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Q1119925 Noções de Informática
Em uma determinada página na web, encontra-se um link com o texto “https://portal.fazenda.sp.gov.br”. Ao clicar nesse link, o navegador
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Q1119924 Noções de Informática

Considere que, em uma planilha do MS-Excel 2010, em sua configuração original em português, foi atribuído o valor 10 na célula A1, 20 na célula B2 e 30 na célula C3. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o resultado ao se inserir a seguinte fórmula na célula D1:


=SE(E(SOMA(B:C)>=50;SOMA(B:B)<20;B3<=50);B2*B3;A1*B2)

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Q1119923 Noções de Informática
No Windows 7, em sua configuração original, há duas janelas do WordPad abertas. Assinale a alternativa que descreve corretamente o procedimento para colocar as duas janelas dispostas lado a lado, cada uma cobrindo metade da área de trabalho, usando teclas de atalho.
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Q1119921 Atualidades

A discussão corre desde março de 2017, quando o Instituto de Bioética (ANIS) e o PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) pediram apreciação sobre o assunto no Supremo Tribunal Federal à luz da Constituição. As audiências começaram agora (03.ago), mas uma decisão de fato pode levar anos para acontecer. Embora especificamente o STF vá tratar se o Código Penal fere princípios constitucionais, o tema esbarra em diversas controvérsias em vários âmbitos da sociedade: e é essa a motivação para o chamamento da audiência pública, segundo a ministra Rosa Weber, relatora da matéria. Há questões de cunho moral, religioso, ético, filosófico, jurídico e de direitos humanos. Por esse motivo a sociedade será ouvida.

(G1. Disponível em https://glo.bo/2OHLcou. 03.08.2018. Adaptado)


As audiências realizadas no STF, a que se refere a notícia, versaram sobre

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Q1119915 Matemática
Em um jogo, o evento A ocorre a cada 3 minutos; o evento B ocorre a cada 4 minutos e o evento C ocorre a cada 5 minutos. No início do jogo, os três eventos ocorreram simultaneamente. O evento A ocorreu novamente após 3 minutos, em seguida, após 1 minuto, ocorreu B e, também após outro minuto, ocorreu C. Ou seja, A, B e C ocorreram em sequência de 1 em 1 minuto. Essa sequência de ocorrência dos eventos de 1 em 1 minuto começará a ocorrer pela quarta vez decorridos desde o início do jogo
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Q1119913 Português

                                          O inolvidável*


      Não é muito confortável ficar ao lado de grandes corporações, mas não vejo como não apoiar a tese do Google de que o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) não pode impor o tal do direito ao esquecimento ao serviço de busca em nível mundial.

      Comecemos pelo polêmico direito ao esquecimento, que vem sendo reconhecido por alguns tribunais, em especial os europeus. É fácil simpatizar com o adolescente que fez um comentário inadequado na rede e não quer que o lapso o assombre para sempre. Também dá para ser solidário com a vítima de um crime que não deseja que sua identidade passe a ser definida por esse acontecimento traumático.

      É muito complicado, porém, dar a cada indivíduo o poder de determinar o que pode ou não ser dito a seu respeito. Fazê-lo representaria um embaraço forte demais às liberdades de expressão.

      A prevalecer uma versão forte do direito ao esquecimento, um artista vaidoso poderia mandar apagar as críticas negativas à sua obra; um político desonesto poderia fazer sumir os registros das condenações que sofreu. Na ausência de critérios inequívocos sobre o que é aceitável descartar da memória coletiva, é melhor não conceder a ninguém o direito de editar o passado.

      O que me preocupa mais nessa história não é, porém, o mérito do direito ao esquecimento, mas a pretensão da Justiça europeia de que suas decisões se apliquem fora das fronteiras da União Europeia. O risco aí é o de totalitarismo. Não convém conceder a nenhum Estado, por mais democrático que seja, o poder de impor suas leis a todo o planeta.

      Em algum grau os EUA já fazem isso, ao reclamar para si jurisdição sobre todas as transações financeiras que envolvam o dólar, independentemente do local do crime ou da nacionalidade dos delinquentes. Não penso, porém, que essa atitude deva ser imitada ou aceita. O ideal seria que o poder de cada Estado ficasse restrito a suas fronteiras.

                          (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 22.09.2018. Adaptado)


* inolvidável: não olvidável; que não pode ser esquecido. 

Assinale a alternativa em que a redação, escrita a partir do texto, atende a norma-padrão de concordância nominal.
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Q1119912 Português

                                          O inolvidável*


      Não é muito confortável ficar ao lado de grandes corporações, mas não vejo como não apoiar a tese do Google de que o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) não pode impor o tal do direito ao esquecimento ao serviço de busca em nível mundial.

      Comecemos pelo polêmico direito ao esquecimento, que vem sendo reconhecido por alguns tribunais, em especial os europeus. É fácil simpatizar com o adolescente que fez um comentário inadequado na rede e não quer que o lapso o assombre para sempre. Também dá para ser solidário com a vítima de um crime que não deseja que sua identidade passe a ser definida por esse acontecimento traumático.

      É muito complicado, porém, dar a cada indivíduo o poder de determinar o que pode ou não ser dito a seu respeito. Fazê-lo representaria um embaraço forte demais às liberdades de expressão.

      A prevalecer uma versão forte do direito ao esquecimento, um artista vaidoso poderia mandar apagar as críticas negativas à sua obra; um político desonesto poderia fazer sumir os registros das condenações que sofreu. Na ausência de critérios inequívocos sobre o que é aceitável descartar da memória coletiva, é melhor não conceder a ninguém o direito de editar o passado.

      O que me preocupa mais nessa história não é, porém, o mérito do direito ao esquecimento, mas a pretensão da Justiça europeia de que suas decisões se apliquem fora das fronteiras da União Europeia. O risco aí é o de totalitarismo. Não convém conceder a nenhum Estado, por mais democrático que seja, o poder de impor suas leis a todo o planeta.

      Em algum grau os EUA já fazem isso, ao reclamar para si jurisdição sobre todas as transações financeiras que envolvam o dólar, independentemente do local do crime ou da nacionalidade dos delinquentes. Não penso, porém, que essa atitude deva ser imitada ou aceita. O ideal seria que o poder de cada Estado ficasse restrito a suas fronteiras.

                          (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 22.09.2018. Adaptado)


* inolvidável: não olvidável; que não pode ser esquecido. 

Considere as frases a seguir:


•  … é melhor não conceder a ninguém o direito de editar o passado.

•  … ao reclamar para si jurisdição sobre todas as transações financeiras que envolvam o dólar


As expressões destacadas nas frases estão corretamente substituídas por pronomes, de acordo com a norma-padrão da língua, em:

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Q1119911 Português

                                          O inolvidável*


      Não é muito confortável ficar ao lado de grandes corporações, mas não vejo como não apoiar a tese do Google de que o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) não pode impor o tal do direito ao esquecimento ao serviço de busca em nível mundial.

      Comecemos pelo polêmico direito ao esquecimento, que vem sendo reconhecido por alguns tribunais, em especial os europeus. É fácil simpatizar com o adolescente que fez um comentário inadequado na rede e não quer que o lapso o assombre para sempre. Também dá para ser solidário com a vítima de um crime que não deseja que sua identidade passe a ser definida por esse acontecimento traumático.

      É muito complicado, porém, dar a cada indivíduo o poder de determinar o que pode ou não ser dito a seu respeito. Fazê-lo representaria um embaraço forte demais às liberdades de expressão.

      A prevalecer uma versão forte do direito ao esquecimento, um artista vaidoso poderia mandar apagar as críticas negativas à sua obra; um político desonesto poderia fazer sumir os registros das condenações que sofreu. Na ausência de critérios inequívocos sobre o que é aceitável descartar da memória coletiva, é melhor não conceder a ninguém o direito de editar o passado.

      O que me preocupa mais nessa história não é, porém, o mérito do direito ao esquecimento, mas a pretensão da Justiça europeia de que suas decisões se apliquem fora das fronteiras da União Europeia. O risco aí é o de totalitarismo. Não convém conceder a nenhum Estado, por mais democrático que seja, o poder de impor suas leis a todo o planeta.

      Em algum grau os EUA já fazem isso, ao reclamar para si jurisdição sobre todas as transações financeiras que envolvam o dólar, independentemente do local do crime ou da nacionalidade dos delinquentes. Não penso, porém, que essa atitude deva ser imitada ou aceita. O ideal seria que o poder de cada Estado ficasse restrito a suas fronteiras.

                          (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 22.09.2018. Adaptado)


* inolvidável: não olvidável; que não pode ser esquecido. 

A substituição da expressão em destaque na frase “O ideal seria que o poder de cada Estado ficasse restrito a suas fronteiras.” está correta, em conformidade com a norma- -padrão de regência e com o sentido do texto original, em:
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Q1119909 Português

                                          O inolvidável*


      Não é muito confortável ficar ao lado de grandes corporações, mas não vejo como não apoiar a tese do Google de que o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) não pode impor o tal do direito ao esquecimento ao serviço de busca em nível mundial.

      Comecemos pelo polêmico direito ao esquecimento, que vem sendo reconhecido por alguns tribunais, em especial os europeus. É fácil simpatizar com o adolescente que fez um comentário inadequado na rede e não quer que o lapso o assombre para sempre. Também dá para ser solidário com a vítima de um crime que não deseja que sua identidade passe a ser definida por esse acontecimento traumático.

      É muito complicado, porém, dar a cada indivíduo o poder de determinar o que pode ou não ser dito a seu respeito. Fazê-lo representaria um embaraço forte demais às liberdades de expressão.

      A prevalecer uma versão forte do direito ao esquecimento, um artista vaidoso poderia mandar apagar as críticas negativas à sua obra; um político desonesto poderia fazer sumir os registros das condenações que sofreu. Na ausência de critérios inequívocos sobre o que é aceitável descartar da memória coletiva, é melhor não conceder a ninguém o direito de editar o passado.

      O que me preocupa mais nessa história não é, porém, o mérito do direito ao esquecimento, mas a pretensão da Justiça europeia de que suas decisões se apliquem fora das fronteiras da União Europeia. O risco aí é o de totalitarismo. Não convém conceder a nenhum Estado, por mais democrático que seja, o poder de impor suas leis a todo o planeta.

      Em algum grau os EUA já fazem isso, ao reclamar para si jurisdição sobre todas as transações financeiras que envolvam o dólar, independentemente do local do crime ou da nacionalidade dos delinquentes. Não penso, porém, que essa atitude deva ser imitada ou aceita. O ideal seria que o poder de cada Estado ficasse restrito a suas fronteiras.

                          (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 22.09.2018. Adaptado)


* inolvidável: não olvidável; que não pode ser esquecido. 

Conforme a opinião do autor, o ponto mais sensível do embate entre o Tribunal de Justiça da União Europeia e o Google diz respeito
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Q1119908 Português

                                          O inolvidável*


      Não é muito confortável ficar ao lado de grandes corporações, mas não vejo como não apoiar a tese do Google de que o Tribunal de Justiça da União Europeia (UE) não pode impor o tal do direito ao esquecimento ao serviço de busca em nível mundial.

      Comecemos pelo polêmico direito ao esquecimento, que vem sendo reconhecido por alguns tribunais, em especial os europeus. É fácil simpatizar com o adolescente que fez um comentário inadequado na rede e não quer que o lapso o assombre para sempre. Também dá para ser solidário com a vítima de um crime que não deseja que sua identidade passe a ser definida por esse acontecimento traumático.

      É muito complicado, porém, dar a cada indivíduo o poder de determinar o que pode ou não ser dito a seu respeito. Fazê-lo representaria um embaraço forte demais às liberdades de expressão.

      A prevalecer uma versão forte do direito ao esquecimento, um artista vaidoso poderia mandar apagar as críticas negativas à sua obra; um político desonesto poderia fazer sumir os registros das condenações que sofreu. Na ausência de critérios inequívocos sobre o que é aceitável descartar da memória coletiva, é melhor não conceder a ninguém o direito de editar o passado.

      O que me preocupa mais nessa história não é, porém, o mérito do direito ao esquecimento, mas a pretensão da Justiça europeia de que suas decisões se apliquem fora das fronteiras da União Europeia. O risco aí é o de totalitarismo. Não convém conceder a nenhum Estado, por mais democrático que seja, o poder de impor suas leis a todo o planeta.

      Em algum grau os EUA já fazem isso, ao reclamar para si jurisdição sobre todas as transações financeiras que envolvam o dólar, independentemente do local do crime ou da nacionalidade dos delinquentes. Não penso, porém, que essa atitude deva ser imitada ou aceita. O ideal seria que o poder de cada Estado ficasse restrito a suas fronteiras.

                          (Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. 22.09.2018. Adaptado)


* inolvidável: não olvidável; que não pode ser esquecido. 

Conforme o autor do texto,
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Q1119907 Português
Imagem associada para resolução da questão


A passagem do terceiro quadrinho “… porque não sou famoso o suficiente para divulgar seu mecenato cultural.” expressa
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Q1044950 Banco de Dados
No sistema gerenciador de bancos de dados Microsoft SQL Server 2016, quando um novo banco de dados é criado, são gerados, pelo próprio sistema gerenciador, alguns bancos de dados do sistema, sendo que dois desses bancos de dados são:
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Q1044948 Banco de Dados

Considere duas tabelas de um banco de dados relacional: 

T1 (A1, A2, A3)    T2 (B1, B2, B3)

A consulta SQL para obter, de forma conjunta, os valores de A2 e B2, no sistema gerenciador de bancos de dados MySQL (v. 6), é:

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Q1044946 Banco de Dados
O comando do sistema gerenciador de bancos de dados Firebird 2.5 que retorna as linhas de números 50 a 80 da tabela denominada Teste (id, tipo) é:
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Q1044945 Banco de Dados
No sistema gerenciador de bancos de dados Oracle 12c, o comando para terminar uma transação e desfazer quaisquer alterações feitas durante tal transação é o
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Q1044943 Programação

Considere as declarações de classes e interfaces C# a seguir:


class a {  }

class b {  }

interface c {  }

interface d {  }


Com base nessas declarações, é válida a declaração da classe: 

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Q1044942 Programação

Observe o programa C# a seguir.


  using System;

  public class Program{

      static void Func(ref int a, out int b) {

          b = a;

}

     public static void Main() {

     int x;

     Func(ref x, out x);

     Console.WriteLine(x);

}

}


Esse código ocasionará um erro de compilação, pois

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Q1044941 Programação
No .NET Framework, fazem parte do namespace System.Collections as seguintes classes:
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Q1044940 Programação

Um programador PHP desenvolveu o código a seguir:

 

<?php

    $a = true;

    $b = false;

    $c = $a and $b;

    echo $c ? "verdadeiro" : "falso";


No entanto, ao executar esse código, ele notou que o programa imprimia a mensagem “verdadeiro”, embora a mensagem “falso” fosse esperada. Isso ocorreu devido a

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Q1044939 Programação

Analise o código PHP a seguir. 


       <?php

          $x = 10;

          $x += $x + $x;

          $x -= $x + $x;


Como resultado da execução desse código, a variável $x terá o valor:

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Respostas
21: C
22: B
23: E
24: E
25: C
26: C
27: A
28: C
29: E
30: D
31: A
32: B
33: E
34: D
35: D
36: A
37: A
38: C
39: B
40: A