‒ E não deu outra. Divórcio e litigioso.
‒ Você tem razão.
‒ E o Mário com a coitada da Marli? De uma hora para outra? Beijinho, beijinho, “mulher formidável” e descobriram que ele estava de caso com a gerente da loja dela.
‒ Você acha, então, que o Amaro tem outra?
‒ Ou outras.
Nem duas de 17 estavam fora de cogitação.
‒ Acho que você tem razão, Nair. Nenhum homem faz uma declaração daquelas assim, sem outros motivos.
‒ Eu sei que tenho razão.
‒ Você tem sempre razão, Nair.
‒ Sempre, não sei.
‒ Sempre. Você é inteligente, sensata, perspicaz e invariavelmente acerta na mosca. Você é uma mulher formidável, Nair. Durante algum tempo, só se ouviu, dentro do carro, o chiado dos pneus no asfalto.
Aí Nair perguntou:
‒ Quem é ela, Marinho?
(Veríssimo, Luiz Fernando. Beijinho, beijinho. Disponível em: https://www.rascunho1966.com.br/2022/11/cronica-beijingo-beijinho-lf-verissimo.html.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Beijinho, beijinho
Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade, o frescor e, deduzia-se, o fervor sexual somado de duas adolescentes. No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
‒ Bonito, o discurso do Amaro.
‒ Não dou dois meses para eles se separarem ‒ disse a Nair.
‒ O quê?
‒ Marido, quando começa a elogiar muito a mulher…
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
‒ Mas eles parecem cada vez mais apaixonados ‒ protestou Marinho.
‒ Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram a andar de mãos dadas?
‒ É mesmo…
‒ Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
‒ É mesmo…
‒ E não deu outra. Divórcio e litigioso.
‒ Você tem razão.
‒ E o Mário com a coitada da Marli? De uma hora para outra? Beijinho, beijinho, “mulher formidável” e descobriram que ele estava de caso com a gerente da loja dela.
‒ Você acha, então, que o Amaro tem outra?
‒ Ou outras.
Nem duas de 17 estavam fora de cogitação.
‒ Acho que você tem razão, Nair. Nenhum homem faz uma declaração daquelas assim, sem outros motivos.
‒ Eu sei que tenho razão.
‒ Você tem sempre razão, Nair.
‒ Sempre, não sei.
‒ Sempre. Você é inteligente, sensata, perspicaz e invariavelmente acerta na mosca. Você é uma mulher formidável, Nair. Durante algum tempo, só se ouviu, dentro do carro, o chiado dos pneus no asfalto.
Aí Nair perguntou:
‒ Quem é ela, Marinho?
(Veríssimo, Luiz Fernando. Beijinho, beijinho. Disponível em: https://www.rascunho1966.com.br/2022/11/cronica-beijingo-beijinho-lf-verissimo.html.
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Beijinho, beijinho
Na festa dos 34 anos da Clarinha, o seu marido, Amaro, fez um discurso muito aplaudido. Declarou que não trocava a sua Clarinha por duas de 17, sabiam por quê? Porque a Clarinha era duas de 17. Tinha a vivacidade, o frescor e, deduzia-se, o fervor sexual somado de duas adolescentes. No carro, depois da festa, o Marinho comentou:
‒ Bonito, o discurso do Amaro.
‒ Não dou dois meses para eles se separarem ‒ disse a Nair.
‒ O quê?
‒ Marido, quando começa a elogiar muito a mulher…
Nair deixou no ar todas as implicações da duplicidade masculina.
‒ Mas eles parecem cada vez mais apaixonados ‒ protestou Marinho.
‒ Exatamente. Apaixonados demais. Lembra o que eu disse quando a Janice e o Pedrão começaram a andar de mãos dadas?
‒ É mesmo…
‒ Vinte anos de casados e de repente começam a andar de mãos dadas? Como namorados? Ali tinha coisa.
‒ É mesmo…
‒ E não deu outra. Divórcio e litigioso.
‒ Você tem razão.
‒ E o Mário com a coitada da Marli? De uma hora para outra? Beijinho, beijinho, “mulher formidável” e descobriram que ele estava de caso com a gerente da loja dela.
‒ Você acha, então, que o Amaro tem outra?
‒ Ou outras.
Nem duas de 17 estavam fora de cogitação.
‒ Acho que você tem razão, Nair. Nenhum homem faz uma declaração daquelas assim, sem outros motivos.
‒ Eu sei que tenho razão.
‒ Você tem sempre razão, Nair.
‒ Sempre, não sei.
‒ Sempre. Você é inteligente, sensata, perspicaz e invariavelmente acerta na mosca. Você é uma mulher formidável, Nair. Durante algum tempo, só se ouviu, dentro do carro, o chiado dos pneus no asfalto.
Aí Nair perguntou:
‒ Quem é ela, Marinho?
(Veríssimo, Luiz Fernando. Beijinho, beijinho. Disponível em: https://www.rascunho1966.com.br/2022/11/cronica-beijingo-beijinho-lf-verissimo.html.